Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q647911 Português
A Velha Contrabandista
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: - É areia! Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou: - Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias? - O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha. - Juro - respondeu o fiscal. - É lambreta. 

(Stanislaw Ponte Preta. Dois amigos e um chato. 8ed. São Paulo, Moderna, 1986)


Em que momento do texto é possível identificar que o pessoal da alfândega desconfiava que a velhinha fazia contrabando de lambretas?
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Ano: 2016 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2016 - UFCG - Auxiliar em Administração |
Q647698 Português

Hospitais universitários vão intensificar ações contra o Aedes aegypti

     A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) assinou um pacto com outras 21 instituições públicas e privadas para desenvolver ações de combate contra o Aedes aegypti. A iniciativa abrange 22 Estados e 110 municípios. O pacto pretende usar o alcance das redes federal, distrital, estaduais e municipais de educação para levar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença.
    Segundo a vice-presidente da Ebserh, Jeanne Michel, a rede também vai atender casos mais complexos das doenças, contribuir em pesquisas nos hospitais universitários e buscar qualificar ainda mais a rede de atenção à saúde. Os hospitais filiados à Ebserh já vêm atuando diariamente na identificação de casos suspeitos de microcefalias e na prestação de assistência às gestantes e bebês acometidos pela doença.
    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou a importância da mobilização e da informação para o enfrentamento do mosquito que, além do zika vírus, pode transmitir dengue e febre chikungunya. “A universidade pode ser um grande centro para formar multiplicadores para combater o mosquito, um centro de pesquisa, de buscar tratamento, de investir na vacina, de conhecer mais a fundo tudo o que diz respeito a esse vírus”, disse.
    As unidades da rede Ebserh, assim como outros órgãos do governo federal, estão realizando mutirões para vistoriar suas instalações, com o objetivo de eliminar os focos do mosquito, além de conscientizarem seus colaboradores, pacientes, acompanhantes, visitantes, fornecedores e comunidade acadêmica a atuarem ativamente na campanha.

(Disponível em <http://www.brasil.gov.br/saude/2016/02/hospitais-universitarios-vao-intensificar-acoes-contra-o-aedes-aegypti> Acesso em 23/03/2016
A mobilização em rede é uma evidência de que a ação em combate ao mosquito é de alcance:
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Ano: 2016 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2016 - UFCG - Auxiliar em Administração |
Q647696 Português

Hospitais universitários vão intensificar ações contra o Aedes aegypti

     A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) assinou um pacto com outras 21 instituições públicas e privadas para desenvolver ações de combate contra o Aedes aegypti. A iniciativa abrange 22 Estados e 110 municípios. O pacto pretende usar o alcance das redes federal, distrital, estaduais e municipais de educação para levar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença.
    Segundo a vice-presidente da Ebserh, Jeanne Michel, a rede também vai atender casos mais complexos das doenças, contribuir em pesquisas nos hospitais universitários e buscar qualificar ainda mais a rede de atenção à saúde. Os hospitais filiados à Ebserh já vêm atuando diariamente na identificação de casos suspeitos de microcefalias e na prestação de assistência às gestantes e bebês acometidos pela doença.
    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou a importância da mobilização e da informação para o enfrentamento do mosquito que, além do zika vírus, pode transmitir dengue e febre chikungunya. “A universidade pode ser um grande centro para formar multiplicadores para combater o mosquito, um centro de pesquisa, de buscar tratamento, de investir na vacina, de conhecer mais a fundo tudo o que diz respeito a esse vírus”, disse.
    As unidades da rede Ebserh, assim como outros órgãos do governo federal, estão realizando mutirões para vistoriar suas instalações, com o objetivo de eliminar os focos do mosquito, além de conscientizarem seus colaboradores, pacientes, acompanhantes, visitantes, fornecedores e comunidade acadêmica a atuarem ativamente na campanha.

(Disponível em <http://www.brasil.gov.br/saude/2016/02/hospitais-universitarios-vao-intensificar-acoes-contra-o-aedes-aegypti> Acesso em 23/03/2016
O que motivou a circulação da notícia sobre a ação de combate ao mosquito em rede hospitalar?
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Ano: 2016 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2016 - UFCG - Auxiliar em Administração |
Q647695 Português

Hospitais universitários vão intensificar ações contra o Aedes aegypti

     A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) assinou um pacto com outras 21 instituições públicas e privadas para desenvolver ações de combate contra o Aedes aegypti. A iniciativa abrange 22 Estados e 110 municípios. O pacto pretende usar o alcance das redes federal, distrital, estaduais e municipais de educação para levar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença.
    Segundo a vice-presidente da Ebserh, Jeanne Michel, a rede também vai atender casos mais complexos das doenças, contribuir em pesquisas nos hospitais universitários e buscar qualificar ainda mais a rede de atenção à saúde. Os hospitais filiados à Ebserh já vêm atuando diariamente na identificação de casos suspeitos de microcefalias e na prestação de assistência às gestantes e bebês acometidos pela doença.
    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou a importância da mobilização e da informação para o enfrentamento do mosquito que, além do zika vírus, pode transmitir dengue e febre chikungunya. “A universidade pode ser um grande centro para formar multiplicadores para combater o mosquito, um centro de pesquisa, de buscar tratamento, de investir na vacina, de conhecer mais a fundo tudo o que diz respeito a esse vírus”, disse.
    As unidades da rede Ebserh, assim como outros órgãos do governo federal, estão realizando mutirões para vistoriar suas instalações, com o objetivo de eliminar os focos do mosquito, além de conscientizarem seus colaboradores, pacientes, acompanhantes, visitantes, fornecedores e comunidade acadêmica a atuarem ativamente na campanha.

(Disponível em <http://www.brasil.gov.br/saude/2016/02/hospitais-universitarios-vao-intensificar-acoes-contra-o-aedes-aegypti> Acesso em 23/03/2016
O objetivo do texto é:
Alternativas
Q647366 Português

                                                           TEXTO I                                                              

                                                         O Assalto

Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

— Isto é um assalto!

Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado? 

— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante! 

O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:

— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.

Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.

Outros ônibus pararam, a rua entupiu.

— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não

podem dar no pé.

— É uma mulher que chefia o bando!

— Já sei. A tal dondoca loira.

— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.

— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.

— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!

— Vai ver que está caçando é marido.

— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue

escorrendo!

— Sangue nada, é tomate.

Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas. 

Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam: 

— Pega! Pega! Correu pra lá!

— Olha ela ali!

— Eles entraram na Kombi ali adiante!

— É um mascarado! Não, são dois mascarados!

Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído, Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso? 

— Olha o diabo daquele escurinho tocando matraca! E a

gente com dor-de-barriga, pensando que era metralhadora!

Caíram em cima do garoto, que soverteu na multidão. A

senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:

— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro

assalto!

                                                                   Carlos Drummond de Andrade
“Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.” Qual palavra se atribui a esse período?
Alternativas
Q647363 Português

                                                           TEXTO I                                                              

                                                         O Assalto

Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

— Isto é um assalto!

Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado? 

— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante! 

O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:

— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.

Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.

Outros ônibus pararam, a rua entupiu.

— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não

podem dar no pé.

— É uma mulher que chefia o bando!

— Já sei. A tal dondoca loira.

— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.

— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.

— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!

— Vai ver que está caçando é marido.

— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue

escorrendo!

— Sangue nada, é tomate.

Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas. 

Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam: 

— Pega! Pega! Correu pra lá!

— Olha ela ali!

— Eles entraram na Kombi ali adiante!

— É um mascarado! Não, são dois mascarados!

Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído, Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso? 

— Olha o diabo daquele escurinho tocando matraca! E a

gente com dor-de-barriga, pensando que era metralhadora!

Caíram em cima do garoto, que soverteu na multidão. A

senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:

— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro

assalto!

                                                                   Carlos Drummond de Andrade
De acordo com a leitura do texto, indique a única opção que não se aplica ao Texto I.
Alternativas
Q646899 Português
O Pacto pela Vida é caracterizado no texto CG1A01BBB como uma política exitosa porque
Alternativas
Q646895 Português
De acordo com o texto CG1A01AAA,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646850 Português
Assinale a alternativa que melhor resume o conteúdo do texto como um todo.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646848 Português

Considere as seguintes afirmações acerca dos parágrafos do texto:

I. De acordo com o primeiro parágrafo, as plantas são "escandalosamente liberais" em termos de sexo especialmente porque há espécies que distinguem claramente entre machos e fêmeas.

II. De acordo com o segundo, a "seleção sexual" refere-se à vantagem de certos indivíduos sobre outros de mesmo sexo e espécie em capacidade reprodutiva; é o que explica as "características sexuais secundárias" das espécies.
III. De acordo com o terceiro, Mary Willson argumentou que a diversidade de flores resulta da competição entre machos e da escolha destes pelas plantas fêmeas.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646843 Português
Assinale a alternativa cujo período atende plenamente ao padrão culto da língua portuguesa.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646838 Português
Há fatos que adquirem um novo significado no texto quando o leitor descobre que a história não se refere a um casal qualquer, mas a Maria e José. Assinale a alternativa que contém um destes fatos.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646837 Português

A princípio, a história parece tratar das desventuras de um casal qualquer que chega a uma cidade em busca de um lugar para se hospedar. Mas há fatos no texto que indicam que a história trata de Maria, mãe de Jesus, e de José, seu pai adotivo. Considere os seguintes fatos do texto.


1. O encarregado da recepção do segundo hotel pede documentos ao casal.
2. O gerente do último hotel sugere, "brincando", que o casal se hospede em uma manjedoura, e o homem gosta da ideia.
3. Três Reis aparecem no último hotel perguntando pelo casal.

Quais desses fatos indicam que a história trata de Maria e José?


Alternativas
Ano: 2016 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2016 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q646836 Português
Assinale a alternativa que está de acordo com o texto.
Alternativas
Q646758 Português
Das afirmações seguintes:
I. A personagem Hagar representa um guerreiro Viking que está sempre viajando para saquear castelos com seus companheiros e essa “atitude” o torna, de antemão, uma pessoa suspeita diante do frade.
II. A palavra “frutos” na tira foi empregada em sentido denotativo, ou seja, significando “resultado” ou “produto”.
III. Hagar entendeu o sentido conotativo da palavra “frutos” na tira.
Alternativas
Q646757 Português

Das afirmações seguintes:


I. A variedade linguística utilizada no artigo foi a variedade padrão da língua.
II. A pessoa verbal mais utilizada no texto foi a 3ª pessoa do singular e do plural.
III. Na frase “Mas ela (a tecnologia) sempre foi um instrumento, e não um fim em si”, o articulista quis dizer que, de modo geral, a tecnologia representa um meio para melhorar a vida das pessoas, mas que, isolada, ela nada significa.

Alternativas
Q646756 Português
Todas as afirmações seguintes estão corretas com relação as abordagens no texto, exceto:
Alternativas
Q646755 Português
Das afirmações seguintes:
I. O artigo foi produzido com o objetivo de convencer as pessoas de que os aparelhos eletrônicos portáteis não são tão necessários à vida.
II. Após a experiência mencionada no artigo, os pesquisadores concluíram que as pessoas desenvolvem um sentimento de dependência e apego psicológico em relação aos gadgets.
III. O autor mostra-se radicalmente contra a utilização dos gadgets.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: IPSMI Prova: VUNESP - 2016 - IPSMI - Procurador |
Q645380 Português

                                                         CONTRATEMPOS


   Ele nunca entendeu o tédio, essa impressão de que existem mais horas do que coisas para se fazer com elas. Sempre faltou tempo para tanta coisa: faltou minuto para tanta música, faltou dia para tanto sol, faltou domingo para tanta praia, faltou noite para tanto filme, faltou ano para tanta vida.

  Existem dois tipos de pessoa. As pessoas com mais coisa que tempo e as pessoas com mais tempo que coisas para fazer com o tempo.

    As pessoas com menos tempo que coisa são as que buzinam assim que o sinal fica verde, e ficam em pé no avião esperando a porta se abrir, e empurram e atropelam as outras para entrar primeiro no vagão do trem, e leem livros que enumeram os “livros que você tem que ler antes de morrer” ao invés de ler diretamente os livros que você tem de ler antes de morrer.

   Esse é o caso dele, que chega ao trabalho perguntando onde é a festa, e chega à festa querendo saber onde é a próxima, e chega à próxima festa pedindo táxi para a outra, e chega à outra percebendo que era melhor ter ficado na primeira, e quando chega a casa já está na hora de ir para o trabalho.

      Ela sempre pertenceu ao segundo tipo de pessoa. Sempre teve tempo de sobra, por isso sempre leu romances longos, e passou tardes longas vendo pela milésima vez a segunda temporada de “Grey’s Anatomy” mas, por ter tempo demais, acabava sobrando tempo demais para se preocupar com uma hérnia imaginária, ou para tentar fazer as pazes com pessoas que nem sabiam que estavam brigadas com ela, ou escrever cartas longas dentro da cabeça para o ex-namorado, os pais, o país, ou culpar o sol ou a chuva, ou comentar “e esse calor dos infernos?”, achando que a culpa é do mau tempo quando na verdade a culpa é da sobra de tempo, porque se ela não tivesse tanto tempo não teria nem tempo para falar do tempo.

   Quando se conheceram, ele percebeu que não adiantava correr atrás do tempo porque o tempo sempre vai correr mais rápido, e ela percebeu que às vezes é bom correr para pensar menos, e pensar menos é uma maneira de ser feliz, e ambos perceberam que a felicidade é uma questão de tempo. Questão de ter tempo o suficiente para ser feliz, mas não o bastante para perceber que essa felicidade não faz o menor sentido.

                                                        (Gregório Duvivier. Folha de S. Paulo, 30.11.2015. Adaptado)

O último parágrafo, ao tratar do encontro das duas personagens, relata
Alternativas
Q644953 Português
Considerando alguns princípios ou critérios da textualidade tais como: situacionalidade, intencionalidade, intertextualidade e informatividade; estabeleça adequadamente a relação com os aspectos por eles apresentados.
1. Aspecto psicológico. 2. Aspecto computacional. 3. Aspecto sociodiscursivo.
( ) Situacionalidade. ( ) Intencionalidade. ( ) Intertextualidade. ( ) Informatividade.
A sequência está correta em
Alternativas
Respostas
30201: C
30202: A
30203: B
30204: E
30205: C
30206: D
30207: E
30208: B
30209: C
30210: D
30211: E
30212: C
30213: E
30214: D
30215: E
30216: A
30217: D
30218: B
30219: A
30220: D