Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2657316 Português
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.

SONETO DE SEPARAÇÃO
Vinicius de Moraes

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Disponível em: https://www.letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86479/em: 25 de jan. 2024. 
Na primeira estrofe Vinicius de Moraes usa alguns termos para demonstrar a fragilidade do amor. Essas palavras foram escolhidas cuidadosamente para ilustrar o desfazer desse sentimento. Marque a alternativa na qual estão as palavras usadas pelo poeta para transmitir essa ideia.
Alternativas
Q2657315 Português
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.

SONETO DE SEPARAÇÃO
Vinicius de Moraes

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Disponível em: https://www.letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86479/em: 25 de jan. 2024. 
Vinicius de Moraes construiu o poema “Soneto de Separação” empregando antíteses em quase todos os versos para revelar a mudanças na relação amorosa que se processam de uma forma:
Alternativas
Q2651746 Português

O prazer e o risco de emprestar um livro


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.


        Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…) 



VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:

<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).

Na oração “Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, (...)” (1º parágrafo), o sujeito deve ser classificado como:
Alternativas
Q2651744 Português

O prazer e o risco de emprestar um livro


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.


        Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…) 



VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:

<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).

O vocábulo destacado em “Não posso dizer que o revés foi inesperado.” está corretamente grafado com -S; o mesmo ocorre na opção:
Alternativas
Q2651741 Português

O prazer e o risco de emprestar um livro


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.


        Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…) 



VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:

<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).

A obra “A visita cruel do tempo”, citada no texto:
Alternativas
Q2651740 Português

O prazer e o risco de emprestar um livro


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.


        Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…) 



VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:

<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).

No 2º parágrafo, as aspas foram empregadas para destacar um(a):
Alternativas
Q2651739 Português

O prazer e o risco de emprestar um livro


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.


        Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…) 



VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:

<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).

O título do texto, em relação ao ato de emprestar livro, apresenta ideias: 
Alternativas
Q2651152 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de um poema de Mario Quintana para responder à questão.

Tenta esquecer-me… Ser lembrado é como
evocar-se um fantasma… Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo…

Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se… 

Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar, as imagens
perdendo no caminho...

Deixa-me fluir, passar, cantar...


QUINTANA, Mario. Deixa-me seguir para o mar. Disponível em: https://www.tudoepoema.com.br/mario-quintana-deixa-me-seguirpara-o-mar/. Acesso em: 8 maio 2024. [Fragmento]
Na construção desse texto, o poeta utilizou-se de
Alternativas
Q2649912 Português
“Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.”
(Paulo Freire A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 1989.)
Qual é a ideia central expressa por Paulo Freire no trecho citado? 
Alternativas
Q2649904 Português

Texto para responder à questão.


Saúde Mental


      A saúde mental não se limita apenas ao que sentimos individualmente. Ela é uma rede de fatores relacionados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Saúde Mental pode ser considerada um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.

      O bem-estar de uma pessoa não depende apenas do aspecto psicológico e emocional, mas também de condições fundamentais, como saúde física, apoio social, condições de vida. Além dos aspectos individuais, a saúde mental é também determinada pelos aspectos sociais, ambientais e econômicos.

      A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.

      Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bem-estar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental.) 

Com base no texto “Saúde Mental” Responda:
Qual das seguintes alternativas melhor exemplifica a natureza biopsicossocial da saúde mental? 
Alternativas
Q2649903 Português

Texto para responder à questão.


Saúde Mental


      A saúde mental não se limita apenas ao que sentimos individualmente. Ela é uma rede de fatores relacionados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Saúde Mental pode ser considerada um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.

      O bem-estar de uma pessoa não depende apenas do aspecto psicológico e emocional, mas também de condições fundamentais, como saúde física, apoio social, condições de vida. Além dos aspectos individuais, a saúde mental é também determinada pelos aspectos sociais, ambientais e econômicos.

      A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.

      Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bem-estar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental.) 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) como o texto descreve a definição de saúde mental? 
Alternativas
Q2649857 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Uso de Inteligência Artificial aumenta e alcança 72% das empresas, diz pesquisa

      O interesse no uso da Inteligência Artificial (IA) tem aumentando nos últimos seis anos e atingido não só as pessoas, mas também as organizações. Em 2024, 72% das empresas do mundo já adotaram essa tecnologia, um avanço significativo comparado aos 55% em 2023.
      Em meio a cada vez mais investimento das empresas no desenvolvimento dessa tecnologia, a IA generativa (Gen IA) também acompanhou esse movimento, indo de 33% em 2023 para uma presença de 65% neste ano.
      Atualmente, 65% dos negócios ampliaram seus orçamentos em IA, de acordo com estudo da Randstad. Gigantes da tecnologia estão na corrida pela busca de inovação no setor. A Microsoft, com um projeto que pode custar até US$ 100 bilhões (R$ 510 bilhões) e incluirá um supercomputador de inteligência artificial junto da OpenAI, e os resultados da Amazon, por exemplo, refletem esse movimento.
      Segundo o estudo, os setores de indústrias avançadas e bens de consumo e varejo são os que recebem uma parcela menor do orçamento digital das companhias. Na outra ponta, as áreas de energia e material e tecnologia são as que mais recebem, cerca de 20% do investimento destinado pelas empresas.
      Como benefício, os entrevistados pelo levantamento indicaram que o uso de IA analítica reduz geralmente os custos das operações de serviços e aumenta as receitas nos setores de marketing e vendas. No geral, a tecnologia auxilia bastante na redução dos gastos com recursos humanos.
      A imprecisão e a violação da propriedade intelectual são cada vez mais consideradas riscos relevantes do uso da Gen IA pelas organizações, revelou a McKinsey, com algumas implicações negativas já sofridas por elas em algum momento.
      “Uma IA responsável precisa começar no dia um e ainda há muito trabalho a ser feito em termos de educação e ação. As organizações devem estabelecer princípios claros sobre como aplicam a Gen IA e estabelecer proteções para garantir a sua implementação segura”, disse Lareina Yee, sócia e presidente do Conselho de Tecnologiada da McKinsey.
      Além disso, diversos líderes globais têm apontado a preocupação de uma redução do corpo humano no trabalho ao adotar a IA. Junior Borneli, CEO da StartSe, analisou que demissões em massa acontecidas nos últimos anos podem ser decorrentes do uso crescente desse recurso nas empresas.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/uso-de-inteligencia-artificial-aumenta-e-alcanca-72-dasempresas-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Infere-se do texto que: 
Alternativas
Q2649854 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Uso de Inteligência Artificial aumenta e alcança 72% das empresas, diz pesquisa

      O interesse no uso da Inteligência Artificial (IA) tem aumentando nos últimos seis anos e atingido não só as pessoas, mas também as organizações. Em 2024, 72% das empresas do mundo já adotaram essa tecnologia, um avanço significativo comparado aos 55% em 2023.
      Em meio a cada vez mais investimento das empresas no desenvolvimento dessa tecnologia, a IA generativa (Gen IA) também acompanhou esse movimento, indo de 33% em 2023 para uma presença de 65% neste ano.
      Atualmente, 65% dos negócios ampliaram seus orçamentos em IA, de acordo com estudo da Randstad. Gigantes da tecnologia estão na corrida pela busca de inovação no setor. A Microsoft, com um projeto que pode custar até US$ 100 bilhões (R$ 510 bilhões) e incluirá um supercomputador de inteligência artificial junto da OpenAI, e os resultados da Amazon, por exemplo, refletem esse movimento.
      Segundo o estudo, os setores de indústrias avançadas e bens de consumo e varejo são os que recebem uma parcela menor do orçamento digital das companhias. Na outra ponta, as áreas de energia e material e tecnologia são as que mais recebem, cerca de 20% do investimento destinado pelas empresas.
      Como benefício, os entrevistados pelo levantamento indicaram que o uso de IA analítica reduz geralmente os custos das operações de serviços e aumenta as receitas nos setores de marketing e vendas. No geral, a tecnologia auxilia bastante na redução dos gastos com recursos humanos.
      A imprecisão e a violação da propriedade intelectual são cada vez mais consideradas riscos relevantes do uso da Gen IA pelas organizações, revelou a McKinsey, com algumas implicações negativas já sofridas por elas em algum momento.
      “Uma IA responsável precisa começar no dia um e ainda há muito trabalho a ser feito em termos de educação e ação. As organizações devem estabelecer princípios claros sobre como aplicam a Gen IA e estabelecer proteções para garantir a sua implementação segura”, disse Lareina Yee, sócia e presidente do Conselho de Tecnologiada da McKinsey.
      Além disso, diversos líderes globais têm apontado a preocupação de uma redução do corpo humano no trabalho ao adotar a IA. Junior Borneli, CEO da StartSe, analisou que demissões em massa acontecidas nos últimos anos podem ser decorrentes do uso crescente desse recurso nas empresas.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/uso-de-inteligencia-artificial-aumenta-e-alcanca-72-dasempresas-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa em que o trecho “As organizações devem estabelecer princípios claros sobre como aplicam a Gen IA e estabelecer proteções para garantir a sua implementação segura” poderia ser reescrito, sem prejuízo para a correção e o sentido do texto: 
Alternativas
Q2649853 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Uso de Inteligência Artificial aumenta e alcança 72% das empresas, diz pesquisa

      O interesse no uso da Inteligência Artificial (IA) tem aumentando nos últimos seis anos e atingido não só as pessoas, mas também as organizações. Em 2024, 72% das empresas do mundo já adotaram essa tecnologia, um avanço significativo comparado aos 55% em 2023.
      Em meio a cada vez mais investimento das empresas no desenvolvimento dessa tecnologia, a IA generativa (Gen IA) também acompanhou esse movimento, indo de 33% em 2023 para uma presença de 65% neste ano.
      Atualmente, 65% dos negócios ampliaram seus orçamentos em IA, de acordo com estudo da Randstad. Gigantes da tecnologia estão na corrida pela busca de inovação no setor. A Microsoft, com um projeto que pode custar até US$ 100 bilhões (R$ 510 bilhões) e incluirá um supercomputador de inteligência artificial junto da OpenAI, e os resultados da Amazon, por exemplo, refletem esse movimento.
      Segundo o estudo, os setores de indústrias avançadas e bens de consumo e varejo são os que recebem uma parcela menor do orçamento digital das companhias. Na outra ponta, as áreas de energia e material e tecnologia são as que mais recebem, cerca de 20% do investimento destinado pelas empresas.
      Como benefício, os entrevistados pelo levantamento indicaram que o uso de IA analítica reduz geralmente os custos das operações de serviços e aumenta as receitas nos setores de marketing e vendas. No geral, a tecnologia auxilia bastante na redução dos gastos com recursos humanos.
      A imprecisão e a violação da propriedade intelectual são cada vez mais consideradas riscos relevantes do uso da Gen IA pelas organizações, revelou a McKinsey, com algumas implicações negativas já sofridas por elas em algum momento.
      “Uma IA responsável precisa começar no dia um e ainda há muito trabalho a ser feito em termos de educação e ação. As organizações devem estabelecer princípios claros sobre como aplicam a Gen IA e estabelecer proteções para garantir a sua implementação segura”, disse Lareina Yee, sócia e presidente do Conselho de Tecnologiada da McKinsey.
      Além disso, diversos líderes globais têm apontado a preocupação de uma redução do corpo humano no trabalho ao adotar a IA. Junior Borneli, CEO da StartSe, analisou que demissões em massa acontecidas nos últimos anos podem ser decorrentes do uso crescente desse recurso nas empresas.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/uso-de-inteligencia-artificial-aumenta-e-alcanca-72-dasempresas-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa que apresenta uma informação correta presente no texto: 
Alternativas
Q2649806 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Lixo eletrônico chegou a nível recorde

      Dos velhos celulares a geladeiras quebradas e cigarros eletrônicos descartados, os resíduos eletrônicos globais atingiram recordes e estão crescendo cinco vezes mais rápido do que as taxas de reciclagem – trazendo uma série de problemas de saúde, ambientais e climáticos, de acordo com uma nova análise.
      Os números são impressionantes. Em 2022, o mundo gerou 62 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, também conhecidos como “e-lixo”, de acordo com o Monitor Global de e-lixo das Nações Unidas.
      Para colocar em perspectiva, esses resíduos poderiam encher mais de 1,5 milhão de caminhões de 40 toneladas que, se colocados para-choque a para-choque, poderiam formar uma linha longa o suficiente para dar a volta na linha do equador.
      E-lixo é o termo guarda-chuva para qualquer produto descartado que tenha um plugue ou uma bateria e frequentemente contém substâncias tóxicas e perigosas, como mercúrio e chumbo.
      Menos de um quarto do e-lixo (22,3%) produzido em 2022 foi documentado como coletado e reciclado, segundo o relatório. Desde 2010, o crescimento do e-lixo superou o crescimento da coleta e reciclagem formais em quase cinco vezes, calculou o relatório.
      A maioria do e-lixo acaba em aterros sanitários ou faz parte de sistemas informais de reciclagem, onde os riscos de poluição e impactos prejudiciais à saúde são altos.
      Uma das melhores maneiras de começar a lidar com a crise do e-lixo é fazer os países ricos pararem de despejar e-lixo em países que não têm capacidade para lidar com eles.

(Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lixo-eletronico-chegou-a-nivel-recorde-entenda-o-problema/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
O trecho “Uma das melhores maneiras de começar a lidar com a crise do e-lixo é fazer os países ricos pararem de despejar e-lixo em países que não têm capacidade para lidar com eles.” (Parágrafo 7 do texto I) indica: 
Alternativas
Q2649803 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Lixo eletrônico chegou a nível recorde

      Dos velhos celulares a geladeiras quebradas e cigarros eletrônicos descartados, os resíduos eletrônicos globais atingiram recordes e estão crescendo cinco vezes mais rápido do que as taxas de reciclagem – trazendo uma série de problemas de saúde, ambientais e climáticos, de acordo com uma nova análise.
      Os números são impressionantes. Em 2022, o mundo gerou 62 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, também conhecidos como “e-lixo”, de acordo com o Monitor Global de e-lixo das Nações Unidas.
      Para colocar em perspectiva, esses resíduos poderiam encher mais de 1,5 milhão de caminhões de 40 toneladas que, se colocados para-choque a para-choque, poderiam formar uma linha longa o suficiente para dar a volta na linha do equador.
      E-lixo é o termo guarda-chuva para qualquer produto descartado que tenha um plugue ou uma bateria e frequentemente contém substâncias tóxicas e perigosas, como mercúrio e chumbo.
      Menos de um quarto do e-lixo (22,3%) produzido em 2022 foi documentado como coletado e reciclado, segundo o relatório. Desde 2010, o crescimento do e-lixo superou o crescimento da coleta e reciclagem formais em quase cinco vezes, calculou o relatório.
      A maioria do e-lixo acaba em aterros sanitários ou faz parte de sistemas informais de reciclagem, onde os riscos de poluição e impactos prejudiciais à saúde são altos.
      Uma das melhores maneiras de começar a lidar com a crise do e-lixo é fazer os países ricos pararem de despejar e-lixo em países que não têm capacidade para lidar com eles.

(Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lixo-eletronico-chegou-a-nivel-recorde-entenda-o-problema/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
A alternativa que apresenta a informação principal do texto é: 
Alternativas
Q2646073 Português

TEXTO 2


Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro


A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange, que importou de Zurique - Suíça -, testes e técnicas para avaliar os ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana. Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação.

Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito. Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações. A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.

A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente, com equipe multidisciplinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem. Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito. Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.

Pedagogos e psicólogos trabalham em equipe, cada um dentro de suas peculiaridades, mas, a profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil somente em 1962, passando a integrar o setor da saúde. A psicologia do trânsito foi uma das primeiras áreas de atuação do psicólogo desde seu reconhecimento. Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar, envolvendo outras áreas como a Engenharia, analisando o comportamento humano e fatores de percepção de risco. Em 1983 foi criado o primeiro grupo de pesquisa em psicologia do trânsito, pela Universidade Federal de Uberlândia, concedendo as primeiras disciplinas e cursos de especialização na área.

A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido. Foi um processo demorado, definindo competências, habilidades e responsabilidades desta profissão, tão importante e imprescindível.


Disponível em: https://www.onsv.org.br/comunicacao/artigos/contribuicoe s-da-psicologia-e-pedagogia-para-o-transito-seguro. Acesso: 12 out. 2023.

Com base no texto “Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro”, analise as afirmativas a seguir:


I. A função do texto em análise é narrar a história da psicologia e da pedagogia para o trânsito seguro, por isso o uso de verbos no passado, como no trecho: “Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito.”

II. O texto em análise expõe informações cuja compreensão é exclusiva de um público específico, por isso o uso de termos técnicos, destacados em: “Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações.”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2646072 Português

TEXTO 2


Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro


A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange, que importou de Zurique - Suíça -, testes e técnicas para avaliar os ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana. Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação.

Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito. Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações. A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.

A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente, com equipe multidisciplinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem. Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito. Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.

Pedagogos e psicólogos trabalham em equipe, cada um dentro de suas peculiaridades, mas, a profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil somente em 1962, passando a integrar o setor da saúde. A psicologia do trânsito foi uma das primeiras áreas de atuação do psicólogo desde seu reconhecimento. Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar, envolvendo outras áreas como a Engenharia, analisando o comportamento humano e fatores de percepção de risco. Em 1983 foi criado o primeiro grupo de pesquisa em psicologia do trânsito, pela Universidade Federal de Uberlândia, concedendo as primeiras disciplinas e cursos de especialização na área.

A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido. Foi um processo demorado, definindo competências, habilidades e responsabilidades desta profissão, tão importante e imprescindível.


Disponível em: https://www.onsv.org.br/comunicacao/artigos/contribuicoe s-da-psicologia-e-pedagogia-para-o-transito-seguro. Acesso: 12 out. 2023.

Com base no texto “Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro”, analise as afirmativas a seguir:


I. A exposição do trecho: “A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem.” orienta as ações dos leitores, instruindo-os sobre como tratar temas do trânsito na escola.

II. Em: “Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.”, a locução conjuntiva “dessa forma”, introduz uma explicação que reforça o ponto de vista do autor do texto: de que os “educadores do trânsito” precisam de um objetivo de aprendizagem.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2646066 Português

TEXTO 1


Formação histórica de São Bento do Uma


A história da formação de São Bento do Una encontra sua origem, bem como suas semelhanças, na história das inúmeras cidades de nosso país, dando foco especial às da Região Nordeste. Especial, pois desde o advento da economia mineradora – início do século XVIII – na região Sul (hoje correspondente ao Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste) o Norte (hoje as Regiões Norte e Nordeste) não fora o mesmo no campo político e econômico, este por sua vez já abalado desde a crise oriunda da expulsão dos holandeses da região.

O Brasil ainda era colônia portuguesa quando Antônio Alves Soares e sua família chegou à região do Vale do Una em 1777, fugindo de uma grande e terrível seca que assolava inúmeras regiões, principalmente o Nordeste Brasileiro, geradora de inúmeros estragos em produtos provenientes da atividade agro-pastoril, como também, diversas perdas humanas. A seca, neste caso, foi um dos fatores que fizeram com que, alguns anos depois, outras pessoas chegassem às proximidades dos rios Una, Ipojuca e Riachão. A chegada destas, por sua vez, foi facilitada pela existência de rotas que ligavam o litoral pernambucano ao interior do Estado. Próximo ao Una, rio que posteriormente complementaria o nome da cidade de São Bento, as pessoas empreenderam uma dinâmica habitacional, comercial e econômica, fazendo com que estas ações contribuíssem com o desenvolvimento do futuro povoado.

Quanto ao nome do povoado, a escolha São Bento deriva de uma antiga história do lugar onde as pessoas preocupadas com o súbito aparecimento de cobras peçonhentas naquelas terras, e aquelas por sua vez ligadas às tradições religiosas, começaram a invocar as proteções daquele que “livra de todas as peçonhas”, neste caso, mérito atribuído ao “senhor São Bento”, como é chamado o santo até os dias atuais pelos devotos católicos da cidade.

No local conhecido como Fazenda Santa Cruz, nome que fazia alusão a uma velha cruz fincada no local e que depois este se chamaria São Bento, os primeiros habitantes começaram a estabelecer moradia. A religiosidade, muito presente no seio do povo latino, irá definir locais com nomes de santos e santas. No dia 30 de abril de 1860, São Bento emancipa-se da Vila de Santo Antônio de Garanhuns passando a ser, também, uma Vila. Esta autonomia irá gerar transformações no que tange a sua conjuntura política, econômica e estrutural. A Vila de São Bento foi elevada à categoria de cidade 40 anos depois de sua emancipação no dia 8 de junho de 1900 pela Lei Estadual de número 440. Segundo o advogado e são-bentense Orlando de Almeida Calado, na transição de Império para República o que era Vila permanecia Vila e o que era cidade permaneceria cidade, caso peculiar de pouquíssimas cidades, dentre elas São Bento.

A cidade de São Bento recebeu um complemento em seu nome para diferenciá-la de outros locais. Para isso, no dia 31 de dezembro de 1943, por meio do decreto-lei estadual de número 952, foi acrescido o “do Una”, aludindo ao rio que corta a cidade. Atualmente, a cidade de São Bento do Una, localizada no Agreste Meridional, distante 205 km da capital Recife é conhecida no Estado e Região como uma das cidades em que a produção leiteira e a avicultura são atividades econômicas muito fortes. Desde sua emancipação, a cidade vem passando por vários processos de transformações tanto no campo econômico no tocante à avicultura e laticínios, bem como em sua estrutura física, nas construções, praças e ruas que outrora fora inspiração para muitos poetas locais e que hoje pouco de seu passado arquitetônico se encontra em preservação.


Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33836. Acesso em: 11 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Formação histórica de São Bento do Una”, analise as afirmativas a seguir:


I. A história de São Bento do Una está diretamente ligada à cidade de Garanhuns, sendo impossível entender a história daquela sem entender a história desta, pois São Bento do Una passou a maior parte de sua formação sob a categoria de Vila, sendo promovida a cidade apenas ao desvincular-se de Garanhuns.

II. A formação histórica da cidade de São Bento do Una levou-a a ser um dos grandes destaques de Pernambuco, chamando atenção pela produção leiteira e a avicultura, que são atividades econômicas muito fortes na região e que fazem parte dos processos de transformações no município.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2646065 Português

TEXTO 1


Formação histórica de São Bento do Uma


A história da formação de São Bento do Una encontra sua origem, bem como suas semelhanças, na história das inúmeras cidades de nosso país, dando foco especial às da Região Nordeste. Especial, pois desde o advento da economia mineradora – início do século XVIII – na região Sul (hoje correspondente ao Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste) o Norte (hoje as Regiões Norte e Nordeste) não fora o mesmo no campo político e econômico, este por sua vez já abalado desde a crise oriunda da expulsão dos holandeses da região.

O Brasil ainda era colônia portuguesa quando Antônio Alves Soares e sua família chegou à região do Vale do Una em 1777, fugindo de uma grande e terrível seca que assolava inúmeras regiões, principalmente o Nordeste Brasileiro, geradora de inúmeros estragos em produtos provenientes da atividade agro-pastoril, como também, diversas perdas humanas. A seca, neste caso, foi um dos fatores que fizeram com que, alguns anos depois, outras pessoas chegassem às proximidades dos rios Una, Ipojuca e Riachão. A chegada destas, por sua vez, foi facilitada pela existência de rotas que ligavam o litoral pernambucano ao interior do Estado. Próximo ao Una, rio que posteriormente complementaria o nome da cidade de São Bento, as pessoas empreenderam uma dinâmica habitacional, comercial e econômica, fazendo com que estas ações contribuíssem com o desenvolvimento do futuro povoado.

Quanto ao nome do povoado, a escolha São Bento deriva de uma antiga história do lugar onde as pessoas preocupadas com o súbito aparecimento de cobras peçonhentas naquelas terras, e aquelas por sua vez ligadas às tradições religiosas, começaram a invocar as proteções daquele que “livra de todas as peçonhas”, neste caso, mérito atribuído ao “senhor São Bento”, como é chamado o santo até os dias atuais pelos devotos católicos da cidade.

No local conhecido como Fazenda Santa Cruz, nome que fazia alusão a uma velha cruz fincada no local e que depois este se chamaria São Bento, os primeiros habitantes começaram a estabelecer moradia. A religiosidade, muito presente no seio do povo latino, irá definir locais com nomes de santos e santas. No dia 30 de abril de 1860, São Bento emancipa-se da Vila de Santo Antônio de Garanhuns passando a ser, também, uma Vila. Esta autonomia irá gerar transformações no que tange a sua conjuntura política, econômica e estrutural. A Vila de São Bento foi elevada à categoria de cidade 40 anos depois de sua emancipação no dia 8 de junho de 1900 pela Lei Estadual de número 440. Segundo o advogado e são-bentense Orlando de Almeida Calado, na transição de Império para República o que era Vila permanecia Vila e o que era cidade permaneceria cidade, caso peculiar de pouquíssimas cidades, dentre elas São Bento.

A cidade de São Bento recebeu um complemento em seu nome para diferenciá-la de outros locais. Para isso, no dia 31 de dezembro de 1943, por meio do decreto-lei estadual de número 952, foi acrescido o “do Una”, aludindo ao rio que corta a cidade. Atualmente, a cidade de São Bento do Una, localizada no Agreste Meridional, distante 205 km da capital Recife é conhecida no Estado e Região como uma das cidades em que a produção leiteira e a avicultura são atividades econômicas muito fortes. Desde sua emancipação, a cidade vem passando por vários processos de transformações tanto no campo econômico no tocante à avicultura e laticínios, bem como em sua estrutura física, nas construções, praças e ruas que outrora fora inspiração para muitos poetas locais e que hoje pouco de seu passado arquitetônico se encontra em preservação.


Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33836. Acesso em: 11 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Formação histórica de São Bento do Una”, analise as afirmativas a seguir:


I. O objetivo do texto “Formação histórica de São Bento do Una” é suscitar a inspiração e a admiração nos leitores, uma vez que a cidade em questão foi inspiração para muitos poetas locais, mas hoje é pouco preservada.

II. O objetivo do quarto parágrafo do texto “Formação histórica de São Bento do Una” é mostrar a evolução da categorização do que hoje é a cidade de São Bento do Una.

III. O objetivo principal do texto “Formação histórica de São Bento do Una” é, como aponta o título, mostrar os principais eventos relacionados à formação histórica da cidade, desde o período colonial até a atualidade.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Respostas
5081: C
5082: B
5083: B
5084: D
5085: E
5086: C
5087: B
5088: D
5089: C
5090: B
5091: B
5092: A
5093: B
5094: C
5095: B
5096: C
5097: D
5098: D
5099: C
5100: D