Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3537617 Português
Cinco tecnologias agrícolas que economizam tempo e reduzem custos no campo


Para aumentar a produtividade e cortar despesas, a adoção de tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas tem se mostrado indispensável. Esses recursos garantem operações mais precisas, diminuem o desperdício e contribuem para a segurança alimentar global. Lucas Zanetti, gerente de marketing de produto da Massey Ferguson, destaca cinco tecnologias que fazem a diferença no dia a dia do produtor rural.

O piloto automático é fundamental para otimizar as tarefas no campo. Essa tecnologia reduz o tempo de operação, minimiza erros humanos e o cansaço do operador, além de economizar combustível. Com isso, o trabalho fica mais uniforme e o operador pode focar em monitorar a qualidade da aplicação e identificar possíveis falhas.

A tecnologia de taxa variável ajusta a quantidade e o local exatos para aplicação de fertilizantes e defensivos, evitando desperdícios. Baseada em análises detalhadas do solo, essa ferramenta permite corrigir as necessidades específicas de cada área, garantindo maior eficiência e redução dos custos com insumos.

O corte de seção evita sobreposições no plantio, desligando automaticamente a aplicação de sementes em locais já semeados, principalmente nas cabeceiras e pontos de arremate. Na pulverização, o recurso desliga os bicos quando o produto já foi aplicado, economizando defensivos e reduzindo o risco de contaminação fitossanitária, o que torna o processo mais seguro e eficiente.

Sistemas de telemetria, como o MF Connect da Massey Ferguson, oferecem acesso remoto a informações essenciais das máquinas, como consumo de combustível, localização e status da manutenção. Esses dados em tempo real permitem que operadores e gestores tomem decisões mais precisas e ágeis, mesmo à distância.

A automação agrícola evolui desde o piloto automático até máquinas capazes de seguir trajetórias e velocidades pré-definidas, realizando manobras sem intervenção humana. Essa autonomia progressiva aumenta a eficiência operacional e contribui para a redução de custos.

Lucas Zanetti ressalta que o uso de inteligência artificial e comandos por voz nas máquinas agrícolas está próximo da realidade. Contudo, o avanço depende da expansão da conectividade nas áreas rurais, que atualmente têm acesso à internet em apenas 40% dos casos. Investir na infraestrutura digital do campo é essencial para acelerar a automação e promover uma agricultura mais produtiva e sustentável.

https://www.pontaporainforma.com.br/cinco-tecnologias-agricolas-que-e conomizam-tempo-e-reduzem-custos-no-campo/ 
Segundo o texto, qual a afirmativa correta acerca do corte de seção?
Alternativas
Q3537616 Português
Cinco tecnologias agrícolas que economizam tempo e reduzem custos no campo


Para aumentar a produtividade e cortar despesas, a adoção de tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas tem se mostrado indispensável. Esses recursos garantem operações mais precisas, diminuem o desperdício e contribuem para a segurança alimentar global. Lucas Zanetti, gerente de marketing de produto da Massey Ferguson, destaca cinco tecnologias que fazem a diferença no dia a dia do produtor rural.

O piloto automático é fundamental para otimizar as tarefas no campo. Essa tecnologia reduz o tempo de operação, minimiza erros humanos e o cansaço do operador, além de economizar combustível. Com isso, o trabalho fica mais uniforme e o operador pode focar em monitorar a qualidade da aplicação e identificar possíveis falhas.

A tecnologia de taxa variável ajusta a quantidade e o local exatos para aplicação de fertilizantes e defensivos, evitando desperdícios. Baseada em análises detalhadas do solo, essa ferramenta permite corrigir as necessidades específicas de cada área, garantindo maior eficiência e redução dos custos com insumos.

O corte de seção evita sobreposições no plantio, desligando automaticamente a aplicação de sementes em locais já semeados, principalmente nas cabeceiras e pontos de arremate. Na pulverização, o recurso desliga os bicos quando o produto já foi aplicado, economizando defensivos e reduzindo o risco de contaminação fitossanitária, o que torna o processo mais seguro e eficiente.

Sistemas de telemetria, como o MF Connect da Massey Ferguson, oferecem acesso remoto a informações essenciais das máquinas, como consumo de combustível, localização e status da manutenção. Esses dados em tempo real permitem que operadores e gestores tomem decisões mais precisas e ágeis, mesmo à distância.

A automação agrícola evolui desde o piloto automático até máquinas capazes de seguir trajetórias e velocidades pré-definidas, realizando manobras sem intervenção humana. Essa autonomia progressiva aumenta a eficiência operacional e contribui para a redução de custos.

Lucas Zanetti ressalta que o uso de inteligência artificial e comandos por voz nas máquinas agrícolas está próximo da realidade. Contudo, o avanço depende da expansão da conectividade nas áreas rurais, que atualmente têm acesso à internet em apenas 40% dos casos. Investir na infraestrutura digital do campo é essencial para acelerar a automação e promover uma agricultura mais produtiva e sustentável.

https://www.pontaporainforma.com.br/cinco-tecnologias-agricolas-que-e conomizam-tempo-e-reduzem-custos-no-campo/ 
Acerca da tecnologia de taxa variável, o que é possível se inferir do texto? 
Alternativas
Q3537615 Português
Cinco tecnologias agrícolas que economizam tempo e reduzem custos no campo


Para aumentar a produtividade e cortar despesas, a adoção de tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas tem se mostrado indispensável. Esses recursos garantem operações mais precisas, diminuem o desperdício e contribuem para a segurança alimentar global. Lucas Zanetti, gerente de marketing de produto da Massey Ferguson, destaca cinco tecnologias que fazem a diferença no dia a dia do produtor rural.

O piloto automático é fundamental para otimizar as tarefas no campo. Essa tecnologia reduz o tempo de operação, minimiza erros humanos e o cansaço do operador, além de economizar combustível. Com isso, o trabalho fica mais uniforme e o operador pode focar em monitorar a qualidade da aplicação e identificar possíveis falhas.

A tecnologia de taxa variável ajusta a quantidade e o local exatos para aplicação de fertilizantes e defensivos, evitando desperdícios. Baseada em análises detalhadas do solo, essa ferramenta permite corrigir as necessidades específicas de cada área, garantindo maior eficiência e redução dos custos com insumos.

O corte de seção evita sobreposições no plantio, desligando automaticamente a aplicação de sementes em locais já semeados, principalmente nas cabeceiras e pontos de arremate. Na pulverização, o recurso desliga os bicos quando o produto já foi aplicado, economizando defensivos e reduzindo o risco de contaminação fitossanitária, o que torna o processo mais seguro e eficiente.

Sistemas de telemetria, como o MF Connect da Massey Ferguson, oferecem acesso remoto a informações essenciais das máquinas, como consumo de combustível, localização e status da manutenção. Esses dados em tempo real permitem que operadores e gestores tomem decisões mais precisas e ágeis, mesmo à distância.

A automação agrícola evolui desde o piloto automático até máquinas capazes de seguir trajetórias e velocidades pré-definidas, realizando manobras sem intervenção humana. Essa autonomia progressiva aumenta a eficiência operacional e contribui para a redução de custos.

Lucas Zanetti ressalta que o uso de inteligência artificial e comandos por voz nas máquinas agrícolas está próximo da realidade. Contudo, o avanço depende da expansão da conectividade nas áreas rurais, que atualmente têm acesso à internet em apenas 40% dos casos. Investir na infraestrutura digital do campo é essencial para acelerar a automação e promover uma agricultura mais produtiva e sustentável.

https://www.pontaporainforma.com.br/cinco-tecnologias-agricolas-que-e conomizam-tempo-e-reduzem-custos-no-campo/ 
Segundo o texto, o que é correto afirmar acerca dos sistemas de telemetria?
Alternativas
Q3537614 Português
Cinco tecnologias agrícolas que economizam tempo e reduzem custos no campo


Para aumentar a produtividade e cortar despesas, a adoção de tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas tem se mostrado indispensável. Esses recursos garantem operações mais precisas, diminuem o desperdício e contribuem para a segurança alimentar global. Lucas Zanetti, gerente de marketing de produto da Massey Ferguson, destaca cinco tecnologias que fazem a diferença no dia a dia do produtor rural.

O piloto automático é fundamental para otimizar as tarefas no campo. Essa tecnologia reduz o tempo de operação, minimiza erros humanos e o cansaço do operador, além de economizar combustível. Com isso, o trabalho fica mais uniforme e o operador pode focar em monitorar a qualidade da aplicação e identificar possíveis falhas.

A tecnologia de taxa variável ajusta a quantidade e o local exatos para aplicação de fertilizantes e defensivos, evitando desperdícios. Baseada em análises detalhadas do solo, essa ferramenta permite corrigir as necessidades específicas de cada área, garantindo maior eficiência e redução dos custos com insumos.

O corte de seção evita sobreposições no plantio, desligando automaticamente a aplicação de sementes em locais já semeados, principalmente nas cabeceiras e pontos de arremate. Na pulverização, o recurso desliga os bicos quando o produto já foi aplicado, economizando defensivos e reduzindo o risco de contaminação fitossanitária, o que torna o processo mais seguro e eficiente.

Sistemas de telemetria, como o MF Connect da Massey Ferguson, oferecem acesso remoto a informações essenciais das máquinas, como consumo de combustível, localização e status da manutenção. Esses dados em tempo real permitem que operadores e gestores tomem decisões mais precisas e ágeis, mesmo à distância.

A automação agrícola evolui desde o piloto automático até máquinas capazes de seguir trajetórias e velocidades pré-definidas, realizando manobras sem intervenção humana. Essa autonomia progressiva aumenta a eficiência operacional e contribui para a redução de custos.

Lucas Zanetti ressalta que o uso de inteligência artificial e comandos por voz nas máquinas agrícolas está próximo da realidade. Contudo, o avanço depende da expansão da conectividade nas áreas rurais, que atualmente têm acesso à internet em apenas 40% dos casos. Investir na infraestrutura digital do campo é essencial para acelerar a automação e promover uma agricultura mais produtiva e sustentável.

https://www.pontaporainforma.com.br/cinco-tecnologias-agricolas-que-e conomizam-tempo-e-reduzem-custos-no-campo/ 
Acerca da ampliação da conectividade no campo, o que é correto afirmar?
Alternativas
Q3536747 Português

    Em um mundo onde o clima está cada vez mais quente e instável, os agricultores enfrentam dificuldades para manter suas plantações frescas. Uma startup fundada no deserto da Arábia Saudita acredita ter uma solução.

    Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz. Isso é possível graças a uma nanotecnologia incorporada a lâminas de polímero plástico, que bloqueia a radiação solar infravermelha próxima. Ao diminuir o calor dentro das estufas, a empresa afirma que as plantações podem ser cultivadas com até 30% menos água e com menor necessidade de resfriamento mecânico.

    Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    O design premiado foi rapidamente comercializado e agora já conta com compradores em 15 países por meio da Iyris (anteriormente RedSea), uma empresa derivada das pesquisas realizadas na KAUST.

    Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris, à CNN. Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.



Fonte: CNN. Adaptado.

A principal inovação apresentada no texto é um: 
Alternativas
Q3535378 Português
    Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
    Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
    Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, nem contaram que ninguém vai contar. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptados. 
De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3534427 Português
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.

Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.

A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.

Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.

Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.

O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milho es-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
Pode-se inferir do texto que um dos diferenciais técnicos do Thanus é sua capacidade de executar tarefas sem depender de(da):
Alternativas
Q3532710 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente


 A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.


As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.


De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.


O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.


"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.


No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.


 "Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.


A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.


No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/

Com base no texto apresentado, é possível inferir que:

Alternativas
Q3532513 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.


Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.


A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.


Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.


Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma. 


O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/

Pode-se inferir do texto que um dos diferenciais técnicos do Thanus é sua capacidade de executar tarefas sem depender de(da):
Alternativas
Q3530212 Português
   Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema.

   Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências.

    Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente.

   Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos.

    De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.


Camila Furuzawa. Séries policiais: características e particularidades das narrativas policiais televisivas. In: Vozes & Diálogo, v. 12, n.º 2. Itajaí, SC, jul.- dez./2013 (com adaptações). 
Julgue o item que se segue, considerando as ideias, as propriedades linguísticas e o vocabulário do texto precedente.  

A partir das ideias de Carlos Gerbase reproduzidas no texto, conclui-se que as histórias narradas em livros e filmes podem nortear a conduta social de leitores e espectadores. 
Alternativas
Q3530211 Português
   Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema.

   Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências.

    Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente.

   Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos.

    De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.


Camila Furuzawa. Séries policiais: características e particularidades das narrativas policiais televisivas. In: Vozes & Diálogo, v. 12, n.º 2. Itajaí, SC, jul.- dez./2013 (com adaptações). 
Julgue o item que se segue, considerando as ideias, as propriedades linguísticas e o vocabulário do texto precedente.  

Entende-se da leitura do texto que a frequente transposição da narrativa de best-sellers para as telas da televisão e do cinema se justifica pela expectativa de repetição do sucesso obtido na venda das respectivas obras literárias. 
Alternativas
Q3530210 Português
   Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema.

   Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências.

    Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente.

   Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos.

    De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.


Camila Furuzawa. Séries policiais: características e particularidades das narrativas policiais televisivas. In: Vozes & Diálogo, v. 12, n.º 2. Itajaí, SC, jul.- dez./2013 (com adaptações). 
Julgue o item que se segue, considerando as ideias, as propriedades linguísticas e o vocabulário do texto precedente.  
O texto sugere que o gênero policial é o preferido do público na literatura, na televisão e no cinema.  
Alternativas
Q3530054 Português
    A inteligência artificial (IA) tem desempenhado papel cada vez mais importante nos últimos anos. Máquinas não se limitam mais a executar tarefas físicas, pois também desempenham funções intelectuais que exigem o que se considera inteligência.

    Inicialmente, a IA foi aplicada principalmente na solução de problemas do mundo real por meio da programação do conhecimento de especialistas em programas de computador. Esses programas, chamados de sistemas especialistas ou sistemas baseados em conhecimento, foram desenvolvidos com base em entrevistas com especialistas em determinadas áreas. No entanto, havia limitações, como subjetividade e falta de cooperação dos especialistas.

    Atualmente é grande o entusiasmo em relação aos potenciais benefícios da IA, de forma que máquinas estão aprendendo a dirigir carros independentes e tradutores automáticos estão se tornando cada vez mais precisos. Além disso, a IA está presente em tarefas cotidianas como ler emails, lavar roupas e recomendar filmes em plataformas de streaming.

    O rápido desenvolvimento de tecnologias para processamento e armazenamento de dados tem impulsionado o crescimento da IA e, à medida que os problemas se tornam mais complexos e a quantidade de dados aumenta, é necessário desenvolver ferramentas computacionais avançadas e personalizadas, baseadas no aprendizado de máquina, que dependem cada vez menos da intervenção humana. No entanto, esse desenvolvimento vem acompanhado de preocupações, principalmente em relação à ética e ao impacto na sociedade, considerando-se questões legais e de responsabilidade, para garantir que a IA seja benéfica e justa.


Jhadson Silva Leonel, Camila Ferreira Silva Leonel, Jonas Byk, Silvania da Conceição Furtado. Inteligência artificial: desafios éticos e futuros. Revista Bioética, 32, 2024 (com adaptações).  
A respeito do texto precedente, de suas ideias e de seus aspectos linguísticos, julgue o item subsequente. 

No texto, os autores argumentam que, à medida que a IA cresce e se desenvolve, também se aprimoram as discussões em torno de seu uso e se tornam mais complexas as preocupações éticas referentes a seu uso e seus impactos na sociedade. 
Alternativas
Q3530051 Português
    A inteligência artificial (IA) tem desempenhado papel cada vez mais importante nos últimos anos. Máquinas não se limitam mais a executar tarefas físicas, pois também desempenham funções intelectuais que exigem o que se considera inteligência.

    Inicialmente, a IA foi aplicada principalmente na solução de problemas do mundo real por meio da programação do conhecimento de especialistas em programas de computador. Esses programas, chamados de sistemas especialistas ou sistemas baseados em conhecimento, foram desenvolvidos com base em entrevistas com especialistas em determinadas áreas. No entanto, havia limitações, como subjetividade e falta de cooperação dos especialistas.

    Atualmente é grande o entusiasmo em relação aos potenciais benefícios da IA, de forma que máquinas estão aprendendo a dirigir carros independentes e tradutores automáticos estão se tornando cada vez mais precisos. Além disso, a IA está presente em tarefas cotidianas como ler emails, lavar roupas e recomendar filmes em plataformas de streaming.

    O rápido desenvolvimento de tecnologias para processamento e armazenamento de dados tem impulsionado o crescimento da IA e, à medida que os problemas se tornam mais complexos e a quantidade de dados aumenta, é necessário desenvolver ferramentas computacionais avançadas e personalizadas, baseadas no aprendizado de máquina, que dependem cada vez menos da intervenção humana. No entanto, esse desenvolvimento vem acompanhado de preocupações, principalmente em relação à ética e ao impacto na sociedade, considerando-se questões legais e de responsabilidade, para garantir que a IA seja benéfica e justa.


Jhadson Silva Leonel, Camila Ferreira Silva Leonel, Jonas Byk, Silvania da Conceição Furtado. Inteligência artificial: desafios éticos e futuros. Revista Bioética, 32, 2024 (com adaptações).  
A respeito do texto precedente, de suas ideias e de seus aspectos linguísticos, julgue o item subsequente. 

De acordo com o texto, a IA surgiu com foco em questões mais abstratas do mundo real e, depois, passou a centrar-se em questões mais concretas, como, por exemplo, dirigir carros. 
Alternativas
Q3528432 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
Leia o excerto a seguir:
        Casos de introdução de referentes de forma ancorada constituem anáforas indiretas, uma vez que não existe no cotexto um antecedente explícito, mas, sim, um elemento de relação que se pode denominar de âncora e que é decisivo para a interpretação.
(Ingedore Koch e Vanda Maria Elias, Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011. Adaptado)
A explicação das autoras está corretamente exemplificada com a expressão destacada em:
Alternativas
Q3527302 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3522717 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

Considerando as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) A força e o equilíbrio também diminuem com a idade, assim como a flexibilidade.


( ) Fatores comportamentais podem acelerar a perda da flexibilidade.


( ) Exercícios de flexibilidade devem ser evitados, pois aumentam o risco de lesão.


( ) Uma boa flexibilidade ajuda os idosos a caminharem com mais segurança.

Alternativas
Q3522100 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
De acordo com o texto, o “falante apavorado” é aquele que: 
Alternativas
Q3522099 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
O texto propõe uma reflexão baseada no impasse entre:
Alternativas
Q3521784 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Uma viagem de saudades

        Ela saíra aos dezessete anos, trinta anos atrás. Deixou noivo e uma promessa de emigrarem juntos para a América logo que voltasse da viagem que duraria três meses. Ia conhecer o pai, que, por causa de uma hipótese de traição, tinha jurado nunca mais voltar à ilha Brava.

        Dos três meses iniciais a ausência durou trinta anos e três dias. Voltava agora. Intacta. Para casar com o primeiro namorado, moço bonito, branco e de cabelo fino; tão fino como qualquer francês. Voltava e nunca mais, em nome de coisa nenhuma, se separariam.

        Contou-me todos os sonhos da sua juventude, os segredos, os jogos partilhados com o noivo, as esperanças e as certezas.

        Era a primeira vez, naqueles anos todos, que falava do assunto e abria o coração, porque dantes não valia a pena.

        Mas agora que estava tão perto da ilha Brava, só lhe apetecia falar dele, dele e mais dele e da certeza de se casarem que sempre guardou.

        Disse-me o nome do homem e teve que o repetir umas duas vezes para eu o ligar à pessoa que conhecia, atarracado pelos anos e pelas gorduras, careca, avermelhado pelo grogue*.

        Não disse nada à rapariga de dezessete anos, que estava à minha frente trinta anos depois.

        Ela casara em França, foi feliz, foi infeliz, viveu e morreu como todos nós nesses anos todos; mas era como se o tempo lhe tivesse poupado o coração; como se a esperança não tivesse sofrido um lanho* que fosse, enquanto estivera ausente.

        Podia ter-lhe dito que voltasse para a França, para junto da filha e dos netos e que esquecesse os antigos amores que só devem existir na lembrança guardada, mas fiquei calado e nem pude sorrir para ela e desejar-lhe sorte quando se levantou do caixote para embarcar no Furna a caminho da sua ilha e do seu homem.

        Nunca mais a vi. Nem gostaria de a ter visto. Para que saber de anseios sem resposta.

(Dina Salústio. Mornas eram as noites. Adaptado)

*Grogue: aguardente.
**Lanho: ferimento.
Em relação à passagem “Voltava agora. Intacta. Para casar com o primeiro namorado, moço bonito, branco e de cabelo fino; tão fino como qualquer francês.” (2º parágrafo), é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
481: A
482: B
483: D
484: D
485: C
486: B
487: B
488: A
489: D
490: C
491: E
492: E
493: E
494: E
495: D
496: C
497: A
498: A
499: C
500: D