Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Todo Camburão Tem Um Pouco de Navio Negreiro
O Rappa
Tudo começou quando a gente conversava
Naquela esquina ali
De frente àquela praça
Veio os homens
E nos pararam
Documento por favor
Então a gente apresentou
Mas eles não paravam
Qual é negão? qual é negão?
O que que tá pegando?
Qual é negão? qual é negão?
É mole de ver
Que em qualquer dura
O tempo passa mais lento pro negão
Quem segurava com força a chibata
Agora usa farda
Engatilha a macaca
Escolhe sempre o primeiro
Negro pra passar na revista
Pra passar na revista
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro (...)
Extraído de: https://www.letras.mus.br/o-rappa/Acesso em 16/10/2019.

Extraído de: https://descomplica.com.br/blog/portugues/Acesso em 16/10/2019
Ao observar a linguagem verbal e não-verbal da tirinha, podemos afirmar que
Leia a anedota.
A professora pede ao aluno:
– Dê um exemplo de um verbo.
Ele pensa e responde indeciso:
— Bicicleta!
— Bicicleta não é verbo!
Pede, em seguida, exemplo de verbo a outro estudante. Ele também pensa, pensa e arrisca:
— Plástico!
Ela se irrita.
— Pelo amor de Deus, plástico não é verbo.
Pergunta então a um terceiro:
— Diga um verbo.
Luisinho nem pensa e, prontamente, diz o que ela entende de forma nítida como “hospedar”.
— Muito bem, até que enfim. “Hospedar” é um verbo. Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.
— Os pedar da bicicreta é de prástico.
Revista Língua Portuguesa, n° 4. Adaptado
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à anedota.
( ) Luisinho não teve dúvidas para dar a sua resposta à pergunta da professora.
( ) A professora, ao ouvir a frase do Luisinho, percebe que ele também não sabe o que é um verbo.
( ) “Hospedar” é um verbo e está no infinitivo.
( ) Se Luisinho tivesse dito: “Os pedais da bicicleta é de plástico” teria falado corretamente, de acordo com a norma culta.
( ) As palavras “bicicleta” e “ plástico” são adjetivos e não verbos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. O personagem principal do poema é o professor Carlos Góis. 2. As estrofes 1 (linhas de 1 a 4) e 2 (linhas de 5 a 7) referem-se a coisas distintas. 3. O poema refere-se às duas formas de uso da Língua Portuguesa. 4. O último verso representa uma síntese da temática do poema. 5. O namoro, mencionado no poema, era entrecortado pela linguagem culta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) O texto possui características do gênero Carta; ( ) A tipologia que predomina em todo texto é a injuntiva; ( ) Os termos “com os dias” e “primeiros dias” são usados no texto como marcadores temporais, indicando a passagem do tempo na narrativa; ( ) “Venha para casa, Senhora, por favor”. As vírgulas foram usadas para isolar o vocativo.
A sequência correta de cima para baixo é:
Acerca das propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item a seguir.
A diversidade de preparos, a seleção de fornecedores e os
menores preços são argumentos que reforçam o objetivo do
texto.

Francisco J. C. Dantas. Coivara da memória.
São Paulo: Estação Liberdade, 1991, p. 174.
Com relação às propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
As formas pronominais presentes em “seu jeito” (l.3) e “sua
companhia” (l.4) têm como referente “meu avô” (l.2).


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.
São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).
Com relação às propriedades gramaticais e à coerência do texto 9A2-I, julgue o item a seguir.
O termo “onde” (l.27) retoma as cidades de Toronto, Tóquio,
Teerã e Tel Aviv.
Está correto o que se afirma em

Sobre a charge, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O fato que foi base para a crítica dessa charge ocorreu recentemente em Minas Gerais e matou mais de uma centena de pessoas.
( ) Nomes de pessoas no primeiro quadro e características necessárias a uma empresa construtora no segundo formam os dois contrapontos da crítica da charge.
( ) A charge foi construída a partir do desaparecimento de pessoas antes e depois do rompimento da barragem de Brumadinho.
( ) Os nomes das pessoas – Antônio, Amanda, Renato, Fernanda – e o nome da barragem – Brumadinho – são as palavras que obrigatoriamente devem ser escritas com inicial maiúscula.
Assinale a sequência correta.
Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.
INFÂNCIA
é quando as portas são fechadas
e abertas ao mesmo tempo,
é quando estamos metade na luz
e a outra metade na escuridão,
é quando o mundo real chama
e preferimos outro...
(QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: L&PM, 1980.)
A comunicação interna é a base para a criação de uma empresa que deseja se comunicar bem com seu mercado. A comunicação com os clientes externos é um reflexo de um ambiente de trabalho onde a comunicação com clientes internos agrega valor às habilidades de cada um. [...] A qualidade dos produtos e serviços de uma empresa está diretamente relacionada à qualidade do clima organizacional e dos relacionamentos criados em seu ambiente de trabalho. A comunicação interna – como acontece com outros aspectos da comunicação – é um ato de ajuda que levará seu colaborador a compreender melhor o papel de cada um na equipe e na empresa, tornando-se motivado e se transformando também em instrumento de motivação dos colegas.
(Disponível em: www.mariopersona.com.br/comunicação. Acesso em: 21/08/2019.)
Sobre as ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Um bom atendimento ao cliente externo contribui para a boa comunicação interna na empresa.
( ) A boa comunicação entre os colaboradores da empresa pode gerar bom atendimento ao cliente externo.
( ) O colaborador, ao entender o papel de cada um na empresa, consegue motivar também seus colegas.
( ) O clima organizacional de uma empresa interfere diretamente na cobrança da motivação para o trabalho.
Assinale a sequência correta.
Uma das tarefas mais difíceis desta vida, por alguma razão ainda não explicada pela ciência, é aprender uma das suas regras mais fáceis. A regra é a seguinte: certas coisas não se fazem. Não têm nada a ver com o fato de serem permitidas ou não por lei. Também podem não ser, por si mesmas, boas ou más, certas ou erradas. São apenas coisas que não se fazem. Por quê? Porque não se fazem, só por isso – não por uma pessoa dotada de coeficientes médios de decência, consideração pelos outros e boa educação. E quais são elas? Aí, se você não sabe, temos um problema. Ou se aprende isso antes dos 10 anos de idade ou não se aprende nunca. A língua inglesa tem uma expressão admirável a esse respeito: “It’s not done”. Na tradução mais direta, quer dizer: “Não se faz” – e há todo um universo moral contido nesse “não se faz”. É o que divide, no fundo, a qualidade interior dos seres humanos. Quem sabe naturalmente o que não se deve fazer, sem ter de perguntar a cada meia hora se deve agir assim ou assado, está no lado do bem. Quem não sabe está no lado escuro da força.
(GUZZO, J.R. Revista Veja, ed. 2644.)
A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.
A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bemestar dos pacientes.
De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. [...]
O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo, através da pulsação, dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal, ou seja, respostas motoras.
(Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude. Acesso em: 20/09/2019.)
Leia o texto 3 e responda a questão.
TEXTO 3
“Um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização”
O professor de direito constitucional da PUC, Marcelo Figueiredo, disse neste sábado à rádio Jovem Pan que a censura imposta à Crusoé e a O Antagonista fere a democracia.
“O episódio é um precedente perigoso para a liberdade de imprensa porque se cada ministro se sentir agravado com uma reportagem e mandar cassar o veículo de comunicação, nós voltamos a um Estado ditatorial, antidemocrático”, afirmou.
“A censura ao site Antagonista e à revista Crusoé entrará como um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização. Por outro lado, tem que se celebrar. A mobilização da sociedade e o posicionamento certeiro de ministros do Supremo que discordam do conjunto de absurdos que têm sido praticados.”
(Fonte: https://www.oantagonista.com/brasil/um-dos-fatos-mais-lamentaveis-da-nossa-historia-pos-redemocratizacao/)
( ) A presença das aspas na manchete da notícia e nos seus dois últimos parágrafos é um recurso utilizado pelo jornalista para separar a sua voz da voz do professor de Direito. ( ) Ao se observar a manchete da notícia e o primeiro parágrafo do texto, compreendemos que a coesão textual se constrói a partir da relação catafórica entre “Um dos fatos mais lamentáveis” e “[...] “a censura imposta à Crusoé e a O Antagonista [...]”. ( ) Observando apenas o título da notícia, ainda que o leitor não possua um conhecimento prévio sobre o que são “Crusoé” e “O Antagonista”, compreende-se que são meios de difusão da informação, a partir da relação anafórica entre esses termos e os termos “liberdade de imprensa”, “reportagem” e “veículo de comunicação”, que ajudam a construir o enunciado do segundo parágrafo.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
I - Na década de 1920, a situação dos países europeus era mais gravosa do que que a dos Estados Unidos.
II – A Rússia foi o único país europeu que não sofreu economicamente após a Primeira Guerra Mundial.
III – O surgimento de novas moedas nacionais impulsionou o crescimento dos países europeus.
I – A Segunda Guerra Mundial enfraqueceu a economia da Europa.
II – A Europa não dependia de Nova York, já que os Estados Unidos enfrentaram a crise econômica.
III – A participação em guerras gera dívidas aos países participantes.
