Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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NASA prepara avião supersônico de passageiros –
como o Concorde, só que melhor
A agência espacial americana anunciou que está desenvolvendo, em parceria com a GE e a Lockheed Martin, um avião supersônico de passageiros – coisa que os céus do mundo não veem desde a aposentadoria do Concorde, em 2003. O Concorde, que foi criado pela França e pela Inglaterra nos anos 1970, sempre teve um problema crítico: ao ultrapassar a velocidade do som, gerava o chamado estrondo sônico, uma onda de choque ouvida como uma espécie de explosão pelas pessoas em terra. Por isso, o Concorde foi proibido de voar em velocidades supersônicas quando estivesse sobre áreas habitadas, o que limitou bastante sua agilidade. O avião deixou de operar comercialmente no começo dos anos 2000, quando protagonizou um acidente grave que matou 113 pessoas em Paris. De lá para cá, a aviação comercial deixou de oferecer voos supersônicos.
Mas, no que depender da Nasa, eles vão voltar. A agência diz ter inventado uma tecnologia supersônica silenciosa, que reduz muito o estrondo sônico – e pretende usá-la em um novo avião, que se chama QueSST Passenger Jet (a sigla significa Quiet Supersonic Technology), cujos testes começariam já em 2020. Não há mais informações sobre a aeronave, como preço ou número de passageiros, mas a Nasa divulgou uma animação indicando como ele poderá ser. A Nasa diz, apenas, que a redução de ruído é conseguida graças ao formato do avião, que é bem diferente do comum, e aos materiais empregados na construção.
Além do projeto da Nasa, existem outras iniciativas de aviação supersônica – para atender ao mercado de voos executivos. O avião AS2, da Aerion Corporation, é um deles. Ele promete capacidade para 12 passageiros e velocidade máxima de Mach 1.5 (uma vez e meia a velocidade do som). Já o S-512, da Spike Aerospace, promete levar 18 passageiros a Mach 1.6. Ambos começarão a ser testados entre 2018 e 2020.
GARATTONI, Bruno; SALEH, Dayane. Nasa prepara avião
supersônico de passageiros – como o concorde, só que
melhor. Super Interessante. 7 mar. 2016. Disponível em:<http://zip.net/brs0lM>
NASA prepara avião supersônico de passageiros –
como o Concorde, só que melhor
A agência espacial americana anunciou que está desenvolvendo, em parceria com a GE e a Lockheed Martin, um avião supersônico de passageiros – coisa que os céus do mundo não veem desde a aposentadoria do Concorde, em 2003. O Concorde, que foi criado pela França e pela Inglaterra nos anos 1970, sempre teve um problema crítico: ao ultrapassar a velocidade do som, gerava o chamado estrondo sônico, uma onda de choque ouvida como uma espécie de explosão pelas pessoas em terra. Por isso, o Concorde foi proibido de voar em velocidades supersônicas quando estivesse sobre áreas habitadas, o que limitou bastante sua agilidade. O avião deixou de operar comercialmente no começo dos anos 2000, quando protagonizou um acidente grave que matou 113 pessoas em Paris. De lá para cá, a aviação comercial deixou de oferecer voos supersônicos.
Mas, no que depender da Nasa, eles vão voltar. A agência diz ter inventado uma tecnologia supersônica silenciosa, que reduz muito o estrondo sônico – e pretende usá-la em um novo avião, que se chama QueSST Passenger Jet (a sigla significa Quiet Supersonic Technology), cujos testes começariam já em 2020. Não há mais informações sobre a aeronave, como preço ou número de passageiros, mas a Nasa divulgou uma animação indicando como ele poderá ser. A Nasa diz, apenas, que a redução de ruído é conseguida graças ao formato do avião, que é bem diferente do comum, e aos materiais empregados na construção.
Além do projeto da Nasa, existem outras iniciativas de aviação supersônica – para atender ao mercado de voos executivos. O avião AS2, da Aerion Corporation, é um deles. Ele promete capacidade para 12 passageiros e velocidade máxima de Mach 1.5 (uma vez e meia a velocidade do som). Já o S-512, da Spike Aerospace, promete levar 18 passageiros a Mach 1.6. Ambos começarão a ser testados entre 2018 e 2020.
GARATTONI, Bruno; SALEH, Dayane. Nasa prepara avião
supersônico de passageiros – como o concorde, só que
melhor. Super Interessante. 7 mar. 2016. Disponível em:<http://zip.net/brs0lM>
Analise as afirmativas a seguir.
I. Há mais de dez anos não existem voos comerciais supersônicos, mas eles voltarão a ser oferecidos até 2020.
II. O avião projetado pela Nasa pretende transportar tantos passageiros quanto o Concorde.
III. O Concorde deixou de operar porque teve parte de sua agilidade limitada.
A partir da leitura do texto, estão INCORRETAS as afirmativas:
Tomate é fruta?
Sim, ele é. Não só o tomate é fruta, como a berinjela, a abobrinha, o pepino, o pimentão e outros alimentos que nós chamamos de legumes também são. Fruta é o ovário amadurecido de uma planta, onde ficam as sementes. A confusão acontece porque nós somos acostumados a chamar as frutas salgadas de legumes. Se você acha que sua vida foi uma mentira até agora, saiba que também existem alimentos que nós chamamos de fruta, mas não são. Trata-se dos pseudofrutos – estruturas suculentas que têm cara e jeito de fruto, mas não se desenvolvem a partir do ovário da planta, como as frutas reais. É o caso do morango, do caju, da maçã, da pera e do abacaxi, entre outros.
HAICK, Sabrina. Tomate é fruta? Mundo Estranho. Ed. 177.
Disponível em:: <http://zip.net/bys0Dt>
Tomate é fruta?
Sim, ele é. Não só o tomate é fruta, como a berinjela, a abobrinha, o pepino, o pimentão e outros alimentos que nós chamamos de legumes também são. Fruta é o ovário amadurecido de uma planta, onde ficam as sementes. A confusão acontece porque nós somos acostumados a chamar as frutas salgadas de legumes. Se você acha que sua vida foi uma mentira até agora, saiba que também existem alimentos que nós chamamos de fruta, mas não são. Trata-se dos pseudofrutos – estruturas suculentas que têm cara e jeito de fruto, mas não se desenvolvem a partir do ovário da planta, como as frutas reais. É o caso do morango, do caju, da maçã, da pera e do abacaxi, entre outros.
HAICK, Sabrina. Tomate é fruta? Mundo Estranho. Ed. 177.
Disponível em:: <http://zip.net/bys0Dt>
Analise as afirmativas a seguir.
I. Os pseudofrutos não são frutos, considerada a acepção científica dessa palavra.
II. Morango, caju, maçã e pera são provenientes do ovário das plantas.
III. As frutas salgadas e as doces provêm da mesma parte da planta.
A partir da leitura do texto, estão CORRETAS as afirmativas:
Zika nas Américas
Não há vacinas. Combater os focos do mosquito é ainda a melhor prevenção.
A pandemia explosiva do vírus zika que ocorre nas Américas do Sul, Central e Caribe é uma das quatro doenças
virais transmitidas por artrópodes a chegar inesperadamente no Hemisfério Ocidental.
(VARELLA, Drauzio. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/885/zika-nas-americas. Acesso em: 17/02/2016.)
Zika nas Américas
Não há vacinas. Combater os focos do mosquito é ainda a melhor prevenção.
A pandemia explosiva do vírus zika que ocorre nas Américas do Sul, Central e Caribe é uma das quatro doenças
virais transmitidas por artrópodes a chegar inesperadamente no Hemisfério Ocidental.
(VARELLA, Drauzio. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/885/zika-nas-americas. Acesso em: 17/02/2016.)
TEXTO
ÉDIPO-REI
Diante do palácio de Édipo. Um grupo de crianças está ajoelhado nos degraus da entrada. Cada um tem na mão um ramo de oliveira. De pé, no meio delas, está o sacerdote de Zeus.
(Edipo-Rei, Sófocles, RS: L&PM, 2013)
TEXTO
ÉDIPO-REI
Diante do palácio de Édipo. Um grupo de crianças está ajoelhado nos degraus da entrada. Cada um tem na mão um ramo de oliveira. De pé, no meio delas, está o sacerdote de Zeus.
(Edipo-Rei, Sófocles, RS: L&PM, 2013)
A felicidade é deprimente
Contardo Calligaris
É possível que a depressão seja o mal da nossa época.
Ela já foi imensamente popular no passado. Por exemplo, os românticos (sobretudo os artistas) achavam que ser langoroso e triste talvez fosse o único jeito autêntico de ser fascinante e profundo.
Em 1859, Baudelaire escrevia à sua mãe: “O que sinto é um imenso desânimo, uma sensação de isolamento insuportável, o medo constante de um vago infortúnio, uma desconfiança completa de minhas próprias forças, uma ausência total de desejos, uma impossibilidade de encontrar uma diversão qualquer”.
Agora, Baudelaire poderia procurar alívio nas drogas, mas ele e seus contemporâneos não teriam trocado sua infelicidade pelo sorriso estereotipado das nossas fotos das férias. Para um romântico, a felicidade contente era quase sempre a marca de um espírito simplório e desinteressante.
Enfim, diferente dos românticos, o deprimido contemporâneo não curte sua fossa: ao contrário, ele quer se desfazer desse afeto, que não lhe parece ter um grande charme.
Alguns suspeitam que a depressão contemporânea seja uma invenção. Uma vez achado um remédio possível, sempre é preciso propagandear o transtorno que o tal remédio poderia curar. Nessa ótica, a depressão é um mercado maravilhoso, pois o transtorno é fácil de ser confundido com estados de espírito muito comuns: a simples tristeza, o sentimento de inadequação, um luto que dura um pouco mais do que desejaríamos etc.
De qualquer forma, o extraordinário sucesso da depressão e dos antidepressivos não existiria se nossa cultura não atribuísse um valor especial à felicidade (da qual a depressão nos privaria). Ou seja, ficamos tristes de estarmos tristes porque gostaríamos muito de sermos felizes.
Coexistem, na nossa época, dois fenômenos aparentemente contraditórios: a depressão e a valorização da felicidade. Será que nossa tristeza, então, não poderia ser um efeito do valor excessivo que atribuímos à felicidade? Quem sabe a tristeza contemporânea seja uma espécie de decepção.
Em agosto de 2011, I. B. Mauss e outros publicaram em “Emotion” uma pesquisa com o título: “Será que a procura da felicidade faz as pessoas infelizes?”. Eles recorreram a uma medida da valorização da felicidade pelos indivíduos e, em pesquisas com duas amostras de mulheres (uma que valorizava mais a felicidade e a outra, menos), comprovaram o óbvio: sobretudo em situações positivas (por exemplo, diante de boas notícias), as pessoas que perseguem a felicidade ficam sempre particularmente decepcionadas.
Numa das pesquisas, eles induziram a valorização da felicidade: manipularam uma das amostras propondo a leitura de um falso artigo de jornal anunciando que a felicidade cura o câncer, faz viver mais tempo, aumenta a potência sexual – em suma, todas as trivialidades nunca comprovadas, mas que povoam as páginas da grande imprensa.
Depois disso, diante de boas notícias, as mulheres que tinham lido o artigo ficaram bem menos felizes do que as que não tinham sido induzidas a valorizar especialmente a felicidade.
Conclusão: na população em geral, a valorização cultural da felicidade pode ser contraprodutiva.
Mais recentemente, duas pesquisas foram muito além e mostraram que a valorização da felicidade pode ser causa de verdadeiros transtornos. A primeira, de B. Q. Ford e outros, no “Journal of Social and Clinical Psychology”, descobriu que a procura desesperada da felicidade constitui um fator de risco para sintomas e diagnósticos de depressão.
A pesquisa conclui que o valor cultural atribuído à felicidade leva a consequências sérias em saúde mental. Uma grande valorização da felicidade, no contexto do Ocidente, é um componente da depressão. E uma intervenção cognitiva que diminua o valor atribuído à felicidade poderia melhorar o desfecho de uma depressão. Ou seja, o que escrevo regularmente contra o ideal de felicidade talvez melhore o humor de alguém. Fico feliz.
Enfim, em 2015, uma pesquisa de Ford, Mauss e Gruber, em “Emotion”, mostra que a valorização da felicidade é relacionada ao risco e ao diagnóstico de transtorno bipolar. Conclusão: cuidado, nossos ideais emocionais (tipo: o ideal de sermos felizes) têm uma função crítica na nossa saúde mental.
Como escreveu o grande John Stuart Mill, em 1873: Só são felizes os que perseguem outra coisa do que sua própria felicidade.
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2015/10/1699663-a-felicidade-e-deprimente.shtml Acesso em 10 de março de 2016.
A felicidade é deprimente
Contardo Calligaris
É possível que a depressão seja o mal da nossa época.
Ela já foi imensamente popular no passado. Por exemplo, os românticos (sobretudo os artistas) achavam que ser langoroso e triste talvez fosse o único jeito autêntico de ser fascinante e profundo.
Em 1859, Baudelaire escrevia à sua mãe: “O que sinto é um imenso desânimo, uma sensação de isolamento insuportável, o medo constante de um vago infortúnio, uma desconfiança completa de minhas próprias forças, uma ausência total de desejos, uma impossibilidade de encontrar uma diversão qualquer”.
Agora, Baudelaire poderia procurar alívio nas drogas, mas ele e seus contemporâneos não teriam trocado sua infelicidade pelo sorriso estereotipado das nossas fotos das férias. Para um romântico, a felicidade contente era quase sempre a marca de um espírito simplório e desinteressante.
Enfim, diferente dos românticos, o deprimido contemporâneo não curte sua fossa: ao contrário, ele quer se desfazer desse afeto, que não lhe parece ter um grande charme.
Alguns suspeitam que a depressão contemporânea seja uma invenção. Uma vez achado um remédio possível, sempre é preciso propagandear o transtorno que o tal remédio poderia curar. Nessa ótica, a depressão é um mercado maravilhoso, pois o transtorno é fácil de ser confundido com estados de espírito muito comuns: a simples tristeza, o sentimento de inadequação, um luto que dura um pouco mais do que desejaríamos etc.
De qualquer forma, o extraordinário sucesso da depressão e dos antidepressivos não existiria se nossa cultura não atribuísse um valor especial à felicidade (da qual a depressão nos privaria). Ou seja, ficamos tristes de estarmos tristes porque gostaríamos muito de sermos felizes.
Coexistem, na nossa época, dois fenômenos aparentemente contraditórios: a depressão e a valorização da felicidade. Será que nossa tristeza, então, não poderia ser um efeito do valor excessivo que atribuímos à felicidade? Quem sabe a tristeza contemporânea seja uma espécie de decepção.
Em agosto de 2011, I. B. Mauss e outros publicaram em “Emotion” uma pesquisa com o título: “Será que a procura da felicidade faz as pessoas infelizes?”. Eles recorreram a uma medida da valorização da felicidade pelos indivíduos e, em pesquisas com duas amostras de mulheres (uma que valorizava mais a felicidade e a outra, menos), comprovaram o óbvio: sobretudo em situações positivas (por exemplo, diante de boas notícias), as pessoas que perseguem a felicidade ficam sempre particularmente decepcionadas.
Numa das pesquisas, eles induziram a valorização da felicidade: manipularam uma das amostras propondo a leitura de um falso artigo de jornal anunciando que a felicidade cura o câncer, faz viver mais tempo, aumenta a potência sexual – em suma, todas as trivialidades nunca comprovadas, mas que povoam as páginas da grande imprensa.
Depois disso, diante de boas notícias, as mulheres que tinham lido o artigo ficaram bem menos felizes do que as que não tinham sido induzidas a valorizar especialmente a felicidade.
Conclusão: na população em geral, a valorização cultural da felicidade pode ser contraprodutiva.
Mais recentemente, duas pesquisas foram muito além e mostraram que a valorização da felicidade pode ser causa de verdadeiros transtornos. A primeira, de B. Q. Ford e outros, no “Journal of Social and Clinical Psychology”, descobriu que a procura desesperada da felicidade constitui um fator de risco para sintomas e diagnósticos de depressão.
A pesquisa conclui que o valor cultural atribuído à felicidade leva a consequências sérias em saúde mental. Uma grande valorização da felicidade, no contexto do Ocidente, é um componente da depressão. E uma intervenção cognitiva que diminua o valor atribuído à felicidade poderia melhorar o desfecho de uma depressão. Ou seja, o que escrevo regularmente contra o ideal de felicidade talvez melhore o humor de alguém. Fico feliz.
Enfim, em 2015, uma pesquisa de Ford, Mauss e Gruber, em “Emotion”, mostra que a valorização da felicidade é relacionada ao risco e ao diagnóstico de transtorno bipolar. Conclusão: cuidado, nossos ideais emocionais (tipo: o ideal de sermos felizes) têm uma função crítica na nossa saúde mental.
Como escreveu o grande John Stuart Mill, em 1873: Só são felizes os que perseguem outra coisa do que sua própria felicidade.
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2015/10/1699663-a-felicidade-e-deprimente.shtml Acesso em 10 de março de 2016.
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
O ideal é escolher outros tipos.
Essa frase indica uma:
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
Açúcar
O açúcar refinado comum não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é escolher outros tipos: o mascavo ou o orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
g1.globo.com/bemestar
O trecho acima foi retirado do seguinte tipo de texto:
EU, ETIQUETA
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
de alguma coisa não provada
por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio,
ora vulgar ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comparo, tiro glória
de minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência
tão viva, independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
minhas idiossincrasias tão pessoais,
tão minhas que no rosto se espelhavam
e cada gesto, cada olhar
cada vinco da roupa
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrine me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.
Carlos Drummond de Andrade. Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.
Texto I
OMS recomenda ingerir menos de cinco gramas de sal por dia
Se você tem o hábito de pegar no saleiro e polvilhar a comida com umas pitadas de sal, é melhor pensar duas vezes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou esta quinta-feira que um adulto consuma por dia menos de dois gramas de sódio – ou seja, menos de cinco gramas de sal – para reduzir os níveis de pressão arterial e as doenças cardiovasculares.
Pela primeira vez, a OMS faz recomendações também para as crianças com mais de dois anos de idade, para que as doenças relacionadas com a alimentação não se tornem crônicas na idade adulta. Neste caso, a OMS diz que os valores devem ainda ser mais baixos do que os dois gramas de sódio, devendo ser adaptados tendo em conta o tamanho, a idade e as necessidades energéticas.
Teresa Firmino
Adaptado de publico.pt/ciencia