Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q527304 Português

Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service

26/04/2010 

A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda. 


      O disquete, que já foi abandonado nos computadores atuais, ficou mais próximo de sua extinção depois da decisão da Sony de encerrar a fabricação das mídias no próximo ano. A empresa, uma de várias que ainda vendem discos flexíveis no Japão, não produzirá mais disquetes a partir de março de 2011, devido à queda na demanda. 
       O mercado doméstico japonês de disquetes vendeu cerca de 12 milhões de unidades no último ano, das quais a Sony possui 70% de participação. Em uma loja central de Tóquio, um pacote com 10 disquetes da empresa custa aproximadamente seis dólares. Muitos dos consumidores são usuários de equipamentos antigos nos setores de educação e pesquisas, segundo a companhia. 
       A demanda pelos discos chegou ao ápice durante os anos 90, quando o tipo mais popular de disquete, o disco “HD”, oferecia 1.44MB de espaço de armazenamento, mas começou a cair no final da década, quando mídias com maior duração e capacidade como os discos CD-R e CD-RW chegaram ao mercado de massa. Em contraste à pequena capacidade de um disco flexível, um CD pode armazenar até 650MB, oferecendo um benefício óbvio aos usuários. Nos anos recentes, dispositivos de armazenamento USB se tornaram mais populares para transferir dados entre computadores. 
     Para se ter uma ideia, ao todo, esses 12 milhões de discos vendidos no Japão em 2009 podem armazenar cerca de 17GB de dados, que ainda não é suficiente para preencher um único disco Blu-ray. 
(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/26/sony-encerrara-producao-de-disquetes) 
Quanto ao gênero textual “notícia”, pode-se afirmar, exceto:
Alternativas
Q527303 Português

A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.

Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)

Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html

As inversões de redação sugeridas a seguir não alteram a estrutura das orações, exceto em:

Alternativas
Q527301 Português

A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.

Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)

Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html

É possível deduzir que a coesão sequencial entre o 1º e o 2º parágrafo é feita por meio de:

Alternativas
Q527300 Português

A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.

Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)

Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html

Pela análise desse texto pode-se afirmar, exceto:

Alternativas
Q527219 Português

Texto C


 Imagem associada para resolução da questão

Ipod é exemplo de uma série de substantivos que passaram a enriquecer o léxico português, mantendo a mesma grafia de seu idioma de origem. Há que se ressaltar que a formação da palavra iPod é explicada como um acrônimo, resultante das iniciais de portable on demand, somadas ao “i" que caracteriza os produtos da Apple (iTones, iPhone etc). É palavra empregada no cotidiano brasileiro que segue o mesmo processo de formação: 
Alternativas
Q527218 Português
Texto C


                                          Imagem associada para resolução da questão

                         (Figura disponível em: http://www.designontherocks.com.br/wp-  

                                                                     content/uploads/2009/11/father.jpg) 

Assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q527213 Português

Texto A 


1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1 O Concurso Público será regido por este Edital e executado pela COPS/UNIFEI.

1.2 O concurso destina-se a selecionar candidatos para provimento, no quadro de pessoal da UNIFEI, nos Campi de Itajubá (MG) e Itabira (MG), das vagas autorizadas pelas Portarias MP 124/2010, MEC 324/2010, 343/2010 e 468/2010, acrescidas daquelas que vierem a ser autorizadas pelos citados órgãos durante sua validade, inclusive sua prorrogação.


                         Fragmento do Edital nº 007/2010 da Universidade Federal de Itajubá Disponível em: http://www.unifei.edu.br/files/arquivos/COPS/concurso/sta2010/EDITAL%20_No_007_2010_STAEs.pdf

A forma de ordenação dos itens desse texto é denominada:
Alternativas
Q527211 Português

Texto A 


1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1 O Concurso Público será regido por este Edital e executado pela COPS/UNIFEI.

1.2 O concurso destina-se a selecionar candidatos para provimento, no quadro de pessoal da UNIFEI, nos Campi de Itajubá (MG) e Itabira (MG), das vagas autorizadas pelas Portarias MP 124/2010, MEC 324/2010, 343/2010 e 468/2010, acrescidas daquelas que vierem a ser autorizadas pelos citados órgãos durante sua validade, inclusive sua prorrogação.


                         Fragmento do Edital nº 007/2010 da Universidade Federal de Itajubá Disponível em: http://www.unifei.edu.br/files/arquivos/COPS/concurso/sta2010/EDITAL%20_No_007_2010_STAEs.pdf

Todo enunciado tem uma intencionalidade e pressupõe determinado interlocutor (público-alvo). Qual das palavras a seguir contribui para a expressão dessa intencionalidade?
Alternativas
Q519725 Português
   TEXTO:                                          
                                              O homem e a cobra



Certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra entanguida de frio.
– Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre congelada.
Tomou-a nas mãos, conchegou-a ao peito e trouxe-a para casa. Lá a pôs perto do fogão.
– Fica-te por aqui em paz até que eu volte do serviço à noite. Dar-te-ei então um ratinho para a ceia.
E saiu.
De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando as festas que lhe faria a cobra.
– Coitadinha! Vai agradecer-me tanto...
Agradecer, nada! A cobra, já desentorpecida, recebeu-o de linguinha de fora e bote armado, em atitude tão ameaçadora que o homem enfurecido exclamou:
– Ah, é assim? É assim que pagas o benefício que te fiz? Pois espera, minha ingrata, que já te curo...
E deu cabo dela com uma paulada. 

                                                                                                          (Monteiro Lobato, Fábulas, Brasiliense) 

Assinale abaixo, como a cobra recebeu o homem: 

Alternativas
Q519724 Português
TEXTO: 

                                          O homem e a cobra



Certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra entanguida de frio.
– Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre congelada.
Tomou-a nas mãos, conchegou-a ao peito e trouxe-a para casa. Lá a pôs perto do fogão.
– Fica-te por aqui em paz até que eu volte do serviço à noite. Dar-te-ei então um ratinho para a ceia.
E saiu.
De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando as festas que lhe faria a cobra.
– Coitadinha! Vai agradecer-me tanto...
Agradecer, nada! A cobra, já desentorpecida, recebeu-o de linguinha de fora e bote armado, em atitude tão ameaçadora que o homem enfurecido exclamou:
– Ah, é assim? É assim que pagas o benefício que te fiz? Pois espera, minha ingrata, que já te curo...
E deu cabo dela com uma paulada. 

                                                                                                           (Monteiro Lobato, Fábulas, Brasiliense) 



 De acordo com o texto “O homem e a cobra", marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: 
( ) O homem encontrou uma cobra congelada de frio. ( ) O homem tinha bom coração, e levou a cobra para casa. ( ) A cobra teve atitude ameaçadora, deixando o homem enfurecido. A sequência está correta em:
Alternativas
Q519550 Português
TEXTO II: 
      Nunca participei de tantas reuniões quanto agora. Mas há uma em especial de que gosto muito. Participo de um grupo que conversa sobre sustentabilidade e propõe ações de comunicação.
    Partimos de uma ideia simples: ambiente, economia e sociedade são interdependentes, causam e sofrem impactos e devem ser considerados também a médio e longo prazos. Numa dessas reuniões, redigimos títulos, que ocupariam buttons e manifestos. O futuro a gente faz agora, diz um dos slogans.
       Talvez, de tão trivial, essa fosse uma daquelas verdades que nem precisassem ser lembradas. Talvez não se deva dizer ideias tão óbvias como “cada efeito corresponde a uma causa". Mas, observando como nós somos negligentes diante dessa formulação básica, talvez faça sentido lembrar o óbvio, sim.
       Por exemplo, que o abuso dos recursos naturais e o modo como produzimos lixo hoje terão consequências para a natureza, a sociedade e a economia, agora e no futuro. Alguém já definiu esse tipo de consciência como “solidariedade para com os descendentes". Mas poucos pensam para além de seu próprio período de existência.
     Sucumbimos em um torvelinho do cotidiano que parece nos dar todas as falsas justificativas por não termos tempo de ver os filhos crescer, plantar árvores ou ser gentis. Não temos tempo para o presente e, ainda assim, parecemos tão despreocupados com o futuro. Não se trata de pensar só no presente ou só no futuro, mas de pensar no presente e no futuro.
(Caco de Paula - Revista Vida Simples / 11-12-2007)
Acerca das ideias desenvolvidas no 3º§ do texto II, analise as afirmativas e marque a INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: AL-SC Prova: FEPESE - 2010 - AL-SC - Técnico Legislativo |
Q512302 Português
Para muitos consumidores, guardando-se as devidas proporções, cerveja é quase uma religião. Cada um tem a sua preferida e não se discute qual a melhor. Mas não para a revista PRO TESTE. 

Testamos 24 cervejas do tipo pilsen, sendo 14 em latinhas de 350 ml, para descobrir se há grandes diferenças entre as marcas ou entre as embalagens em que são vendidas.

As cervejas em latinha foram ligeiramente mais bem recebidas pelos degustadores. Mas não se iluda com a sensação de segurança e higiene que os lacres de alumínio tentam passar para as latinhas que os trazem. 

Ela é falsa. Nosso teste laboratorial constatou contaminação na latinhas com ou sem lacre. Por isso, nada de beber cerveja diretamente na lata, sem lavá-la antes. 

Adap. de O lacre não protege as latinhas. PRO TESTE, revista de uma ONG em defesa do consumidor, dez. 2009, p. 9.


Assinale a alternativa errada, em relação a “para descobrir se há grandes diferenças entre as marcas ou entre as embalagens em que são vendidas"
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: AL-SC Prova: FEPESE - 2010 - AL-SC - Técnico Legislativo |
Q512300 Português
Para muitos consumidores, guardando-se as devidas proporções, cerveja é quase uma religião. Cada um tem a sua preferida e não se discute qual a melhor. Mas não para a revista PRO TESTE.

Testamos 24 cervejas do tipo pilsen, sendo 14 em latinhas de 350 ml, para descobrir se há grandes diferenças entre as marcas ou entre as embalagens em que são vendidas.

As cervejas em latinha foram ligeiramente mais bem recebidas pelos degustadores. Mas não se iluda com a sensação de segurança e higiene que os lacres de alumínio tentam passar para as latinhas que os trazem. Ela é falsa.

Nosso teste laboratorial constatou contaminação na latinhas com ou sem lacre. Por isso, nada de beber cerveja diretamente na lata, sem lavá-la antes.

Adap. de O lacre não protege as latinhas. PRO TESTE, revista de uma ONG em defesa do consumidor, dez. 2009, p. 9.


Assinale a alternativa errada, em relação ao que o texto afirma.
Alternativas
Q512098 Português
Texto I

                        A natureza remodelada

            A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.

                                                                                                                                                (Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)

Sobre o adjetivo “remodelada”, presente no título dado ao texto, pode-se dizer que se refere:
Alternativas
Q512096 Português
Texto I

                        A natureza remodelada

            A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.

                                                                                                                                                (Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)

A frase final do texto – é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza:
Alternativas
Q512092 Português
Texto I

                        A natureza remodelada

            A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.

                                                                                                                                                (Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)

“Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual – muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos”; infere-se desse segmento do texto que:
Alternativas
Q512091 Português
Texto I

                        A natureza remodelada

            A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.

                                                                                                                                                (Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)

Segundo o texto, desaparecem as espécies que:
Alternativas
Q512090 Português
Texto I

                        A natureza remodelada

            A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.

                                                                                                                                                (Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)

Ao dizer “A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros...”, o autor do texto faz supor que:
Alternativas
Q510373 Português
“[...] é a forma pela qual o diretor maneja os elementos da linguagem cinematográfica que configura o discurso cinematográfico e sua semântica, a sua significação. A produção de sentidos, em "A Ilha do Medo", decorre, portanto, da 'mise-en-scène'.”

Ao usar as três expressões grifadas, o autor:
Alternativas
Q510372 Português
        "A Ilha do Medo" ("Shutter Island"), de Martin Scorsese, já desponta, ainda neste alvorecer de 2010, como um dos melhores filmes do ano. Cinema puro, exercício de 'mise-en-scène', nele, a realidade e a fantasia inconsciente se misturam de maneira indissociáveis. É a narrativa que determina o conteúdo de "Shutter Island" ou, melhor, é a forma pela qual o diretor maneja os elementos da linguagem cinematográfica que configura o discurso cinematográfico e sua semântica, a sua significação. A produção de sentidos, em "A Ilha do Medo", decorre, portanto, da 'mise-en-scène'.
        O crítico José Geraldo Couto define bem "A Ilha do Medo", quando escreve: "Com base no romance de Dennis Lehane (o mesmo de "Sobre Meninos e Lobos"), lançado aqui primeiramente como "Paciente 67" e agora reeditado com o título do filme, Scorsese entrelaça o tema hitchcockiano da culpa ao tema languiano (de Fritz Lang) da vingança. Quem assistir ao filme verá que, curiosamente, uma dessas linhas de força (a culpa ou a vingança) "briga" com a outra não apenas como móvel da ação, mas como modo de construção da narrativa e do próprio mundo descrito". Ainda Couto: "Explicando melhor: o protagonista Teddy Daniels age movido pelo desejo de vingança ou pelo sentimento de culpa? Cada uma das alternativas implica um modo diferente de distinguir, no filme, o que é "realidade" e o que é alucinação.

                                                                           (terramagazine.terra.com.br, acesso em 30/03/2010.)

Na última frase do texto, aparece a forma verbal “implica". Sobre esse vocábulo, veja o que diz o dicionário Aurélio:

Implicar. [Do lat. implicare.] V.t.d. 1. Tornar confuso, enredar, embaraçar, enlear: As nuances implicam a mente. 2. Dar a entender; fazer supor; pressupor; “O diálogo com o mundo, que iniciamos naquelas horas felizes, implicava simultaneamente uma obstinação impulsora e um frêmito afetivo" (Manuel Torga, Diário, IX, p. 38); [...]. 3. Trazer como consequência; envolver, importar: A supressão da liberdade implicava, não raro, a violência. [...] T. d. e i.. 5. Comprometer, envolver: Implicaram-no em crime de furto. [...]

Com base na leitura do verbete, considere as seguintes afirmativas:

1. O texto usa o verbo “implicar" com uma regência diferente daquela orientada pelo dicionário.

2. Além de o sentido do item 5 do verbete ser incompatível com o sentido da palavra no texto, a regência também é diferente.

3. Para usar o termo de acordo com o dicionário, o autor deveria ter escrito “... implica em um modo diferente de distinguir...".

4. No texto, a palavra é usada no sentido descrito no item 1 do verbete.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
37321: A
37322: C
37323: C
37324: A
37325: B
37326: B
37327: C
37328: C
37329: B
37330: D
37331: B
37332: D
37333: C
37334: B
37335: E
37336: B
37337: D
37338: B
37339: C
37340: A