Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q691834 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
Segundo o texto, os editoriais dos jornais:
Alternativas
Q691833 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
A alternativa em que a mudança proposta manteve o sentido original do primeiro elemento é:
Alternativas
Q691832 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
Como o nosso país é denominado “o país do futebol”, é natural que parte de seu vocabulário e expressões sejam utilizados em outras situações de comunicação. Assinale a alternativa em que uma dessas expressões NÃO foi empregada de forma coerente.
Alternativas
Q691831 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
Aprendemos com o texto que os leitores da imprensa esportiva:
Alternativas
Q691830 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
“Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto”. Esse fragmento ensina que o texto:
Alternativas
Q691829 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
Fazendo a relação entre os diversos elementos de comunicação citados no texto e a realidade da imprensa esportiva comum, a correspondência correta é:
Alternativas
Q691828 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
Na frase “A imprensa, como veículo de interesses da coletividade...”, o termo sublinhado apresenta valor semântico de:
Alternativas
Q691826 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
O título do texto – inteligibilidade – refere-se à: 
Alternativas
Q691825 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
“Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos”. O comentário correto sobre os componentes desse segmento do texto é:
Alternativas
Q691824 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
Ao comparar o futebol com a vida, a autora do texto:
Alternativas
Q691823 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
“E o jogo é, antes de tudo, luta por algo e/ou representação de algo”. A utilização de E/OU nesse segmento do texto mostra:
Alternativas
Q691822 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
A frase que não apresenta uma relação comparativa entre o futebol e a vida é:
Alternativas
Q691819 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
A conclusão do texto representa:
Alternativas
Q691817 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
“É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo”. O segundo período, em relação ao primeiro, funciona como:
Alternativas
Q691816 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
Se há um paralelo entre o futebol e a vida, segundo as palavras do texto, a alternativa em que esse paralelo se mostra inadequado é:
Alternativas
Q660025 Português

DEFESA DOS NARDONI PEDE JÚRI AO VIVO NA TV

1     O advogado Roberto Podval deverá pedir à Justiça que o julgamento de seus clientes, Alexandre Nardoni, 31, e Anna Carolina Jatobá, 26, seja televisionado em rede nacional. Nesta semana, ele já pediu que em sua argumentação possa também usar como prova nabo, cenoura, banana e alho. Os legumes, diz ele, serão usados para questionar o trabalho dos peritos.

2     Caso o juiz não aceite, a defesa ameaça se retirar do tribunal, forçando o adiamento do julgamento. O casal é acusado de assassinar Isabella Nardoni, filha de Alexandre, no dia 29 de março de 2008. Ambos negam. O julgamento está marcado para começar na próxima segunda.

3     Segundo o defensor, a possibilidade de falar na TV deverá atenuar a imagem negativa que o casal tem na sociedade.

4     Em entrevista à Folha ontem, ele também disse que, usando os alimentos durante o júri, espera conseguir provar que não há uma certeza sobre a existência de sangue no apartamento do casal, de onde a garota foi jogada do sexto andar.

5     O reagente Bluestar Forensic, usado pelo Instituto de Criminalística para detectar manchas de sangue, também age com diversos produtos, entre eles os legumes, frutas e temperos citados, conforme o advogado. A defesa entende que o reagente, que será levado ao julgamento, não é preciso para definir se as manchas encontradas no imóvel eram sangue.

6     O promotor que atua no caso, Francisco Cembranelli, diz que a tese é infundada. "Eu não acredito que as polícias científicas de todo o mundo usem um produto que dá positivo com qualquer gênero alimentício", disse à Folha na quarta.

7     "Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? Restaria concluir que a Justiça americana já deve ter condenado muita gente dizendo que matou e espalhou sangue, quando era nabo da cozinheira descuidada." Ontem, ele não foi encontrado para comentar o pedido de televisionamento.

TALITA BEDINELLI & AFONSO BENITES da Folha de S.Paulo.

Tendo em vista o contexto, é correto afirmar que se emite uma opinião reproduzida de forma direta, na opção:
Alternativas
Q660022 Português

DEFESA DOS NARDONI PEDE JÚRI AO VIVO NA TV

1     O advogado Roberto Podval deverá pedir à Justiça que o julgamento de seus clientes, Alexandre Nardoni, 31, e Anna Carolina Jatobá, 26, seja televisionado em rede nacional. Nesta semana, ele já pediu que em sua argumentação possa também usar como prova nabo, cenoura, banana e alho. Os legumes, diz ele, serão usados para questionar o trabalho dos peritos.

2     Caso o juiz não aceite, a defesa ameaça se retirar do tribunal, forçando o adiamento do julgamento. O casal é acusado de assassinar Isabella Nardoni, filha de Alexandre, no dia 29 de março de 2008. Ambos negam. O julgamento está marcado para começar na próxima segunda.

3     Segundo o defensor, a possibilidade de falar na TV deverá atenuar a imagem negativa que o casal tem na sociedade.

4     Em entrevista à Folha ontem, ele também disse que, usando os alimentos durante o júri, espera conseguir provar que não há uma certeza sobre a existência de sangue no apartamento do casal, de onde a garota foi jogada do sexto andar.

5     O reagente Bluestar Forensic, usado pelo Instituto de Criminalística para detectar manchas de sangue, também age com diversos produtos, entre eles os legumes, frutas e temperos citados, conforme o advogado. A defesa entende que o reagente, que será levado ao julgamento, não é preciso para definir se as manchas encontradas no imóvel eram sangue.

6     O promotor que atua no caso, Francisco Cembranelli, diz que a tese é infundada. "Eu não acredito que as polícias científicas de todo o mundo usem um produto que dá positivo com qualquer gênero alimentício", disse à Folha na quarta.

7     "Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? Restaria concluir que a Justiça americana já deve ter condenado muita gente dizendo que matou e espalhou sangue, quando era nabo da cozinheira descuidada." Ontem, ele não foi encontrado para comentar o pedido de televisionamento.

TALITA BEDINELLI & AFONSO BENITES da Folha de S.Paulo.

A razão pela qual o promotor do caso Nardoni não comentou o pedido de televisionamento feito pela defesa, foi:
Alternativas
Q660021 Português

DEFESA DOS NARDONI PEDE JÚRI AO VIVO NA TV

1     O advogado Roberto Podval deverá pedir à Justiça que o julgamento de seus clientes, Alexandre Nardoni, 31, e Anna Carolina Jatobá, 26, seja televisionado em rede nacional. Nesta semana, ele já pediu que em sua argumentação possa também usar como prova nabo, cenoura, banana e alho. Os legumes, diz ele, serão usados para questionar o trabalho dos peritos.

2     Caso o juiz não aceite, a defesa ameaça se retirar do tribunal, forçando o adiamento do julgamento. O casal é acusado de assassinar Isabella Nardoni, filha de Alexandre, no dia 29 de março de 2008. Ambos negam. O julgamento está marcado para começar na próxima segunda.

3     Segundo o defensor, a possibilidade de falar na TV deverá atenuar a imagem negativa que o casal tem na sociedade.

4     Em entrevista à Folha ontem, ele também disse que, usando os alimentos durante o júri, espera conseguir provar que não há uma certeza sobre a existência de sangue no apartamento do casal, de onde a garota foi jogada do sexto andar.

5     O reagente Bluestar Forensic, usado pelo Instituto de Criminalística para detectar manchas de sangue, também age com diversos produtos, entre eles os legumes, frutas e temperos citados, conforme o advogado. A defesa entende que o reagente, que será levado ao julgamento, não é preciso para definir se as manchas encontradas no imóvel eram sangue.

6     O promotor que atua no caso, Francisco Cembranelli, diz que a tese é infundada. "Eu não acredito que as polícias científicas de todo o mundo usem um produto que dá positivo com qualquer gênero alimentício", disse à Folha na quarta.

7     "Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? Restaria concluir que a Justiça americana já deve ter condenado muita gente dizendo que matou e espalhou sangue, quando era nabo da cozinheira descuidada." Ontem, ele não foi encontrado para comentar o pedido de televisionamento.

TALITA BEDINELLI & AFONSO BENITES da Folha de S.Paulo.

A intenção da defesa em utilizar na sua argumentação alimentos como nabo, cenoura, banana e alho, se justifica por que:
Alternativas
Q660020 Português

DEFESA DOS NARDONI PEDE JÚRI AO VIVO NA TV

1     O advogado Roberto Podval deverá pedir à Justiça que o julgamento de seus clientes, Alexandre Nardoni, 31, e Anna Carolina Jatobá, 26, seja televisionado em rede nacional. Nesta semana, ele já pediu que em sua argumentação possa também usar como prova nabo, cenoura, banana e alho. Os legumes, diz ele, serão usados para questionar o trabalho dos peritos.

2     Caso o juiz não aceite, a defesa ameaça se retirar do tribunal, forçando o adiamento do julgamento. O casal é acusado de assassinar Isabella Nardoni, filha de Alexandre, no dia 29 de março de 2008. Ambos negam. O julgamento está marcado para começar na próxima segunda.

3     Segundo o defensor, a possibilidade de falar na TV deverá atenuar a imagem negativa que o casal tem na sociedade.

4     Em entrevista à Folha ontem, ele também disse que, usando os alimentos durante o júri, espera conseguir provar que não há uma certeza sobre a existência de sangue no apartamento do casal, de onde a garota foi jogada do sexto andar.

5     O reagente Bluestar Forensic, usado pelo Instituto de Criminalística para detectar manchas de sangue, também age com diversos produtos, entre eles os legumes, frutas e temperos citados, conforme o advogado. A defesa entende que o reagente, que será levado ao julgamento, não é preciso para definir se as manchas encontradas no imóvel eram sangue.

6     O promotor que atua no caso, Francisco Cembranelli, diz que a tese é infundada. "Eu não acredito que as polícias científicas de todo o mundo usem um produto que dá positivo com qualquer gênero alimentício", disse à Folha na quarta.

7     "Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? Restaria concluir que a Justiça americana já deve ter condenado muita gente dizendo que matou e espalhou sangue, quando era nabo da cozinheira descuidada." Ontem, ele não foi encontrado para comentar o pedido de televisionamento.

TALITA BEDINELLI & AFONSO BENITES da Folha de S.Paulo.

De acordo com o texto, a defesa do casal Nardoni só não se retirará do tribunal se:
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Q660019 Português

DEFESA DOS NARDONI PEDE JÚRI AO VIVO NA TV

1     O advogado Roberto Podval deverá pedir à Justiça que o julgamento de seus clientes, Alexandre Nardoni, 31, e Anna Carolina Jatobá, 26, seja televisionado em rede nacional. Nesta semana, ele já pediu que em sua argumentação possa também usar como prova nabo, cenoura, banana e alho. Os legumes, diz ele, serão usados para questionar o trabalho dos peritos.

2     Caso o juiz não aceite, a defesa ameaça se retirar do tribunal, forçando o adiamento do julgamento. O casal é acusado de assassinar Isabella Nardoni, filha de Alexandre, no dia 29 de março de 2008. Ambos negam. O julgamento está marcado para começar na próxima segunda.

3     Segundo o defensor, a possibilidade de falar na TV deverá atenuar a imagem negativa que o casal tem na sociedade.

4     Em entrevista à Folha ontem, ele também disse que, usando os alimentos durante o júri, espera conseguir provar que não há uma certeza sobre a existência de sangue no apartamento do casal, de onde a garota foi jogada do sexto andar.

5     O reagente Bluestar Forensic, usado pelo Instituto de Criminalística para detectar manchas de sangue, também age com diversos produtos, entre eles os legumes, frutas e temperos citados, conforme o advogado. A defesa entende que o reagente, que será levado ao julgamento, não é preciso para definir se as manchas encontradas no imóvel eram sangue.

6     O promotor que atua no caso, Francisco Cembranelli, diz que a tese é infundada. "Eu não acredito que as polícias científicas de todo o mundo usem um produto que dá positivo com qualquer gênero alimentício", disse à Folha na quarta.

7     "Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? Restaria concluir que a Justiça americana já deve ter condenado muita gente dizendo que matou e espalhou sangue, quando era nabo da cozinheira descuidada." Ontem, ele não foi encontrado para comentar o pedido de televisionamento.

TALITA BEDINELLI & AFONSO BENITES da Folha de S.Paulo.

"Por que o FBI [polícia federal americana] e a Scotland Yard [polícia britânica] usam? No contexto em que se formula a pergunta acima, o promotor, está questionando a tese que:
Alternativas
Respostas
37261: B
37262: E
37263: E
37264: D
37265: C
37266: D
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