Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.
( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.
( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
I. Tanto o teatro quanto a dança fazem parte das 7 artes clássicas.
II. Os que defendem a ideia mais conservadora dizem que todas as formas de arte são misturas, sem distinção.
III. O texto de Ricciotto Canudo foi importante para o meio artístico chegar ao consenso sobre as 7 artes clássicas.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Essa discussão entre filósofos sobre as 7 artes foi breve.
( ) O teatro é a junção de somente duas artes: literatura e música.
( ) As manifestações culturais são um meio de conhecer um país, sua história e suas tradições.
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
Cinderela é uma jovem órfã que vive com sua madrasta malvada e suas duas filhas. Ela é forçada a realizar todas as tarefas domésticas enquanto as outras vivem luxuosamente. Um dia, o rei decide organizar um baile real para seu filho, o príncipe, na esperança de que ele encontre uma noiva adequada. Cinderela, que deseja ir ao baile, é proibida de fazê-lo por sua madrasta.
Com a ajuda de sua fada madrinha, Cinderela consegue um vestido deslumbrante, sapatos de cristal e uma carruagem mágica para ir ao baile. Lá, ela encanta o príncipe, mas precisa sair às pressas antes da meia-noite, pois o feitiço de sua fada madrinha acabará.
Na sua pressa, Cinderela perde um dos sapatos de cristal no castelo, que se torna a única pista do príncipe para encontrar a misteriosa donzela que o encantou. Ele decide então visitar todas as casas do reino em busca da dona do sapato.
Finalmente, o sapato se encaixa perfeitamente no pé de Cinderela, revelando sua identidade. O príncipe a reconhece como a mulher do baile e os dois se apaixonam. Eles se casam e Cinderela vive feliz para sempre, deixando para trás sua vida de servidão e mágoas.
(Adaptado de “Cinderela”, de Charles Perrault).
A mulher brasileira contemporânea
Maria, uma mulher brasileira do século XXI, acordava cedo todos os dias para cuidar da casa e preparar o café da manhã. Enquanto o sol nascia, ela arrumava os filhos para a escola e se despediam com carinho. No trabalho, enfrentava desafios, mostrando determinação e habilidade. À noite, após um dia inteiro, voltava para casa, ajudava os filhos com os deveres escolares e conversava com o marido sobre o dia. Maria representava a força, a garra e a sensibilidade da mulher brasileira moderna, enfrentando adversidades sem perder a esperança de construir um futuro melhor.
(Texto criado por IA)
O que o texto destaca sobre a rotina de Maria?
A mulher brasileira contemporânea
Maria, uma mulher brasileira do século XXI, acordava cedo todos os dias para cuidar da casa e preparar o café da manhã. Enquanto o sol nascia, ela arrumava os filhos para a escola e se despediam com carinho. No trabalho, enfrentava desafios, mostrando determinação e habilidade. À noite, após um dia inteiro, voltava para casa, ajudava os filhos com os deveres escolares e conversava com o marido sobre o dia. Maria representava a força, a garra e a sensibilidade da mulher brasileira moderna, enfrentando adversidades sem perder a esperança de construir um futuro melhor.
(Texto criado por IA)
Qual das alternativas abaixo expressa corretamente a principal razão para essa dificuldade inicial de aceitação?
Cinderela é uma jovem órfã que vive com sua madrasta malvada e suas duas filhas. Ela é forçada a realizar todas as tarefas domésticas enquanto as outras vivem luxuosamente. Um dia, o rei decide organizar um baile real para seu filho, o príncipe, na esperança de que ele encontre uma noiva adequada. Cinderela, que deseja ir ao baile, é proibida de fazê-lo por sua madrasta.
Com a ajuda de sua fada madrinha, Cinderela consegue um vestido deslumbrante, sapatos de cristal e uma carruagem mágica para ir ao baile. Lá, ela encanta o príncipe, mas precisa sair às pressas antes da meia-noite, pois o feitiço de sua fada madrinha acabará.
Na sua pressa, Cinderela perde um dos sapatos de cristal no castelo, que se torna a única pista do príncipe para encontrar a misteriosa donzela que o encantou. Ele decide então visitar todas as casas do reino em busca da dona do sapato.
Finalmente, o sapato se encaixa perfeitamente no pé de Cinderela, revelando sua identidade. O príncipe a reconhece como a mulher do baile e os dois se apaixonam. Eles se casam e Cinderela vive feliz para sempre, deixando para trás sua vida de servidão e mágoas.
(Adaptado de “Cinderela”, de Charles Perrault).
A partir dessa perspectiva teórica, é INCORRETO afirmar que:
Com base nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I.A leitura é concebida como um processo investigativo, em que o leitor usa seu conhecimento prévio para desvendar possíveis significados de palavras desconhecidas.
II.A compreensão total de um texto depende do entendimento de todas as palavras nele contidas, pois cada termo contribui igualmente para o sentido do texto.
III.Para compreender o sentido geral de um texto, é importante que o leitor priorize a interpretação de palavras que desempenhem funções centrais, sem se preocupar com o significado de todas as palavras.
Assinale a alternativa correta: