Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.971 questões

Q3116649 Português

Escala 6×1 afeta mais a população negra e reproduz escravidão, diz psicóloga


Por Diego Junqueira | 20/11/2024



A ESCALA DE TRABALHO 6×1 (seis dias trabalhados para um de folga) representa um resquício da escravidão e afeta principalmente a população negra, sem direito ao descanso ou à própria vida. Essa é a análise da psicóloga Ana Luísa Araújo Dias, mestra em saúde comunitária pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e especialista em saúde mental e políticas de equidade, com foco na população negra. "Dá para fazer um paralelo [da escala 6×1] com o trabalho da escravidão mesmo, porque é um corpo que não é visto como digno de vitalidade. É um corpo apenas visto pelo caráter da produção e da exaustão", compara.


[...] "Há diagnósticos para isso, como os casos de burnout, ansiedade e depressão, mas a gente não pode mais naturalizar essa vida automatizada que impede que a gente tenha qualidade e vitalidade", afirma Dias. "Não dá para naturalizar esse sono entrecortado, tanto tempo no transporte público em condições tão difíceis. Não dá para naturalizar esse isolamento, essa impossibilidade das relações serem vividas", continua.


Filha de uma ex-trabalhadora doméstica submetida a longas jornadas e privada de folga aos fins de semana, a psicóloga [...] propõe uma reflexão sobre autocuidado, inspirada nas conquistas da população negra escravizada que enfrentou os senhores de terra não somente por condições dignas de trabalho, mas por uma vida melhor. "Nossos ancestrais não fizeram tudo o que fizeram para que nós hoje pudéssemos estar aqui recebendo tanto ou com tal título. Mas para que a gente pudesse ter o direito de existir e de viver a vida boa", diz.


Leia a entrevista com Ana Luísa Araújo Dias.


[...]


Um corpo sem direito à vitalidade


A escala 6×1 afeta uma maioria da população trabalhadora composta por pessoas negras. E dá para fazer de um modo muito evidente um paralelo com o trabalho da escravidão mesmo, porque é um corpo que não é visto como digno de vitalidade. É um corpo apenas visto pelo caráter da produção e da exaustão. Ele não tem sequer uma fase de recuperação. Há uma marca da exaustão, do esgotamento, mesmo em situações onde é possível parar. Pessoas negras não conseguem muitas vezes parar porque o modo de trabalho contínuo e exaustivo é uma marca histórica subjetiva. Isso constrói também a nossa subjetividade.


Vida além do trabalho


Muitas vezes, no âmbito da população periférica, para ser trabalho de fato, ele precisa ser exaustivo. Precisa ter uma rotina de sair de casa, precisa ter um desgaste para considerar que, de fato, o esforço está tendo resultado. O que combina com a falácia neoliberal de que, quanto mais você trabalha, aí vem o sucesso. O sucesso não está relacionado à quantidade de horas que você trabalha. Essa é uma lógica capitalista que é colocada nas nossas cabeças. Mas isso não corresponde à realidade.


 O trabalho deve ser uma das dimensões da vida. Mas se o trabalho impede que existam outras dimensões da vida, que é o que a escala 6×1 coloca, isso vai na direção oposta ao que é, de fato, ter uma vida. Então, não é possível ter qualidade de vida se você não consegue ter um sono de qualidade, uma rotina alimentar de qualidade, se você não consegue descansar. A escala 6×1 considera esse corpo como uma máquina de produzir, mas não um corpo sujeito que merece dignidade e vitalidade. [...] não é possível a uma pessoa trabalhadora poder sequer dormir bem se ela trabalha numa escala 6×1. O sono fica muito restrito. O que a pessoa faz após o trabalho e antes de voltar ao trabalho fica condicionado nesse entre jornadas de trabalho. Vários estudos de saúde mental já mostram o impacto do sono, do lazer e das relações sociais saudáveis, relações familiares, amizades e um círculo social saudável no bem-estar físico. Mas isso fica completamente inviabilizado pela escala 6×1, porque a pessoa não tem a possibilidade de existir para além do trabalho, como o próprio movimento demarca.


Inviável o convívio familiar


Eu sou filha de uma ex-trabalhadora doméstica. Até os meus dez anos de idade, eu, minha mãe e meu irmão morávamos na casa que era no quarto dos fundos da casa em que 'mainha' trabalhava. Era uma lógica de casa grande e algumas empregadas. A gente morava num quartinho do lado da lavanderia. Eu não sabia o que era uma rotina de sair do trabalho e chegar no trabalho, porque minha mãe sempre estava trabalhando. [...] É inviável o convívio entre a família. Se a gente pensa a mãe, o pai e as crianças, essa escala torna inviável o cotidiano dessa família de acompanhar o acordar das crianças e o desenvolvimento delas, participar de atividades na escola, do lazer em família. [...]


A história que nos constrói


É muito importante que a gente perceba essa dimensão histórica e o quanto o Brasil ter essa história também nos constrói subjetivamente. Aí a gente pode compreender por que uma pessoa que trabalha na escala 6×1 pode fazer um discurso que apoia essa escala: porque elas nem sabem que outro modo de existir é possível. E quando outras pessoas dizem que é possível, aí entra toda a carga de: "Ah, é preguiçoso, não está trabalhando direito, não é assim que se faz".


A gente pode perceber esse impacto geracional. Se hoje os filhos têm a possibilidade de trabalhar home office ou com um trabalho intelectual, para os pais, o trabalho está relacionado a essa construção da exaustão, o cotidiano é esse cotidiano de sair, passar horas no transporte. Mas para uma jovem de 20 anos que começa a trabalhar com essa escala, fica inviabilizado o estudo e a descoberta dos interesses da vida. Essa pessoa é confrontada, logo no início da vida adulta, com uma escala que prejudica o sono, a alimentação e as relações.


[...] Para além de pensar em uma determinada classe, um grupo de serviços, a gente pensa em vida além do trabalho. Que vida é essa que a gente está vivendo, construindo e colocando para as gerações seguintes?


[...] Eu costumo dizer que nossos ancestrais, desde lá atrás, não fizeram tudo o que fizeram para que nós hoje pudéssemos estar aqui recebendo tanto ou com tal título. Mas era para que a gente pudesse ter o direito de existir, de viver a vida boa. Bem-viver é isso. É a gente se enxergar como sujeito. [...]


(Disponível em: https://reporterbrasil.org.br/2024/11/escala-6x1-afeta-mais-negros-reproduz-escravidao/. Acesso em 08 dez. 2024. Adaptado.)

De acordo com o texto, existe vida além do trabalho. A esse respeito e tendo como referência a leitura do texto, analise as assertivas que seguem:

I.O trabalho é uma das dimensões da vida e, ao se sobrepor a todas as outras dimensões, ocupando a maior parte do tempo das pessoas, ele passa a ser comparado ao trabalho análogo à escravidão, posto que anula a possibilidade de vida.
II.A existência de uma pessoa passa, por exemplo, pelo convívio com a família. Mas no mundo atual, é necessário que as pessoas saibam equilibrar seu cotidiano familiar, como acompanhar o desenvolvimento das crianças, participar de atividades escolares, ter momentos de lazer em família, com as exigências e necessidades do trabalho, o qual, às vezes, pede mais dedicação da pessoa, podendo implicar em ter apenas um ou nem um dia de folga na semana.
III. Entender e lutar pelo direito de ter vida além do trabalho passa por entender e garantir o direito de existir e de viver bem, enxergando-se como sujeito. Isso só é possível quando se tem consciência de uma vida multidimensional, o que inclui: conseguir descansar, qualidade e tempo de sono, rotina alimentar de qualidade, etc.
IV.A saúde mental é essencial para qualquer pessoa e estudos mostram o impacto do sono, do lazer e das relações sociais saudáveis, relações familiares, amizades e um círculo social saudável no bem-estar físico. A viabilidade dessa saúde está relacionada à pessoa existir para além do trabalho.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3116647 Português

Escala 6×1 afeta mais a população negra e reproduz escravidão, diz psicóloga


Por Diego Junqueira | 20/11/2024



A ESCALA DE TRABALHO 6×1 (seis dias trabalhados para um de folga) representa um resquício da escravidão e afeta principalmente a população negra, sem direito ao descanso ou à própria vida. Essa é a análise da psicóloga Ana Luísa Araújo Dias, mestra em saúde comunitária pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e especialista em saúde mental e políticas de equidade, com foco na população negra. "Dá para fazer um paralelo [da escala 6×1] com o trabalho da escravidão mesmo, porque é um corpo que não é visto como digno de vitalidade. É um corpo apenas visto pelo caráter da produção e da exaustão", compara.


[...] "Há diagnósticos para isso, como os casos de burnout, ansiedade e depressão, mas a gente não pode mais naturalizar essa vida automatizada que impede que a gente tenha qualidade e vitalidade", afirma Dias. "Não dá para naturalizar esse sono entrecortado, tanto tempo no transporte público em condições tão difíceis. Não dá para naturalizar esse isolamento, essa impossibilidade das relações serem vividas", continua.


Filha de uma ex-trabalhadora doméstica submetida a longas jornadas e privada de folga aos fins de semana, a psicóloga [...] propõe uma reflexão sobre autocuidado, inspirada nas conquistas da população negra escravizada que enfrentou os senhores de terra não somente por condições dignas de trabalho, mas por uma vida melhor. "Nossos ancestrais não fizeram tudo o que fizeram para que nós hoje pudéssemos estar aqui recebendo tanto ou com tal título. Mas para que a gente pudesse ter o direito de existir e de viver a vida boa", diz.


Leia a entrevista com Ana Luísa Araújo Dias.


[...]


Um corpo sem direito à vitalidade


A escala 6×1 afeta uma maioria da população trabalhadora composta por pessoas negras. E dá para fazer de um modo muito evidente um paralelo com o trabalho da escravidão mesmo, porque é um corpo que não é visto como digno de vitalidade. É um corpo apenas visto pelo caráter da produção e da exaustão. Ele não tem sequer uma fase de recuperação. Há uma marca da exaustão, do esgotamento, mesmo em situações onde é possível parar. Pessoas negras não conseguem muitas vezes parar porque o modo de trabalho contínuo e exaustivo é uma marca histórica subjetiva. Isso constrói também a nossa subjetividade.


Vida além do trabalho


Muitas vezes, no âmbito da população periférica, para ser trabalho de fato, ele precisa ser exaustivo. Precisa ter uma rotina de sair de casa, precisa ter um desgaste para considerar que, de fato, o esforço está tendo resultado. O que combina com a falácia neoliberal de que, quanto mais você trabalha, aí vem o sucesso. O sucesso não está relacionado à quantidade de horas que você trabalha. Essa é uma lógica capitalista que é colocada nas nossas cabeças. Mas isso não corresponde à realidade.


 O trabalho deve ser uma das dimensões da vida. Mas se o trabalho impede que existam outras dimensões da vida, que é o que a escala 6×1 coloca, isso vai na direção oposta ao que é, de fato, ter uma vida. Então, não é possível ter qualidade de vida se você não consegue ter um sono de qualidade, uma rotina alimentar de qualidade, se você não consegue descansar. A escala 6×1 considera esse corpo como uma máquina de produzir, mas não um corpo sujeito que merece dignidade e vitalidade. [...] não é possível a uma pessoa trabalhadora poder sequer dormir bem se ela trabalha numa escala 6×1. O sono fica muito restrito. O que a pessoa faz após o trabalho e antes de voltar ao trabalho fica condicionado nesse entre jornadas de trabalho. Vários estudos de saúde mental já mostram o impacto do sono, do lazer e das relações sociais saudáveis, relações familiares, amizades e um círculo social saudável no bem-estar físico. Mas isso fica completamente inviabilizado pela escala 6×1, porque a pessoa não tem a possibilidade de existir para além do trabalho, como o próprio movimento demarca.


Inviável o convívio familiar


Eu sou filha de uma ex-trabalhadora doméstica. Até os meus dez anos de idade, eu, minha mãe e meu irmão morávamos na casa que era no quarto dos fundos da casa em que 'mainha' trabalhava. Era uma lógica de casa grande e algumas empregadas. A gente morava num quartinho do lado da lavanderia. Eu não sabia o que era uma rotina de sair do trabalho e chegar no trabalho, porque minha mãe sempre estava trabalhando. [...] É inviável o convívio entre a família. Se a gente pensa a mãe, o pai e as crianças, essa escala torna inviável o cotidiano dessa família de acompanhar o acordar das crianças e o desenvolvimento delas, participar de atividades na escola, do lazer em família. [...]


A história que nos constrói


É muito importante que a gente perceba essa dimensão histórica e o quanto o Brasil ter essa história também nos constrói subjetivamente. Aí a gente pode compreender por que uma pessoa que trabalha na escala 6×1 pode fazer um discurso que apoia essa escala: porque elas nem sabem que outro modo de existir é possível. E quando outras pessoas dizem que é possível, aí entra toda a carga de: "Ah, é preguiçoso, não está trabalhando direito, não é assim que se faz".


A gente pode perceber esse impacto geracional. Se hoje os filhos têm a possibilidade de trabalhar home office ou com um trabalho intelectual, para os pais, o trabalho está relacionado a essa construção da exaustão, o cotidiano é esse cotidiano de sair, passar horas no transporte. Mas para uma jovem de 20 anos que começa a trabalhar com essa escala, fica inviabilizado o estudo e a descoberta dos interesses da vida. Essa pessoa é confrontada, logo no início da vida adulta, com uma escala que prejudica o sono, a alimentação e as relações.


[...] Para além de pensar em uma determinada classe, um grupo de serviços, a gente pensa em vida além do trabalho. Que vida é essa que a gente está vivendo, construindo e colocando para as gerações seguintes?


[...] Eu costumo dizer que nossos ancestrais, desde lá atrás, não fizeram tudo o que fizeram para que nós hoje pudéssemos estar aqui recebendo tanto ou com tal título. Mas era para que a gente pudesse ter o direito de existir, de viver a vida boa. Bem-viver é isso. É a gente se enxergar como sujeito. [...]


(Disponível em: https://reporterbrasil.org.br/2024/11/escala-6x1-afeta-mais-negros-reproduz-escravidao/. Acesso em 08 dez. 2024. Adaptado.)

A partir da leitura do texto é possível compreender e inferir várias ideias a respeito do mundo do trabalho no Brasil, especialmente sobre a escala 6X1. Analise as proposições que seguem e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A questão do trabalho no Brasil é uma questão construída historicamente e passa pelo período da escravidão, cujos ideais ainda perduram até os dias de hoje na forma como a classe trabalhadora é vista e tratada. Nesse contexto, a população mais explorada pela escala 6X1 é a população negra, a quem, de alguma forma, ainda é negado o direito à vida e à própria existência.
(__)Um número considerável de pessoas imersas na escala 6X1 defendem o modelo porque, na verdade, elas não sabem como existir de outra forma, normalizando o fato de serem vistas apenas como um corpo que funciona como uma máquina de produzir. Muitas nasceram nesse modelo de escala, a 6X1, e não conhecem outra forma de trabalho.
(__)Apesar da distância temporal e de contexto histórico, a reflexão proposta pela psicóloga dialoga com o "O último discurso", de "O grande ditador", de Charles Chaplin, no trecho: "Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois!".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3116600 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

Qual foi o objetivo do estudo Positive Trial, mencionado no texto?
Alternativas
Q3116597 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

Segundo o texto, qual foi a principal conclusão dos estudos apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) sobre a amamentação após o câncer de mama?
Alternativas
Q3116596 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

De acordo com o texto, qual foi a principal conclusão sobre a amamentação em mulheres que sobreviveram ao câncer de mama? 
Alternativas
Q3116396 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/

De acordo com o texto, qual foi a conclusão em relação à interrupção da hormonioterapia para mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos? 
Alternativas
Q3116276 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?

(Texto adaptado com fins didáticos)

Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.

O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.

Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.

Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.

O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.

Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.

Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aumenta-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 
De acordo com o texto, qual foi a conclusão em relação à interrupção da hormonioterapia para mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos?


Alternativas
Q3116153 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil

A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham o costume de presentar seus funcionários com cestas de alimentos na época das festas de fim de ano.

Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional passou a prever um mês adicional de salário para os empregados das fábricas.

Em 1946, a gratificação seria estendida às demais categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado através de decreto presidencial em 1960.

No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do setor têxtil.

Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o 13º salário.

Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.

"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de 1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano era a principal reivindicação na maioria delas, envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana, trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua tese de doutorado.

"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano, tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o trabalhador também precisava passar um Natal melhor", conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os argumentos usados com os patrões à época.

"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes: o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês vão dar apenas o essencial para esse coitado viver, passar um Natal melhor com a família'."

Benefício pago em laranjas

Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já conquistando um salário extra logo de cara.

No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito? Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em troca sacos de laranja.

No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das laranjas, mas receberam panos considerados de má qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais leve e adequado ao verão.

"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa", contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória Sindical, recuperado pela historiadora.

É interessante observar como os trabalhadores organizados aproveitavam todas as brechas deixadas pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma vez; na próxima ele não teve argumentos para não fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."

A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de 1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da Guerra Fria.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
"A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de 1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da Guerra Fria."
Os vocábulos destacados no trecho podem ser substituídos, sem perda de sentido, pelos vocábulos evidenciados na alternativa:
Alternativas
Q3116142 Português
O Brasil é um país reconhecido internacionalmente como um país da diversidade e tem esse tema como uma de suas principais propagandas para o exterior. Essa característica do povo brasileiro, ao mesmo tempo que é apreciada em sua positividade também gera conflitos com consequências assustadoras. Sobre esse assunto, julgue os excertos a seguir:

Excerto I.Questões de gênero, etnia e/ou orientação sexual tem produzido práticas discriminatórias que não condizem com um país que se orgulha de sua diversidade.
Excerto II.A escola tem um papel muito importante, nesse contexto, sendo parte da sociedade, entretanto essa deve se furtar, de provocar o debate buscando conhecer e valorizar a diversidade.

Fonte: Carlos Roberto Pires Campos. Gênero e diversidade na escola: práticas pedagógicas e reflexões necessárias. Vitória: Ifes, 2015.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3116049 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?

(Texto adaptado com fins didáticos)

Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.

O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.

Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.

Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.

O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.

Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.

Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
Segundo o texto, qual foi a principal conclusão dos estudos apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) sobre a amamentação após o câncer de mama?
Alternativas
Q3116048 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?

(Texto adaptado com fins didáticos)

Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.

O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.

Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.

Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.

O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.

Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.

Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
De acordo com o texto, qual foi a principal conclusão sobre a amamentação em mulheres que sobreviveram ao câncer de mama?
Alternativas
Q3116047 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?

(Texto adaptado com fins didáticos)

Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.

O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.

Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.

Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.

O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.

Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.

Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
De acordo com o texto, qual foi o resultado do segundo estudo em relação à amamentação em mulheres jovens com mutações nos genes BRCA que sobreviveram ao câncer de mama?
Alternativas
Q3115959 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Câncer de próstata é hereditário?

(Texto adaptado com fins didáticos)

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, atrás do câncer de pele não melanoma. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do tumor estão o tabagismo, a idade, o sobrepeso e a obesidade, além de exposições a certos produtos químicos, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, o câncer também pode ser hereditário.

Segundo a pasta, ter um pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de uma pessoa ter a doença. Isso pode refletir tanto fatores hereditários (genéticos), quanto hábitos relacionados ao estilo de vida de risco de algumas famílias.

"A incidência de câncer de próstata é significativamente maior em homens com histórico familiar da doença", afirma Charles Kelson Aquino, urologista da Hapvida NotreDame Intermédica, à CNN.

"Estudos indicam que homens que têm um pai ou irmão com câncer de próstata apresentam de 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver a doença ao longo da vida. O risco aumenta ainda mais se houver múltiplos familiares afetados ou se o câncer for diagnosticado em idades mais jovens", acrescenta.

Além disso, no caso de câncer de próstata relacionado a fatores genéticos, o risco pode variar de acordo com o tipo de gene que está alterado, conforme explica Denis Jardim, líder nacional da especialidade de tumores urológicos da Oncoclínicas.

"Vamos pensar, então, no gene mais frequentemente alterado, que é o BRCA2. Esse gene confere um aumento de 4 a 8 vezes no risco de câncer de próstata em relação a uma população normal sem alteração genética. Isso daria ao longo da vida do paciente um risco absoluto de câncer de próstata de 60%. Ou seja, a cada 10 homens com essa alteração, 6 desenvolveriam câncer de próstata ao longo da vida", afirma Jardim à CNN.

"Se olharmos outro gene que também frequentemente está associado, que é o BRCA1, estamos falando de um risco 3,8 vezes maior, o que daria um risco ao longo da vida, variando entre 15 e 45%", acrescenta.

Doenças hereditárias também podem aumentar o risco, como a Síndrome de Lynch, causada por mutações nos genes responsáveis pela reparação de DNA. Segundo artigos publicados no Urology Times e Facing Hereditary Cancer, homens com mutações associadas à Síndrome de Lynch, particularmente nos genes MLH1, MSH2 e MSH6, apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de próstata em comparação com a população geral.

"Compreender a relação entre a Síndrome de Lynch e o câncer de próstata é fundamental é um ponto importante não só para a identificação precoce de mutações, mas também para intervenções que podem salvar vidas. Homens com histórico familiar dessa síndrome devem ser incentivados a realizar acompanhamentos regulares, uma vez que a detecção antecipada do câncer de próstata pode levar a melhores desfechos clínicos", reforça Jardim.

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-prostata-e-hereditario-entenda-riscos/
Qual é o impacto da alteração no gene BRCA2 no risco de desenvolver câncer de próstata, segundo o texto?
Alternativas
Q3115958 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Câncer de próstata é hereditário?

(Texto adaptado com fins didáticos)

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, atrás do câncer de pele não melanoma. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do tumor estão o tabagismo, a idade, o sobrepeso e a obesidade, além de exposições a certos produtos químicos, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, o câncer também pode ser hereditário.

Segundo a pasta, ter um pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de uma pessoa ter a doença. Isso pode refletir tanto fatores hereditários (genéticos), quanto hábitos relacionados ao estilo de vida de risco de algumas famílias.

"A incidência de câncer de próstata é significativamente maior em homens com histórico familiar da doença", afirma Charles Kelson Aquino, urologista da Hapvida NotreDame Intermédica, à CNN.

"Estudos indicam que homens que têm um pai ou irmão com câncer de próstata apresentam de 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver a doença ao longo da vida. O risco aumenta ainda mais se houver múltiplos familiares afetados ou se o câncer for diagnosticado em idades mais jovens", acrescenta.

Além disso, no caso de câncer de próstata relacionado a fatores genéticos, o risco pode variar de acordo com o tipo de gene que está alterado, conforme explica Denis Jardim, líder nacional da especialidade de tumores urológicos da Oncoclínicas.

"Vamos pensar, então, no gene mais frequentemente alterado, que é o BRCA2. Esse gene confere um aumento de 4 a 8 vezes no risco de câncer de próstata em relação a uma população normal sem alteração genética. Isso daria ao longo da vida do paciente um risco absoluto de câncer de próstata de 60%. Ou seja, a cada 10 homens com essa alteração, 6 desenvolveriam câncer de próstata ao longo da vida", afirma Jardim à CNN.

"Se olharmos outro gene que também frequentemente está associado, que é o BRCA1, estamos falando de um risco 3,8 vezes maior, o que daria um risco ao longo da vida, variando entre 15 e 45%", acrescenta.

Doenças hereditárias também podem aumentar o risco, como a Síndrome de Lynch, causada por mutações nos genes responsáveis pela reparação de DNA. Segundo artigos publicados no Urology Times e Facing Hereditary Cancer, homens com mutações associadas à Síndrome de Lynch, particularmente nos genes MLH1, MSH2 e MSH6, apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de próstata em comparação com a população geral.

"Compreender a relação entre a Síndrome de Lynch e o câncer de próstata é fundamental é um ponto importante não só para a identificação precoce de mutações, mas também para intervenções que podem salvar vidas. Homens com histórico familiar dessa síndrome devem ser incentivados a realizar acompanhamentos regulares, uma vez que a detecção antecipada do câncer de próstata pode levar a melhores desfechos clínicos", reforça Jardim.

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-prostata-e-hereditario-entenda-riscos/
De acordo com o texto, em qual situação o risco de desenvolver câncer de próstata é maior para os homens?
Alternativas
Q3115908 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Câncer de próstata é hereditário?

(Texto adaptado com fins didáticos)

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, atrás do câncer de pele não melanoma. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do tumor estão o tabagismo, a idade, o sobrepeso e a obesidade, além de exposições a certos produtos químicos, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, o câncer também pode ser hereditário.

Segundo a pasta, ter um pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de uma pessoa ter a doença. Isso pode refletir tanto fatores hereditários (genéticos), quanto hábitos relacionados ao estilo de vida de risco de algumas famílias.

"A incidência de câncer de próstata é significativamente maior em homens com histórico familiar da doença", afirma Charles Kelson Aquino, urologista da Hapvida NotreDame Intermédica, à CNN.

"Estudos indicam que homens que têm um pai ou irmão com câncer de próstata apresentam de 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver a doença ao longo da vida. O risco aumenta ainda mais se houver múltiplos familiares afetados ou se o câncer for diagnosticado em idades mais jovens", acrescenta.

Além disso, no caso de câncer de próstata relacionado a fatores genéticos, o risco pode variar de acordo com o tipo de gene que está alterado, conforme explica Denis Jardim, líder nacional da especialidade de tumores urológicos da Oncoclínicas.

"Vamos pensar, então, no gene mais frequentemente alterado, que é o BRCA2. Esse gene confere um aumento de 4 a 8 vezes no risco de câncer de próstata em relação a uma população normal sem alteração genética. Isso daria ao longo da vida do paciente um risco absoluto de câncer de próstata de 60%. Ou seja, a cada 10 homens com essa alteração, 6 desenvolveriam câncer de próstata ao longo da vida", afirma Jardim à CNN.

"Se olharmos outro gene que também frequentemente está associado, que é o BRCA1, estamos falando de um risco 3,8 vezes maior, o que daria um risco ao longo da vida, variando entre 15 e 45%", acrescenta.

Doenças hereditárias também podem aumentar o risco, como a Síndrome de Lynch, causada por mutações nos genes responsáveis pela reparação de DNA. Segundo artigos publicados no Urology Times e Facing Hereditary Cancer, homens com mutações associadas à Síndrome de Lynch, particularmente nos genes MLH1, MSH2 e MSH6, apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de próstata em comparação com a população geral.

"Compreender a relação entre a Síndrome de Lynch e o câncer de próstata é fundamental é um ponto importante não só para a identificação precoce de mutações, mas também para intervenções que podem salvar vidas. Homens com histórico familiar dessa síndrome devem ser incentivados a realizar acompanhamentos regulares, uma vez que a detecção antecipada do câncer de próstata pode levar a melhores desfechos clínicos", reforça Jardim.

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-prostata-e-hereditario-entenda-riscos/
Qual dos fatores abaixo não está relacionado ao risco de desenvolvimento de câncer de próstata, segundo o texto?
Alternativas
Q3115906 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Câncer de próstata é hereditário?

(Texto adaptado com fins didáticos)

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, atrás do câncer de pele não melanoma. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do tumor estão o tabagismo, a idade, o sobrepeso e a obesidade, além de exposições a certos produtos químicos, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, o câncer também pode ser hereditário.

Segundo a pasta, ter um pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de uma pessoa ter a doença. Isso pode refletir tanto fatores hereditários (genéticos), quanto hábitos relacionados ao estilo de vida de risco de algumas famílias.

"A incidência de câncer de próstata é significativamente maior em homens com histórico familiar da doença", afirma Charles Kelson Aquino, urologista da Hapvida NotreDame Intermédica, à CNN.

"Estudos indicam que homens que têm um pai ou irmão com câncer de próstata apresentam de 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver a doença ao longo da vida. O risco aumenta ainda mais se houver múltiplos familiares afetados ou se o câncer for diagnosticado em idades mais jovens", acrescenta.

Além disso, no caso de câncer de próstata relacionado a fatores genéticos, o risco pode variar de acordo com o tipo de gene que está alterado, conforme explica Denis Jardim, líder nacional da especialidade de tumores urológicos da Oncoclínicas.

"Vamos pensar, então, no gene mais frequentemente alterado, que é o BRCA2. Esse gene confere um aumento de 4 a 8 vezes no risco de câncer de próstata em relação a uma população normal sem alteração genética. Isso daria ao longo da vida do paciente um risco absoluto de câncer de próstata de 60%. Ou seja, a cada 10 homens com essa alteração, 6 desenvolveriam câncer de próstata ao longo da vida", afirma Jardim à CNN.

"Se olharmos outro gene que também frequentemente está associado, que é o BRCA1, estamos falando de um risco 3,8 vezes maior, o que daria um risco ao longo da vida, variando entre 15 e 45%", acrescenta.

Doenças hereditárias também podem aumentar o risco, como a Síndrome de Lynch, causada por mutações nos genes responsáveis pela reparação de DNA. Segundo artigos publicados no Urology Times e Facing Hereditary Cancer, homens com mutações associadas à Síndrome de Lynch, particularmente nos genes MLH1, MSH2 e MSH6, apresentam um risco aumentado de desenvolver câncer de próstata em comparação com a população geral.

"Compreender a relação entre a Síndrome de Lynch e o câncer de próstata é fundamental é um ponto importante não só para a identificação precoce de mutações, mas também para intervenções que podem salvar vidas. Homens com histórico familiar dessa síndrome devem ser incentivados a realizar acompanhamentos regulares, uma vez que a detecção antecipada do câncer de próstata pode levar a melhores desfechos clínicos", reforça Jardim.

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-prostata-e-hereditario-entenda-riscos/
Qual é a importância de compreender a relação entre a Síndrome de Lynch e o câncer de próstata, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3115770 Português
Algoritmos mudaram a maneira como interagimos

Os algoritmos de redes sociais, em sua forma comumente conhecida, já completaram quinze anos. Eles nasceram com o surgimento de feeds de notícias personalizados e classificados no Facebook, em 2009, e transformaram a forma que interagimos na internet.

Como muitos adolescentes, eles representam um desafio para os adultos que esperam conter seus excessos. Não é por falta de tentativa. Só este ano, governos de todo o mundo tentaram limitar os impactos dos conteúdos nocivos e da desinformação nas redes sociais − efeitos que são amplificados por algoritmos.

No Brasil, o X, anteriormente conhecido como Twitter, foi banido por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, até que o site concordou em nomear um representante legal no país e bloquear uma lista de contas que as autoridades acusaram de questionar a legitimidade das últimas eleições.

Enquanto isso, a União Europeia introduziu novas regras que ameaçam multar as empresas de tecnologia em 6% do volume de negócios e suspendê-las se não conseguirem evitar que suas plataformas sejam utilizadas para interferência em processos eleitorais. 

No Reino Unido, uma nova lei de segurança online obriga os sites de redes sociais a reforçar a moderação de conteúdo.

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2yjzpykg7o. Adaptado)
Qual alternativa descreve corretamente as ações recentes de governos para controlar os efeitos dos algoritmos de redes sociais?
Alternativas
Q3115742 Português
Meta AI no WhatsApp vai usar seus dados para treinar robôs?

Com a chegada gradual da ferramenta Meta AI ao WhatsApp dos brasileiros, uma pergunta vem à tona: a empresa usará dados pessoais dos usuários para treinar seus robôs? De acordo com publicações da Meta, o conteúdo da conversa com um robô é usado para treinar a IA (inteligência artificial), mas esse conteúdo não é associado a informações pessoais.

Se Ana, que mora em Maceió, solicitar várias informações sobre filmes, esses pedidos ajudarão a treinar o robô, mas o sistema não registrará que foi Ana de Maceió que fez tais solicitações.

A empresa garante que, no WhatsApp, todas as mensagens e ligações pessoais — por exemplo, conversas com amigos — não são acessadas por ela e nem pela ferramenta de IA. Essas comunicações são criptografadas.

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/crr9lk29vj7o. Adaptado)
Com base no texto, assinale a alternativa correta sobre o uso de dados pela ferramenta Meta AI no WhatsApp dos brasileiros.
Alternativas
Q3115740 Português
Reatores Nucleares: a nova aposta energética para a IA

O Google anunciou um acordo para usar pequenos reatores nucleares que abastecerão centros de processamento de dados de inteligência artificial (IA).

De acordo com a empresa de tecnologia, o acordo com a companhia do setor de energia Kairos Power permitirá que o primeiro reator seja usado nessa década e que mais deles sejam implementados até 2035. As partes não deram detalhes sobre o valor do acordo e a localização das usinas.

Empresas de tecnologia voltam-se cada vez mais para fontes nucleares na obtenção da eletricidade necessária para grandes centros de processamento de dados, que impulsionam a IA e demandam muita energia. "A rede precisa de novas fontes de eletricidade para dar suporte às tecnologias de IA", disse Michael Terrell, diretor-sênior de energia e clima do Google.

A energia nuclear, uma fonte essencialmente livre da emissão de carbono e capaz de fornecer eletricidade vinte e quatro horas por dia, tem se tornado cada vez mais atraente para a indústria de tecnologia — que tenta cortar emissões de poluentes ao mesmo tempo em que precisa de mais energia para novas tecnologias.

A IA requer muito mais poder de processamento do que a computação padrão. "Um data center normal precisa de trinta e dois megawatts de energia. Para um data center de IA, são oitenta megawatts", explica Chris Sharp, diretor de tecnologia da Digital Realty, uma empresa dos EUA que constrói esses centros de processamento.

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20mj11pyeeo. Adaptado)
Qual das alternativas abaixo reflete a razão para o uso de pequenos reatores nucleares em centros de processamento de dados de inteligência artificial?
Alternativas
Q3115739 Português
Descoberta cidade maia oculta na floresta mexicana

Uma enorme cidade maia foi descoberta séculos depois de desaparecer sob a copa das árvores em uma selva no México.

Arqueólogos descobriram o complexo — que foi batizado de Valeriana — com a ajuda do Lidar, um tipo de tecnologia que faz um rastreamento a laser para mapear estruturas escondidas sob a vegetação.

A equipe de arqueólogos descobriu três sítios no total, quando um arqueólogo investigou alguns dados disponíveis na internet. "Eu estava analisando resultados de pesquisa do Google e encontrei uma pesquisa a laser feita por uma organização mexicana para monitoramento ambiental", explica Luke Auld-Thomas, um estudante de doutorado.

Quando Auld-Thomas processou os dados com métodos usados por arqueólogos, ele viu o que outros não tinham observado ainda — uma enorme cidade antiga que pode ter sido o lar de 30 mil a 50 mil pessoas durante seu auge, em meados de 750 a 850 d.C. Esse número supera a quantidade de habitantes da região nos dias de hoje, apontam os pesquisadores.

A recente descoberta muda a ideia no pensamento ocidental de que a região dos trópicos era onde as civilizações iam para morrer, diz o professor Marcello Canuto, coautor da pesquisa. Em vez disso, essa parte do mundo era o lar de culturas ricas e complexas, observa ele.

Não podemos ter certeza do que causou o fim e o abandono da cidade, mas os arqueólogos dizem que as mudanças climáticas foram um fator importante nesse processo.

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c vgwn0w6wxzo.adaptado.)
Qual alternativa descreve corretamente o impacto da descoberta de Valeriana, cidade maia oculta sob a floresta tropical mexicana?
Alternativas
Respostas
3381: C
3382: C
3383: C
3384: B
3385: A
3386: C
3387: A
3388: D
3389: D
3390: B
3391: B
3392: A
3393: C
3394: C
3395: C
3396: B
3397: C
3398: A
3399: D
3400: D