Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 38.929 questões
Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.
(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)
Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.
(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)
I. No 3º parágrafo, considera-se que há razões de ordem biológica para que os adultos deixem de transformar em ideologia a idealização que promovem da infância.
II. No 4º parágrafo, a convicção de Rousseau é referida em reforço da tese de que a criança não deve ser vista como um ser naturalmente puro.
III. No 4º parágrafo, afirma-se que um novo conceito de infância, proposto por Rosseau, dizia respeito a novas práticas de educação.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.
(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)
Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.
(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
De acordo com Roger Laufer e Domenico Scavetta, texto
é um conjunto de parágrafos que é, geralmente, lido linearmente
do começo ao fim. Para esse texto de tipo convencional, há três
atributos cruciais: linearidade, demarcação e estabilidade.
O hipertexto, por outro lado, leva os atributos do texto
um pouco mais adiante. Segundo alguns teóricos, o hipertexto é
um agrupamento de textos em meio digital, ligados por elos
semânticos ancorados em uma palavra ou frase, promovendo uma
leitura não-linear. Patrick Bazin diz que o hipertexto possui os
seguintes elementos que extrapolam os limites do texto:
digitalização de textos completos; possibilidade de examinar,
arquivar e atualizar arquivos em tempo real; possibilidade de
conectar uma sucessão de caracteres com qualquer outra sucessão
de caracteres; acesso ultrarrápido por interfaces amigáveis e redes
do tipo Internet; rápido intercâmbio de comentários em fóruns
eletrônicos.
Assim, hipertexto é um tipo de texto que se referencia a
outros textos e possibilita ao leitor ir ao encontro deles; é um
documento eletrônico ligado a outros documentos eletrônicos
(textos, gráficos, áudio,vídeo).
Vicente Gosciola. Roteiro para as novas
mídias. São Paulo: SENAC (com adaptações).
A partir do texto acima e levando em consideração questões
técnicas e teóricas relativas a padronização editorial e a textos em
meio digital, julgue os itens de 105 a 115.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
