Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1629782 Português

O banheiro e a cirurgia


A segurança jurídica é uma das bandeiras mais recorrentes dos transgêneros. Há no Supremo Tribunal Federal (STF) duas ações que envolvem os direitos de quem porta essa condição. Uma delas nasceu do caso de uma mulher trans que exige reparação por danos morais depois de ter sido proibida de usar o banheiro feminino de um shopping em Florianópolis, Santa Catarina. Ela teria sido retirada à força do local por um agente de segurança sob o argumento de que sua presença causaria constrangimentos. “Não respeitar essas pessoas é não respeitar a natureza”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF. O julgamento, no entanto, está parado desde novembro de 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu mais tempo para analisar o tema. Na decisão inicial, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina entendeu que não houvera dano moral, mas “mero dissabor”.

 O outro processo no STF discute a possibilidade de alteração do gênero no registro civil mesmo sem a realização da cirurgia de mudança de sexo. No recurso, um homem trans questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que permitiu a alteração de seu nome, mas não a mudança do sexo feminino para o masculina no registro civil. O tribunal entendeu que ele não havia realizado a cirurgia de adequação sexual. O julgamento da ação, iniciado em 2014, foi interrompido em abril deste ano. Foi retomado em junho. Quem defende o homem trans no caso é Gisele Alessandra Schmidt, da ONG Dignidade, a primeira advogada trans a subir à tribuna no plenário do STF. “Muitas pessoas não querem fazer a cirurgia de readequação genital, por ser invasiva”, diz Gisele. “É inadmissível atrelar a mudança de gênero a uma operação”.


(VEJA no . 42. 18 de outubro, 2017, p. 81)

Considerando o texto dado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1629781 Português

O banheiro e a cirurgia


A segurança jurídica é uma das bandeiras mais recorrentes dos transgêneros. Há no Supremo Tribunal Federal (STF) duas ações que envolvem os direitos de quem porta essa condição. Uma delas nasceu do caso de uma mulher trans que exige reparação por danos morais depois de ter sido proibida de usar o banheiro feminino de um shopping em Florianópolis, Santa Catarina. Ela teria sido retirada à força do local por um agente de segurança sob o argumento de que sua presença causaria constrangimentos. “Não respeitar essas pessoas é não respeitar a natureza”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF. O julgamento, no entanto, está parado desde novembro de 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu mais tempo para analisar o tema. Na decisão inicial, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina entendeu que não houvera dano moral, mas “mero dissabor”.

 O outro processo no STF discute a possibilidade de alteração do gênero no registro civil mesmo sem a realização da cirurgia de mudança de sexo. No recurso, um homem trans questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que permitiu a alteração de seu nome, mas não a mudança do sexo feminino para o masculina no registro civil. O tribunal entendeu que ele não havia realizado a cirurgia de adequação sexual. O julgamento da ação, iniciado em 2014, foi interrompido em abril deste ano. Foi retomado em junho. Quem defende o homem trans no caso é Gisele Alessandra Schmidt, da ONG Dignidade, a primeira advogada trans a subir à tribuna no plenário do STF. “Muitas pessoas não querem fazer a cirurgia de readequação genital, por ser invasiva”, diz Gisele. “É inadmissível atrelar a mudança de gênero a uma operação”.


(VEJA no . 42. 18 de outubro, 2017, p. 81)

Considerando o texto dado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1629526 Português

Observe os quadrinhos abaixo, da Turma do Snoopy, para responder à questão .

Imagem associada para resolução da questão


Conforme a conversa entre Lucy e Charlie Brown, é correto afirmar que

Alternativas
Q1629520 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Adolescência


       O apelido dele era “cascão” e vinha da infância. Uma irmã mais velha descobrira uma mancha escura que subia pela sua perna e que a mãe, apreensiva, a princípio atribuiu que era sujeira mesmo.

        – Você não toma banho, menino?
        – Tomo, mãe.
        – E não se esfrega?

       Aquilo já era pedir demais. E a verdade é que muitas vezes seus banhos eram representações. Ele fechava a porta do banheiro, ligava o chuveiro, forte, para que a mãe ouvisse o barulho, mas não entrava no chuveiro. Achava que dois banhos por semana era o máximo de que uma pessoa sensata precisava. Mais do que isso era mania.
      O apelido pegou e, mesmo na sua adolescência, eram frequentes as alusões familiares à sua falta de banho. Ele as aguentava estoicamente. Caluniadores não mereciam resposta. Mas um dia reagiu.
         – Sujo, não.
         – Ah, é? – disse a irmã. – E isto o que é?
         Com o dedo ela levantara do seu braço um filete de sujeira.
         – Rosquinha não vale.
         – Como não vale?
         – Rosquinha, qualquer um.
        Entusiasmado com a própria tese, continuou:
        – Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou o desafio.
        Ele advertiu que passar o dedo, só, não bastava. Tinha que passar com decisão. E, realmente, o dedo levantou, da dobra do braço da irmã, uma rosquinha, embora ínfima, de sujeira.
           – Viu só – disse ele, triunfante. – E digo mais: ninguém no mundo está livre de uma rosquinha. 
           – Ah, essa não. No mundo? Manteve a tese.
           – Ninguém.
           – A rainha Juliana?
           – Rosquinha. No pé. Batata.
          No dia seguinte, no entanto, a irmã estava preparada para derrubar a sua defesa.
         – Cascão... – disse simplesmente. – A Catherine Deneuve. Ele hesitou. Pensou muito. Depois concedeu. A Catherine Deneuve, realmente, não. A irmã, sadicamente, ainda fingiu que queria ajudar.
           – Quem sabe atrás da orelha?
         – Não, não – disse o Cascão tristemente, renunciando à sua tese. – A Catherine Deneuve, nem atrás da orelha.



Luis Fernando Verissimo. Adolescência. Comédias para se ler na escola.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1629490 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão:

ENTÃO, ADEUS!
(Lygia Fagundes Telles)
    Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro:
    — Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurrou-me com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: - Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las?
    Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos e nobres, de narizes já carcomidos... Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta.
    — Volte sempre — pediu-me.
    — Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia... — acrescentei sem nenhuma esperança.
    — E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio.
     Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?... “Então, adeus!”, ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!...
     Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: “Jamais o verei.” Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.
    — Até logo! - eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo.
    Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. “Então, adeus!”, pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. “Adeus.”
    (...)
    Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho...”
     Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas:
    — Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã?
    Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa.   
    — Ah, não sei... Antes eu sabia, mas agora já não sei.

http://www.releituras.com/lftelles_entaoadeus.asp - acesso em 11/01/2017
Ao ler o texto apresentado, podemos notar que:
I. a personagem principal se despediu do padre, acreditando nunca mais o ver, por isso disse Adeus. II. a personagem principal se despediu dizendo Adeus, pois não se identificou com a cidade visitada. III. o padre se mostrou uma pessoa pouco simpática.
É correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q1629324 Português
ADOLESCENTE DE 14 ANOS QUE PASSOU PARA MEDICINA LANÇA LIVRO


Jornal O Globo


        Ao passar para Medicina pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com apenas 14 anos, o estudante José Victor Menezes Teles virou celebridade nacional. Ele correu o país para dar palestras sobre sua história e, ao fim de cada apresentação, a mesma cena se repetia: um caminhão de perguntas sobre sua trajetória e pedidos de dicas para a prova mais disputada do país. Tantos questionamentos despertaram no garoto a ideia de escrever um livro, que será lançado no início de novembro pela Editora Foz. Com 168 páginas, a obra recebeu o sugestivo nome de “Como vencer aos 14 — Quebrando mitos e desafios do Enem”.
        As pessoas queriam saber como consegui chegar a esse resultado. Então, comecei a escrever por conta própria. Ao falar sobre isso em entrevistas, o pessoal da editora entrou em contato para que o material pudesse ser lançado - conta ele, hoje com 15 anos.
       A história de José Victor ecoou pelos quatro cantos do país no começo do ano, quando foram divulgados os resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Morador de Itabaiana, no interior de Sergipe, ele estava no 1º ano do ensino médio quando fez o Enem 2014 e alcançou a média final de 751,16 pontos e 960 na redação. Com essa pontuação, conquistou uma vaga em Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
      Apesar do desempenho, ele precisou entrar na Justiça para conquistar o direito de cursar a faculdade. O juiz, então, o autorizou a fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Educação de Sergipe. Devidamente aprovado, ele aguarda, agora, o início das aulas na UFS. José Victor passou para o segundo semestre e, em função das greves, este período letivo será iniciado só em janeiro do próximo ano.
      O garoto conta que seu maior objetivo era passar no vestibular assim que terminasse o 3º ano. Por isso, começou a se preparar já no início do 1º ano.
    - Tem gente que deixa para se preparar só no 3º ano. Eu vinha fazendo isso desde cedo, buscando provas anteriores e ficando atento ao modelo de exame - conta. - Quando fiz o Enem, vi que estava preparado.
 José Victor atribui o resultado à sua maturidade, que contrasta com sua pouca idade.
      - Para mim, a maturidade é fruto de uma busca constante. E fui adquirindo conforme aumentava meu desejo pela aprovação - observa.
      Dos 14 capítulos que compõem seu livro, seis são inteiramente dedicados a dicas para o Enem. E a principal delas, como adianta o garoto, é entender a essência da própria prova:
     - Saber resolver as questões é muito mais importante do que decorar os assuntos cobrados. Então, é muito importante fazer exercícios e refazer provas antigas. O mesmo serve para a redação.
    ‘UM ALUNO BRILHANTE’
   Responsável pela Editora Foz, Isa Pessoa entrou em contato diretamente com o garoto para convidá-lo para o livro. Ela afirma que ele tem muito a ensinar:
    - Ele soube superar as dificuldades financeiras para ir longe. Não virou um “nerd” ou um “chatão”. É apenas um aluno brilhante, com astúcia. Soube tirar o melhor do pouco que tinha. 
Pode-se afirmar de José Victor, EXCETO:
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Q1629323 Português
ADOLESCENTE DE 14 ANOS QUE PASSOU PARA MEDICINA LANÇA LIVRO


Jornal O Globo


        Ao passar para Medicina pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com apenas 14 anos, o estudante José Victor Menezes Teles virou celebridade nacional. Ele correu o país para dar palestras sobre sua história e, ao fim de cada apresentação, a mesma cena se repetia: um caminhão de perguntas sobre sua trajetória e pedidos de dicas para a prova mais disputada do país. Tantos questionamentos despertaram no garoto a ideia de escrever um livro, que será lançado no início de novembro pela Editora Foz. Com 168 páginas, a obra recebeu o sugestivo nome de “Como vencer aos 14 — Quebrando mitos e desafios do Enem”.
        As pessoas queriam saber como consegui chegar a esse resultado. Então, comecei a escrever por conta própria. Ao falar sobre isso em entrevistas, o pessoal da editora entrou em contato para que o material pudesse ser lançado - conta ele, hoje com 15 anos.
       A história de José Victor ecoou pelos quatro cantos do país no começo do ano, quando foram divulgados os resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Morador de Itabaiana, no interior de Sergipe, ele estava no 1º ano do ensino médio quando fez o Enem 2014 e alcançou a média final de 751,16 pontos e 960 na redação. Com essa pontuação, conquistou uma vaga em Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
      Apesar do desempenho, ele precisou entrar na Justiça para conquistar o direito de cursar a faculdade. O juiz, então, o autorizou a fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Educação de Sergipe. Devidamente aprovado, ele aguarda, agora, o início das aulas na UFS. José Victor passou para o segundo semestre e, em função das greves, este período letivo será iniciado só em janeiro do próximo ano.
      O garoto conta que seu maior objetivo era passar no vestibular assim que terminasse o 3º ano. Por isso, começou a se preparar já no início do 1º ano.
    - Tem gente que deixa para se preparar só no 3º ano. Eu vinha fazendo isso desde cedo, buscando provas anteriores e ficando atento ao modelo de exame - conta. - Quando fiz o Enem, vi que estava preparado.
 José Victor atribui o resultado à sua maturidade, que contrasta com sua pouca idade.
      - Para mim, a maturidade é fruto de uma busca constante. E fui adquirindo conforme aumentava meu desejo pela aprovação - observa.
      Dos 14 capítulos que compõem seu livro, seis são inteiramente dedicados a dicas para o Enem. E a principal delas, como adianta o garoto, é entender a essência da própria prova:
     - Saber resolver as questões é muito mais importante do que decorar os assuntos cobrados. Então, é muito importante fazer exercícios e refazer provas antigas. O mesmo serve para a redação.
    ‘UM ALUNO BRILHANTE’
   Responsável pela Editora Foz, Isa Pessoa entrou em contato diretamente com o garoto para convidá-lo para o livro. Ela afirma que ele tem muito a ensinar:
    - Ele soube superar as dificuldades financeiras para ir longe. Não virou um “nerd” ou um “chatão”. É apenas um aluno brilhante, com astúcia. Soube tirar o melhor do pouco que tinha. 
Podemos encontrar no texto algumas informações, EXCETO:
Alternativas
Q1629322 Português
ADOLESCENTE DE 14 ANOS QUE PASSOU PARA MEDICINA LANÇA LIVRO


Jornal O Globo


        Ao passar para Medicina pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com apenas 14 anos, o estudante José Victor Menezes Teles virou celebridade nacional. Ele correu o país para dar palestras sobre sua história e, ao fim de cada apresentação, a mesma cena se repetia: um caminhão de perguntas sobre sua trajetória e pedidos de dicas para a prova mais disputada do país. Tantos questionamentos despertaram no garoto a ideia de escrever um livro, que será lançado no início de novembro pela Editora Foz. Com 168 páginas, a obra recebeu o sugestivo nome de “Como vencer aos 14 — Quebrando mitos e desafios do Enem”.
        As pessoas queriam saber como consegui chegar a esse resultado. Então, comecei a escrever por conta própria. Ao falar sobre isso em entrevistas, o pessoal da editora entrou em contato para que o material pudesse ser lançado - conta ele, hoje com 15 anos.
       A história de José Victor ecoou pelos quatro cantos do país no começo do ano, quando foram divulgados os resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Morador de Itabaiana, no interior de Sergipe, ele estava no 1º ano do ensino médio quando fez o Enem 2014 e alcançou a média final de 751,16 pontos e 960 na redação. Com essa pontuação, conquistou uma vaga em Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
      Apesar do desempenho, ele precisou entrar na Justiça para conquistar o direito de cursar a faculdade. O juiz, então, o autorizou a fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Educação de Sergipe. Devidamente aprovado, ele aguarda, agora, o início das aulas na UFS. José Victor passou para o segundo semestre e, em função das greves, este período letivo será iniciado só em janeiro do próximo ano.
      O garoto conta que seu maior objetivo era passar no vestibular assim que terminasse o 3º ano. Por isso, começou a se preparar já no início do 1º ano.
    - Tem gente que deixa para se preparar só no 3º ano. Eu vinha fazendo isso desde cedo, buscando provas anteriores e ficando atento ao modelo de exame - conta. - Quando fiz o Enem, vi que estava preparado.
 José Victor atribui o resultado à sua maturidade, que contrasta com sua pouca idade.
      - Para mim, a maturidade é fruto de uma busca constante. E fui adquirindo conforme aumentava meu desejo pela aprovação - observa.
      Dos 14 capítulos que compõem seu livro, seis são inteiramente dedicados a dicas para o Enem. E a principal delas, como adianta o garoto, é entender a essência da própria prova:
     - Saber resolver as questões é muito mais importante do que decorar os assuntos cobrados. Então, é muito importante fazer exercícios e refazer provas antigas. O mesmo serve para a redação.
    ‘UM ALUNO BRILHANTE’
   Responsável pela Editora Foz, Isa Pessoa entrou em contato diretamente com o garoto para convidá-lo para o livro. Ela afirma que ele tem muito a ensinar:
    - Ele soube superar as dificuldades financeiras para ir longe. Não virou um “nerd” ou um “chatão”. É apenas um aluno brilhante, com astúcia. Soube tirar o melhor do pouco que tinha. 
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1629321 Português
ADOLESCENTE DE 14 ANOS QUE PASSOU PARA MEDICINA LANÇA LIVRO


Jornal O Globo


        Ao passar para Medicina pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com apenas 14 anos, o estudante José Victor Menezes Teles virou celebridade nacional. Ele correu o país para dar palestras sobre sua história e, ao fim de cada apresentação, a mesma cena se repetia: um caminhão de perguntas sobre sua trajetória e pedidos de dicas para a prova mais disputada do país. Tantos questionamentos despertaram no garoto a ideia de escrever um livro, que será lançado no início de novembro pela Editora Foz. Com 168 páginas, a obra recebeu o sugestivo nome de “Como vencer aos 14 — Quebrando mitos e desafios do Enem”.
        As pessoas queriam saber como consegui chegar a esse resultado. Então, comecei a escrever por conta própria. Ao falar sobre isso em entrevistas, o pessoal da editora entrou em contato para que o material pudesse ser lançado - conta ele, hoje com 15 anos.
       A história de José Victor ecoou pelos quatro cantos do país no começo do ano, quando foram divulgados os resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Morador de Itabaiana, no interior de Sergipe, ele estava no 1º ano do ensino médio quando fez o Enem 2014 e alcançou a média final de 751,16 pontos e 960 na redação. Com essa pontuação, conquistou uma vaga em Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
      Apesar do desempenho, ele precisou entrar na Justiça para conquistar o direito de cursar a faculdade. O juiz, então, o autorizou a fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Educação de Sergipe. Devidamente aprovado, ele aguarda, agora, o início das aulas na UFS. José Victor passou para o segundo semestre e, em função das greves, este período letivo será iniciado só em janeiro do próximo ano.
      O garoto conta que seu maior objetivo era passar no vestibular assim que terminasse o 3º ano. Por isso, começou a se preparar já no início do 1º ano.
    - Tem gente que deixa para se preparar só no 3º ano. Eu vinha fazendo isso desde cedo, buscando provas anteriores e ficando atento ao modelo de exame - conta. - Quando fiz o Enem, vi que estava preparado.
 José Victor atribui o resultado à sua maturidade, que contrasta com sua pouca idade.
      - Para mim, a maturidade é fruto de uma busca constante. E fui adquirindo conforme aumentava meu desejo pela aprovação - observa.
      Dos 14 capítulos que compõem seu livro, seis são inteiramente dedicados a dicas para o Enem. E a principal delas, como adianta o garoto, é entender a essência da própria prova:
     - Saber resolver as questões é muito mais importante do que decorar os assuntos cobrados. Então, é muito importante fazer exercícios e refazer provas antigas. O mesmo serve para a redação.
    ‘UM ALUNO BRILHANTE’
   Responsável pela Editora Foz, Isa Pessoa entrou em contato diretamente com o garoto para convidá-lo para o livro. Ela afirma que ele tem muito a ensinar:
    - Ele soube superar as dificuldades financeiras para ir longe. Não virou um “nerd” ou um “chatão”. É apenas um aluno brilhante, com astúcia. Soube tirar o melhor do pouco que tinha. 
Das características do texto, só NÃO podemos dizer que:
Alternativas
Q1629320 Português
ADOLESCENTE DE 14 ANOS QUE PASSOU PARA MEDICINA LANÇA LIVRO


Jornal O Globo


        Ao passar para Medicina pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com apenas 14 anos, o estudante José Victor Menezes Teles virou celebridade nacional. Ele correu o país para dar palestras sobre sua história e, ao fim de cada apresentação, a mesma cena se repetia: um caminhão de perguntas sobre sua trajetória e pedidos de dicas para a prova mais disputada do país. Tantos questionamentos despertaram no garoto a ideia de escrever um livro, que será lançado no início de novembro pela Editora Foz. Com 168 páginas, a obra recebeu o sugestivo nome de “Como vencer aos 14 — Quebrando mitos e desafios do Enem”.
        As pessoas queriam saber como consegui chegar a esse resultado. Então, comecei a escrever por conta própria. Ao falar sobre isso em entrevistas, o pessoal da editora entrou em contato para que o material pudesse ser lançado - conta ele, hoje com 15 anos.
       A história de José Victor ecoou pelos quatro cantos do país no começo do ano, quando foram divulgados os resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Morador de Itabaiana, no interior de Sergipe, ele estava no 1º ano do ensino médio quando fez o Enem 2014 e alcançou a média final de 751,16 pontos e 960 na redação. Com essa pontuação, conquistou uma vaga em Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
      Apesar do desempenho, ele precisou entrar na Justiça para conquistar o direito de cursar a faculdade. O juiz, então, o autorizou a fazer uma prova de proficiência aplicada pela Secretaria de Educação de Sergipe. Devidamente aprovado, ele aguarda, agora, o início das aulas na UFS. José Victor passou para o segundo semestre e, em função das greves, este período letivo será iniciado só em janeiro do próximo ano.
      O garoto conta que seu maior objetivo era passar no vestibular assim que terminasse o 3º ano. Por isso, começou a se preparar já no início do 1º ano.
    - Tem gente que deixa para se preparar só no 3º ano. Eu vinha fazendo isso desde cedo, buscando provas anteriores e ficando atento ao modelo de exame - conta. - Quando fiz o Enem, vi que estava preparado.
 José Victor atribui o resultado à sua maturidade, que contrasta com sua pouca idade.
      - Para mim, a maturidade é fruto de uma busca constante. E fui adquirindo conforme aumentava meu desejo pela aprovação - observa.
      Dos 14 capítulos que compõem seu livro, seis são inteiramente dedicados a dicas para o Enem. E a principal delas, como adianta o garoto, é entender a essência da própria prova:
     - Saber resolver as questões é muito mais importante do que decorar os assuntos cobrados. Então, é muito importante fazer exercícios e refazer provas antigas. O mesmo serve para a redação.
    ‘UM ALUNO BRILHANTE’
   Responsável pela Editora Foz, Isa Pessoa entrou em contato diretamente com o garoto para convidá-lo para o livro. Ela afirma que ele tem muito a ensinar:
    - Ele soube superar as dificuldades financeiras para ir longe. Não virou um “nerd” ou um “chatão”. É apenas um aluno brilhante, com astúcia. Soube tirar o melhor do pouco que tinha. 
Sobre o texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2017 - UFMT - Auxiliar em Administração |
Q1628544 Português

Leia o texto a seguir.


Sempre quis ser professora. Em 2001, me formei no magistério, mas cursar uma faculdade de pedagogia era um sonho muito distante. Nasci em Santana, no Amapá, mas desde os meus sete anos vivo em Afuá, na ilha de Marajó, no Pará. A cidade grande mais perto é Macapá, que fica de duas a seis horas daqui, dependendo da embarcação e da maré. Nessas condições, seria bem difícil fazer uma graduação presencial, por causa do deslocamento e também da questão financeira. Em 2012, me tornei professora da rede municipal. Depois de um ano de trabalho, fui transferida para o interior do município, na ilha do Caldeirão, que fica de seis a oito horas de barco daqui. Dava aula para uma sala de 26 alunos, que tinha desde crianças de pré-escola até o quinto ano do ensino fundamental. Eram filhos de trabalhadores que fazem extração de palmito e açaí nessa região. Lá, eu morava num quartinho na própria escola e só conseguia voltar uma vez por mês à cidade para ver minha família. (...)


(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/.shtml. Acesso em 06/08/2017. Adaptado.)


Os elementos coesivos são responsáveis pelas relações de sentido construídas no texto. Sobre esses elementos, assinale a afirmativa INCORRETA.


Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2017 - UFMT - Assistente em Administração |
Q1628385 Português

Tragédia anunciada


A ninguém terá espantado, decerto, a alta da violência no Rio de Janeiro neste 2017. A resignação com que se encara o fato dá medida do descalabro no Estado. Foram registradas, segundo o Instituto Fluminense de Segurança Pública, 3.457 mortes violentas de janeiro a junho, 15% acima do verificado no período correspondente de 2016. Trata-se do pior primeiro semestre desde 2009 (3.893).

Os danos à população fluminense não se limitam à segurança pública. A expansão irresponsável dos gastos públicos – amparada em uma alta efêmera das receitas do petróleo – levou o Rio a uma calamitosa situação financeira que comprometeu outros serviços básicos, como saúde e educação. Com o colapso das forças policiais, privadas de recursos de custeio e com salários em atraso, interromperam-se os bons resultados obtidos pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) na redução dos homicídios ao longo de quase uma década.

Restou ao governo federal, diante desse quadro, autorizar o envio das Forças Armadas ao Estado; comenta-se que a operação possa ser estendida até o final de 2018. Embora de fato necessária neste momento, a medida não passa de um paliativo; basta a saída dos militares para que os criminosos voltem a atacar. A longo prazo, a eficácia de qualquer política mais efetiva de segurança pública dependerá de um ambiente de maior normalidade orçamentária.

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/shtml. Adaptado. Acesso em: 05/08/2017.)

De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1627754 Português
O indianismo foi uma das principais tendências do Romantismo brasileiro e colaborou sobremaneira para a construção da identidade nacional. Os escritores, com o objetivo de definir a etnia brasileira, viam no índio, mais que o branco (colonizador português) ou o negro (vindo de outro continente) o verdadeiro representante da raça brasileira.
Assinale a alternativa que comprova essa afirmação.
Alternativas
Q1627753 Português

Leia o fragmento seguinte do poema “José”, de Carlos Drummond de Andrade, e avalie as afirmativas apresentadas sobre ele.

Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse...

Mas você não morre,

você é duro, José!

In: GOLDSTEIN, Norma Seltzer. Versos, sons, ritmos. São

Paulo: Ática, 2007, p. 10. [Fragmento].

I. A palavra “se” repete-se sempre na mesma posição caracterizando a figura de linguagem denominada “anáfora”.

II. A palavra “se” é valorizada pelo eco que faz no interior de outras palavras.

III. O jogo sonoro apoia-se na alternância de sílabas fortes e fracas.

IV. A força de contraste presente nos dois versos finais apoia-se na alternância entre as sílabas fortes e fracas do poema.

Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1627752 Português
Escandir significa dividir o verso em sílabas poéticas. Note que nem sempre as sílabas poéticas correspondem às sílabas gramaticais. O leitor-ouvinte pode juntar (ou separar) sílabas quando houver encontro de vogais, de acordo com a melodia do verso [...], em português, deve-se parar na última sílaba tônica. Se houver outra(s) depois dela, não se conta(m) para efeito métrico.
GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons, ritmos. São Paulo: Ática, 2003, p. 14.
Considerando essas informações, relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA II de forma a confirmar o exemplo com sua classificação referente ao processo de escansão dos versos.
COLUNA I
1. Era uma casa / Muito engraçada / Não tinha teto / Não tinha nada (Vinícius de Moraes, “A casa”)
2. Como pode o peixe vivo / Viver fora da água fria? / Como poderei viver / Sem a tua companhia? (“Cantiga tradicional”)
3. Não sabeis o que o monstro procura? Não sabeis a que vem, o que quer? (Gonçalves Dias, “O Canto do piaga”)
4. Rua / torta. / Lua / morta. Tua / porta. (Cassiano Ricardo, “Serenata sintética”)
5. Tu pensas que tu é que és / A melhor mulher do planeta, / Mas eu é que não vou fazer / Tudo o que te der na veneta. (Noel Rosa, “A melhor do planeta”)
6. Na valsa / Cansaste; / Ficaste / Prostrada, / Turbada! / Pensavas, / Cismavas, / E estavas / Tão pálida. (Casimiro de Abreu, “A valsa”)
COLUNA II
( ) Versos com 1 sílaba. ( ) Versos com 2 sílabas. ( ) Versos com 3 sílabas. ( ) Versos com 7 sílabas. ( ) Versos com 8 sílabas. ( ) Versos com 9 sílabas.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1627751 Português
Considere os textos seguintes e analise os comentários apresentados, assinalando com V os verdadeiros e com F os falsos.
Texto I
Já sabia ajuntar as sílabas e ler por cima toda coisa, mas descrencei e perdi a fluência de ir à escola, porque diante dos escritos que o mestre me passava e das lições marcadas nos livros, fiquei sendo um quarta-feira de marca maior. Alívio bom era quando chegava em casa.
BERNARDES, Carmo. Rememórias. Goiania: Leal, 1969, p. 18-20. In: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004, p. 13.
Texto II A linguagem na ponta da língua tão fácil de falar e de entender
A linguagem na superfície estrelada das letras sabe lá o que quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
[...] ANDRADE, C. D. In: MATTOS e SILVA, Rosa Virginia. O português são dois... São Paulo: Parábola, 2004, p. 129.
( ) No texto I, há palavras e expressões características da cultura rural da região CentroOeste, onde o texto foi editado. ( ) A narrativa que se apresenta no texto I é uma retrospectiva da experiência na escola como também acontece como texto II,caracterizando-se, por isso, a intertextualidade implícita ou de conteúdo. ( ) Ambos os textos conduzem a uma reflexão sobre a língua portuguesa, pois referem-se a suas características e variações. ( ) As questões apresentadas nos textos mostram que os vários anos de escolarização não vêm resolvendo o chamado “domínio da Língua Portuguesa”. ( ) No texto II, há a referência ao problema de a escola dar conta da transmissão e treinamento em direção ao padrão normativo tradicional. ( ) Em ambos os textos, confirma-se que o português brasileiro possui uma grande uniformidade, porque os autores abordam o mesmo tema, apesar de viverem realidades diferentes. Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1627750 Português

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Humor pode ser definido como comicidade em geral; graça, jocosidade, expressão irônica e engenhosamente elaborada da realidade, (HOUAISS, 2005, p. 1.555); e é construído no texto acima porque:

Alternativas
Q1627748 Português

A intertextualidade é a relação entre textos e pode se estabelecer sob diversos aspectos. Assim, observe o texto seguinte e analise as afirmativas apresentadas.


Receita de herói

Reinaldo Ferreira

Tome-se um homem feito de nada

Como nós em tamanho natural

Embeba-se-lhe a carne

Lentamente

De uma certeza aguda, irracional

Intensa como o ódio ou como a fome.

Depois perto do fim

Agite-se um pendão

E toque-se um clarim.

Serve-se morto.


PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda.

Intertextualidade: teoria e prática.

Belo Horizonte: Lê, 1995, p. 39.


I. Acontece intertextualidade intergêneros.

II. É exemplo de paródia, uma vez que desconstrói o mito de herói.

III. Apresenta intertextualidade fraca, pois não compromete todo o texto.

IV. Existe relação intertextual localizada.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1627740 Português

O show

Affonso Romano de Sant’Anna

O cartaz

O desejo


O pai

O dinheiro

O ingresso


O dia

A preparação

A ida


O estádio

A multidão

A expectativa


A música

A vibração

A participação


O fim

A volta

O vazio

Considerando o enunciado anterior, assinale a alternativa correta relativamente ao seu processo de textualização.


Alternativas
Q1627638 Português

Leia com atenção e marque a alternativa CORRETA


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Alternativas
Respostas
27061: B
27062: D
27063: C
27064: D
27065: A
27066: D
27067: D
27068: B
27069: B
27070: C
27071: A
27072: B
27073: B
27074: A
27075: D
27076: B
27077: D
27078: A
27079: B
27080: D