Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1173238 Português
A autoria do segundo, o romance..... .
Alternativas
Q1173237 Português
Sobre a Semana de Arte Moderna, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1173235 Português

Assinale a alternativa inadequada para as afirmações abaixo :


A Jesus Cristo Nosso Senhor

Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,

Da vossa alta clemência me despido;

Antes, quanto mais tenho delinquido,

Vos tenho a perdoar mais empenhado.


Se basta a vos irar tanto pecado,

A abrandar-vos sobeja um só gemido:

Que a mesma culpa, que vos há ofendido,

Vos tem para o perdão lisonjeado.


Se uma ovelha perdida já cobrada,

Glória tal e prazer tão repentino

Vos deu, como afirmais na Sacra História:


Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,

Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,

Perder na vossa ovelha a vossa glória.


Gregório de Matos Guerra

Alternativas
Q1173234 Português

Segundo o texto é INCORRETO afirmar que:


“A enunciação é o produto da interação de dois indivíduos socialmente organizados e, mesmo que não haja um interlocutor real, este pode ser substituído pelo representante médio do grupo social ao qual pertence o locutor. A palavra dirige‐se a um interlocutor: ela é função da pessoa desse interlocutor: variará se se tratar de uma pessoa do mesmo grupo social ou não, se esta for inferior ou superior na hierarquia social, se estiver ligada a um interlocutor por laços sociais mais ou menos estreitos (pai, mãe, marido, etc.). Não pode haver um interlocutor abstrato; não teríamos linguagem comum com tal interlocutor, nem no sentido próprio nem no figurado.”


(BAKHTIN, 1997, p.116)

Alternativas
Q1173229 Português

Agora eu era o herói

E o meu cavalo só falava inglês

A noiva do cowboy

Era você além das outras três

Eu enfrentava os batalhões

Os alemães e seus canhões

Guardava o meu bodoque

E ensaiava o rock para as matinês


João e Maria

Chico Buarque



 Em relação à letra da música, João e Maria, é correto afirmar que:


I- [...] “agora eu era herói ”.A letra da canção usa o tempo linguístico como uma construção da linguagem. Utiliza-se em lugar do presente o pretérito imperfeito.

II- O plural da palavra cidadão dá-se da mesma forma de alemão.

III- As palavras acentuadas “inglês, três e matinês”, no final dos versos, são acentuadas obedecendo a mesma regra.

IV- As palavras “cowboy e rock” são exemplos de estrangeirismo.

V- E o meu cavalo SÓ falava inglês . A palavra destacada é um advérbio

Alternativas
Q1173126 Português
Leia o texto para responder a questão.

       A entrevista estava marcada na casa dele, numa das favelas mais pobres de Fortaleza. De manhã bem cedo, eu e o fotógrafo esperávamos, na porta de uma ONG ainda fechada, o educador que nos levaria até aquele emaranhado de endereços desencontrados, um território dividido por duas quadrilhas rivais do tráfico de drogas. O menino apareceu de repente, vestido com uma camiseta do Brasil. Sem olhar para mim, ele disse: “Na minha casa, não.” Não dizia o porquê. Apenas sacudia a cabeça em sinal de negativa explícita. Ele era pequeno para os seus 15 anos, mas o seu “não” era enorme.
       A porta da ONG abriu, e ele entrou. Sentou-se na cadeira da recepção e tentou ligar o computador. Passou-se muito tempo, talvez quase uma hora de silêncios entre nós, interrompidos por uma ou outra palavra que servia ao menino apenas como demarcação do território. O território que ele não queria que eu alcançasse, as palavras curtas marcando que não haveria palavras longas. Eu não sabia se tinha o direito de continuar ali, talvez nunca saiba. Mas ele também não ia embora.
    Então a cozinha da ONG abriu. E, de um salto, ele já estava lá. Como se eu fosse um vira-lata esquecido, me chamou com displicência. Mas ainda não me olhava. Sentei-me diante dele e o vi devorar um pão em menos de um minuto. No segundo pão, ele me enxergou pela primeira vez, oferecendo-me um pedaço. A certa altura, parecendo com pena de mim, disse:
   – Você entende só um pouco de português, né?
     O menino tinha razão. Eu não alcançava a riqueza da sua língua portuguesa, que dava conta de um Brasil diverso, com palavras nascidas ali mesmo. Expressões gestadas na necessidade de dar conta de uma realidade na qual era necessário, por exemplo, nomear o momento-limite em que o gatilho da arma é acionado, mas a bala não sai.
     Mas era mais do que isso. Eu demorei a lê-lo. Eu era analfabeta dele. O seu “não” da altura de um edifício, a postura do seu corpo, entre acuada e pronta para saltar no meu pescoço, o seu medo de mim, que às vezes beirava a raiva, era fome. Frequentemente me deparei com essa fome, a fome que é um substantivo sem adjetivo possível.
     O menino me leu muito antes de eu a ele. Percebeu que eu era estrangeira ao seu Brasil. Estranhou a cor da minha pele, a tonalidade do meu cabelo, a forma e o som das minhas palavras. Estranhou que eu precisasse de tradução para algumas de suas frases. Estranhou porque havia que estranhar.

(Eliane Brum. Limites da linguagem. https://brasil.elpais.com, 04.08.2014. Adaptado)
Segundo o contexto em que se encontra, assinale a alternativa que apresenta, em destaque, vocábulo empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q1173124 Português
Leia o texto para responder a questão.

       A entrevista estava marcada na casa dele, numa das favelas mais pobres de Fortaleza. De manhã bem cedo, eu e o fotógrafo esperávamos, na porta de uma ONG ainda fechada, o educador que nos levaria até aquele emaranhado de endereços desencontrados, um território dividido por duas quadrilhas rivais do tráfico de drogas. O menino apareceu de repente, vestido com uma camiseta do Brasil. Sem olhar para mim, ele disse: “Na minha casa, não.” Não dizia o porquê. Apenas sacudia a cabeça em sinal de negativa explícita. Ele era pequeno para os seus 15 anos, mas o seu “não” era enorme.
       A porta da ONG abriu, e ele entrou. Sentou-se na cadeira da recepção e tentou ligar o computador. Passou-se muito tempo, talvez quase uma hora de silêncios entre nós, interrompidos por uma ou outra palavra que servia ao menino apenas como demarcação do território. O território que ele não queria que eu alcançasse, as palavras curtas marcando que não haveria palavras longas. Eu não sabia se tinha o direito de continuar ali, talvez nunca saiba. Mas ele também não ia embora.
    Então a cozinha da ONG abriu. E, de um salto, ele já estava lá. Como se eu fosse um vira-lata esquecido, me chamou com displicência. Mas ainda não me olhava. Sentei-me diante dele e o vi devorar um pão em menos de um minuto. No segundo pão, ele me enxergou pela primeira vez, oferecendo-me um pedaço. A certa altura, parecendo com pena de mim, disse:
   – Você entende só um pouco de português, né?
     O menino tinha razão. Eu não alcançava a riqueza da sua língua portuguesa, que dava conta de um Brasil diverso, com palavras nascidas ali mesmo. Expressões gestadas na necessidade de dar conta de uma realidade na qual era necessário, por exemplo, nomear o momento-limite em que o gatilho da arma é acionado, mas a bala não sai.
     Mas era mais do que isso. Eu demorei a lê-lo. Eu era analfabeta dele. O seu “não” da altura de um edifício, a postura do seu corpo, entre acuada e pronta para saltar no meu pescoço, o seu medo de mim, que às vezes beirava a raiva, era fome. Frequentemente me deparei com essa fome, a fome que é um substantivo sem adjetivo possível.
     O menino me leu muito antes de eu a ele. Percebeu que eu era estrangeira ao seu Brasil. Estranhou a cor da minha pele, a tonalidade do meu cabelo, a forma e o som das minhas palavras. Estranhou que eu precisasse de tradução para algumas de suas frases. Estranhou porque havia que estranhar.

(Eliane Brum. Limites da linguagem. https://brasil.elpais.com, 04.08.2014. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1173123 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Encontra-se em conformidade com as ideias presentes no texto e com a norma-padrão a frase:
Alternativas
Q1173119 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Segundo o que se afirma no texto,
Alternativas
Q1171193 Português
Leia o texto para responder à questão:

Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar sobre o texto:
Alternativas
Q1171189 Português

Como comecei a escrever


      Aí por volta de 1910 não havia rádio nem televisão, e o cinema chegava ao interior do Brasil uma vez por semana aos domingos. As notícias do mundo vinham pelo jornal, três dias depois de publicadas no Rio de Janeiro. Se chovia a potes, a mala do correio aparecia ensopada, uns sete dias mais tarde. Não dava para ler o papel transformado em mingau. Papai era assinante da Gazeta de Notícias, e antes de aprender a ler eu me sentia fascinado pelas gravuras coloridas do suplemento de Domingo. Tentava decifrar o mistério das letras em redor das figuras, e mamãe me ajudava nisso. Quando fui para a escola pública, já tinha a noção vaga de um universo de palavras que era preciso conquistar.

      Durante o curso, minhas professoras costumavam passar exercícios de redação. Cada um de nós tinha de escrever uma carta, narrar um passeio, coisas assim. Criei gosto por esse dever, que me permitia aplicar para determinado fim o conhecimento que ia adquirindo do poder de expressão contido nos sinais reunidos em palavras.

      Daí por diante as experiências foram se acumulando, sem que eu percebesse que estava descobrindo a leitura. Alguns elogios da professora me animavam a continuar. Ninguém falava em conto ou poesia, mas a semente dessas coisas estavam germinando. Meu irmão, estudante na Capital, mandava-me revistas e livros, e me habituei a viver entre eles. Depois, já rapaz, tive sorte de conhecer outros rapazes que também gostavam de ler e escrever.

      Então começou uma fase muito boa de troca de experiências e impressões. Na mesa do café-sentado (pois tomava-se café sentado nos bares, e podia-se conversar horas e horas sem incomodar nem ser incomodado) eu tirava do bolso o que escrevera durante o dia, e meus colegas criticavam. Eles também sacavam seus escritos, e eu tomava parte nos comentários. Tudo com naturalidade e franqueza. Aprendi muito com os amigos, e tenho pena dos jovens de hoje que não desfrutam desse tipo de amizade crítica.

Fonte: “Para Gostar de Ler – Volume 4 – Crônicas”, Editora Ática – São Paulo, 1980, pág. 6

Analise as informações sobre o texto e marque a opção correta: 
Alternativas
Q1171040 Português

Texto 1


Turma da Mônica – Laços

A partir de 6 anos


Floquinho, o cachorro do Cebolinha (Kevin Vechiatto), desapareceu. O menino desenvolve então um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos Mônica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira). Juntos, eles irão enfrentar grandes desafios e viver grandes aventuras para levar o cão de volta para casa.


Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-248374/.




Texto 2



Escolha do Elenco


As seletivas para o filme foram abertas em meados de 2016. De lá para cá, foram avaliadas mais de 7.000 crianças de todo o Brasil. Laura Rauseo foi escolhida para ser Magali em seu primeiro teste, porém nada foi dito à atriz. No dia 29 de setembro de 2016, foi liberado um vídeo no canal de Mauricio de Souza onde ele, juntamente com o diretor do longa Daniel Rezende, anunciam o elenco principal. Giulia Benite foi escolhida para viver Mônica, Kevin Vechiatto foi escolhido para viver Cebolinha, Gabriel Moreira foi escolhido para viver Cascão e Laura Rauseo foi escolhida para viver Magali. As gravações do longa aconteceram entre junho e julho de 2018, em Limeira, Paulínia e Poços de Caldas, Minas Gerais. Mais tarde, foi anunciado que Rodrigo Santoro, Monica Iozzi e Paulo Vilhena fariam parte do elenco adulto do longa.


Fonte: https://www.wikizero.com/pt/Turma_da_M%C3%B4nica:_La%C3%A7os_(filme).

Respeitante ao texto 2, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1170985 Português

Após a leitura do texto abaixo (recorte de reportagem sobre o YouTube), responda à questão, que explora o comportamento de algumas marcas linguísticas ou gramaticais recorrentes no texto.


MEXEU NO BOLSO

Para não afugentar seus anunciantes com vídeos inadequados, o YouTube aumenta o rigor de seus critérios de remuneração mas incomoda aqueles que lhe dão vida e alma – os produtores de vídeo.


AS REGRAS DA CASA: Alguns dos casos nos quais o site corta propagandas – e as três principais razões que levam à exclusão total de canais.


SE FIZER ISSO, PODERÁ PERDER OS ANÚNCIOS

COMENTAR TEMAS POLÊMICOS

Falar a respeito de atividades criminosas, ações de governos ou boatos sobre celebridades

ABUSAR DE PALAVRAS CHULAS

Marcas pedem para não se associar a youtubers que dizem palavrões ou usam linguajar ofensivo

COLOCAR-SE EM SITUAÇÕES PERIGOSAS

Encaixam-se aqui os vídeos nos quais se propõem desafios físicos que podem causar lesões se repetidos em casa


OS PRINCIPAIS MOTIVOS PARA A EXCLUSÃO DE CANAIS EM 2018

Penalizam-se conteúdos tidos pelo You Tube como preconceituosos, depreciativos ou que incitam agressões contra grupos minoritários

TÍTULOS CAÇA-NÍQUEIS

São aqueles que prometem algo que não é abordado nos vídeos (como, por exemplo, revelações bombásticas sobre alguém famoso)

EXIBIÇÃO DE NUDEZ

Nenhum tipo de ato sexual nem imagens de pessoas nuas são permitidos. Nesses casos, o site não autoriza nem a publicação do vídeo

ASSÉDIO A MENORES DE IDADE

Gravações com conteúdo adulto porém com sinalização etária inadequada ou que expõem crianças e adolescentes a situações constrangedoras ou criminosas

O emprego do item gramatical SE na condição de PARTÍCULA APASSIVADORA é registrado na ocorrência citada em:
Alternativas
Q1170275 Português

Último hambúrguer do McDonald’s vendido na Islândia está intacto há 10 anos


      No dia 31 de outubro de 2009, o islandês HjorturSmarason comprou um hambúrguer e batatas fritas da última unidade do McDonald’s que fechava na Islândia. Mas ele não comprou o lanche para comer: o seu plano era guardálo para provar que ele não iria se decompor.

    Dez anos depois, o lanche mudou bem pouco e está exposto no hostelSnotraHouse, ao sul do país, com transmissão em tempo real na internet para que todos acompanhem a evolução — ou não. “Ouvi algo sobre o McDonald’s nunca se decompor, então só queria descobrir se isso era verdade ou não”, diz Smarason no site do hostel.

    O hambúrguer e as fritas já se deslocaram bastante pela Islândia. Quando comprou o lanche, Smarason deixou guardado em uma sacola plástica em sua garagem para ver quão rápida seria sua decomposição, mas ele não notou nenhuma mudança. Em 2012, ele entregou o hambúrguer ao Museu Nacional da Islândia.

    Depois de alguns anos no museu, um especialista dinamarquês devolveu o item para Smarason alegando que eles não tinham condições de preservar um hambúrguer. “Acho que ele estava errado porque esse hambúrguer se preserva”, diz Smarason. Inclusive, alguns visitantes confiam tanto na preservação que até chegaram a comer algumas das batatas. Coragem!

(Revista Galileu. 04/11/2019. https://revistagalileu. globo.com/Sociedade/Curiosidade/noticia/2019/11/ ultimo-hamburguer-do-mcdonalds-vendido-naislandia-esta-intacto-ha-10-anos.html)

O objetivo do texto é:
Alternativas
Q1170274 Português

Último hambúrguer do McDonald’s vendido na Islândia está intacto há 10 anos


      No dia 31 de outubro de 2009, o islandês HjorturSmarason comprou um hambúrguer e batatas fritas da última unidade do McDonald’s que fechava na Islândia. Mas ele não comprou o lanche para comer: o seu plano era guardálo para provar que ele não iria se decompor.

    Dez anos depois, o lanche mudou bem pouco e está exposto no hostelSnotraHouse, ao sul do país, com transmissão em tempo real na internet para que todos acompanhem a evolução — ou não. “Ouvi algo sobre o McDonald’s nunca se decompor, então só queria descobrir se isso era verdade ou não”, diz Smarason no site do hostel.

    O hambúrguer e as fritas já se deslocaram bastante pela Islândia. Quando comprou o lanche, Smarason deixou guardado em uma sacola plástica em sua garagem para ver quão rápida seria sua decomposição, mas ele não notou nenhuma mudança. Em 2012, ele entregou o hambúrguer ao Museu Nacional da Islândia.

    Depois de alguns anos no museu, um especialista dinamarquês devolveu o item para Smarason alegando que eles não tinham condições de preservar um hambúrguer. “Acho que ele estava errado porque esse hambúrguer se preserva”, diz Smarason. Inclusive, alguns visitantes confiam tanto na preservação que até chegaram a comer algumas das batatas. Coragem!

(Revista Galileu. 04/11/2019. https://revistagalileu. globo.com/Sociedade/Curiosidade/noticia/2019/11/ ultimo-hamburguer-do-mcdonalds-vendido-naislandia-esta-intacto-ha-10-anos.html)

Assinale a alternativa CORRETA a respeito das informações do texto.
Alternativas
Q1170043 Português

Na charge ilustrada abaixo, o diálogo entre os personagens centra-se na comparação do poder de destruição de um instrumento tecnológico que fora idealizado para facilitar a vida das pessoas (seja em relação ao processo comunicativo ou facilidade da realização de múltiplas atividades em menor tempo) ao de uma arma de fogo.


Imagem associada para resolução da questão


O texto situa-se em um contexto sócio-histórico-político. Infere-se da charge:

I- Ironia à evolução tecnológica, por aludir ao surgimento de uma nova forma de manifestação de violência.

II- Crítica ao uso excessivo do celular à medida que novos serviços são oferecidos aos usuários.

III- Alerta às pessoas para o perigo da liberação da posse de armas no Brasil.

IV- Reflexão sobre a polarização de ideias, fenômeno que tem se intensificado principalmente na área política.


A alternativa que traz a CORRETA interpretação é:

Alternativas
Q1170038 Português

Após a leitura do artigo abaixo, extraído de Veja - 06/03/19, responda à questão.


AS UTIs ESTÃO NA UTI


Faltam vagas, médicos, recursos e medicamentos. O cenário dramático das unidades de terapia intensiva do país faz com que os profissionais muitas vezes tenham de escolher a quem ceder o leito.


      A unidade de terapia intensiva é uma estrutura hospitalar caracterizada pela capacidade de atender pacientes em estado grave ou potencialmente grave. Para cumprir sua missão, deve ser dotada de recursos humanos e técnicos de excelência para minimizar o sofrimento das pessoas, aliviar e proporcionar conforto, e sobretudo promover a cura. Com o aumento de expectativa de vida da população e a predominância de doenças crônicas como as principais causas de mortalidade, a necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, à semelhança da maioria dos países desenvolvidos. A questão é que o cenário da terapia intensiva está muitíssimo aquém das necessidades da população – tanto em números quanto em quantidade.

      Estudo recente do Conselho Federal de Medicina demonstrou que menos de 10% dos municípios brasileiros oferecem esse tipo de leito pelo Sistema Único de Saúde (SUS): apenas 532 de 5570 municípios. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o Brasil tem quase 45000 leitos de UTI. Desses, 49% estão disponíveis para o SUS e 51%, para instituições privadas ou de saúde suplementar. Também chama a atenção a distribuição irregular dos leitos: a Região Sudeste concentra 53,4% do total. A Região Norte tem apenas 5%. A falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva são constatadas nos dois sistemas de saúde, mas o cenário dramático é mais visível no SUS, pois os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.

      O dia a dia de um intensivista no Brasil, em especial de um hospital público, é feito de desafios inimagináveis: devemos escolher a quem ceder o leito (o paciente em estado mais grave entre milhares de outros em estado grave); determinar quem é o paciente que deverá receber hemodiálise (pois não há hemodiálise para todos que precisam dela); deixar de administrar o antibiótico adequado (por ele não estar acessível no hospital); ter de utilizar o tratamento menos eficiente; deixar de caminhar com o paciente na UTI pois não há equipe de fisioterapia; restringir a permanência da família ao lado do paciente (Não há infraestrutura para isso); não possibilitar dignidade durante o processo de morte... São muitos nãos. Ao não dispormos de terapias intensivas avançadas, não estamos cumprindo o artigo 196 da nossa constituição – a saúde é direito de todos e dever do Estado – no momento mais difícil que uma família enfrenta [...]

Sob o aspecto conteudístico, dentre os FATORES apontados como responsáveis pelo quadro dramático das UTIs, citem-se:


I- A incompatibilidade entre a quantidade de leitos exigida nas UTIs e o número de atendimento de pessoas com doenças crônicas, necessitadas de acompanhamento intensivo.

II- Adisparidade na distribuição dos leitos seja na comparação entre o SUS e as instituições privadas, seja no interior de um mesmo sistema, considerando-se a disponibilidade de vagas por regiões do país.

III- A insensibilidade dos médicos intensivistas no Brasil para administrar as diferentes situações com as quais se deparam na rotina dos hospitais públicos (da escolha a quem ceder o leito ao tratamento mais adequado).


De acordo com o texto, é CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q1169954 Português

                                Quando eu crescer, quero ser...

                                                         Rodrigo Alves de Carvalho


      A criançada brinca no parquinho como se o dia nunca fosse acabar.

      E correm... Como correm essas crianças! Tão pequenas com seus pulmõezinhos tão pequenos e nunca se cansam.

      Encontra-se com outras crianças, misturam-se, não importa a cor, a raça ou classe social. “É criança?” Então pode juntar-se para brincar e brincar e brincar sem parar.

      E a tal bola? Esse objeto redondo que enfeitiça e hipnotiza a criançada. A bola é perseguida, chutada, jogada e amada. Quanto amor uma criança pode ter por uma bola? É claro que nem toda criança gosta de bola, principalmente meninas, mas se tiver uma bola por perto, nem que seja apenas para apanhá-la, apalpá-la, apertá-la contra o peito a criança não resistirá. É um amor incondicional.

      E tem criança de todo tipo: as arteiras que comandam as brincadeiras e se impõem, não tem medo de nada e geralmente aprontam estripulias. Já os quietinhos somente acompanham, esperam sua vez para brincar e a qualquer sinal de confusão ficam preocupados e até se entregam por isso. E por último os birrentos. Esses não querem saber, se forem contrariados põe a boca no mundo e choram como ninguém, ou melhor, fazem isso por querer, só para desarmar outras crianças e até mesmo e na maioria das vezes, os adultos. Os birrentos são os que dão mais trabalho.

      No parquinho há crianças de todo tipo... E brincam, brincam e brincam sem parar.

      A bola cruza o céu e uma tropa de meninos corre em disparada como num arrastão de alegria...

      Como é bom ser criança! No meu caso, como foi bom ser criança. E na verdade a gente acaba voltando à infância quando estamos perto da criançada brincando e sorrindo. Isso é bom. Faz-nos recordar a melhor época de nossas vidas.

      Eu e meu sobrinho de sete anos todo suado e sujo de areia de tanto brincar estávamos indo embora do parquinho naquela tarde e ele me disse todo alegre:

      - Tio... Quando eu crescer, vou querer ser jogador de futebol!

      Achei a escolha boa, se bem que um tanto comum para um menino de sete anos. Depois pensei um pouco na conjectura de voltar à minha infância e sair de um parquinho de mãos dadas com meu tio e se fosse para escolher meu próprio futuro iria dizer:

      - Tio... Quando eu crescer, vou querer ser criança.

Disponível em:<https://www.jornaluniao.com.br/noticias/artigos/quando-eu-crescer-quero-ser/>  . Acesso em: 24 jun. 2019.

De acordo com a interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1169601 Português

A youtuber vegana que enfureceu fãs

ao ser filmada comendo peixe


      Nas redes, Yovana é Rawvana e se transformou em ídola de crudiveganos ao compartilhar, desde 2013, seu estilo de vida e sua alimentação sem produtos de origem animal e à base de alimentos crus.

      Moradora de San Diego, na Califórnia (EUA), ela compartilhava vídeos em inglês e em espanhol e fotos com receitas elaboradas com produtos crus, tratamentos de desintoxicação e conselhos de beleza veganos.

      Magra e saudável, Rawvana passou a atrair uma legião de admiradores. Contava com mais de três milhões de seguidores, muitos deles fanáticos, se somadas suas contas no YouTube e no Instagram.

      Patrocinadores passaram a financiar parte do conteúdo produzido por Rawvana, que aparecia cercada de frutas, verduras e legumes suculentos, cenários dos sonhos para veganos.

      Rawvana tinha uma imagem quase perfeita. Mas um aparente deslize de uma amiga e dela própria, durante uma viagem a Bali, na Indonésia, levou a credibilidade de Rawvana ao chão.

      Paula Galindo, uma colombiana especialista em assuntos de beleza e conhecida como Pautips, expôs Rawvana ao publicar no Instagram um vídeo em que a vegana está prestes a comer. O problema? Havia um filé de peixe no prato.

      Prescrição médica

      A imagem viralizou. Dias depois, Rawvana gravou um vídeo pedindo desculpas.

      "Sinto muito pela maneira como descobriram sobre a minha recente mudança de dieta. Comecei a incluir alimentos por causa das minhas condições de saúde", diz a jovem, com uma expressão triste e voz às vezes agitada.

      Rawvana explica que passou os últimos anos doente. Sofre com anemia e seu intestino estava repleto de bactérias. Chegou a ter o ciclo menstrual comprometido.

      Ela contou que começou a consumir ovos e peixes por prescrição médica.

      "Não tinha compartilhado antes porque precisava de tempo para me curar, para me sentir bem, e aí contar para vocês."

      Ela disse que há três anos passou a comer alguns produtos cozidos, algo incompatível com o estilo de vida crudivegano que pregava.

      Mas, segundo Rawvana, foi apenas em janeiro que ela aceitou os conselhos médicos e passou a incorporar outros alimentos à dieta.

      Ela anunciou no vídeo em que pediu desculpas que pretende retomar a dieta vegana assim que sua saúde permitir.

      "Nas últimas semanas tenho me sentido melhor, com mais energia. Quero retomar a alimentação que compartilho com vocês".

      Críticas

      Rawvana foi muito criticada - e "trolada" - nas redes sociais por não ter contado antes que havia abandonado a dieta que dizia seguir.

      Entre os milhares de comentários gerados pelo vídeo em que aparece prestes a comer um peixe, também estão o de pessoas que alertam para o perigo de seguir conselhos de nutrição de uma pessoa que não é profissional e que promovia práticas equivocadas como jejum de água por 25 dias. 

      "Os youtubers não são médicos", escreveu uma usuária do Twitter, dizendo que também ficou doente ao seguir os conselhos de Rawvana.

      Houve até uma petição online lançada para recolher assinaturas de apoio ao pedido pelo fim do canal da vegana no YouTube "por ser fraudulento e não informar bem sobre o veganismo".

      Problemas de saúde

      A nutricionista Rhiannon Lambert disse ao jornal britânico The Telegraph que tem aumentado o número de pacientes com sintomas variados, mas todos provocados por uma má alimentação.

      Segundo Lambert, muitos casos graves, inclusive com transtornos alimentares, são de pessoas que seguiram conselhos de celebridades das redes sociais.

      No ano passado, a socióloga Zeynep Tufekci escreveu um artigo no jornal americano The New York Times com o título "YouTube, o grande radicalizador", no qual dizia que a plataforma de vídeos estava estimulando as pessoas a tomarem atitudes mais extremas na busca por cliques e por mais visualizações.

      "Vídeos sobre o vegetarianismo levaram aos vídeos sobre veganismo. Vídeos sobre caminhadas levaram aos vídeos sobre como correr ultramaratonas", escreveu Tufekci. "Parece que você nunca é 'duro' o suficiente para o algoritmo de recomendação do YouTube."

      O futuro de Rawvana e de suas redes sociais ainda é um mistério.

      Sem novas postagens desde o vídeo das desculpas (e tendo perdido milhares de seguidores e o apoio de várias marcas patrocinadoras), a jovem disse que seu principal objetivo agora é focar na recuperação completa de sua própria saúde.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-47710433 

O termo sublinhado no último parágrafo diz respeito a
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A youtuber vegana que enfureceu fãs

ao ser filmada comendo peixe


      Nas redes, Yovana é Rawvana e se transformou em ídola de crudiveganos ao compartilhar, desde 2013, seu estilo de vida e sua alimentação sem produtos de origem animal e à base de alimentos crus.

      Moradora de San Diego, na Califórnia (EUA), ela compartilhava vídeos em inglês e em espanhol e fotos com receitas elaboradas com produtos crus, tratamentos de desintoxicação e conselhos de beleza veganos.

      Magra e saudável, Rawvana passou a atrair uma legião de admiradores. Contava com mais de três milhões de seguidores, muitos deles fanáticos, se somadas suas contas no YouTube e no Instagram.

      Patrocinadores passaram a financiar parte do conteúdo produzido por Rawvana, que aparecia cercada de frutas, verduras e legumes suculentos, cenários dos sonhos para veganos.

      Rawvana tinha uma imagem quase perfeita. Mas um aparente deslize de uma amiga e dela própria, durante uma viagem a Bali, na Indonésia, levou a credibilidade de Rawvana ao chão.

      Paula Galindo, uma colombiana especialista em assuntos de beleza e conhecida como Pautips, expôs Rawvana ao publicar no Instagram um vídeo em que a vegana está prestes a comer. O problema? Havia um filé de peixe no prato.

      Prescrição médica

      A imagem viralizou. Dias depois, Rawvana gravou um vídeo pedindo desculpas.

      "Sinto muito pela maneira como descobriram sobre a minha recente mudança de dieta. Comecei a incluir alimentos por causa das minhas condições de saúde", diz a jovem, com uma expressão triste e voz às vezes agitada.

      Rawvana explica que passou os últimos anos doente. Sofre com anemia e seu intestino estava repleto de bactérias. Chegou a ter o ciclo menstrual comprometido.

      Ela contou que começou a consumir ovos e peixes por prescrição médica.

      "Não tinha compartilhado antes porque precisava de tempo para me curar, para me sentir bem, e aí contar para vocês."

      Ela disse que há três anos passou a comer alguns produtos cozidos, algo incompatível com o estilo de vida crudivegano que pregava.

      Mas, segundo Rawvana, foi apenas em janeiro que ela aceitou os conselhos médicos e passou a incorporar outros alimentos à dieta.

      Ela anunciou no vídeo em que pediu desculpas que pretende retomar a dieta vegana assim que sua saúde permitir.

      "Nas últimas semanas tenho me sentido melhor, com mais energia. Quero retomar a alimentação que compartilho com vocês".

      Críticas

      Rawvana foi muito criticada - e "trolada" - nas redes sociais por não ter contado antes que havia abandonado a dieta que dizia seguir.

      Entre os milhares de comentários gerados pelo vídeo em que aparece prestes a comer um peixe, também estão o de pessoas que alertam para o perigo de seguir conselhos de nutrição de uma pessoa que não é profissional e que promovia práticas equivocadas como jejum de água por 25 dias. 

      "Os youtubers não são médicos", escreveu uma usuária do Twitter, dizendo que também ficou doente ao seguir os conselhos de Rawvana.

      Houve até uma petição online lançada para recolher assinaturas de apoio ao pedido pelo fim do canal da vegana no YouTube "por ser fraudulento e não informar bem sobre o veganismo".

      Problemas de saúde

      A nutricionista Rhiannon Lambert disse ao jornal britânico The Telegraph que tem aumentado o número de pacientes com sintomas variados, mas todos provocados por uma má alimentação.

      Segundo Lambert, muitos casos graves, inclusive com transtornos alimentares, são de pessoas que seguiram conselhos de celebridades das redes sociais.

      No ano passado, a socióloga Zeynep Tufekci escreveu um artigo no jornal americano The New York Times com o título "YouTube, o grande radicalizador", no qual dizia que a plataforma de vídeos estava estimulando as pessoas a tomarem atitudes mais extremas na busca por cliques e por mais visualizações.

      "Vídeos sobre o vegetarianismo levaram aos vídeos sobre veganismo. Vídeos sobre caminhadas levaram aos vídeos sobre como correr ultramaratonas", escreveu Tufekci. "Parece que você nunca é 'duro' o suficiente para o algoritmo de recomendação do YouTube."

      O futuro de Rawvana e de suas redes sociais ainda é um mistério.

      Sem novas postagens desde o vídeo das desculpas (e tendo perdido milhares de seguidores e o apoio de várias marcas patrocinadoras), a jovem disse que seu principal objetivo agora é focar na recuperação completa de sua própria saúde.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-47710433 

A youtuber perdeu muitos seguidores e despertou a ira em outros, porque
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