Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1059049 Português
METAMORFOSE E EGOÍSMO

A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.

Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"

Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.

A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).

(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. A expressão entre parênteses que encerra o texto situa a obra e seu personagem no palco dos problemas atuais, como as doenças psicológicas. Além disso, ratifica a tese de que o valor do ser humano está ligado ao que ele produz e às aparências. II. Segundo o texto, a novela de Kafka mostra uma relação antagônica entre aquilo que o protagonista é, e o que realmente aparenta ser. Esse elo é sustentado pela tese de que o protagonista é, na verdade, louco.
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Q1059048 Português
METAMORFOSE E EGOÍSMO

A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.

Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"

Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.

A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).

(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. É notório, a partir da leitura do texto, que Gregor Samsa foi irredutível quanto à decisão de abandonar a função de provedor de sua família. II. A novela escrita por Franz Kakfa, de acordo com o texto, tem seu começo marcado pelo apogeu da narrativa, visto que o protagonista da história, Gregor Samsa, encontra-se metamorfoseado em um inseto gigante.
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Q1059047 Português
METAMORFOSE E EGOÍSMO

A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.

Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"

Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.

A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).

(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor do texto apresenta a família do protagonista como impiedosa e dissimulada, pois, ao metamorfosear-se em inseto, ele tornou-se impossibilitado de provê-la, o que a obrigou a investir num afã. II. Como expõe o texto, o modo arguto da linguagem presente no introito da obra de Franz Kafka se dá pelos diversos problemas psicológicos do personagem, antes da metamorfose.
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Q1059046 Português
METAMORFOSE E EGOÍSMO

A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.

Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"

Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.

A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).

(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, os problemas psicológicos enfrentados pelo personagem, após sua metamorfose, decorrem da exclusão provocada pela família da qual ele deixou de ser provedor. II. Como aponta o texto, a novela de Kafka apresenta, por meio de Gregor Samsa, a realidade da sociedade capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, já que, quando "normal", era o protagonista o responsável pelo provimento da família.
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Q1059045 Português
METAMORFOSE E EGOÍSMO

A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.

Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"

Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.

A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).

(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. A obra de Kafka, de acordo com o texto, evidencia a intenção de mostrar a verdadeira face humana por meio da figura de Gregor Samsa. O protagonista da novela sofre uma metamorfose, transformando-se em um inseto, e sua família reage negativamente a essa nova condição. II. Pode-se inferir, a partir de uma leitura atenta do texto, que a família do protagonista da novela representa o arquétipo dos que restringem o valor do ser humano ao que ele produz e às aparências.
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Q1059039 Português
Didática

A Didática é o principal ramo de estudos da Pedagogia. Ela investiga os fundamentos, as condições e os modos de realização da instrução e do ensino. A ela cabe converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos alunos.

A Didática trata da teoria geral do ensino. As metodologias específicas ocupam-se dos conteúdos e métodos próprios de cada matéria na sua relação com fins educacionais. Ela generaliza processos e procedimentos obtidos na investigação das matérias específicas, das ciências que dão fundamento ao ensino e a aprendizagem e das situações concretas da prática docente.

Fonte: http://bit.ly/2kzsFjF (com adaptações)
Com base no texto 'Didática', leia as afirmativas a seguir:
I. Na perspectiva do autor, os processos de ensino e aprendizagem, assim como as situações concretas da prática docente, podem ser amplamente beneficiados pelos conhecimentos de didática. No entanto, de acordo com o autor, as estratégias e métodos da Didática possuem restrições, pois não podem ser utilizados em instituições de ensino voltadas para adolescentes. II. Estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos alunos, é o objetivo principal da Didática, de acordo com o texto. No entanto, o autor afirma que não existe consenso entre os educadores de que a Didática possa ser realmente benéfica para o trabalho no ambiente escolar, pois não existem quaisquer comprovações científicas de que ela possa trazer melhorias para a atuação do educador. III. Ao longo do texto, o autor apresenta os diversos riscos relacionados ao uso de práticas didáticas no ambiente escolar, dentre os quais pode-se citar: a redução da motivação dos educandos pelo aprendizado, o aumento da taxa de abandono escolar, a redução da qualidade dos serviços prestados pela instituição de ensino e o aumento da insatisfação dos alunos com a atuação do professor em sala de aula.
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Q1059038 Português
Didática

A Didática é o principal ramo de estudos da Pedagogia. Ela investiga os fundamentos, as condições e os modos de realização da instrução e do ensino. A ela cabe converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos alunos.

A Didática trata da teoria geral do ensino. As metodologias específicas ocupam-se dos conteúdos e métodos próprios de cada matéria na sua relação com fins educacionais. Ela generaliza processos e procedimentos obtidos na investigação das matérias específicas, das ciências que dão fundamento ao ensino e a aprendizagem e das situações concretas da prática docente.

Fonte: http://bit.ly/2kzsFjF (com adaptações)
Com base no texto 'Didática', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor afirma que, através da didática, o professor e a instituição de ensino podem desenvolver no educando uma atitude passiva em relação ao conhecimento e ao ensino. Essa ciência permite, também, de acordo com o autor, reduzir a compreensão crítica do estudante sobre a própria realidade. II. O tema abordado pelo autor está intimamente relacionado à prática profissional do professor. De acordo com o texto, por exemplo, a Didática trata da teoria geral do ensino, enquanto as metodologias específicas ocupam-se dos conteúdos e métodos próprios de cada matéria na sua relação com fins educacionais. Assim, é possível afirmar que a temática do texto é de interesse dos educadores. III. O texto afirma que a didática permite converter os objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino. Permite, também, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos e estabelecer os vínculos entre o ensino e a aprendizagem.
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Q1058819 Português

RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)

Exportações e importações

A desaceleração da economia internacional e o marasmo da atividade local estão afetando o ritmo de venda e compra de produtos do Brasil. Neste ano, entre janeiro e agosto, a corrente de comércio do país somou US$ 265,7 bilhões e está quase 5% menor do que o observado no mesmo período de 2018.

Resultado da soma das exportações e importações, a corrente de comércio é considerada um importante termômetro da atividade econômica. Se a queda se confirmar ao longo do ano, será o primeiro recuo desde 2016, quando a economia brasileira enfrentava um quadro de recessão.

Alguns números mostram a fraqueza do comércio do Brasil: neste ano, por exemplo, as exportações recuaram 5,9%, influenciadas pela redução de preços das commodities (produtos básicos, como soja e minério de ferro) e pela crise na Argentina. No mesmo período, as importações caíram 3,4% por conta da fraqueza da economia brasileira, que faz com que empresários demandem menos produtos.

G1 Economia. Disponível em: https://glo.bo/2lGi4DU (com adaptações)


Com base no texto 'Exportações e importações', leia as afirmativas a seguir:

I. A redução de preços das commodities, a crise na Argentina e a redução nas importações em mais de 3% são alguns números que mostram a fraqueza do comércio do Brasil neste ano, de acordo com o texto.

II. De acordo com o texto, a corrente de comércio do Brasil já ultrapassa a marca de US$ 200 bilhões no ano corrente e esse resultado representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano de 2018.

III. O texto apresenta informações que permitem ao leitor compreender um conceito econômico: a corrente de comércio. Esse conceito refere-se ao resultado da soma das exportações e importações, sendo utilizado pelo autor para discorrer sobre a economia do Brasil, inclusive traçando relações com a crise na Argentina.

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Q1058787 Português
RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. De modo geral, o texto mostra que o livro preteriu a historiografia brasileira para traçar um perfil dos modos de vida do Brasil Colônia a fim de compreender as relações sociais do presente (neste caso, o século XX). II. Sérgio Buarque, em Raízes do Brasil, como pontua o texto, cria a teoria que costumou chamar de “essência do homem brasileiro”. Após traçar um panorama da história do povo brasileiro, Holanda chega à tese do “homem cordial”.
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Q1058785 Português
RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. A referência temporal da obra, citada no texto, é do século XX. O livro de Sérgio Buarque foi inovador ao iniciar a inserção de conceitos como patrimonialismo e burocracia. II. Sérgio Buarque de Holanda, como mostra o texto, criou a ideia de “homem cordial” inspirado na exegese da história colonial brasileira em que observou as origens dos problemas nacionais. Para isso, utilizou-se do positivismo para analisar os tipos humanos pertencentes a cada estrato social. III. Segundo o texto, a obra de Sérgio Buarque mostra que as famílias patriarcais e escravagistas do Brasil Colônia foram responsáveis pela violência e o domínio personalista. Desse comportamento resultou a teoria do “homem cordial”, que valoriza a equidade no cumprimento da lei.
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Q1058729 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto deixa claro que a relação dualística entre corpo e alma formulada pelos egípcios, que está intimamente ligada à religião, é anterior ao pensamento grego, nesse sentido. II. Infere-se do texto que a obstinação de Osíris em não recompensar os homens enquanto estavam na Terra se dava pela ideia de reencarnação, descrita no livro dos mortos como uma espécie de manual de receitas.
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Q1058728 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Depreende-se do texto que, por estarem essencialmente ligados, os elementos “natureza, vida e morte” eram discrepantes e absortos, quando se fala na vida religiosa dos egípcios. II. De acordo com o texto, o livro dos mortos era uma espécie de manual de receitas e práticas com o qual, após a passagem para o plano espiritual, o morto teria contato. Caso seguisse as regras, seria perdoado no tribunal de Osíris.
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Q1058727 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Os elementos da natureza e até o rio Nilo, conforme pontua o texto, compunham a ligação entre corpo e alma. Isso decorre da intrínseca religiosidade do povo egípcio que deu o pseudônimo de Osíris a um de seus faraós. II. De acordo com o texto, o respeito dedicado aos mortos e a forma como os egípcios viviam fez os gregos os descreverem como o povo mais religioso da terra.
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Q1058726 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, com receio de ser execrado no tribunal de Osíris, o povo egípcio se utilizava da arte da mumificação como principal recurso, acreditando que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal. II. O povo egípcio, segundo o texto, possuía um livro da morte, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser inocentado no tribunal de Osíris.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058725 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. A necessidade da mumificação, dentre outras práticas elaboradas pelos egípcios para os que faleciam, estava relacionada à concepção de que a alma dos mortos voltaria a habitar seu corpo carnal. II. Os rituais pós-morte cultivados pelos egípcios, como as práticas de mumificação ou até a construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos, traduzem-se em uma cultura que revela o respeito dedicado aos que se foram.
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Q1058668 Português

RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem  cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)

Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:

I. Segundo o texto, a ideia de “homem cordial” é resultado da história da nação brasileira, em cuja origem está a colonização portuguesa. Nesse contexto, insere-se uma visão patriarcal e escravagista que gerou uma estrutura política, econômica e social completamente desequilibrada.

II. De acordo com o texto, a predileção do brasileiro pelo que é íntimo, pessoal, em detrimento da observância das leis objetivas e parciais proporcionou a descrição do que o autor da obra chamou de “homem cordial”.

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Q1058638 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:
I. Como pontua o autor, a mediação das ações dos agentes pela linguagem (comportamentos verbais, orais ou escritos) ancora-se em um movimento catártico de avaliação dos outros. II. O texto afirma que as ações são sequências organizadas de comportamentos e podem ser atribuídas a um agente, caso ele não esteja inserido em um contexto social.
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Q1058219 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. Infere-se do texto que o comportamento humano é análogo à concepção de texto mostrada pelo autor. Ou seja, é uma sequência organizada de comportamentos verbais oralizados.

II. O texto aborda a importância do ambiente social como determinante do comportamento (intenções, razões, objetivos) dos agentes das ações.

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Q1058217 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. O conceito de texto apresentado pelo autor leva em consideração apenas os fatores psicológicos para sustentar a tese de que as ações humanas são o produto da interiorização das avaliações sociais num agente individual.

II. Depreende-se do texto que, para se constituir em sociedade, o agente das ações (homem) não necessita das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas. Isso o fará sentir-se pertencente a um determinado grupo.

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Q1058216 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. A consciência dos atos de um agente, conforme o texto, decorre das representações que ele faz sobre si mesmo.

II. De acordo com o texto, a ação humana, em primeira instância, pode ser o produto das avaliações sociais, assim como, na sequência, o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

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Alternativas
Respostas
22561: D
22562: D
22563: D
22564: A
22565: A
22566: A
22567: C
22568: C
22569: D
22570: B
22571: B
22572: D
22573: C
22574: C
22575: A
22576: A
22577: D
22578: C
22579: D
22580: C