Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia a tira, para responder a esta questão.

O efeito de sentido da tira consiste em
Poucas letras e números
A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.
Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.
Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.
Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.
A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)
Poucas letras e números
A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.
Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.
Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.
Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.
A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)
Poucas letras e números
A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.
Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.
Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.
Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.
A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)
Um jornal publica o horóscopo para os nativos de Peixes: “Assuma uma atitude cuidadosa e volte sua visão crítica às relações pessoais. Não se afaste emocionalmente das pessoas”.
Os opositores da astrologia podem argumentar que esse texto:
“A gente sabe que um alimento isoladamente não faz milagre. Mas boas escolhas podem transformar o carrinho do supermercado em um aliado da saúde por dentro e por fora. Os alimentos antioxidantes, por exemplo, combatem os radicais livres, evitando o desgaste das células, ajudando na regeneração dos tecidos e prevenindo o envelhecimento precoce”. (Angélica Banhara, Metro, 17/09/2018)
O texto recomenda:
“Na esquina da Rua Haddock Lobo com a Maestro Villa-Lobos, na Tijuca, um bairro do Rio, um bueiro se abriu e ficou jorrando esgoto pela calçada. O pior é que isso é na altura de um restaurante. Imagina estar almoçando com aquele cheiro horrível? Essas tubulações velhas precisam ser consertadas urgentemente!”. (Carta de Leitor)
A autora da carta atribui o problema ao(à):
“O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes filósofos ao longo dos tempos. Um dos melhores livros sobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador romano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, primeiramente, que todas as idades têm seus encantos e suas dificuldades. E depois aponta para um paradoxo da humanidade: Todos sonhamos ter uma vida longa, o que significa viver muitos anos. Quando realizamos a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um estado de melancolia e amargura”.
O paradoxo a que alude o texto é:
Uma rede de drogarias elaborou o seguinte anúncio:
“Drogarias X – Ofertas imperdíveis e o melhor preço, você encontra aqui. Encontre a loja mais próxima em nosso site”.
Para aumentar as vendas, a rede de drogarias apela para as seguintes vantagens:
Segundo um informe recente, uma firma estrangeira insistiu em abrir uma filial no estado de São Paulo porque “os paulistas são muito trabalhadores”.
Esse argumento (entre aspas) se apoia num(a):
“O salário de um deputado federal é, em valor bruto, de R$33.763, o que representa o teto do serviço público. Os parlamentares têm ainda direito a inúmeros benefícios, como reembolso de despesas médicas, auxílio-moradia, verba de gabinete etc.”.
Esse texto informativo do jornal Metro, de 17/09/2018, responde à seguinte pergunta:
“O sistema de eleição em dois turnos foi criado em 1871 na Alemanha. Em eleições presidenciais, se expandiu para países tão diferentes quanto França, Portugal e Finlândia. Foi instalado em muitos países de redemocratização recente como o Brasil, Argentina, Chile, Peru e Equador. Quase toda a América Latina o adotou, assim como parte da Europa, da África e da Ásia”. (Época, 17/09/2018, p. 8)
A revista fala da eleição de dois turnos do ponto de vista:
O humorista José Simão disse certa vez que “Terceira idade é aquela em que a gente bota os óculos para ouvir o rádio”.
Com essa frase, o humorista denuncia um problema da velhice, que é:
“As grandes épocas dizem: a arte. As épocas medíocres dizem: as artes”.
A alternativa abaixo em que a passagem do singular ao plural NÃO acarreta mudança de sentido é:
Um grande empresário internacional proferiu a seguinte frase: “Achei que estava errado uma vez, mas eu estava enganado”.
A frase demonstra um defeito pessoal do empresário, que é:
Uma propaganda de um famoso sabão em pó dizia: “OMO lava mais branco!”.
A frase pretende convencer o leitor de que esse sabão:
Durante algum tempo, a Caixa Econômica Federal utilizava uma frase em sua propaganda; “Vem pra Caixa você também!”.
O que a empresa pretendia com essa frase era:
“É fácil fazer regime, eu mesmo começo um novo todas as segundas-feiras”.
Essa frase de um humorista destaca o seguinte assunto: