Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3451528 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 
No penúltimo período do quinto parágrafo, a oração “que devem ser prioridade de controle em cada região do país” restringe o sentido do segmento “produtos”.
Alternativas
Q3451527 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 
Estariam mantidos a correção gramatical e o sentido original do texto caso o segmento “Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países” (primeiro período do sexto parágrafo) fosse assim reescrito: Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF. Essa colaboração incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países.
Alternativas
Q3451512 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

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O Projeto PeQui possibilita rastrear o ponto de origem das substâncias apreendidas, mapear as rotas de escoamento do tráfico e produzir evidências científicas para processos judiciais.
Alternativas
Q3451511 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

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Infere-se do texto que o UNODC é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.  
Alternativas
Q3451510 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

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A análise do Projeto PeQui revela não apenas função investigativa, mas também um mecanismo de inteligência estratégica capaz de identificar relações entre quadrilhas envolvidas no tráfico.  
Alternativas
Q3451509 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

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A descrição das atividades entre 1998 e 2005 demonstra que o UNODC contribuiu tanto para o treinamento policial quanto para o controle de precursores químicos. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: SANEPAR Provas: INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Administrador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Advogado | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Ambiental | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Analista de Informática | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Cartógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Arquiteto Urbanista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Jornalismo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Publicidade e Propaganda | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente Social | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bibliotecário | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Civil | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Biólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Controle e Automação | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Eletricista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bioquímico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Florestal | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Mecânico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Contador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Economista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Enfermeiro do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Agrônomo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Químico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Sanitarista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Segurança do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Psicólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Químico |
Q3450140 Português
Texto 1


Gemini: novo chat de voz por IA do Google funciona como assistente pessoal


13/08/2024 15h55


O Google anunciou nesta terça-feira, 13, em Mountain View, na Califórnia, a chegada do Gemini Live, ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai funcionar como um assistente de voz por todo o ecossistema de produtos da empresa no celular. A apresentação foi feita durante o Made by Google 2024, evento em que a companhia apresenta suas maiores novidades e lançamentos e dispositivos.


Entre os novos produtos do Google, o que se destacou foram as novas atualizações - que foram testadas ao vivo e falharam algumas vezes - para a Gemini, a inteligência artificial (IA) da marca. O evento também marcou a chegada da nova linha de celulares Pixel 9, que não estarão disponíveis no Brasil. 


A maior novidade do Gemini é que, agora, a IA vai além do texto e interligará todo o celular, com dados de agenda, calendário, fotos e mais. O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal - uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu o suporte a várias funções em janeiro deste ano. Com 10 opções de vozes - muito fluidas e realmente parecida com a de humanos - é possível “conversar” com a IA e, até mesmo, interrompê-la sem precisar apertar botões.


Além disso, a IA terá acesso a aplicativos do celular, como Google Fotos, calendário e e-mail, integrando os serviços sempre que o usuário fizer um pedido pelo chat de voz, que vai funcionar com o aplicativo do Gemini. Por exemplo, o usuário pode tirar foto de um cartaz com datas de uma turnê de um artista e perguntar ao Gemini se, no dia do show, já possui algum compromisso marcado no calendário.


O recurso, demonstrado ao vivo pela empresa durante o evento, funcionou, mas não sem engasgar: foi preciso três tentativas para que o Gemini entendesse que era preciso cruzar os dados do cartaz - uma turnê da cantora pop Sabrina Carpenter - com o calendário do usuário no celular.


Outro novo recurso é que, ao assistir um vídeo no YouTube, por exemplo, o usuário poderá pedir para a IA descrever o que está acontecendo no vídeo ou, até mesmo, listar os itens que aparecem na tela.


O usuário também vai poder pedir para que o Gemini crie uma playlist específica, apenas sugerindo a finalidade e o tipo de música que deseja ouvir. O exemplo dado no evento foi para que a assistente pessoal criasse uma playlist para caminhar na cidade de Seul. 


O Gemini também contará com recursos parecidos com os dos chatbots, como pedir para que a assistente escreva e-mails, rascunhos ou mensagens. O recurso, como o ajude-me a escrever no e-mail e no Google Docs, por exemplo, já está disponível em português no Brasil.


Por enquanto, os recursos estão disponíveis para assinantes do Gemini Advanced. Segundo o Google, as novas funções estão prontas e poderão ser encontradas em aparelhos Samsung e Pixel ainda nesta terça-feira. Outros smartphones de sistema Android devem receber as atualizações nas próximas semanas.


Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agenciaestado/2024/08/13/gemini-novo-chat-de-voz-por-ia-do-googlefunciona-como-assistente-pessoal.htm. Acesso em: 15 ago. 2024.
De acordo com as informações presentes no Texto 1, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: SANEPAR Provas: INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Administrador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Advogado | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Ambiental | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Analista de Informática | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Cartógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Arquiteto Urbanista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Jornalismo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Publicidade e Propaganda | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente Social | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bibliotecário | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Civil | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Biólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Controle e Automação | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Eletricista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bioquímico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Florestal | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Mecânico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Contador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Economista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Enfermeiro do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Agrônomo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Químico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Sanitarista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Segurança do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Psicólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Químico |
Q3450139 Português
Texto 1


Gemini: novo chat de voz por IA do Google funciona como assistente pessoal


13/08/2024 15h55


O Google anunciou nesta terça-feira, 13, em Mountain View, na Califórnia, a chegada do Gemini Live, ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai funcionar como um assistente de voz por todo o ecossistema de produtos da empresa no celular. A apresentação foi feita durante o Made by Google 2024, evento em que a companhia apresenta suas maiores novidades e lançamentos e dispositivos.


Entre os novos produtos do Google, o que se destacou foram as novas atualizações - que foram testadas ao vivo e falharam algumas vezes - para a Gemini, a inteligência artificial (IA) da marca. O evento também marcou a chegada da nova linha de celulares Pixel 9, que não estarão disponíveis no Brasil. 


A maior novidade do Gemini é que, agora, a IA vai além do texto e interligará todo o celular, com dados de agenda, calendário, fotos e mais. O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal - uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu o suporte a várias funções em janeiro deste ano. Com 10 opções de vozes - muito fluidas e realmente parecida com a de humanos - é possível “conversar” com a IA e, até mesmo, interrompê-la sem precisar apertar botões.


Além disso, a IA terá acesso a aplicativos do celular, como Google Fotos, calendário e e-mail, integrando os serviços sempre que o usuário fizer um pedido pelo chat de voz, que vai funcionar com o aplicativo do Gemini. Por exemplo, o usuário pode tirar foto de um cartaz com datas de uma turnê de um artista e perguntar ao Gemini se, no dia do show, já possui algum compromisso marcado no calendário.


O recurso, demonstrado ao vivo pela empresa durante o evento, funcionou, mas não sem engasgar: foi preciso três tentativas para que o Gemini entendesse que era preciso cruzar os dados do cartaz - uma turnê da cantora pop Sabrina Carpenter - com o calendário do usuário no celular.


Outro novo recurso é que, ao assistir um vídeo no YouTube, por exemplo, o usuário poderá pedir para a IA descrever o que está acontecendo no vídeo ou, até mesmo, listar os itens que aparecem na tela.


O usuário também vai poder pedir para que o Gemini crie uma playlist específica, apenas sugerindo a finalidade e o tipo de música que deseja ouvir. O exemplo dado no evento foi para que a assistente pessoal criasse uma playlist para caminhar na cidade de Seul. 


O Gemini também contará com recursos parecidos com os dos chatbots, como pedir para que a assistente escreva e-mails, rascunhos ou mensagens. O recurso, como o ajude-me a escrever no e-mail e no Google Docs, por exemplo, já está disponível em português no Brasil.


Por enquanto, os recursos estão disponíveis para assinantes do Gemini Advanced. Segundo o Google, as novas funções estão prontas e poderão ser encontradas em aparelhos Samsung e Pixel ainda nesta terça-feira. Outros smartphones de sistema Android devem receber as atualizações nas próximas semanas.


Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agenciaestado/2024/08/13/gemini-novo-chat-de-voz-por-ia-do-googlefunciona-como-assistente-pessoal.htm. Acesso em: 15 ago. 2024.
Após a leitura e interpretação, é correto afirmar que o Texto 1
Alternativas
Q3447997 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
A expectativa de vida dos brasileiros também sofre modificação.
De acordo com o texto base, qual é a tendência demográfica destacada em relação à população idosa no Brasil? 
Alternativas
Q3446212 Português
A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA E O VALOR DO SILÊNCIO


(1º§) O silêncio não é a negação da palavra, como a palavra não é tampouco a negação do silêncio. Eu penso que há silêncios eloquentes, como há também palavras vãs. É, precisamente, a continuidade entre um estado e outro que forma a trama completa de nossa vida do espírito.

(2º§) É na riqueza do nosso silêncio interior que se forma a qualidade de nossas manifestações verbais. Como é na riqueza de sua repercussão no silêncio posterior que reside o sentido mais profundo no nosso privilégio verbal.

(3º§) O homem é a única criatura que fala, que raciocina. Mas é também a única que sabe dar ao silêncio o seu sentido profundo. O silêncio dos seres humanos, das pedras, das florestas, dos animais, só tem sentido para nós, seres verbais, que damos um significado positivo, poético, filosófico, religioso a este silêncio das coisas e dos seres infra-humanos. Como o rumor de nossas palavras só tem sentido porque nelas se reflete o mundo infinito que está para lá de sua sonoridade, o mundo dos sentimentos, das ideias e das grandes realidades.

(4º§) A palavra e o silêncio formam uma expressão que pode ser interpretada de diversas maneiras. Em um sentido geral, a palavra pode ser vista como um meio de comunicação, enquanto o silêncio pode ser visto como uma ausência de comunicação. Reflita sobre as possibilidades de entender o sentido da palavra e do silêncio.

(5º§) No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso. Em alguns casos, acho que o silêncio pode ser mais significativo do que as palavras, enquanto em outros casos, as palavras podem ser mais poderosas do que o silêncio. No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso.

(6º§) Em um poema de Eugénio de Andrade, a palavra e o silêncio são explorados em profundidade. O poema começa assim: “A palavra é um gesto que se faz no silêncio”. Essa expressão sugere que a palavra e o silêncio estão intimamente ligados.

(7º§) A palavra só pode ser ouvida porque existe um silêncio ao seu redor. Além disso, o silêncio pode ser visto e/ou entendido como uma forma de comunicação em si mesmo.

(8º§) Às vezes, o silêncio pode ser mais poderoso do que as palavras, pois pode transmitir emoções e sentimentos que as palavras não são capazes de expressar. É importante entender ambos, em razão do que cada qual pode transmitir por si somente.


(Tristão de Athayde - era o pseudônimo de Alceu de Amoroso Lima (1893-1983), editor, escritor, cronista e crítico literário. Membro da Academia Brasileira de Letras.) – (Texto adaptado)
Analise as assertivas com o código: F(Fato) ou O(Opinião). Em seguida, marque a alternativa com a série correta.

I – Em alguns casos, acho que o silêncio pode ser mais significativo do que as palavras, enquanto em outros casos, as palavras podem ser mais poderosas do que o silêncio.
II – O silêncio não é a negação da palavra.
III – O homem é a única criatura que fala, que raciocina.
IV – Eu penso que há silêncios eloquentes, como há também palavras vãs.
Alternativas
Q3446206 Português
A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA E O VALOR DO SILÊNCIO


(1º§) O silêncio não é a negação da palavra, como a palavra não é tampouco a negação do silêncio. Eu penso que há silêncios eloquentes, como há também palavras vãs. É, precisamente, a continuidade entre um estado e outro que forma a trama completa de nossa vida do espírito.

(2º§) É na riqueza do nosso silêncio interior que se forma a qualidade de nossas manifestações verbais. Como é na riqueza de sua repercussão no silêncio posterior que reside o sentido mais profundo no nosso privilégio verbal.

(3º§) O homem é a única criatura que fala, que raciocina. Mas é também a única que sabe dar ao silêncio o seu sentido profundo. O silêncio dos seres humanos, das pedras, das florestas, dos animais, só tem sentido para nós, seres verbais, que damos um significado positivo, poético, filosófico, religioso a este silêncio das coisas e dos seres infra-humanos. Como o rumor de nossas palavras só tem sentido porque nelas se reflete o mundo infinito que está para lá de sua sonoridade, o mundo dos sentimentos, das ideias e das grandes realidades.

(4º§) A palavra e o silêncio formam uma expressão que pode ser interpretada de diversas maneiras. Em um sentido geral, a palavra pode ser vista como um meio de comunicação, enquanto o silêncio pode ser visto como uma ausência de comunicação. Reflita sobre as possibilidades de entender o sentido da palavra e do silêncio.

(5º§) No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso. Em alguns casos, acho que o silêncio pode ser mais significativo do que as palavras, enquanto em outros casos, as palavras podem ser mais poderosas do que o silêncio. No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso.

(6º§) Em um poema de Eugénio de Andrade, a palavra e o silêncio são explorados em profundidade. O poema começa assim: “A palavra é um gesto que se faz no silêncio”. Essa expressão sugere que a palavra e o silêncio estão intimamente ligados.

(7º§) A palavra só pode ser ouvida porque existe um silêncio ao seu redor. Além disso, o silêncio pode ser visto e/ou entendido como uma forma de comunicação em si mesmo.

(8º§) Às vezes, o silêncio pode ser mais poderoso do que as palavras, pois pode transmitir emoções e sentimentos que as palavras não são capazes de expressar. É importante entender ambos, em razão do que cada qual pode transmitir por si somente.


(Tristão de Athayde - era o pseudônimo de Alceu de Amoroso Lima (1893-1983), editor, escritor, cronista e crítico literário. Membro da Academia Brasileira de Letras.) – (Texto adaptado)
Sobre os componentes textuais, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – O (1º§) exemplifica opinião apresentada pelo enunciador da mensagem textual.
II – A expressão: “palavras vãs” remete o interlocutor / leitor à ideia de “palavras inúteis, desprovidas de conteúdo significativo”.
III – As palavras: “não”; “negação”; “tampouco” se relacionam pelo sentido usado na mensagem do (1º§).
IV – O adjetivo: “eloquentes” refere-se ao poder de convencer ou comover, ao talento para convencer, relacionando-se, portanto, à “persuasão”.
Alternativas
Q3444917 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


Após a leitura da reportagem apresentada, podese dizer que o breaking, nova modalidade olímpica:
Alternativas
Q3444537 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/
O objetivo do gênero textual apresentado é 
Alternativas
Q3443782 Português

        O ciclo de vida de um produto é uma diligência de se reconhecer os estágios no seu histórico de vendas. Correlatos a esses estágios, existem perspectivas e reveses díspares com relação à estratégia de marketing e ao potencial de lucro pela identificação do estágio em que o produto se encontra, ou para o qual pode estar se encaminhando.



        A introdução é o período de crescimento moroso à medida que o produto é introduzido no mercado. Os lucros são praticamente quiméricos nesse estágio devido às colossais despesas com a sua introdução no mercado, no intuito de conquistar o consumidor. O crescimento é um período de vertiginosa aceitação por parte do mercado e de melhoria substancial no lucro. 



        A ponte é um ponto de interseção entre o segundo e o terceiro estágio. Não é nada representativa, porém necessária. A maturidade é um período de ínfimo ritmo de crescimento das vendas porque o produto alcançou a dileção da maioria dos compradores em potencial. Os lucros atingem o pico nesse período e começam a declinar por causa das crescentes despesas de marketing para manter a posição do produto contra a concorrência. Conquanto haja estratégias implementadas, o declínio aduz um período em que as vendas continuam numa forte inclinação decrescente e os lucros sofrem rápida erosão em direção ao ponto zero. 


Fonte: Mattos, M. et al. Marketing estratégico para organizações e empreendedores. São Paulo: Atlas, 2019.

Ao analisar o ciclo de vida de um produto em relação ao reconhecimento da fase em que se encontra, é pertinente afirmar:
Alternativas
Q3442087 Português
Leia a seguir a crônica “Um sonho”, de Clarice Lispector, e responda a questão.

Um sonho

Foi um sonho tão forte que acreditei nele por minutos como uma realidade. Sonhei que aquele dia era Ano-Novo. E quando abri os olhos cheguei a dizer: Feliz Ano-Novo!

Não entendo de sonhos. Mas este me parece um profundo desejo de mudança de vida. Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue.
Considerando a crônica, responda assinalando a opção da resposta correta.
De acordo com a autora da crônica, por que mudar é um processo difícil?
Alternativas
Q3442086 Português
Leia a seguir a crônica “Um sonho”, de Clarice Lispector, e responda a questão.

Um sonho

Foi um sonho tão forte que acreditei nele por minutos como uma realidade. Sonhei que aquele dia era Ano-Novo. E quando abri os olhos cheguei a dizer: Feliz Ano-Novo!

Não entendo de sonhos. Mas este me parece um profundo desejo de mudança de vida. Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue.
Qual é a principal reação da autora em relação ao sonho mencionado na crônica? 
Alternativas
Q3442085 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Machado de Assis terá edição digital

No ano do centenário de sua morte, Machado de Assis será homenageado com a publicação de uma edição especial de suas obras em formato digital. Preparada pela equipe do Portal Domínio Público, em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina, a edição contará com 42 títulos da obra machadiana e poderá ser baixada gratuitamente pela Internet. O lançamento está previsto para o dia 29 de setembro, data do centenário de falecimento do escritor. Considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, o autor carioca deixou um legado de importância cultural incontestável. Frases emblemáticas como “Ao vencedor, as batatas" nos remetem imediatamente a Quincas Borba que, ao lado de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, figura entre as obras-primas machadianas. As três já estão previstas na composição da edição digital. Além dessas, o Especial Machado de Assis contará também com livros dos mais diversos gêneros literários explorados pelo autor: crônicas, contos, poesias, romances e críticas. Segundo o coordenador do Portal Domínio Público, Marco Antônio Rodrigues, o objetivo é digitalizar as melhores edições críticas disponíveis. “Queremos fazer com que esta edição se torne uma referência em termos de reprodução de obras machadianas em formato digital”, explicou. Ele ressaltou que, apesar de já estarem disponíveis no portal 322 arquivos do escritor, não há ainda uma coleção organizada em volumes, que obedeça a critérios explícitos e que disponha de uma preparação didática.
Ainda segundo a leitura do texto: Machado de Assis terá edição digital, responda à pergunta a seguir:
O que o coordenador do Portal Domínio Público aponta como objetivo da edição especial das obras de Machado de Assis?
Alternativas
Q3442084 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Machado de Assis terá edição digital

No ano do centenário de sua morte, Machado de Assis será homenageado com a publicação de uma edição especial de suas obras em formato digital. Preparada pela equipe do Portal Domínio Público, em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina, a edição contará com 42 títulos da obra machadiana e poderá ser baixada gratuitamente pela Internet. O lançamento está previsto para o dia 29 de setembro, data do centenário de falecimento do escritor. Considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, o autor carioca deixou um legado de importância cultural incontestável. Frases emblemáticas como “Ao vencedor, as batatas" nos remetem imediatamente a Quincas Borba que, ao lado de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, figura entre as obras-primas machadianas. As três já estão previstas na composição da edição digital. Além dessas, o Especial Machado de Assis contará também com livros dos mais diversos gêneros literários explorados pelo autor: crônicas, contos, poesias, romances e críticas. Segundo o coordenador do Portal Domínio Público, Marco Antônio Rodrigues, o objetivo é digitalizar as melhores edições críticas disponíveis. “Queremos fazer com que esta edição se torne uma referência em termos de reprodução de obras machadianas em formato digital”, explicou. Ele ressaltou que, apesar de já estarem disponíveis no portal 322 arquivos do escritor, não há ainda uma coleção organizada em volumes, que obedeça a critérios explícitos e que disponha de uma preparação didática.
Qual é o motivo da edição especial das obras de Machado de Assis?
Alternativas
Q3440484 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



https://psicogenese.hvirtua.com/modelo-de-teste-o-leao-e-o-rato/

Em “– Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém!”, o Leão revela, EXCETO:
Alternativas
Q3440483 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



https://psicogenese.hvirtua.com/modelo-de-teste-o-leao-e-o-rato/

Sobre o texto, é correto afirmar que é 
Alternativas
Respostas
2261: C
2262: E
2263: C
2264: E
2265: C
2266: C
2267: B
2268: A
2269: B
2270: A
2271: E
2272: C
2273: D
2274: B
2275: B
2276: C
2277: D
2278: D
2279: B
2280: E