Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Ao desenvolver suas ideias no período acima, o autor

I. A mudança fundamental citada refere-se ao fato de que a historiografia acabou adotando uma perspectiva oblíqua no seu modo de conhecimento: passou a considerar como mais significativo para a apreensão de uma época não o que uma possível testemunha conscientemente informe sobre "dados concretos", mas aquilo que seu modo de contar possa deixar entrever, até mesmo à sua revelia, sobre o espírito que concebeu tal relato.
II. Na exposição do seu raciocínio, o autor da frase final do excerto faz uso da expressão Olhando bem (linha 27) para chamar a atenção sobre ideia que corrige outra anteriormente enunciada por ele.
III. O autor julgou necessário interferir no discurso alheio por meio dos colchetes, na linha 9, para direcionar a leitura, oferecendo ponto de referência pedido pelo advérbio Hoje, que remete ao momento em que um dado locutor está elaborando seu discurso.
Está correto o que se afirma em









NEGREIROS, Gil Roberto Costa. O estrangeirismo no português do Brasil: fator descaracterizante?. Disponível em: www.filologia.org.br/revista/artigo/11(31)06.
O trecho do artigo acima e o texto têm pontos de vista semelhantes no que se refere à(ao)

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Uma imagem, uma constatação, uma estatística e uma frase
resumem o estado das coisas na Argentina. A imagem: pedreiros
acrescentando mais um andar às lajes das favelas de Buenos Aires.
Enquanto a atividade da construção civil em geral está em queda,
as precárias villas portenhas não param de crescer - na falta de
espaço, para cima. A constatação: a quantidade cada vez maior de
galões de água expostos sobre carros estacionados, principalmente
na periferia da capital argentina. Este é o sinal convencionado
pelos proprietários para anunciar que seus veículos usados estão
à venda. Mais automóveis enfeitados com galões, mais pessoas
com necessidade urgente de dinheiro. A estatística: a mortalidade
infantil na província de Buenos Aires subiu 8% em 2007. Tudo
isso dá a ideia de que algo vai muito mal na Argentina. A população
da capital que vive em moradias irregulares aumentou 30%
nos últimos dois anos. Três em cada quatro argentinos dizem não
ganhar o suficiente para cobrir os gastos diários. E, no mesmo ano
em que o PIB da Argentina cresceu incríveis 8,7%, o mais básico
dos indicadores sociais só piorou na principal província do país.
Favelas em expansão, renda relativa em baixa e bebês morrendo -
no mínimo, o governo deveria estar reconsiderando suas políticas
econômicas e sociais. A presidente argentina diz que não é o caso.
Formulada por Cristina Kirchner em um comício da campanha
para as eleições legislativas do próximo domingo, eis a frase:
"Encontramos o caminho e devemos segui-lo e aprofundá-lo".
(Veja, 24.06.2009)

