Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 36.971 questões
Leia o texto e responda a questão.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo. Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida. Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas.
São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).
A intertextualidade e a literatura
O termo intertextualidade foi cunhado na década de 1960, no ‚âmbito da teoria literária, por Julia Kristeva e referia-se ao universo dos textos literários e do diálogo entre esses textos ao longo da história da literatura. Quando a intertextualidade se dá entre dois textos literários efetivamente escritos e se manifesta de forma direta, clara, explícita, podemos dizer que se trata de intertextualidade em sentido restrito.
Quando um determinado autor recorre a outros textos para compor os próprios, certamente tem um motivo muito claro — fazer uma crítica, uma reflexo ou uma releitura desses textos. Percorrer o caminho inverso, ou seja, buscar esse motivo e reconstruir o processo de produção desses textos leva a desvendar seus significados específico. Assim, o conhecimento das relações entre os textos é um poderoso recurso de produção e apreensão de significados.
Esse conhecimento, porém, não se dá por acaso nem por obra da intuição, ____ por meio de um trabalho bastante específico: o exercício da leitura. Quanto ____ experiente for o leitor (entenda-se como leitor experiente aquele que leu muito e bem), ____ possibilidades terá de compreender os caminhos percorridos (e os textos visitados) por um outro autor em sua produção e de percorrer o próprio caminho em suas criações.
Portanto, nossos processos de leitura podem ser mais proveitosos devido aos numerosos caminhos de leitura que percorremos. Nossas produções podem aprimorar-se à medida que incorporamos essas leituras a nossos textos. E não é exagero dizer que esses procedimentos se ampliam de tal forma que atingem uma outra área, bem mais ampla – a que diz respeito à própria leitura do mundo.
Painel da literatura em língua portuguesa – José de Nicola.
Adaptado.
( ) A quantidade de livros que uma pessoa leu durante a vida interfere na sua capacidade de compreender a intertextualidade. ( ) Intertextualidade é o termo dado a obras que possuem autorreferências, mas não referências a outros textos. ( ) O conhecimento das relações entre textos é uma forma poderosa de produção e apreensão de significados.
A intertextualidade e a literatura
O termo intertextualidade foi cunhado na década de 1960, no ‚âmbito da teoria literária, por Julia Kristeva e referia-se ao universo dos textos literários e do diálogo entre esses textos ao longo da história da literatura. Quando a intertextualidade se dá entre dois textos literários efetivamente escritos e se manifesta de forma direta, clara, explícita, podemos dizer que se trata de intertextualidade em sentido restrito.
Quando um determinado autor recorre a outros textos para compor os próprios, certamente tem um motivo muito claro — fazer uma crítica, uma reflexo ou uma releitura desses textos. Percorrer o caminho inverso, ou seja, buscar esse motivo e reconstruir o processo de produção desses textos leva a desvendar seus significados específicos. Assim, o conhecimento das relações entre os textos é um poderoso recurso de produção e apreensão de significados.
Esse conhecimento, porém, não se dá por acaso nem por obra da intuição, ____ por meio de um trabalho bastante específico: o exercício da leitura. Quanto ____ experiente for o leitor (entenda-se como leitor experiente aquele que leu muito e bem), ____ possibilidades terá de compreender os caminhos percorridos (e os textos visitados) por um outro autor em sua produção e de percorrer o próprio caminho em suas criações.
Portanto, nossos processos de leitura podem ser mais proveitosos devido aos numerosos caminhos de leitura que percorremos. Nossas produções podem aprimorar-se à medida que incorporamos essas leituras a nossos textos. E não é exagero dizer que esses procedimentos se ampliam de tal forma que atingem uma outra área bem mais ampla – a que diz respeito à própria leitura do mundo.
Painel da literatura em língua portuguesa – José de Nicola.
Adaptado.
( ) A quantidade de livros que uma pessoa leu durante a vida interfere na sua capacidade de compreender a intertextualidade. ( ) Intertextualidade È o termo dado a obras que possuem autorreferências, mas não referencias a outros textos. ( ) O conhecimento das relações entre textos È uma forma poderosa de produção e apreensão de significados.
Leia o texto para responder à próxima questão.
A bagagem da sua vida.
(https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/amizade-o-trem-da-vida.html).
“Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão. À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais! Então, você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos os que passarem por ali, já têm sua própria bagagem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, vendo o que tem dentro. Amizade, nossa! Tem bastante, e curioso, não pesa nada. Mas tem algo pesado, você faz força para tirar. É a raiva, como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar, aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento o desânimo quase leva você para dentro da mala. Mas você o puxa para fora com toda a força e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo de sua bagagem. Pula para fora outro sorriso e mais outro e aí, sai a felicidade.
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira para fora a tristeza. Agora você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante. Procure então, o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor...
Tire a preocupação também e a deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela? Bem,
sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa: o que você vai colocar lá
dentro? Agora é com você e não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é muito,
muito longo!”
Leia o texto para responder à próxima questão.
A mediocridade das pessoas.
(Isaias Costa)
Eu estava refletindo sobre a mediocridade. Você sabe o que é ser medíocre? Muitos pensam que ser medíocre é não ter senso das coisas, ou não gostar de coisas boas e de qualidade, ou não ter sonhos e projetos de crescimento pessoal, etc. Tudo isso tem um pouco a ver sim, mas a definição de mediocridade na sua essência é: Estar no meio de alguma coisa, ou estar entre o bom e o mal. Infelizmente, a maior parte da população, não só no Brasil, mas no mundo todo, pode ser considerada medíocre. Por quê? A própria definição da palavra já diz isso. Eu adoro a forma como Aristóteles a coloca. Ele define o ser humano em três tipos: SÁBIOS, MEDÍOCRES E CRETINOS. É uma definição um tanto quanto pesada, mas gosto dela. Leia esta frase dele! “Os sábios buscam a verdade, os medíocres gostam de fatos, os cretinos falam de si”. Reflita sobre essa frase…
O que caracteriza uma pessoa medíocre? Algumas características compõem os medíocres: imitação, rotina, viver em grupos de outros medíocres e ser submissos a chefes e patrões. Vou explicar um pouco cada uma dessas características. São imitadores, fazem tudo que os outros dizem que é para fazer. Por quê? Muito simples. Eles pensam assim: “Os outros fazem, então deve ser uma coisa boa e eu não vou correr o risco de fracassar…” Grande engano! Esse é um pensamento muito limitador, porque reflete medo de agir e fazer alguma coisa diferente, ou arriscada. É bom de vez em quando fazer algo que seja arriscado, ou fora dos padrões, porque o crescimento sempre vem com as experiências. Se você faz só o que todo mundo faz para não fracassar, que graça terá a vida? Uma das coisas que detesto são as pessoas metidas a “certinhas demais”, na realidade o que essas pessoas são é MEDROSAS, e escondem seus medos por trás de um comportamento “certinho”. Elas dificilmente vão sentir o verdadeiro sabor que a vida pode oferecer, porque são engessadas e não se abrem para novos horizontes. Detalhe! Não estou querendo dizer que fazer as coisas certas é ruim. Estou querendo dizer que ser certinho demais pode ser um problema, porque a pessoa não se abre a novas possibilidades. Um exemplo clássico são aquelas pessoas com excesso de organização em casa. Elas dizem: “Esse quadro tem que ficar a 1,60 m do chão, perto do sofá e contrastando com a pintura da parede. Nunca tire esse quadro daí, porque esse é o único lugar que ele pode ficar…”, ou “o pano da mesa da cozinha tem que ter tantos centímetros por tantos centímetros, porque se for maior fica feio e se for menor vai ficar mostrando pedaços da mesa, o que é feio também”, meu amigo, sabe o que é feio? Ficar perto de alguém tão chato como você! Ninguém merece um “pé no saco” desses por perto.
Os medíocres não têm a sua própria atitude. Se dizem, “Escutem aquela música ali que é boa!”, eles vão lá e escutam, sem nem prestarem atenção na letra. Ou dizem: “Comprem aquele livro que ele é bom!”, mais uma vez eles vão lá e compram. Ou dizem “Comprem aquela roupa, porque ela tá na moda!”, eles vão lá e compram, ficam ridículos nela, mas têm que comprar, porque têm que ser iguais a todo mundo. Ou dizem: “votem naquele candidato tal que ele é bom!”, eles votam nele, só depois que passam as eleições percebem o ladrão sanguessuga que votaram, quando já é tarde demais e não se pode mais voltar atrás.
São submissos aos seus chefes e patrões. Isso é uma triste realidade da vida. Muitos chefes e patrões são verdadeiros empreendedores e acima de tudo, são muito espertos. Esses sabem quem são os medíocres e utilizam deles para o seu maior crescimento. Muitos dos medíocres não pensam em crescer na vida e se contentam com pouco, eles são alvo fáceis dos caras espertos, que colocam os medíocres para trabalhar com uma coisa que vai lhes render muito dinheiro, enquanto os empregados ficam com as migalhas. A característica de viver em grupos de outros medíocres entra aqui, os patrões têm a vida deles como que em um “universo paralelo”, no qual nenhum dos seus empregados tem acesso, ou seja, tem a divisão do grupo dos patrões e dos medíocres.
Vamos refletir sobre a mediocridade! Será que você quer passar a vida inteira fazendo o que
todo mundo faz? Você vai querer ser lembrado como alguém que fez diferença no mundo ou
como “só mais um na multidão”? Eu quero e estou lutando para não ser só mais um na
multidão e quero encorajá-lo a fazer o mesmo. Busque cada vez mais ATITUDE. Queira se
aperfeiçoar, ler coisas diferentes, conhecer povos diferentes, culturas diferentes, comidas
diferentes, paisagens diferentes, línguas diferentes, etc. Vamos procurar a EXCELÊNCIA, que
é uma das palavras mais bonitas para contrapor a mediocridade…
Leia o texto para responder à próxima questão.
A mediocridade das pessoas.
(Isaias Costa)
Eu estava refletindo sobre a mediocridade. Você sabe o que é ser medíocre? Muitos pensam que ser medíocre é não ter senso das coisas, ou não gostar de coisas boas e de qualidade, ou não ter sonhos e projetos de crescimento pessoal, etc. Tudo isso tem um pouco a ver sim, mas a definição de mediocridade na sua essência é: Estar no meio de alguma coisa, ou estar entre o bom e o mal. Infelizmente, a maior parte da população, não só no Brasil, mas no mundo todo, pode ser considerada medíocre. Por quê? A própria definição da palavra já diz isso. Eu adoro a forma como Aristóteles a coloca. Ele define o ser humano em três tipos: SÁBIOS, MEDÍOCRES E CRETINOS. É uma definição um tanto quanto pesada, mas gosto dela. Leia esta frase dele! “Os sábios buscam a verdade, os medíocres gostam de fatos, os cretinos falam de si”. Reflita sobre essa frase…
O que caracteriza uma pessoa medíocre? Algumas características compõem os medíocres: imitação, rotina, viver em grupos de outros medíocres e ser submissos a chefes e patrões. Vou explicar um pouco cada uma dessas características. São imitadores, fazem tudo que os outros dizem que é para fazer. Por quê? Muito simples. Eles pensam assim: “Os outros fazem, então deve ser uma coisa boa e eu não vou correr o risco de fracassar…” Grande engano! Esse é um pensamento muito limitador, porque reflete medo de agir e fazer alguma coisa diferente, ou arriscada. É bom de vez em quando fazer algo que seja arriscado, ou fora dos padrões, porque o crescimento sempre vem com as experiências. Se você faz só o que todo mundo faz para não fracassar, que graça terá a vida? Uma das coisas que detesto são as pessoas metidas a “certinhas demais”, na realidade o que essas pessoas são é MEDROSAS, e escondem seus medos por trás de um comportamento “certinho”. Elas dificilmente vão sentir o verdadeiro sabor que a vida pode oferecer, porque são engessadas e não se abrem para novos horizontes. Detalhe! Não estou querendo dizer que fazer as coisas certas é ruim. Estou querendo dizer que ser certinho demais pode ser um problema, porque a pessoa não se abre a novas possibilidades. Um exemplo clássico são aquelas pessoas com excesso de organização em casa. Elas dizem: “Esse quadro tem que ficar a 1,60 m do chão, perto do sofá e contrastando com a pintura da parede. Nunca tire esse quadro daí, porque esse é o único lugar que ele pode ficar…”, ou “o pano da mesa da cozinha tem que ter tantos centímetros por tantos centímetros, porque se for maior fica feio e se for menor vai ficar mostrando pedaços da mesa, o que é feio também”, meu amigo, sabe o que é feio? Ficar perto de alguém tão chato como você! Ninguém merece um “pé no saco” desses por perto.
Os medíocres não têm a sua própria atitude. Se dizem, “Escutem aquela música ali que é boa!”, eles vão lá e escutam, sem nem prestarem atenção na letra. Ou dizem: “Comprem aquele livro que ele é bom!”, mais uma vez eles vão lá e compram. Ou dizem “Comprem aquela roupa, porque ela tá na moda!”, eles vão lá e compram, ficam ridículos nela, mas têm que comprar, porque têm que ser iguais a todo mundo. Ou dizem: “votem naquele candidato tal que ele é bom!”, eles votam nele, só depois que passam as eleições percebem o ladrão sanguessuga que votaram, quando já é tarde demais e não se pode mais voltar atrás.
São submissos aos seus chefes e patrões. Isso é uma triste realidade da vida. Muitos chefes e patrões são verdadeiros empreendedores e acima de tudo, são muito espertos. Esses sabem quem são os medíocres e utilizam deles para o seu maior crescimento. Muitos dos medíocres não pensam em crescer na vida e se contentam com pouco, eles são alvo fáceis dos caras espertos, que colocam os medíocres para trabalhar com uma coisa que vai lhes render muito dinheiro, enquanto os empregados ficam com as migalhas. A característica de viver em grupos de outros medíocres entra aqui, os patrões têm a vida deles como que em um “universo paralelo”, no qual nenhum dos seus empregados tem acesso, ou seja, tem a divisão do grupo dos patrões e dos medíocres.
Vamos refletir sobre a mediocridade! Será que você quer passar a vida inteira fazendo o que
todo mundo faz? Você vai querer ser lembrado como alguém que fez diferença no mundo ou
como “só mais um na multidão”? Eu quero e estou lutando para não ser só mais um na
multidão e quero encorajá-lo a fazer o mesmo. Busque cada vez mais ATITUDE. Queira se
aperfeiçoar, ler coisas diferentes, conhecer povos diferentes, culturas diferentes, comidas
diferentes, paisagens diferentes, línguas diferentes, etc. Vamos procurar a EXCELÊNCIA, que
é uma das palavras mais bonitas para contrapor a mediocridade…
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
=3&_rdr)
A curiosidade inspira a imaginação e eleva a vida para além da trivialidade da rotina diária. Isso sempre foi verdade, mas raramente com a intensidade explosiva do grupo de filósofos que floresceu por volta dos séculos VI e IV a.C. na Grécia Antiga, os chamados pré-socráticos. Até então, a explicação para os fenômenos naturais – desde desastres como enchentes e erupções vulcânicas até eventos misteriosos como eclipses e a aparição de cometas – era de que eles eram “causados” por entidades divinas. O Sol, por exemplo, cruzava os céus diariamente do leste ao oeste carregado pela carruagem flamejante do deus Hélio. No hinduísmo, o deus Shiva cria e destrói o cosmo ciclicamente com a sua dança, moldando a matéria das formas que existem na natureza até o momento de destruí-la mais uma vez. Culturas espalhadas pelo mundo, tanto no passado quanto no presente, oferecem explicações míticas dos fenômenos naturais, narrativas poéticas que interpretam forças e eventos que parecem existir numa dimensão além da compreensão humana. Mitos são histórias que unificam grupos, que definem os valores e as crenças de uma cultura. Seu poder está na fé que as pessoas depositam neles, não no fato de estarem “certos” ou “errados”.
Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre aspectos diversos do texto:
I. Foram os filósofos pré-socráticos que deram início a uma nova forma de conhecimento humano, diferente da que vigorava até então.
II. Apresentam dígrafo as seguintes palavras constantes do texto: “floresceu”, “espalhadas”, “crenças”, “enchentes”.
III. Apresentam encontro consonantal imperfeito as seguintes palavras: “compreensão”, “hinduísmo”, “verdade”, “vulcânicas”.
IV. O vocábulo “trivialidade”, constante do primeiro período, tem o significado de “algo extraordinário”.
V. O primeiro período do texto é composto por duas orações; o sujeito da primeira é “a curiosidade” e o da segunda é “a vida”.
VI. Como ideia subjacente ao que está escrito, percebe se que os mitos são tão importantes quanto a ciência.
Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre a charge, é lícito afirmar que:
I. Ela deixa evidente que o Deus cristão é a única e verdadeira divindade.
II. O menino que aparece no primeiro e no segundo quadrinhos pode ser relacionado a Jesus Cristo.
III. As religiões dos povos primitivos, bem como a dos afrodescendentes, devem ser respeitadas.
IV. As escolas têm a obrigação de ensinar sobre o Deus cristão, ignorando a existência de outras religiões.
V. Religiões antigas, que existiram antes do cristianismo, imputavam a criação a outro deus.
VI. O deus cristão é exposto como um ser bastante autoritário.
Assinale a alternativa CORRETA:
( ) Há mais células humanas do que micro-organismos no nosso corpo.
( ) O número de bactérias no nosso corpo aumenta à medida que crescemos.
( ) Nossa microbiota começa a se formar quando nascemos.
( ) O Brasil ganhou cinco medalhas em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, em 1920.
( ) Nos jogos do Rio 2016 e em Tóquio 2020, o Brasil ganhou a mesma quantidade de medalhas de ouro.
( ) O judô é o esporte que mais ganhou medalhas de ouro para o Brasil.
Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A6.
Entende-se da leitura do texto que a comunicação no século XXI,
marcada pelas redes sociais digitais, em que a produção de
conteúdo é incessante, requer respostas imediatas e em fluxo
permanente.
Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A6.
Em sua análise da transformação ocorrida na transmissão de
informação no século XXI, a autora direciona uma crítica à
produção e disseminação de conteúdos superficiais e pouco
confiáveis pelas mídias digitais.
Julgue o item que se segue, relativo às ideias veiculadas no texto CB1A6.
Conclui-se da leitura do terceiro parágrafo do texto que o
avanço da tecnologia no âmbito da comunicação e a
democratização do acesso à informação são,
respectivamente, o foco e a estratégia a serem redefinidos na
sociedade do século XXI, que se comunica em fluxo
permanente.