Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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No texto 7, o segmento “ideia revolucionária” poderia ter trocado a ordem de suas palavras (revolucionária ideia) sem que isso modificasse suas classes gramaticais; a opção abaixo em que isso também ocorre é:
(Manoela Miklos. 25 de janeiro, 2019. Revista VEJA).
No terceiro parágrafo, o excerto “(...) fala do silenciamento sistemático do subalterno.”, o uso da aliteração conota:
(Oded Grajew, “O país que queremos”. Em: Folha de S.Paulo, 02.06.2019. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que Israel
Analise as afirmações a seguir.
I - Para desvendar a vida, é necessário projetar o futuro.
II - Se a observação do futuro trouxer benefícios, continue.
III - Caso isso não ocorra, desista e conforme-se com sua existência atual.
Está(ão)correta(s):
Situação das crianças e dos adolescentes no Brasil
o Brasil possui uma população de 206,1 milhões de pessoas, dos quais 57,6 milhões têm menos de 18 anos de idade (Estimativa IBGE para 2016). Mais da metade de todas as crianças e adolescentes brasileiros são afrodescendentes e um terço dos cerca de 820 mil indígenas do país é criança. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para desenvolver com plenitude todo o seu potencial. Nosso país é ainda um dos mais desiguais do mundo. Por exemplo, entre 1996 e 2006, a desnutrição crônica (medida pela baixa estatura da criança para a idade) caiu 50% no Brasil, passando de 13,4% para 6,7% das crianças menores de 5 anos. Esses bons resultados, no entanto, não alcançam toda a população. Cerca de 30% das crianças indígenas são afetadas por desnutrição crônica no país. Entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1 para 13,3 mortes para cada 1.000 nascidos vivos, de acordo com o Ministério da Saúde. Os avanços fizeram com que o país superasse a meta de redução da mortalidade infantil prevista nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) antes mesmo do prazo estabelecido. Contudo, desde 2015, em meio à crise econômica, o país entrou em um estado de alerta. Em 2016, pela primeira vez em 26 anos, as taxas de mortalidade infantil e na infância cresceram. De 2015 a 2016, por exemplo, a taxa de mortalidade infantil cresceu 5,3% (MS/SVS/CGIAE-SIM/Sinasc e Busca Ativa). E, desde 2015, as coberturas vacinais - que vinham se mantendo em patamares de excelência - entraram em uma tendência de queda. De 2015 a 2017, a cobertura vacinal da poliomielite caiu de 95% para 78,5%, e a da trípliceviral, de 96% para 85% (PNI). De 1990 a 2015, o percentual de crianças com idade escolar obrigatória fora da escola caiu de 19,6% para 6,5% (Pnad). No entanto, mesmo com tantos avanços, em 2015, 2,8 milhões de meninos e meninas ainda estavam fora da escola (Pnad, 2015). E essa exclusão escolar tem rosto e endereço: quem está fora da escola são os pobres, negros, indígenas e quilombolas. Uma parcela tem algum tipo de deficiência. E grande parte vive nas periferias dos grandes centros urbanos, no Semiárido, na Amazônia e na zona rural. Muitos deixam a escola para trabalhar e contribuir com a renda familiar. A face mais trágica das violações de direitos que afetam meninos e meninas no Brasil são os homicídios de adolescentes: a cada dia, 31 crianças e adolescentes são assassinados no país [estimativa do UNICEF baseada em dados do Datasus (2016)]-quase todos meninos, negros, moradores de favelas. O Brasil é o país com o maior número absoluto de adolescentes assassinados no mundo. Em 2015, foram 11.403 meninos e meninas de 10 a 19 anos vítimas de homicídios. Desses, 10.480 eram meninos - número maior do que o total de mortes violentas de meninos em países afetados por conflitos, como Síria e I raque. Mesmo tendo uma das legislações mais avançadas do mundo no que diz respeito à proteção da infância e da adolescência e, embora o país tenha feito grandes progressos em relação à sua população mais jovem, esses avanços não atingiram todas as crianças e todos os adolescentes brasileiros da mesma forma. Logo, é necessário adotar políticas públicas capazes de combater e superar as desigualdades geográficas, sociais e étnicas do país e celebrar a riqueza de sua diversidade.
Texto disponível em hUps:lf...vww.unicef.org/brazill situacao-das-criancas-e-dos-adolescentes-no-brasil# Acesso em 25 de junho de 2019. Adaptado.
O uso da palavra "plenitude" no 1º parágrafo sugere que:
I. “É desejável estudar a literatura encerrando-a na época em que foi criada, no que se poderia chamar sua contemporaneidade.” PORQUE II. “Satisfazer-se em compreender e explicar uma obra a partir das condições de sua época é penetrar as suas profundezas de sentido.” Assinale a alternativa correta.
Situação das crianças e dos adolescentes no Brasil
o Brasil possui uma população de 206,1 milhões de pessoas, dos quais 57,6 milhões têm menos de 18 anos de idade (Estimativa IBGE para 2016). Mais da metade de todas as crianças e adolescentes brasileiros são afrodescendentes e um terço dos cerca de 820 mil indígenas do país é criança. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para desenvolver com plenitude todo o seu potencial. Nosso país é ainda um dos mais desiguais do mundo. Por exemplo, entre 1996 e 2006, a desnutrição crônica (medida pela baixa estatura da criança para a idade) caiu 50% no Brasil, passando de 13,4% para 6,7% das crianças menores de 5 anos. Esses bons resultados, no entanto, não alcançam toda a população. Cerca de 30% das crianças indígenas são afetadas por desnutrição crônica no país. Entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1 para 13,3 mortes para cada 1.000 nascidos vivos, de acordo com o Ministério da Saúde. Os avanços fizeram com que o país superasse a meta de redução da mortalidade infantil prevista nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) antes mesmo do prazo estabelecido. Contudo, desde 2015, em meio à crise econômica, o país entrou em um estado de alerta. Em 2016, pela primeira vez em 26 anos, as taxas de mortalidade infantil e na infância cresceram. De 2015 a 2016, por exemplo, a taxa de mortalidade infantil cresceu 5,3% (MS/SVS/CGIAE-SIM/Sinasc e Busca Ativa). E, desde 2015, as coberturas vacinais - que vinham se mantendo em patamares de excelência - entraram em uma tendência de queda. De 2015 a 2017, a cobertura vacinal da poliomielite caiu de 95% para 78,5%, e a da trípliceviral, de 96% para 85% (PNI). De 1990 a 2015, o percentual de crianças com idade escolar obrigatória fora da escola caiu de 19,6% para 6,5% (Pnad). No entanto, mesmo com tantos avanços, em 2015, 2,8 milhões de meninos e meninas ainda estavam fora da escola (Pnad, 2015). E essa exclusão escolar tem rosto e endereço: quem está fora da escola são os pobres, negros, indígenas e quilombolas. Uma parcela tem algum tipo de deficiência. E grande parte vive nas periferias dos grandes centros urbanos, no Semiárido, na Amazônia e na zona rural. Muitos deixam a escola para trabalhar e contribuir com a renda familiar. A face mais trágica das violações de direitos que afetam meninos e meninas no Brasil são os homicídios de adolescentes: a cada dia, 31 crianças e adolescentes são assassinados no país [estimativa do UNICEF baseada em dados do Datasus (2016)]-quase todos meninos, negros, moradores de favelas. O Brasil é o país com o maior número absoluto de adolescentes assassinados no mundo. Em 2015, foram 11.403 meninos e meninas de 10 a 19 anos vítimas de homicídios. Desses, 10.480 eram meninos - número maior do que o total de mortes violentas de meninos em países afetados por conflitos, como Síria e I raque. Mesmo tendo uma das legislações mais avançadas do mundo no que diz respeito à proteção da infância e da adolescência e, embora o país tenha feito grandes progressos em relação à sua população mais jovem, esses avanços não atingiram todas as crianças e todos os adolescentes brasileiros da mesma forma. Logo, é necessário adotar políticas públicas capazes de combater e superar as desigualdades geográficas, sociais e étnicas do país e celebrar a riqueza de sua diversidade.
Texto disponível em hUps:lf...vww.unicef.org/brazill situacao-das-criancas-e-dos-adolescentes-no-brasil# Acesso em 25 de junho de 2019. Adaptado.
o trecho "número maior do que o total de mortes violentas de meninos em países afetados por conflitos, como Síria e Iraque" (6º parágrafo) traz, em relação à frase anterior, uma ideia de:
Assinale a alternativa que se aplica quanto ao trecho acima:
A corrida das patinetes
Se 2018 foi o ano em que as patinetes elétricas brotaram nas ruas de São Paulo, em 2019 a moda deve se espalhar pelo Brasil. Até aqui, a startup de bicicletas e patinetes compartilhadas Yellow corre pela denominação do mercado de e-scooters contra a Grin, mexicana que chegou ao país comprando a concorrente brasileira Ride e fazendo uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi.
Ambas captaram investimentos da ordem de 70 milhões de dólares. O jogo deve ficar mais pesado no ano que vem. As patinetes elétricas da americana Lime, que tem 455 milhões de dólares em investimentos, chegarão ao Brasil em 2019. Na mesma época, o gigante de mobilidade Uber lançará o serviço de bicicletas e patinetes elétricas Jump por aqui, enquanto prepara uma abertura de capital que o avalie em 120 bilhões de dólares. Os números mostram a agitação do mercado de transportes. Há um intervalo de 18 meses entre rodadas de investimentos recebidas pelas startups do setor, ante uma média de 24 meses nos demais segmentos, segundo a empresa de análises CB insights. Já a linha de chegada lucro – ainda não está no horizonte.
Disponível em Revista Exame – Edição 1176 – 26/12/2018.
A corrida das patinetes
Se 2018 foi o ano em que as patinetes elétricas brotaram nas ruas de São Paulo, em 2019 a moda deve se espalhar pelo Brasil. Até aqui, a startup de bicicletas e patinetes compartilhadas Yellow corre pela denominação do mercado de e-scooters contra a Grin, mexicana que chegou ao país comprando a concorrente brasileira Ride e fazendo uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi.
Ambas captaram investimentos da ordem de 70 milhões de dólares. O jogo deve ficar mais pesado no ano que vem. As patinetes elétricas da americana Lime, que tem 455 milhões de dólares em investimentos, chegarão ao Brasil em 2019. Na mesma época, o gigante de mobilidade Uber lançará o serviço de bicicletas e patinetes elétricas Jump por aqui, enquanto prepara uma abertura de capital que o avalie em 120 bilhões de dólares. Os números mostram a agitação do mercado de transportes. Há um intervalo de 18 meses entre rodadas de investimentos recebidas pelas startups do setor, ante uma média de 24 meses nos demais segmentos, segundo a empresa de análises CB insights. Já a linha de chegada lucro – ainda não está no horizonte.
Disponível em Revista Exame – Edição 1176 – 26/12/2018.
A bandeira holandesa estivera hasteada sobre as Índias Orientais por três séculos. Como o arquipélago indonésio era rico em petróleo e borracha, tinha importância vital para a economia holandesa. Terminada a guerra, o governo da Holanda pretendia seriamente resgatar aquele território assim que os japoneses se retirassem. A dúvida era se disporia de força militar suficiente para derrotar os indonésios e sua crescente resistência.
O líder dos indonésios, o enérgico presidente Sukarno, estava decidido. Para os milhares de indivíduos que ouviam seus discursos, ele parecia um mágico. Tal como Gandhi, era um tanto teatral, mas nada tinha de contemplativo ou melancólico. Sem abrir mão dos prazeres, era capaz de trabalhar duro e de cuidar dos detalhes, desde que os considerasse importantes. Dominava vários idiomas, inclusive três nativos da Indonésia: javanês, sundanês e balinês – sua mãe era de Bali. Graduado em Engenharia Civil, criou a reputação de agitador político contra os holandeses, e sua bravura o levou à prisão e ao exílio em um porto isolado. Quando os japoneses tomaram as Índias Orientais Neerlandesas, em 1942, ele se tornou o braço direito dos invasores, mas não um servo obediente. Após o súbito fim da ocupação, em agosto de 1945, Sukarno declarou o surgimento da nova nação da Indonésia. Sua base estava na sagrada cidade javanesa de Jogiakarta, perto do antigo templo de Borobodur. Nos três anos seguintes, o território sob seu controle se estenderia por metade da ilha de Java e a maior parte de Sumatra. Outros arquipélagos holandeses ficaram fora de seu controle direto. Em dezembro de 1949, a Indonésia se tornou uma nação.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 87).
Ainda do acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Sukarno criou fama de agitador político contra os irlandeses.
II – A base de Sukarno localizava-se na cidade de Borobodur.
III – Em razão de suas opiniões políticas, Sukarno foi preso e torturado.
A bandeira holandesa estivera hasteada sobre as Índias Orientais por três séculos. Como o arquipélago indonésio era rico em petróleo e borracha, tinha importância vital para a economia holandesa. Terminada a guerra, o governo da Holanda pretendia seriamente resgatar aquele território assim que os japoneses se retirassem. A dúvida era se disporia de força militar suficiente para derrotar os indonésios e sua crescente resistência.
O líder dos indonésios, o enérgico presidente Sukarno, estava decidido. Para os milhares de indivíduos que ouviam seus discursos, ele parecia um mágico. Tal como Gandhi, era um tanto teatral, mas nada tinha de contemplativo ou melancólico. Sem abrir mão dos prazeres, era capaz de trabalhar duro e de cuidar dos detalhes, desde que os considerasse importantes. Dominava vários idiomas, inclusive três nativos da Indonésia: javanês, sundanês e balinês – sua mãe era de Bali. Graduado em Engenharia Civil, criou a reputação de agitador político contra os holandeses, e sua bravura o levou à prisão e ao exílio em um porto isolado. Quando os japoneses tomaram as Índias Orientais Neerlandesas, em 1942, ele se tornou o braço direito dos invasores, mas não um servo obediente. Após o súbito fim da ocupação, em agosto de 1945, Sukarno declarou o surgimento da nova nação da Indonésia. Sua base estava na sagrada cidade javanesa de Jogiakarta, perto do antigo templo de Borobodur. Nos três anos seguintes, o território sob seu controle se estenderia por metade da ilha de Java e a maior parte de Sumatra. Outros arquipélagos holandeses ficaram fora de seu controle direto. Em dezembro de 1949, a Indonésia se tornou uma nação.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 87).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A bandeira irlandesa esteve hasteada sobre as Índias Orientais por três séculos.
II – Após o fim da guerra, os holandeses pretendiam reconquistar o território assim que os chineses se retirassem.
III – A personalidade de Sukarno era idêntica à de Gandhi.
IV – Sukarno falava fluentemente vários idiomas, incluindo balinês, javanês e sudanês.
Khruschov anunciou que não tomaria parte na disputa para chegar à Lua, mas seu país continuava na frente. Os russos enviaram a primeira mulher ao espaço – Valentina Tereshkova – e conseguiram que um de seus astronautas saísse da nave e passeasse no cosmos. Além disso, apenas um astronauta soviético perdeu a vida durante a primeira década de viagens espaciais. Para milhões de pessoas, a corrida espacial tornava-se fascinante quando tinha como destino pontos familiares do céu. O planeta Marte foi um dos primeiros. Com um décimo da massa da Terra, Marte supostamente abrigava organismos vivos. Foi Giovanni Schiaparelli, em seu observatório nos arredores de Milão, quem examinou Marte em 5 de setembro de 1877, dia em que o planeta estava próximo da Terra e a atmosfera sobre aquela cidade industrial estava limpa. Focalizando o distante astro com seu telescópio, acreditou ter avistado o contorno de 41 longos canais ou leitos de rio. Se fossem canais, argumentou, deveriam ser “obras de seres inteligentes”. A tão aguardada oportunidade de inspecionar os misteriosos canais chegou em 1965, quando uma nave norte-americana não tripulada, a Mariner 4, voou perto de Marte. Seus instrumentos não detectaram sinal de vida. Tal resultado foi confirmado onze anos mais tarde, quando dois robôs desceram, até a superfície do planeta. Milhares de fotografias e outras imagens transmitidas para a Terra revelaram um terreno frio e avermelhado, coberto de pedras e assolado por fortes ventos. Os preparativos para o pouso na Lua continuaram à custa de muito dinheiro. Por fim, em 16 de julho de 1969, na Flórida, um grande foguete, o Saturno V, foi lançado, levando uma espaçonave tripulada por três norte-americanos. Cinco dias mais tarde, Neil Armstrong pisou na superfície da Lua, tendo seus vagarosos passos observados por milhões de pessoas pela televisão.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 220).
Ainda de acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A russa Valentina Tereshkova foi a primeira mulher a pisar na Lua.
II – Os norte-americanos chegaram à Lua no ano de 1965.
III – A extensão do Planeta Terra corresponde à décima parte do Planeta Marte.
Khruschov anunciou que não tomaria parte na disputa para chegar à Lua, mas seu país continuava na frente. Os russos enviaram a primeira mulher ao espaço – Valentina Tereshkova – e conseguiram que um de seus astronautas saísse da nave e passeasse no cosmos. Além disso, apenas um astronauta soviético perdeu a vida durante a primeira década de viagens espaciais. Para milhões de pessoas, a corrida espacial tornava-se fascinante quando tinha como destino pontos familiares do céu. O planeta Marte foi um dos primeiros. Com um décimo da massa da Terra, Marte supostamente abrigava organismos vivos. Foi Giovanni Schiaparelli, em seu observatório nos arredores de Milão, quem examinou Marte em 5 de setembro de 1877, dia em que o planeta estava próximo da Terra e a atmosfera sobre aquela cidade industrial estava limpa. Focalizando o distante astro com seu telescópio, acreditou ter avistado o contorno de 41 longos canais ou leitos de rio. Se fossem canais, argumentou, deveriam ser “obras de seres inteligentes”. A tão aguardada oportunidade de inspecionar os misteriosos canais chegou em 1965, quando uma nave norte-americana não tripulada, a Mariner 4, voou perto de Marte. Seus instrumentos não detectaram sinal de vida. Tal resultado foi confirmado onze anos mais tarde, quando dois robôs desceram, até a superfície do planeta. Milhares de fotografias e outras imagens transmitidas para a Terra revelaram um terreno frio e avermelhado, coberto de pedras e assolado por fortes ventos. Os preparativos para o pouso na Lua continuaram à custa de muito dinheiro. Por fim, em 16 de julho de 1969, na Flórida, um grande foguete, o Saturno V, foi lançado, levando uma espaçonave tripulada por três norte-americanos. Cinco dias mais tarde, Neil Armstrong pisou na superfície da Lua, tendo seus vagarosos passos observados por milhões de pessoas pela televisão.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 220).
Considerando o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Apenas um soviético perdeu a vida na guerra.
II – Khruschov era soviético.
III – O primeiro ser humano a pisar na Lua foi Giovanni Schiaparelli.
A confiança dentro dos círculos militares alemães era enorme e, até o final de 1941, era fácil entender o porquê. Os exércitos de Hitler, ao conquistarem mais partes da Europa do que Napoleão jamais havia conquistado, pareciam prestes a tomar Moscou e talvez Leningrado na primavera seguinte. Era possível que o Japão subitamente atacasse a União Soviética pelo leste, enquanto os alemães continuariam a ataca-la do oeste, apertando o Urso Russo até a morte. As decisões japonesas, imprevisíveis para um observador distante, determinariam em parte os resultados da guerra, então em seu terceiro ano. Em Tóquio, os líderes sabiam que aquela era uma formidável oportunidade de derrotar o velho inimigo. Haviam lutado contra a Rússia em uma guerra vitoriosa nos anos de 1904-1905 e, muito rapidamente em um confronto armado sem resolução que começara na Mongólia em maio de 1939. Ali estava a oportunidade de investir decisivamente. Os russos deslocavam tanques, retirando-os da Sibéria e mandando-os para as proximidades de Moscou, para reforçar as defesas da cidade. Por outro lado, os japoneses tinham a oportunidade de lançar um ataque pelo sul contra as enfraquecidas colônias europeias que se estendiam desde Hong Kong e da Birmânia, sob domínio britânico, até as Índias Orientais Neerlandesas, ricas em petróleo.
(BLAINEY, Gooffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 144).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Havia a possibilidade de os japoneses atacarem os russos pelo oeste.
II – Os japoneses invadiram Leningrado no ano de 1939.
III – A Birmânia resistiu a ataques das tropas neerlandesas.
A confiança dentro dos círculos militares alemães era enorme e, até o final de 1941, era fácil entender o porquê. Os exércitos de Hitler, ao conquistarem mais partes da Europa do que Napoleão jamais havia conquistado, pareciam prestes a tomar Moscou e talvez Leningrado na primavera seguinte. Era possível que o Japão subitamente atacasse a União Soviética pelo leste, enquanto os alemães continuariam a ataca-la do oeste, apertando o Urso Russo até a morte. As decisões japonesas, imprevisíveis para um observador distante, determinariam em parte os resultados da guerra, então em seu terceiro ano. Em Tóquio, os líderes sabiam que aquela era uma formidável oportunidade de derrotar o velho inimigo. Haviam lutado contra a Rússia em uma guerra vitoriosa nos anos de 1904-1905 e, muito rapidamente em um confronto armado sem resolução que começara na Mongólia em maio de 1939. Ali estava a oportunidade de investir decisivamente. Os russos deslocavam tanques, retirando-os da Sibéria e mandando-os para as proximidades de Moscou, para reforçar as defesas da cidade. Por outro lado, os japoneses tinham a oportunidade de lançar um ataque pelo sul contra as enfraquecidas colônias europeias que se estendiam desde Hong Kong e da Birmânia, sob domínio britânico, até as Índias Orientais Neerlandesas, ricas em petróleo.
(BLAINEY, Gooffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 144).
Considerando o texto acima, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ao se comparar as conquistas de Hitler e Napoleão na Europa, pode-se afirmar que este conquistou mais território do que aquele.
II – Rússia e Japão jamais conflitaram entre si.
III – A Primeira Guerra Mundial teve início no ano de 1959.
Benito Mussolini convenceu os italianos de que podia fazer algo para resolver os problemas da pátria. E por algum tempo de fato conseguiu. Seu pai era ferreiro e também um revolucionário. Assim, deu ao filho o nome de uma figura revolucionária, Benito Juarez, o libertador do México. Sua mãe, Rosa, era a professora do povoado, uma católica devota que não queria revolução alguma. O jovem Benito, puxando um pouco ao pai e um pouco à mãe, queria ser professor e revolucionário. No início do século XX, após ser recusado como professor em diversas cidades, foi viver na Suíça. Talentoso com as palavras, tanto as escritas quanto as pronunciadas do alto das tribunas, Mussolini voltou à Itália para ser editor de jornais radicais em Forli, sua cidade natal, cuja publicação se chamava “Luta de Classes”, e em Trento, perto da fronteira com a Áustria. Suas opiniões lhe renderam algum tempo na prisão. Por fim, foi convidado a assumir a editoria do “Avanti”, jornal oficial dos socialistas. Quando a Primeira Guerra Mundial eclodiu, ele desafiou a posição dos socialistas – que queriam a neutralidade – e defendeu que a Itália tomasse parte na guerra contra os povos de língua alemã, os quais considerava inimigos naturais, uma vez que ocupavam parte do nordeste da Itália. Após a entrada do país na guerra, serviu como soldado nas geladas montanhas do norte, perto da fronteira austríaca. Em 1917, foi ferido pela explosão de uma granada. Seu período como soldado foi útil para a política – muitos veteranos de guerra acreditavam que, quando Mussolini falava em público, falava em nome deles. Combativo e ambicioso, o líder fundou o Partido Fascista, em Milão, em março de 1919, quatro meses depois do fim da guerra (...).
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 112).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Na Primeira Guerra Mundial, Benito Mussolini apoiava os alemães, pois os considerava amigos naturais.
II – A família de Benito Mussolini era católica e antirrevolucionária.
III – Benito Mussolini era um bom orador.
IV – Benito Mussolini foi ferido durante a guerra por um tiro de fuzil.
Benito Mussolini convenceu os italianos de que podia fazer algo para resolver os problemas da pátria. E por algum tempo de fato conseguiu. Seu pai era ferreiro e também um revolucionário. Assim, deu ao filho o nome de uma figura revolucionária, Benito Juarez, o libertador do México. Sua mãe, Rosa, era a professora do povoado, uma católica devota que não queria revolução alguma. O jovem Benito, puxando um pouco ao pai e um pouco à mãe, queria ser professor e revolucionário. No início do século XX, após ser recusado como professor em diversas cidades, foi viver na Suíça. Talentoso com as palavras, tanto as escritas quanto as pronunciadas do alto das tribunas, Mussolini voltou à Itália para ser editor de jornais radicais em Forli, sua cidade natal, cuja publicação se chamava “Luta de Classes”, e em Trento, perto da fronteira com a Áustria. Suas opiniões lhe renderam algum tempo na prisão. Por fim, foi convidado a assumir a editoria do “Avanti”, jornal oficial dos socialistas. Quando a Primeira Guerra Mundial eclodiu, ele desafiou a posição dos socialistas – que queriam a neutralidade – e defendeu que a Itália tomasse parte na guerra contra os povos de língua alemã, os quais considerava inimigos naturais, uma vez que ocupavam parte do nordeste da Itália. Após a entrada do país na guerra, serviu como soldado nas geladas montanhas do norte, perto da fronteira austríaca. Em 1917, foi ferido pela explosão de uma granada. Seu período como soldado foi útil para a política – muitos veteranos de guerra acreditavam que, quando Mussolini falava em público, falava em nome deles. Combativo e ambicioso, o líder fundou o Partido Fascista, em Milão, em março de 1919, quatro meses depois do fim da guerra (...).
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 112).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A mãe de Benito Juarez o batizou em homenagem a Benito Mussolini.
II – Benito foi professor de Direito em Milão.
III – Benito assumiu a editoria de um jornal antissocialista.
IV – Benito Mussolini fundou um partido, em Trento, meses após o término da Primeira Guerra Mundial.
Leia o texto abaixo e responda a questão
Preserve os bichos
A Terra já conheceu inúmeras espécies de animais. Muitas foram extintas como a dos dinossauros que viveram no planeta por cerca de 140 milhões de anos e desapareceram por consequência da queda de meteoros. São várias as causas da extinção de espécies pelo homem: caça indiscriminada, tráfico de animais, alteração do habitat através da destruição das matas, poluição do ar, da água e do solo. No Brasil, mais de 250 espécies de animais estão seriamente ameaçadas.
(Disponível em http://www2.uol.com.br)
Na questão, assinale a palavra que preenche corretamente a lacuna na frase:
O que ocasionou o desaparecimento dos
dinossauros?