Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1068881 Português

No que concerne às estruturas linguísticas do texto, julgue o item


O emprego de “praticamente meio século de iniciativas” (linha 21) indica que programas brasileiros de estímulo à fixação de médicos no interior existem desde a década de 1960 do século passado.

Alternativas
Q1068880 Português

No que concerne às estruturas linguísticas do texto, julgue o item


Na linha 11, o emprego de “além” pressupõe a existência de outras disparidades não citadas no texto.

Alternativas
Q1068873 Português

A respeito das ideias do texto, julgue o item


Do texto se depreende que o indicador brasileiro que mostra a relação de médicos por mil habitantes é inteiramente compatível com os valores encontrados nos países mais desenvolvidos do globo.

Alternativas
Q1068872 Português

A respeito das ideias do texto, julgue o item


No contexto do setor de saúde, denota‐se que o conteúdo do texto poderia ser usado para subsidiar a formulação de políticas públicas que possam enfrentar as desigualdades inter e intrarregionais existentes no Brasil

Alternativas
Q1068871 Português

A respeito das ideias do texto, julgue o item


Compreende‐se do texto que a região Norte do País, que engloba o estado do Amazonas, possui piores indicadores de distribuição de profissionais médicos, em comparação com outras regiões.

Alternativas
Q1068545 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)

Releia este trecho.

“Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens.”

Observando as estratégias argumentativas utilizadas nesse trecho, pode-se afirmar que se trata de argumentação por

Alternativas
Q1068544 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)
Os seguintes trechos apresentam causas da permanência alongada dos jovens na casa dos pais, exceto:
Alternativas
Q1068541 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)
Em relação ao tema abordado, é correto afirmar que o texto adota principalmente uma abordagem
Alternativas
Q1068530 Português

O trecho a seguir é referência para a questão.

    Com o objetivo de colocar em prática um projeto para ajudar a ONG Anjos dos Animais, elaborado pela equipe de funcionários do Colégio Sesi de Quatro Barras, durante o mês de julho foram distribuídas caixas de coleta de ração em vários pontos do município.

    Comunidade e comerciantes aderiram à campanha e o encerramento foi fantástico, ____________ colaboração de todos. [...]

(http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/709_Equipe-SESI-arrecada-meia-tonelada-de-racao-para-a-ong-Anjos-dos-Animais.html)

Sobre o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1068528 Português
Considere o seguinte texto: Cuide de sua ligação de água!
A responsabilidade pela integridade do cavalete e do hidrômetro é do cliente a partir da adesão ao serviço. Vale lembrar que o cliente está sujeito a sanções administrativas e custos de regularização nos casos de violação, furto, perda, quebra ou adulteração do padrão da ligação. (http://site.sanepar.com.br/sites/site.sanepar.com.br/files/clientes2012/guia-do-cliente.pdf)

O trecho retirado do site da Sanepar faz referência a:
Alternativas
Q1068527 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

    A Defesa Civil de Quatro Barras, buscando aprimorar ainda mais seus trabalhos de salvaguardar vidas, promoveu o Curso Operacional de Emergências Ambientais com Produtos Perigosos e Sistema de Comando de Incidentes (SCI), em parceria com a Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná e Defesa Civil de Curitiba.

    O curso ocorreu ao longo dos meses de agosto e setembro, ________ duração de 16 horas-aula e participaram 26 servidores da Prefeitura Municipal, que se ________ para atuar tanto na prevenção de acidentes quanto na proteção de vidas, bem como para prestar os comandos ________ em caso de eventos adversos. [...]

(Adaptado de http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/?id=731) 

Segundo o texto, o curso promovido foi direcionado:
Alternativas
Q1068524 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Livro “A Hora do Lanche” avalia merendas pelo mundo

   _______________ seja recomendada a presença de verduras nas merendas, as escolas indianas dependem muito do custo governamental, que é bastante precário, e logo não dispõem de recursos financeiros para comprá-las. Conhecido como dal, esse prato de lentilha, ervilha ou grão de bico cozido, é uma das refeições mais comuns na Índia, rico em proteína, ferro e fibras, e ideal para os indianos que seguem a religião hinduísta e não comem carnes.
    A sopa colorida chama-se borsch e a cor intensa vem da beterraba, rica em fibras e excelente fonte de nutrientes. A kasha é um mingau feito de trigo ou outros cereais, como farinha e aveia, temperado com sal, manteiga e cebola frita. O pão está sempre presente no prato dos russos, que chegam a comer em média 60 kg de pão por ano.
    Não há programa de merenda escolar no México, por isso as crianças comem o que trazem de casa. Batata chips é um petisco comum entre os alunos, sendo acompanhada – pela maior parte das crianças – por refrigerante. Poucas escolhem algo mais saudável, como frutas, sanduíche natural e suco. Não é à toa que 1/3 das crianças em idade escolar estão com sobrepeso ou obesas.
    As cenouras são o segundo legume predileto dos ingleses, e são cultivadas no próprio país. Rosbife ou carne assada com molho é a receita do prato tradicional inglês. O yorkshire pudding é um bolinho assado e depois frito, que era servido de acompanhamento para reforçar o jantar das famílias mais pobres, e hoje alunos ingleses de baixa renda podem comer de graça nas escolas.

(Adaptado de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/08/livro-hora-do-lanche-avalia-merendas-pelo-mundo.html)  
De acordo com o texto, é correto afirmar que a merenda dos estudantes ingleses:
Alternativas
Q1068522 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Livro “A Hora do Lanche” avalia merendas pelo mundo

   _______________ seja recomendada a presença de verduras nas merendas, as escolas indianas dependem muito do custo governamental, que é bastante precário, e logo não dispõem de recursos financeiros para comprá-las. Conhecido como dal, esse prato de lentilha, ervilha ou grão de bico cozido, é uma das refeições mais comuns na Índia, rico em proteína, ferro e fibras, e ideal para os indianos que seguem a religião hinduísta e não comem carnes.
    A sopa colorida chama-se borsch e a cor intensa vem da beterraba, rica em fibras e excelente fonte de nutrientes. A kasha é um mingau feito de trigo ou outros cereais, como farinha e aveia, temperado com sal, manteiga e cebola frita. O pão está sempre presente no prato dos russos, que chegam a comer em média 60 kg de pão por ano.
    Não há programa de merenda escolar no México, por isso as crianças comem o que trazem de casa. Batata chips é um petisco comum entre os alunos, sendo acompanhada – pela maior parte das crianças – por refrigerante. Poucas escolhem algo mais saudável, como frutas, sanduíche natural e suco. Não é à toa que 1/3 das crianças em idade escolar estão com sobrepeso ou obesas.
    As cenouras são o segundo legume predileto dos ingleses, e são cultivadas no próprio país. Rosbife ou carne assada com molho é a receita do prato tradicional inglês. O yorkshire pudding é um bolinho assado e depois frito, que era servido de acompanhamento para reforçar o jantar das famílias mais pobres, e hoje alunos ingleses de baixa renda podem comer de graça nas escolas.

(Adaptado de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/08/livro-hora-do-lanche-avalia-merendas-pelo-mundo.html)  
De acordo com o trecho retirado do livro A Hora do Lanche, é correto afirmar:
Alternativas
Q1068521 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Livro “A Hora do Lanche” avalia merendas pelo mundo

   _______________ seja recomendada a presença de verduras nas merendas, as escolas indianas dependem muito do custo governamental, que é bastante precário, e logo não dispõem de recursos financeiros para comprá-las. Conhecido como dal, esse prato de lentilha, ervilha ou grão de bico cozido, é uma das refeições mais comuns na Índia, rico em proteína, ferro e fibras, e ideal para os indianos que seguem a religião hinduísta e não comem carnes.
    A sopa colorida chama-se borsch e a cor intensa vem da beterraba, rica em fibras e excelente fonte de nutrientes. A kasha é um mingau feito de trigo ou outros cereais, como farinha e aveia, temperado com sal, manteiga e cebola frita. O pão está sempre presente no prato dos russos, que chegam a comer em média 60 kg de pão por ano.
    Não há programa de merenda escolar no México, por isso as crianças comem o que trazem de casa. Batata chips é um petisco comum entre os alunos, sendo acompanhada – pela maior parte das crianças – por refrigerante. Poucas escolhem algo mais saudável, como frutas, sanduíche natural e suco. Não é à toa que 1/3 das crianças em idade escolar estão com sobrepeso ou obesas.
    As cenouras são o segundo legume predileto dos ingleses, e são cultivadas no próprio país. Rosbife ou carne assada com molho é a receita do prato tradicional inglês. O yorkshire pudding é um bolinho assado e depois frito, que era servido de acompanhamento para reforçar o jantar das famílias mais pobres, e hoje alunos ingleses de baixa renda podem comer de graça nas escolas.

(Adaptado de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/08/livro-hora-do-lanche-avalia-merendas-pelo-mundo.html)  
Assinale a alternativa que preenche a corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1068421 Português
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.   
 
                A gente se torna (ou acha que se torna) um pouco mais senhor de si, de seus limites, e até faz algumas escolhas acertadas. Esse é um dos dons da maturidade. Com sorte e sabedoria, mais tarde poderemos descobrir que também faz parte do envelhecer.
           O tempo não é mais apenas o futuro, quando vou crescer, quando vou ser independente, quando vou casar, transar, ter filhos, viajar, quando? Agora existe um passado: quando eu era criança, quando fiz vestibular, quando transei, quando me casei, quando comecei a trabalhar ... e nos damos conta de que estamos no auge da juventude, a maturidade logo ali, e tantos compromissos, tanto desejo, já tanta frustração.
(LUFT, Lya. O tempo é um rio que corre. Rio de Janeiro: Record, 2014.)
A respeito do texto, analise as afirmativas. I- Por ser curto, organizado em torno de um único foco temático, com poeticidade na construção da linguagem, esse texto pertence ao gênero crônica. II- A reflexão presente no texto volta-se a um tempo de maturidade, em que o passado, hoje, seria o futuro ontem. III- O tom irônico do texto busca prender a atenção do leitor, envolvendo -o na temática, mesmo sem muitos detalhes. IV- O texto, escrito em primeira pessoa do singular (vou, eu era, me casei), utiliza linguagem simples com predominância de oralidade.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1067320 Português
LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO

O Léxico é entendido como o conjunto de palavras de uma língua, dispostas em categorias tais como o Substantivo, o Pronome, o Verbo, o Adjetivo, o Advérbio, o Artigo, a Conjunção e a Preposição, numa língua como o Português Brasileiro.

Cada item pertencente a essas categorias representa a lexicalização de um conjunto de traços. Isso torna sem sentido assumir que um Substantivo gera um Advérbio, um Advérbio gera uma Preposição e assim em diante, como se assume comumente nos estudos sobre a gramaticalização.

Durante a aquisição do Léxico, nós provavelmente adquirimos primeiro as categorias e subcategorias cognitivas, tanto quanto a habilidade de combiná-las em diferentes padrões, reunidas nas palavras por convenções sociais. A Lexicalização é o processo de criação das palavras, por meio da etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), derivação   lexicalização ocorrida no interior da língua alvo, por meio do desdobramento de itens previamente
existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).

Em suma, Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, que vai da cognição pré-verbal para a expressão verbal, da língua-enérgeia para a língua-érgon, interpretando dessa maneira os conceitos formulados por Wilhelm von Humboldt.

(CASTILHO, A. T. Entrevista. Adaptado. Trecho extraído de: http://bit.ly/303TUme)

Com base no texto 'LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Depreende-se do texto que a Lexicalização pode ocorrer por meio de quatro processos perenes que são a etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), a neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), a derivação (lexicalização ocorrida no interior da língua mãe, por meio do desdobramento de itens previamente existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).

II. Já que Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, da cognição pré-verbal para a expressão verbal, pode-se deduzir que a palavra preexiste a qualquer forma de interação.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1067319 Português
LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO

O Léxico é entendido como o conjunto de palavras de uma língua, dispostas em categorias tais como o Substantivo, o Pronome, o Verbo, o Adjetivo, o Advérbio, o Artigo, a Conjunção e a Preposição, numa língua como o Português Brasileiro.

Cada item pertencente a essas categorias representa a lexicalização de um conjunto de traços. Isso torna sem sentido assumir que um Substantivo gera um Advérbio, um Advérbio gera uma Preposição e assim em diante, como se assume comumente nos estudos sobre a gramaticalização.

Durante a aquisição do Léxico, nós provavelmente adquirimos primeiro as categorias e subcategorias cognitivas, tanto quanto a habilidade de combiná-las em diferentes padrões, reunidas nas palavras por convenções sociais. A Lexicalização é o processo de criação das palavras, por meio da etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), derivação   lexicalização ocorrida no interior da língua alvo, por meio do desdobramento de itens previamente
existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).

Em suma, Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, que vai da cognição pré-verbal para a expressão verbal, da língua-enérgeia para a língua-érgon, interpretando dessa maneira os conceitos formulados por Wilhelm von Humboldt.

(CASTILHO, A. T. Entrevista. Adaptado. Trecho extraído de: http://bit.ly/303TUme)

Com base no texto 'LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. A etimologia, a neologia, a derivação e o empréstimo lexical são processos que ocorrem, conforme sugere o autor, tanto na forma estrutural (prefixação e sufixação) como na base semântico-pragmática do vocábulo.

II. Os neologismos, como indica o texto, são a forma mais original de promover a lexicalização de uma língua como o português brasileiro.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1067318 Português
LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO

O Léxico é entendido como o conjunto de palavras de uma língua, dispostas em categorias tais como o Substantivo, o Pronome, o Verbo, o Adjetivo, o Advérbio, o Artigo, a Conjunção e a Preposição, numa língua como o Português Brasileiro.

Cada item pertencente a essas categorias representa a lexicalização de um conjunto de traços. Isso torna sem sentido assumir que um Substantivo gera um Advérbio, um Advérbio gera uma Preposição e assim em diante, como se assume comumente nos estudos sobre a gramaticalização.

Durante a aquisição do Léxico, nós provavelmente adquirimos primeiro as categorias e subcategorias cognitivas, tanto quanto a habilidade de combiná-las em diferentes padrões, reunidas nas palavras por convenções sociais. A Lexicalização é o processo de criação das palavras, por meio da etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), derivação   lexicalização ocorrida no interior da língua alvo, por meio do desdobramento de itens previamente
existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).

Em suma, Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, que vai da cognição pré-verbal para a expressão verbal, da língua-enérgeia para a língua-érgon, interpretando dessa maneira os conceitos formulados por Wilhelm von Humboldt.

(CASTILHO, A. T. Entrevista. Adaptado. Trecho extraído de: http://bit.ly/303TUme)

Com base no texto 'LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Por meio das convenções sociais, é possível desenvolver a habilidade de combinar os diferentes padrões cognitivos que definem a aquisição do léxico de uma língua.

II. Pode-se inferir que o léxico de uma língua é constituído, do ponto vista da organização gramatical, por categorias que levam em consideração traços presentes no interior delas.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1067317 Português
LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO

O Léxico é entendido como o conjunto de palavras de uma língua, dispostas em categorias tais como o Substantivo, o Pronome, o Verbo, o Adjetivo, o Advérbio, o Artigo, a Conjunção e a Preposição, numa língua como o Português Brasileiro.

Cada item pertencente a essas categorias representa a lexicalização de um conjunto de traços. Isso torna sem sentido assumir que um Substantivo gera um Advérbio, um Advérbio gera uma Preposição e assim em diante, como se assume comumente nos estudos sobre a gramaticalização.

Durante a aquisição do Léxico, nós provavelmente adquirimos primeiro as categorias e subcategorias cognitivas, tanto quanto a habilidade de combiná-las em diferentes padrões, reunidas nas palavras por convenções sociais. A Lexicalização é o processo de criação das palavras, por meio da etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), derivação   lexicalização ocorrida no interior da língua alvo, por meio do desdobramento de itens previamente
existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).

Em suma, Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, que vai da cognição pré-verbal para a expressão verbal, da língua-enérgeia para a língua-érgon, interpretando dessa maneira os conceitos formulados por Wilhelm von Humboldt.

(CASTILHO, A. T. Entrevista. Adaptado. Trecho extraído de: http://bit.ly/303TUme)

Com base no texto 'LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. O autor elabora uma exegese de base linguística que explicita a concepção do que é o Léxico e seu processo de aquisição, assim como a Lexicalização (processo de criação das palavras).

II. Assim como sugere o autor, a forma estrutural da palavra (prefixação e sufixação) se comporta a partir da capacidade que tem a pessoa humana de, por meio das convenções sociais, alterar o Léxico.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1067232 Português

Nasa mostra fotos da Terra vista do espaço

        A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou imagens feitas por telescópios e astronautas na Estação Espacial Internacional em homenagem ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril.

        A data foi criada, em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção das pessoas para a preservação do meio ambiente.

        O objetivo é mostrar a beleza do planeta. Nas redes sociais, a agência comparou as fotografias com obras de arte. ―Redemoinhos que parecem aquarelas. Camadas de sedimentos que se confundem com uma pintura de tinta a óleo. Formas esculpidas na erosão como argila. Nossos satélites capturam imagens inspiradoras da Terra diariamente para nos ajudar a aprender sobre o nosso planeta‖, escreveu a Nasa. 

Disponível em: <https://jornaljoca.com.br>. (Fragmento).


“O objetivo é mostrar a beleza do planeta. Nas redes sociais, a agência comparou as fotografias com obras de arte. Redemoinhos que parecem aquarelas.” Analise o contexto acima retirado do texto e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
25041: C
25042: E
25043: E
25044: C
25045: C
25046: B
25047: D
25048: B
25049: D
25050: B
25051: E
25052: B
25053: C
25054: A
25055: D
25056: D
25057: D
25058: C
25059: B
25060: A