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Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 36.935 questões

Q3055348 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Em relação à sociopatia, é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q3055347 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Em relação à sociopatia e à psicopatia, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3055346 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Analise as afirmativas e identifique a INCORRETA:
Alternativas
Q3054816 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item seguinte. 


Mantendo-se as ideias e a correção gramatical do texto, o terceiro período do segundo parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma: Isso significa que o racismo institucional não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas, também, de como as estruturas e as normas podem proteger ou prejudicar grupos raciais específicos. 

Alternativas
Q3054811 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


De acordo com o primeiro parágrafo do texto, a população brasileira ainda não é capaz de reconhecer o racismo institucional. 

Alternativas
Q3054810 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


Infere-se do texto que o racismo institucional se manifesta de forma velada dentro das organizações. 




Alternativas
Q3054809 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


Depreende-se da leitura do texto que a distribuição desigual de recursos dentro de uma instituição consiste em um tipo de racismo institucional. 

Alternativas
Q3054808 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


O texto trata o racismo institucional como um tipo de cultura existente dentro de instituições públicas e privadas. 

Alternativas
Q3054807 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


Conclui-se do texto que o conhecimento sobre o racismo institucional é relevante para a promoção da igualdade racial no ambiente laboral. 

Alternativas
Q3054806 Português

Texto CB1A1


        O racismo estrutural é uma realidade cotidiana no Brasil, e as denúncias de atitudes racistas estão se tornando mais visíveis. Porém, o racismo institucional, que acontece dentro de organizações públicas e privadas em diversos setores, ainda é um conceito pouco familiar para muitas pessoas. Mesmo afetando diretamente milhões de brasileiros, esse tipo de racismo é menos conhecido.


        O racismo institucional vai além das atitudes individuais e ações isoladas. Ele está enraizado nas políticas, nos procedimentos e nas práticas das organizações. Isso significa que não se trata apenas de como as pessoas se comportam, mas também de como as estruturas e normas podem favorecer ou prejudicar grupos raciais específicos.


        Essas manifestações de racismo dentro das instituições podem ser observadas em várias áreas, desde a maneira como o pessoal é selecionado e promovido até a distribuição de recursos. Isso pode resultar em desigualdades sistêmicas que afetam grupos pertencentes a minorias raciais, limitando suas oportunidades e o reconhecimento de suas contribuições.


        Essa dimensão do racismo é frequentemente menos reconhecida do que as formas mais óbvias de preconceito racial, mas seu impacto é duradouro e pode contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. O racismo institucional é um conceito-chave para compreender como as estruturas e práticas das organizações podem perpetuar a discriminação racial, mesmo que não haja intenções individuais de discriminar. É um problema complexo que requer atenção, portanto, reconhecer e abordar as maneiras como se manifesta o racismo institucional é fundamental para promover a igualdade racial nos espaços de trabalho.


Internet: <www.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A1. 


Conforme as ideias expostas no texto, o racismo institucional difere das outras formas de racismo por ter impacto duradouro e contribuir significativamente para a manutenção de desigualdades com base na raça. 

Alternativas
Q3054794 Português
Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.

Texto

O mundo precisa da sua originalidade – e você também

Patrícia Cotton


      A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a capacidade de ser originais?

      Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe, olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas, enfim, vão bem.

      Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais. Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.
     
      [...]

      Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas garantias.

      Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.

      O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam de loucura, aprendi a chamar de originalidade.

     Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto.


Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado. 
Considere a afirmativa: “Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando.” Tendo em vista o contexto em que foi utilizado, o termo voyer foi usado com sentido de 
Alternativas
Q3054565 Português
Com base na norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta palavra, incorretamente, acentuada. 
Alternativas
Q3054564 Português
“Chico Bento: vaqueiro; Conceição: neta de Inácia; Cordulina: esposa de Chico Bento; Duca: filho de Chico Bento e Cordulina; Eugênia: patroa de Mocinha; Mocinha: irmã de Cordulina; Idalina: mãe de Paulo e Vicente; Paulo: irmão de Vicente; Vicente: jovem fazendeiro; João Marreca: compadre de Vicente”, são personagens da obra: 
Alternativas
Q3054562 Português
Quanto ao seu valor, marque a alternativa, onde temos rimas preciosas. 
Alternativas
Q3054555 Português
Leia o texto para responder à questão.

Não foi desejo. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor.
(Tati Bernardi). 
De acordo com o texto, a palavra premeditado, significa: 
Alternativas
Q3054551 Português
Leia o texto para responder à questão.

Não foi desejo. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor.
(Tati Bernardi). 
Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3054209 Português

Imagem associada para resolução da questão https://www.google.com.br/ 

Relacionando-se representante e escola literária, marque a alternativa incorreta. 

Alternativas
Q3054203 Português
Falando-se de discurso, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) Discurso direto: graficamente, a fala da personagem é separada da voz do narrador por travessões e introduzida por dois-pontos. Para anunciá-la usam-se, geralmente, os verbos dicendi (dizer, exclamar, responder, sussurrar, gritar, admirar-se etc.).
( ) Discurso indireto: o conteúdo da fala da personagem é introduzido por uma conjunção (em geral, que); são mantidos os verbos dicendi; tempos verbais, pronomes, advérbios sofrem alterações para remeterem a um tempo passado.
( ) Discurso indireto livre: não são usados verbos dicendi nem conjunções para introduzi-los; os verbos apresentam-se como no discurso indireto; a pontuação, como no discurso direto (pontos de exclamação, de interrogação, reticências); são usadas expressões típicas da linguagem da personagem.
( ) Exemplo de discurso indireto: Ela disse que começará sua dieta no dia anterior. 
Alternativas
Q3054200 Português
Relacionando-se à formação de palavras por derivação, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Derivação prefixal. B- Derivação sufixal. C- Derivação prefixal e sufixal. D- Derivação regressiva.

Coluna II.
1- Refazer, coordenar. 2- Infelizmente, anticapitalista. 3- Censura, caça. 4- Socialismo, jornaleiro.
Alternativas
Q3054107 Português
Vinagre de maçã traz benefícios à saúde?


         Você já deve ter ouvido que o vinagre de maçã poderia ser a solução ideal para os seus problemas. O produto é sucesso nas redes sociais e já faz parte do cotidiano de celebridades. Obtido a partir de dois processos de fermentação — um alcoólico e outro acético — do suco de maçã, a substância é apontada como uma possível aliada para a saúde em diversas frentes, da perda de peso ao controle da anemia.

        Contudo, é preciso se atentar aos riscos e às _________ de seu consumo, bem como às limitações do uso do vinagre para fins terapêuticos. Além do ácido acético, o alimento possui componentes essenciais para o funcionamento do organismo, entre eles potássio, aminoácidos e _________. Alvo de pesquisas ao redor do mundo, o vinagre de maçã é investigado por seu potencial para: o controle dos níveis de açúcar — estudos mostram que a presença de ácido acético em sua composição reduziria os níveis de açúcar no sangue após as refeições, aprimorando a sensibilidade à insulina; o emagrecimento — uma de suas propriedades é o aumento da saciedade. Por si só, ele não faz perder peso, mas ajudaria quem tenta comer menos; a prevenção de problemas cardiovasculares — os efeitos __________ podem propiciar a melhora da saúde arterial e dos níveis de colesterol; a prevenção à anemia — além de contribuir para a produção de células sanguíneas, a substância poderia auxiliar na absorção de ferro pelo organismo.

        Mas é bom lembrar que ainda não há provas robustas sobre nenhum desses benefícios. Portanto, é cedo para considerar o vinagre um remédio. Por fim, estão sendo realizados estudos para entender seus benefícios para o aumento da imunidade, a proteção do fígado e o fornecimento de energia aos músculos. Em excesso, o vinagre pode aumentar a acidez estomacal, desencadeando reações adversas, como dificuldade de digestão, perda da densidade muscular, queimação na garganta e desgaste do esmalte dentário. Há ainda casos em que incorporar o produto à dieta não é nem sequer uma opção.

       A ingestão do líquido deve ser evitada por pessoas que possuam problemas estomacais, como gastrite e refluxo, ou alergias a alguma das substâncias de sua composição. Portanto, antes de usufruir dos seus possíveis benefícios, entre em contato com o seu médico ou nutricionista, especialmente se você tem histórico de alguma dessas condições.


Luana Pazutti. Veja Saúde. Adaptado. 
Em relação às informações apresentadas no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O vinagre de maçã não prejudica os dentes.
( ) O vinagre de maçã tem potencial para melhorar a saúde das pessoas, porém não há grandes e significativas comprovações científicas de seus benefícios.
( ) O vinagre de maçã pode auxiliar na digestão e nos problemas gástricos.
( ) O ácido acético, presente no vinagre de maçã, pode melhorar a sensibilidade à insulina.
Alternativas
Respostas
5301: A
5302: D
5303: D
5304: E
5305: E
5306: C
5307: E
5308: C
5309: C
5310: E
5311: D
5312: B
5313: D
5314: C
5315: C
5316: C
5317: B
5318: C
5319: D
5320: B