Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1734318 Português
A mortalidade por câncer vem caindo, mas ainda há muito mais a fazer

    Somente em 2019, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que mais de 600 mil pessoas serão diagnosticadas com câncer em algum órgão do corpo (taxa estimada de mais de 160 novos casos por 100 mil habitantes por ano), e que mais 240 mil brasileiros morrerão dessa doença. É a segunda causa de morte no Brasil e provavelmente suplantará as mortes por doenças cardiovasculares já na próxima década.
    Todos os países do mundo estão preocupados com a incidência de tumores malignos, seu impacto na saúde da população, os gastos no tratamento e no cuidado de pacientes com câncer (nos Estados Unidos, prevê-se um gasto superior a 80 bilhões de dólares por ano). Estudos científicos nas últimas três décadas criaram um conhecimento fundamentado a respeito das causas do câncer, e de fatores de risco que aumentam a sua ocorrência. Houve intensa campanha para aumentar a conscientização da população na prevenção e na detecção precoce (em fase altamente curável) da doença, e na otimização dos tratamentos e do acesso aos cuidados adequados para toda a população, principalmente os menos favorecidos da sociedade. Este último item tem sido o mais difícil de implementar, por deficiências estruturais e de políticas públicas, no Brasil e na maioria dos países. A eficiência da prevenção suplanta os esforços com o tratamento.
    Recentemente, um estudo extenso realizado por estatísticos da Sociedade Americana de Câncer, liderados por A. Jemal, e publicado na revista CA: Cancer Journal, analisou 30 anos de evolução da mortalidade por câncer nos Estados Unidos, com base em dados detalhados no registro nacional. O estudo apresentou boas e más notícias. A má notícia é que, infelizmente, apesar dos avanços científicos e médicos, esse conhecimento não tem sido colocado em prática de forma consistente e equitativa através de toda a população americana, diminuindo as chances de atingir as metas estabelecidas de redução (33,5%) da mortalidade por câncer em 2035, comparada com 2015. As notícias boas vieram da óbvia diminuição de número de óbitos por tumores malignos. Menos que o desejado, mas significativa.
    Os cientistas concluíram que, “se a prevalência dos fatores de risco e os programas de detecção precoce forem otimizados (redução drástica de tabagismo, de obesidade, aumento do consumo diário de frutas e legumes por 100 gramas, a quantidade de fibra na dieta por 10 gramas, o cálcio na dieta por 200 miligramas, redução do consumo diário de carne vermelha e carne processada por 50 gramas, do consumo de bebidas alcoólicas por uma dose por dia, aumentar a atividade física diária e atingir taxas de exames de detecção precoce de câncer de mama e de intestino de 90% da população-alvo), a taxa de mortalidade por câncer em 2035 será pelo menos 33,5% inferior à observada em 2015”.
    A Sociedade Americana de Câncer está pressionando as autoridades de saúde a criarem condições reais para melhorar a pesquisa médica, ao mesmo tempo que implementem políticas de saúde baseadas principalmente na prevenção e na detecção precoce, a atingir de forma equitativa e consistente toda a população dos Estados Unidos.

(https://www.cartacapital.com.br/saude/a-mortalidade-por-cancer-vemcaindo-mas-ainda-ha-muito-mais-a-fazer/ Acesso em 20/09/2019)
No que se refere ao emprego dos recursos morfológicos no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1734315 Português
A mortalidade por câncer vem caindo, mas ainda há muito mais a fazer

    Somente em 2019, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que mais de 600 mil pessoas serão diagnosticadas com câncer em algum órgão do corpo (taxa estimada de mais de 160 novos casos por 100 mil habitantes por ano), e que mais 240 mil brasileiros morrerão dessa doença. É a segunda causa de morte no Brasil e provavelmente suplantará as mortes por doenças cardiovasculares já na próxima década.
    Todos os países do mundo estão preocupados com a incidência de tumores malignos, seu impacto na saúde da população, os gastos no tratamento e no cuidado de pacientes com câncer (nos Estados Unidos, prevê-se um gasto superior a 80 bilhões de dólares por ano). Estudos científicos nas últimas três décadas criaram um conhecimento fundamentado a respeito das causas do câncer, e de fatores de risco que aumentam a sua ocorrência. Houve intensa campanha para aumentar a conscientização da população na prevenção e na detecção precoce (em fase altamente curável) da doença, e na otimização dos tratamentos e do acesso aos cuidados adequados para toda a população, principalmente os menos favorecidos da sociedade. Este último item tem sido o mais difícil de implementar, por deficiências estruturais e de políticas públicas, no Brasil e na maioria dos países. A eficiência da prevenção suplanta os esforços com o tratamento.
    Recentemente, um estudo extenso realizado por estatísticos da Sociedade Americana de Câncer, liderados por A. Jemal, e publicado na revista CA: Cancer Journal, analisou 30 anos de evolução da mortalidade por câncer nos Estados Unidos, com base em dados detalhados no registro nacional. O estudo apresentou boas e más notícias. A má notícia é que, infelizmente, apesar dos avanços científicos e médicos, esse conhecimento não tem sido colocado em prática de forma consistente e equitativa através de toda a população americana, diminuindo as chances de atingir as metas estabelecidas de redução (33,5%) da mortalidade por câncer em 2035, comparada com 2015. As notícias boas vieram da óbvia diminuição de número de óbitos por tumores malignos. Menos que o desejado, mas significativa.
    Os cientistas concluíram que, “se a prevalência dos fatores de risco e os programas de detecção precoce forem otimizados (redução drástica de tabagismo, de obesidade, aumento do consumo diário de frutas e legumes por 100 gramas, a quantidade de fibra na dieta por 10 gramas, o cálcio na dieta por 200 miligramas, redução do consumo diário de carne vermelha e carne processada por 50 gramas, do consumo de bebidas alcoólicas por uma dose por dia, aumentar a atividade física diária e atingir taxas de exames de detecção precoce de câncer de mama e de intestino de 90% da população-alvo), a taxa de mortalidade por câncer em 2035 será pelo menos 33,5% inferior à observada em 2015”.
    A Sociedade Americana de Câncer está pressionando as autoridades de saúde a criarem condições reais para melhorar a pesquisa médica, ao mesmo tempo que implementem políticas de saúde baseadas principalmente na prevenção e na detecção precoce, a atingir de forma equitativa e consistente toda a população dos Estados Unidos.

(https://www.cartacapital.com.br/saude/a-mortalidade-por-cancer-vemcaindo-mas-ainda-ha-muito-mais-a-fazer/ Acesso em 20/09/2019)
Os elementos ou mecanismos de coesão possuem a funcionalidade de estabelecer uma conexão de ideias no texto. Nos fragmentos a seguir, indique a alternativa cujo sentido não condiz com essa função.
Alternativas
Q1734312 Português
A mortalidade por câncer vem caindo, mas ainda há muito mais a fazer

    Somente em 2019, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que mais de 600 mil pessoas serão diagnosticadas com câncer em algum órgão do corpo (taxa estimada de mais de 160 novos casos por 100 mil habitantes por ano), e que mais 240 mil brasileiros morrerão dessa doença. É a segunda causa de morte no Brasil e provavelmente suplantará as mortes por doenças cardiovasculares já na próxima década.
    Todos os países do mundo estão preocupados com a incidência de tumores malignos, seu impacto na saúde da população, os gastos no tratamento e no cuidado de pacientes com câncer (nos Estados Unidos, prevê-se um gasto superior a 80 bilhões de dólares por ano). Estudos científicos nas últimas três décadas criaram um conhecimento fundamentado a respeito das causas do câncer, e de fatores de risco que aumentam a sua ocorrência. Houve intensa campanha para aumentar a conscientização da população na prevenção e na detecção precoce (em fase altamente curável) da doença, e na otimização dos tratamentos e do acesso aos cuidados adequados para toda a população, principalmente os menos favorecidos da sociedade. Este último item tem sido o mais difícil de implementar, por deficiências estruturais e de políticas públicas, no Brasil e na maioria dos países. A eficiência da prevenção suplanta os esforços com o tratamento.
    Recentemente, um estudo extenso realizado por estatísticos da Sociedade Americana de Câncer, liderados por A. Jemal, e publicado na revista CA: Cancer Journal, analisou 30 anos de evolução da mortalidade por câncer nos Estados Unidos, com base em dados detalhados no registro nacional. O estudo apresentou boas e más notícias. A má notícia é que, infelizmente, apesar dos avanços científicos e médicos, esse conhecimento não tem sido colocado em prática de forma consistente e equitativa através de toda a população americana, diminuindo as chances de atingir as metas estabelecidas de redução (33,5%) da mortalidade por câncer em 2035, comparada com 2015. As notícias boas vieram da óbvia diminuição de número de óbitos por tumores malignos. Menos que o desejado, mas significativa.
    Os cientistas concluíram que, “se a prevalência dos fatores de risco e os programas de detecção precoce forem otimizados (redução drástica de tabagismo, de obesidade, aumento do consumo diário de frutas e legumes por 100 gramas, a quantidade de fibra na dieta por 10 gramas, o cálcio na dieta por 200 miligramas, redução do consumo diário de carne vermelha e carne processada por 50 gramas, do consumo de bebidas alcoólicas por uma dose por dia, aumentar a atividade física diária e atingir taxas de exames de detecção precoce de câncer de mama e de intestino de 90% da população-alvo), a taxa de mortalidade por câncer em 2035 será pelo menos 33,5% inferior à observada em 2015”.
    A Sociedade Americana de Câncer está pressionando as autoridades de saúde a criarem condições reais para melhorar a pesquisa médica, ao mesmo tempo que implementem políticas de saúde baseadas principalmente na prevenção e na detecção precoce, a atingir de forma equitativa e consistente toda a população dos Estados Unidos.

(https://www.cartacapital.com.br/saude/a-mortalidade-por-cancer-vemcaindo-mas-ainda-ha-muito-mais-a-fazer/ Acesso em 20/09/2019)
Pode-se afirmar que o texto tem por objetivo:
Alternativas
Q1734311 Português
A mortalidade por câncer vem caindo, mas ainda há muito mais a fazer

    Somente em 2019, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que mais de 600 mil pessoas serão diagnosticadas com câncer em algum órgão do corpo (taxa estimada de mais de 160 novos casos por 100 mil habitantes por ano), e que mais 240 mil brasileiros morrerão dessa doença. É a segunda causa de morte no Brasil e provavelmente suplantará as mortes por doenças cardiovasculares já na próxima década.
    Todos os países do mundo estão preocupados com a incidência de tumores malignos, seu impacto na saúde da população, os gastos no tratamento e no cuidado de pacientes com câncer (nos Estados Unidos, prevê-se um gasto superior a 80 bilhões de dólares por ano). Estudos científicos nas últimas três décadas criaram um conhecimento fundamentado a respeito das causas do câncer, e de fatores de risco que aumentam a sua ocorrência. Houve intensa campanha para aumentar a conscientização da população na prevenção e na detecção precoce (em fase altamente curável) da doença, e na otimização dos tratamentos e do acesso aos cuidados adequados para toda a população, principalmente os menos favorecidos da sociedade. Este último item tem sido o mais difícil de implementar, por deficiências estruturais e de políticas públicas, no Brasil e na maioria dos países. A eficiência da prevenção suplanta os esforços com o tratamento.
    Recentemente, um estudo extenso realizado por estatísticos da Sociedade Americana de Câncer, liderados por A. Jemal, e publicado na revista CA: Cancer Journal, analisou 30 anos de evolução da mortalidade por câncer nos Estados Unidos, com base em dados detalhados no registro nacional. O estudo apresentou boas e más notícias. A má notícia é que, infelizmente, apesar dos avanços científicos e médicos, esse conhecimento não tem sido colocado em prática de forma consistente e equitativa através de toda a população americana, diminuindo as chances de atingir as metas estabelecidas de redução (33,5%) da mortalidade por câncer em 2035, comparada com 2015. As notícias boas vieram da óbvia diminuição de número de óbitos por tumores malignos. Menos que o desejado, mas significativa.
    Os cientistas concluíram que, “se a prevalência dos fatores de risco e os programas de detecção precoce forem otimizados (redução drástica de tabagismo, de obesidade, aumento do consumo diário de frutas e legumes por 100 gramas, a quantidade de fibra na dieta por 10 gramas, o cálcio na dieta por 200 miligramas, redução do consumo diário de carne vermelha e carne processada por 50 gramas, do consumo de bebidas alcoólicas por uma dose por dia, aumentar a atividade física diária e atingir taxas de exames de detecção precoce de câncer de mama e de intestino de 90% da população-alvo), a taxa de mortalidade por câncer em 2035 será pelo menos 33,5% inferior à observada em 2015”.
    A Sociedade Americana de Câncer está pressionando as autoridades de saúde a criarem condições reais para melhorar a pesquisa médica, ao mesmo tempo que implementem políticas de saúde baseadas principalmente na prevenção e na detecção precoce, a atingir de forma equitativa e consistente toda a população dos Estados Unidos.

(https://www.cartacapital.com.br/saude/a-mortalidade-por-cancer-vemcaindo-mas-ainda-ha-muito-mais-a-fazer/ Acesso em 20/09/2019)
Infere-se da leitura do texto que:
Alternativas
Q1733858 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.

Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
 Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.

Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir. “Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.” Levando em consideração o contexto em que se encontra, é correto afirmar que a frase replicada pelo autor refere-se ao(à)
Alternativas
Q1733857 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.

Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
 Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.

Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
A respeito da linguagem utilizada pelo autor do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1733856 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.

Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
 Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.

Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir. “Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?” É correto afirmar que nesse trecho o autor
Alternativas
Q1733855 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.

Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
 Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.

Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
Sobre o posicionamento do texto a respeito do serviço de transporte Uber, é correto afirmar:
Alternativas
Q1733559 Português
Para bem criar passarinho é proveitoso ignorar as grades, as prisões, as teias. É bom se desfazer das paredes, cercas, muros e soltar-se, deixar-se vagar entre perfume e brisa. É melhor ainda não dispor de trilhas ou veredas e ter o ar inteiro como um espaço pequeno para a ligeireza das asas. Para bem criar passarinho é bom construir uma gaiola, mais ampla que a terra, de janelas abertas para o universo com seus planetas e constelações. E, depois, há que vigiar o sabor das frutas maduras nas árvores e provar do conteúdo das sementes.

(QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Para criar passarinho. Belo Horizonte: Miguilim, 2000.) 
Segundo o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1733558 Português
Para bem criar passarinho é proveitoso ignorar as grades, as prisões, as teias. É bom se desfazer das paredes, cercas, muros e soltar-se, deixar-se vagar entre perfume e brisa. É melhor ainda não dispor de trilhas ou veredas e ter o ar inteiro como um espaço pequeno para a ligeireza das asas. Para bem criar passarinho é bom construir uma gaiola, mais ampla que a terra, de janelas abertas para o universo com seus planetas e constelações. E, depois, há que vigiar o sabor das frutas maduras nas árvores e provar do conteúdo das sementes.

(QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Para criar passarinho. Belo Horizonte: Miguilim, 2000.) 
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733556 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Acerca do eu-lírico da canção:
Alternativas
Q1733554 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733550 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Pode-se afirmar que Stuart Mill defendia:
Alternativas
Q1733549 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Para Bobbio, adotar a prática de Stuart Mill:
Alternativas
Q1733548 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Bobbio afirma que Sutart Mill:
Alternativas
Q1733547 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Segundo o texto, o cidadão passivo:
Alternativas
Q1733182 Português
Poema tirado de uma notícia de jornal

João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da
Babilônia num barracão sem número.
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

BANDEIRA, M. Estrela da vida inteira: poesias reunidas. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1980.

Considere as afirmações seguintes em relação ao texto e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1733179 Português
A redação dos enunciados está correta na alternativa:
Alternativas
Q1733174 Português

População em situação de rua


    Um dos reflexos do intenso processo de exclusão social é a população em situação de rua que, em decorrência da ocupação do solo urbano estar baseada na lógica capitalista de apropriação privada do espaço mediante o pagamento do valor da terra, não dispõe de renda suficiente para conseguir espaços adequados para a habitação e, sem alternativas, utiliza as ruas da cidade como moradia. Conforme definição da Secretaria Nacional de Assistência Social, a população em situação de rua se caracteriza por ser um grupo populacional heterogêneo, composto por pessoas com diferentes realidades, mas que têm em comum a condição de pobreza absoluta, vínculos interrompidos ou fragilizados e falta de habitação convencional regular, sendo compelidas a utilizar a rua como espaço de moradia e sustento, por caráter temporário ou de forma permanente.

    Entre os principais fatores que podem levar as pessoas a irem morar nas ruas estão: ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença mental.

    Embora grande parte dos estudos sobre esse tipo de população tenha sido realizada no século XX, há registros de sua existência desde o século XIV. Portanto, a população em situação de rua não teve a devida atenção nos séculos anteriores, e sua abordagem pode ter sido impulsionada pelo aumento de seu contingente, visto que a cada ano mais indivíduos utilizam as ruas como moradia. No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realizou entre os anos de 2007 e 2008 uma pesquisa em 71 cidades brasileiras com população superior a 300 mil habitantes (exceto São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre). Os resultados dessa pesquisa foram divulgados em 2008, demonstrando que 31.922 pessoas utilizam as ruas como forma de moradia no país. Entretanto, esses números são bem maiores, pois cidades importantes não fizeram parte desse levantamento. Apesar da realização de alguns programas sociais, poucas políticas públicas são desenvolvidas para solucionar esse problema. As Organizações Não Governamentais (ONGs) e as Instituições Religiosas se destacam nos serviços de amparo a essas pessoas, atuando na distribuição de alimentos, roupas e cobertores. Outro trabalho de assistência são os abrigos temporários e os albergues que, de um modo geral, são considerados insuficientes para suprir a demanda dessa população.

    O desinteresse do Estado influencia diretamente no comportamento da sociedade, haja vista que os moradores de rua são tratados, ora com compaixão, ora com repressão, preconceito, indiferença e violência. Nesse sentido, devem ser desenvolvidas políticas que atuem na causa do problema, não somente em serviços de distribuição de alimentos e outros objetos, proporcionando dignidade para todos os habitantes.


https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/populacao-situacao-rua.htm 

Analise as proposições a seguir em relação aos aspectos morfossintáticos presentes no texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1733169 Português

População em situação de rua


    Um dos reflexos do intenso processo de exclusão social é a população em situação de rua que, em decorrência da ocupação do solo urbano estar baseada na lógica capitalista de apropriação privada do espaço mediante o pagamento do valor da terra, não dispõe de renda suficiente para conseguir espaços adequados para a habitação e, sem alternativas, utiliza as ruas da cidade como moradia. Conforme definição da Secretaria Nacional de Assistência Social, a população em situação de rua se caracteriza por ser um grupo populacional heterogêneo, composto por pessoas com diferentes realidades, mas que têm em comum a condição de pobreza absoluta, vínculos interrompidos ou fragilizados e falta de habitação convencional regular, sendo compelidas a utilizar a rua como espaço de moradia e sustento, por caráter temporário ou de forma permanente.

    Entre os principais fatores que podem levar as pessoas a irem morar nas ruas estão: ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença mental.

    Embora grande parte dos estudos sobre esse tipo de população tenha sido realizada no século XX, há registros de sua existência desde o século XIV. Portanto, a população em situação de rua não teve a devida atenção nos séculos anteriores, e sua abordagem pode ter sido impulsionada pelo aumento de seu contingente, visto que a cada ano mais indivíduos utilizam as ruas como moradia. No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realizou entre os anos de 2007 e 2008 uma pesquisa em 71 cidades brasileiras com população superior a 300 mil habitantes (exceto São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre). Os resultados dessa pesquisa foram divulgados em 2008, demonstrando que 31.922 pessoas utilizam as ruas como forma de moradia no país. Entretanto, esses números são bem maiores, pois cidades importantes não fizeram parte desse levantamento. Apesar da realização de alguns programas sociais, poucas políticas públicas são desenvolvidas para solucionar esse problema. As Organizações Não Governamentais (ONGs) e as Instituições Religiosas se destacam nos serviços de amparo a essas pessoas, atuando na distribuição de alimentos, roupas e cobertores. Outro trabalho de assistência são os abrigos temporários e os albergues que, de um modo geral, são considerados insuficientes para suprir a demanda dessa população.

    O desinteresse do Estado influencia diretamente no comportamento da sociedade, haja vista que os moradores de rua são tratados, ora com compaixão, ora com repressão, preconceito, indiferença e violência. Nesse sentido, devem ser desenvolvidas políticas que atuem na causa do problema, não somente em serviços de distribuição de alimentos e outros objetos, proporcionando dignidade para todos os habitantes.


https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/populacao-situacao-rua.htm 

No texto, há vários recursos linguísticos que retomam expressões e termos formando uma rede de sentidos. Assinale a alternativa em que os termos selecionados remetem, no texto, à expressão “população em situação de rua”:
Alternativas
Respostas
22581: D
22582: E
22583: A
22584: D
22585: C
22586: B
22587: A
22588: C
22589: C
22590: A
22591: B
22592: C
22593: A
22594: A
22595: C
22596: D
22597: C
22598: C
22599: C
22600: D