Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1238513 Português
A era da desinformação 

Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos. 
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook? 
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem. 
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.  
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133.  Acesso em: 10/06/2019.) 

Considerando o que é afirmado no texto sobre a autenticidade das informações que circulam na internet, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: IDAM
Q1237866 Português
Leia com atenção o poema “Guardar” do poeta brasileiro  Antonio Cícero
Guardar Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la. Em cofre não se guarda coisa alguma. Em cofre perde-se a coisa à vista. Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado. Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, isto é, estar por ela ou ser por ela. Por isso, melhor se guarda o voo de um pássaro Do que de um pássaro sem voos. Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, por isso se declara e declama um poema: Para guardá-lo: Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda: Guarde o que quer que guarda um poema: Por isso o lance do poema: Por guardar-se o que se quer guardar. (Fonte: Pensador)
Com base na leitura e interpretação do poema acima, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FCC Órgão: Câmara de Fortaleza - CE
Q1236856 Português
Os debates travados na Câmara e pela imprensa em torno da Lei do Ventre Livre fizeram da emancipação dos escravos uma questão nacional. O projeto do governo foi apresentado à Câmara em 12 de maio de 1871. Para alguns, o projeto era avançado demais, para outros, excessivamente tímido. Os defensores do projeto usaram argumentos morais e econômicos. Argumentavam que o trabalho livre era mais produtivo que o escravo. Diziam que a existência da escravidão era uma barreira à imigração, pois que os imigrantes recusavam-se a vir para um país de escravos. A emancipação abriria as portas à tão desejada imigração. Usando de argumentos morais, denunciavam os que, em nome do direito de propriedade, defendiam a escravidão e se opunham à aprovação do projeto. Não era legítimo invocar o direito de propriedade em se tratando de escravos. “Propriedade de escravos” − dizia Torres Homem, político famoso, homem de cor e de origens modestas que chegara ao Senado depois de brilhante carreira – “era uma monstruosa violação do direito natural.” “A maioria dos escravos brasileiros” − afirmava ele − “descendia de escravos introduzidos no país por um tráfico não só desumano como criminoso. Nada pois mais justo que se tomassem medidas para acabar com a escravidão.” Em contrapartida, os mais arraigados defensores da escravidão consideravam o projeto uma intromissão indébita do governo na atividade privada. Argumentavam que o projeto ameaçava o direito de propriedade garantido pela Constituição. Segundo a prática, que datava do período colonial, o filho de mãe escrava pertencia ao senhor. Qualquer lei que viesse a conceder liberdade ao filho de escrava era, pois, um atentado à propriedade e, o que era pior, abria a porta a todas as formas de abusos contra esse direito. Acusavam o projeto de ameaçar de ruína os proprietários e de pôr em risco a economia nacional e a ordem pública. Diziam ainda que, emancipando-se os filhos e mantendo os pais no cativeiro, criar-se-iam nas senzalas duas classes de indivíduos, minando, dessa forma, a instituição escravista pois não tardaria muito para que os escravos questionassem a legitimidade de sua situação. 
(Adaptado de: COSTA, Emília Viotti da. A Abolição. São Paulo: Editora Unesp, 2010, p. 49-52) 
A forma verbal que confere caráter hipotético ao enunciado está em: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRESS-GO
Q1236270 Português
Um fenômeno que tem se manifestado na Europa e  nos Estados Unidos, principalmente após a crise econômica  de 2008, é o nacionalismo conservador. Mas o “medo” de  partes significativas dessas populações das “invasões” de  seus países por imigrantes não nasce sozinho. Especialistas  indicam que o interesse de grandes investidores ajuda a  alimentar a onda direitista e nacionalista.

Internet: <https://noticias.r7.com>.
A respeito do assunto abordado no texto acima e de temas  correlatos, julgue o item
Da maneira como é mencionado no texto, o sentimento  de “medo” de “invasões” de um país por estrangeiros é  conhecido por xenofobia.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Araçatuba - SP
Q1236243 Português
Agora o filho começava a andar, brincava com barcos que o velho Francisco fazia. Abandonados num canto, sem um olhar do garoto sequer, um trem de ferro que Rodolfo trouxera, o ursinho barato que Lívia comprara, o palhaço que era presente dos tios de Lívia. O barco feito de um pedaço de mastro que o velho dera valia por tudo. Na bacia onde Lívia lavava roupa o filho navegava. O menino falava na sua língua que lembrava o árabe: — Vovô, fá petá. 
O velho Francisco sabia que ele queria que a tempestade desencadeasse sobre a bacia. Como Iemanjá que fazia o vento cair sobre o mar, o velho Francisco inchava as bochechas e desencadeava o nordeste sobre a bacia. O pobre barco rodava sobre si mesmo, andava ao léu do vento rapidamente, o garoto batia palmas com as mãozinhas sujas. O velho Francisco inchava mais as bochechas, fazia o vento mais forte. As águas da bacia, calmas como as de um lago, se agitavam, ondas varriam o barco que terminava por se encher de água e afundar lentamente. O garoto batia palmas, o velho Francisco via sempre com tristeza o barco ir ao fundo.
Lívia olhava com medo o urso, o palhaço, o trem abandonados. Nunca o garoto fizera o trem descarrilar no passeio da casa. Nunca fizera o urso matar o palhaço. Os destinos da terra não interessavam ao filho. Seus olhos vivos seguiam o pequeno barco na sua luta contra a tempestade que saía das bochechas do velho Francisco. 
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008. Adaptado)
A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que há nele
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Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1234793 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

Em “Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais.” (5º§), a expressão destacada significa:
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Olímpia - SP
Q1231315 Português
Eu era infeliz – e sabia. Havia momentos alegres, é claro, mas as viagens entre uma alegria e outra eram longas e tediosas. No restaurante, esperando a comida chegar, arrastando-me pelo Instagram entre fotos de celebridades gatas e gatos de celebridades, balbuciava: a vida deve ser mais do que isso. No supermercado, empilhava as latas de atum na esteira do caixa e me sentia empilhando os minutos a irem para a sacola – as sacolas são recicláveis; os minutos, infelizmente, não. Então eu descobri os podcasts. Hoje sou feliz – e sei. Embora os podcasts existam há quinze anos, foi só lá por 2017 que me viciei e passei a andar pela rua com fones no ouvido – hábito que havia perdido no fim da adolescência, quando os fones eram plugados a um walk-man amarelo. Até o ano passado havia 550 mil podcasts ativos, com mais de 18 bilhões de episódios. Esses programas estão em todas as línguas, tratam de todos os assuntos e são para todos os gostos. Não sei como eu aguentava a minha vida até descobrir os podcasts. Só lembro que era infeliz – e sabia. (Antonio Prata. Podcasts. www1.folha.uol.com.br, 03.02.2019. Adaptado)

Considere o trecho: “Embora os podcasts existam há quinze anos, foi só lá por 2017 que me viciei e passei a andar pela rua com fones no ouvido…” (2º parágrafo)
Segundo as ideias presentes no trecho, encontra-se correta a alternativa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Olímpia - SP
Q1231243 Português
Eu era infeliz – e sabia. Havia momentos alegres, é claro, mas as viagens entre uma alegria e outra eram longas e tediosas. No restaurante, esperando a comida chegar, arrastando-me pelo Instagram entre fotos de celebridades gatas e gatos de celebridades, balbuciava: a vida deve ser mais do que isso. No supermercado, empilhava as latas de atum na esteira do caixa e me sentia empilhando os minutos a irem para a sacola – as sacolas são recicláveis; os minutos, infelizmente, não. Então eu descobri os podcasts. Hoje sou feliz – e sei. Embora os podcasts existam há quinze anos, foi só lá por 2017 que me viciei e passei a andar pela rua com fones no ouvido – hábito que havia perdido no fim da adolescência, quando os fones eram plugados a um walk-man amarelo. Até o ano passado havia 550 mil podcasts ativos, com mais de 18 bilhões de episódios. Esses programas estão em todas as línguas, tratam de todos os assuntos e são para todos os gostos. Não sei como eu aguentava a minha vida até descobrir os podcasts. Só lembro que era infeliz – e sabia. (Antonio Prata. Podcasts. www1.folha.uol.com.br, 03.02.2019. Adaptado)

Para o autor do texto, os podcasts são
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Olímpia - SP
Q1231180 Português
Eu era infeliz – e sabia. Havia momentos alegres, é claro, mas as viagens entre uma alegria e outra eram longas e tediosas. No restaurante, esperando a comida chegar, arrastando-me pelo Instagram entre fotos de celebridades gatas e gatos de celebridades, balbuciava: a vida deve ser mais do que isso. No supermercado, empilhava as latas de atum na esteira do caixa e me sentia empilhando os minutos a irem para a sacola – as sacolas são recicláveis; os minutos, infelizmente, não. Então eu descobri os podcasts. Hoje sou feliz – e sei. Embora os podcasts existam há quinze anos, foi só lá por 2017 que me viciei e passei a andar pela rua com fones no ouvido – hábito que havia perdido no fim da adolescência, quando os fones eram plugados a um walk-man amarelo. Até o ano passado havia 550 mil podcasts ativos, com mais de 18 bilhões de episódios. Esses programas estão em todas as línguas, tratam de todos os assuntos e são para todos os gostos. Não sei como eu aguentava a minha vida até descobrir os podcasts. Só lembro que era infeliz – e sabia. (Antonio Prata. Podcasts. www1.folha.uol.com.br, 03.02.2019. Adaptado)

Ao expressar o seu sentimento em relação ao tempo que experimenta enquanto empilha latas de atum no supermercado, o autor
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Araçatuba - SP
Q1227737 Português
No livro A prática educativa: como ensinar, Antoni Zabala apresenta uma série de indagações sobre o processo educativo e indica que, se se compreende que a formação integral das meninas e dos meninos é um princípio geral, faz-se necessário definir tal princípio.
Na perspectiva do autor, é correto afirmar que
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Ano: 2019 Banca: FGV Órgão: DPE-RJ
Q1224069 Português
Texto 4 
Na página inicial de uma prova, entre as instruções gerais, estava escrito: “Será eliminado sumariamente do processo seletivo e as suas provas não serão levadas em consideração, o candidato que:   i) der ou receber auxílio para a execução de qualquer prova;  ii) utilizar-se de qualquer material não autorizado;  iii) desrespeitar qualquer prescrição relativa à execução das provas;  iu) escrever o nome ou introduzir marcas identificadoras noutro lugar que não o indicado para esse fim;  u) cometer um ato grave de indisciplina”. 
No texto 4, entre as situações apontadas como causadoras da eliminação do candidato, uma apresenta caráter subjetivo, ou seja, pode depender de uma opinião, que é: 
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Ano: 2019 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Timbó - SC
Q1222935 Português
Estão _______________ a partir desta segunda-feira (20) as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). A prova é gratuita e destinada a pessoas em busca de certificados de Ensino Fundamental e Ensino Médio que não tiveram a oportunidade de concluir a formação no tempo padrão. O exame será aplicado em 25 de agosto, em 610 cidades brasileiras. Em Santa Catarina, as provas ocorrem em 27 municípios. [...] O prazo para realizar a inscrição e solicitar atendimento especializado se encerra em 31 de maio. [...]        Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/encceja-2019-inscricoes-comecam-nesta-segunda-feira Acesso em: 20/maio/2019.         Assinale a única palavra de gênero masculino:
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Q1221221 Português
Em 1900, a maior parte dos judeus vivia nas regiões central e leste da Europa, especialmente na Rússia e no Império Austro- Húngaro, sendo, porém, minoria até mesmo nesses lugares. Muitos se vestiam de maneira característica e o dia de veneração era preferencialmente o sábado, não o domingo. Na Europa como um todo, não havia outra minoria étnica de tanto sucesso nas universidades, na Música, na Literatura, na Medicina, no Direito e nos negócios. Na Alemanha, para onde migraram de regiões mais ao leste, eram especialmente bem- sucedidos. Lá, o antissemitismo era menos notável. Os judeus alemães permaneciam como uma minoria bastante reduzida – menos de 1 milhão – e eram atuantes na vida nacional. Haviam servido nas forças armadas durante a Primeira Guerra Mundial, contribuíam para boas causas e se esforçavam para ser assimilados pela maioria. Hitler atacou os judeus em seu livro “Mein Kampf”, mas entre suas inúmeras frases de ódio não havia nenhuma ordem precisa para que fossem exterminados. De fato, os judeus que viviam na Alemanha provavelmente se sentiam seguros no mês em que Hitler alcançou o poder, pois controlavam ou administravam muitas instituições importantes. Uma grande parte de três influentes jornais alemães pertencia a judeus. O clube de futebol FC Bayern, campeão de 1932, depositava sua confiança em um técnico e um presidente judeus. Mas nos seis anos seguintes, à medida que as políticas e os discursos do governo se tornavam cada vez mais antissemitas, a maioria dos judeus deixou a Alemanha, abandonando seus bens. Muitos alemães permaneceram solidários a eles e tal solidariedade foi denunciada nos folhetos nazistas impressos no ano de 1938. Nessa época, os decretos de Hitler contra os judeus já estavam plenamente ativos.
 (BLAYNEY, Geoffrey, Uma Breve História do Século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 132).
Ainda de acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O antissemitismo sempre esteve presente na sociedade alemã.

II – Nas primeiras décadas do século XX havia cerca de 10 milhões de judeus na Alemanha.
III – Os judeus preferem realizar suas orações aos domingos.
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Q1220748 Português
Com a premissa de que todo o poder emana do povo prevista na Constituição Federal de 1988, a nação brasileira enquadra-se na categoria de Estado  Democrático de Direito. Suas principais características são soberania popular; da democracia representativa e participativa; um Estado Constitucional, ou seja, que possui uma constituição que emanou da vontade do povo; e um sistema de garantia dos direitos humanos.
Como o nome sugere, a principal ideia da categoria é a democracia. Esse conceito está explícito e explicado no primeiro artigo da Constituição  Federal de 1988. Está na Carta Magna: “Todo o poder emana do povo (isso significa que vivemos em uma República), que o exerce por meio de representantes eleitos (esses são os termos de uma democracia indireta, por meio das eleições de vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores e presidentes) ou diretamente, nos termos desta Constituição (este trecho estabelece que, no Brasil, também funciona a democracia direta, em que o povo é o responsável direto pela tomada de decisões)”.
Conceitos
Para entender o conceito, é necessário compreender o que significa “democrático”, segundo o professor e mestre em direito constitucional Edgard  Leite. Ele explica que essa palavra por si só concentra todo o significado da expressão. É justamente por isso que um Estado de Direito é totalmente diferente do Estado Democrático de Direito.
“Resumidamente, no Estado Democrático de Direito, as leis são criadas pelo povo e para o povo,respeitando-se a dignidade da pessoa humana”, afirmou Leite.
Já o Estado de Direito é pautado por leis criadas e cumpridas pelo próprio Estado. Um exemplo,segundo o professor, é o Código Penal Brasileiro, um  decreto-lei de 1940.
“Isso ocorre em uma ditadura militar, por exemplo, quando o governante dispõe de instrumentos como o decreto-lei, por meio do qual ele governa ainda que sem a aprovação do Congresso Nacional.”
Origem do conceito
A ideia de democracia surgiu na Grécia antiga junto ao conceito de cidadão ativo. “Foi quando surgiu a democracia direta. O cidadão ativo ateniense era aquele que poderia exercer poderes políticos. Naquela época, eram apenas homens livres com posses, que se reuniam em praça pública e decidiam os rumos da cidade-estado”, explicou o especialista.
<http://www2.planalto.gov.br/mandatomicheltemer/acompanhe-planalto/noticias/2018/10/entenda-o-que-e-o-estado-democratico-de-direito> Acessado em: 13 de mar. de 2019 - com adaptações)
A respeito da estrutura morfossintática da primeira frase do texto: “Com a premissa de que todo o poder emana do povo prevista na Constituição Federal de 1988, a nação brasileira enquadra-se na categoria de Estado Democrático de Direito.”, é CORRETO afirmar somente que:
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Q1219283 Português
Leia atentamente o seguinte poema de Manuel Bandeira, intitulado Arte de Amar, para responder às questões a seguir.
“Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. A alma é que estraga o amor. Só em Deus ela pode encontrar satisfação. Não noutra alma. Só em Deus — ou fora do mundo. As almas são incomunicáveis. Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não.”
Marque a alternativa que apresenta a melhor interpretação para o sentido do poema.
Alternativas
Q1219282 Português
Examine o parágrafo a seguir, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a próxima questão.

“Eram esses os seus hábitos; ultimamente, porém, mudara um pouco; e isso provocava comentários no bairro. Além do compadre e da filha, as únicas pessoas que o visitavam até então, nos últimos dias, era visto entrar em sua casa, três vezes por semana e em dias certos, um senhor baixo, magro, pálido, com um violão agasalhado numa bolsa de camurça. Logo pela primeira vez o caso intrigou a vizinhança. Um violão em casa tão respeitável! Que seria?
Ainda com base no parágrafo de Lima Barreto, assinale a alternativa que indica APENAS adjetivos que aparecem no texto.
Alternativas
Q1219280 Português
Examine o parágrafo a seguir, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a próxima questão.

“Eram esses os seus hábitos; ultimamente, porém, mudara um pouco; e isso provocava comentários no bairro. Além do compadre e da filha, as únicas pessoas que o visitavam até então, nos últimos dias, era visto entrar em sua casa, três vezes por semana e em dias certos, um senhor baixo, magro, pálido, com um violão agasalhado numa bolsa de camurça. Logo pela primeira vez o caso intrigou a vizinhança. Um violão em casa tão respeitável! Que seria?
Também no início do texto, o autor afirma que “isso provocava comentários no bairro”. Neste caso, o pronome “isso” diz respeito à:
Alternativas
Q1219278 Português
Examine o parágrafo a seguir, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a próxima questão.

“Eram esses os seus hábitos; ultimamente, porém, mudara um pouco; e isso provocava comentários no bairro. Além do compadre e da filha, as únicas pessoas que o visitavam até então, nos últimos dias, era visto entrar em sua casa, três vezes por semana e em dias certos, um senhor baixo, magro, pálido, com um violão agasalhado numa bolsa de camurça. Logo pela primeira vez o caso intrigou a vizinhança. Um violão em casa tão respeitável! Que seria?
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação INCORRETA sobre o seu sentido
Alternativas
Q1219249 Português
Leia o texto para responder a questão.

O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México

Irritados porque foram acordados com o choro da menina de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.

O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso, "várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz também ordenou que a menina fosse registrada como Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você representa as crianças mexicanas com quem ninguém se importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido defender a filha do parceiro, que era um homem muito violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4 meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016, que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q1219221 Português
Leia o texto para responder a questão.

É bom saber antes de viajar para a Suíça
escrito por Fernanda

A Suíça é um dos países mais belos da Europa. É um país famoso por seus alpes, relógios, queijos, chocolates e belos lagos. Embora seja muito tranquilo e seguro viajar para a Suíça é bom saber algumas coisas para ter uma viagem tranquila e sem transtornos.
Idioma
A Suíça tem 4 idiomas oficiais: alemão (na verdade o franco-alemão), italiano, francês e romanche (este falado por uma minoria). Visitei só a parte alemã e embora o inglês não seja uma língua oficial no país não tive problemas e falei em inglês nos hotéis, restaurantes e atrações.
Visto de Turismo para a Suíça
Brasileiros não precisam de visto de turismo para viagens com duração de até 90 dias.
Seguro Viagem Obrigatório
A Suíça faz parte do Tratado de Schengen e exige um seguro viagem obrigatório com cobertura mínima de € 30.000 que garanta assistência médica por doença ou acidente. Os cartões de crédito Platinum ou categoria superior oferecem esse seguro gratuitamente caso a passagem tenha sido comprada com o cartão. Caso você não possua um cartão dessa categoria, pode contratar um particular. Já precisei utilizar algumas vezes e nunca tive problemas. Sempre fui bem atendida e encaminhada para hospitais bons.
Vacinas
Nenhuma vacina é exigida para viajar para a Suíça.
Moeda
A moeda oficial da Suíça é o franco suíço.
Qual moeda levar?
Acabei levando franco suíço mesmo (comprei no Brasil). O interessante é que a cotação do franco suíço é mais próxima do dólar do que do euro. Tanto é que sobraram alguns francos suíços e acabei trocando por dólar, pois a cotação era praticamente de 1 para 1. Dá para olhar a cotação nesse site https://www.ubs.com/global/en/quotes.html.
Vale lembrar que os bancos e Western Union (onde troquei um pouco de franco que sobrou por dólar) cobram uma taxa entre 4 a 5 francos para fazer a conversão.
Quanto se gasta em uma viagem para a Suíça?
A Suíça é cara. Isso é um fato. Além da hospedagem, o maior peso no bolso do turista é com a alimentação. Um almoço fica na faixa dos CHF 25 a 35 por pessoa em um restaurante. Uma opção para fugir desses preços é comer nos supermercados. As redes de mercado Migros e Coop oferecem opções de lanches e comida (alguns supermercados têm restaurantes) a preços mais amigáveis.
Beba água gratuitamente na Suíça
Há muitas fontes de água potável espalhadas pelas cidades da Suíça. Vale a pena carregar uma garrafa de água vazia na bolsa e/ou mochila e ir abastecendo ao longo do dia. A água é geladinha e uma delícia.
Wi-fi grátis
A dificuldade não é encontrar wi-fi grátis e de qualidade na Suíça, a dificuldade é se conectar na rede já que para fazer o primeiro acesso os lugares costumam enviar um sms para o seu celular. Ou seja, se você não está com o roaming ligado, o sms não chega e você não consegue conectar. Os únicos lugares que eu conseguia conectar sem problemas e que seguiam o fluxo normal de “escolher uma rede e digitar uma senha” eram os hotéis.
Acabei comprando um chip pré-pago lá mesmo na Suíça. Paguei CHF 19,9 já com um plano de internet para 7 dias.
Transporte na Suíça
A melhor maneira de se locomover na Suíça é de trem. A malha ferroviária é realmente impecável, os trens são confortáveis e rápidos. Se a intenção é se locomover bastante durante os dias da viagem, não tenha dúvidas e compre o Swiss Travel Pass. Em um primeiro momento os valores assustam, mas compensa muito e é uma ótima economia, até porque inclui não só o transporte ilimitado nos trens, como a uso gratuito do transporte público na maioria das cidades, passeios de barco e descontos em muitas atrações.
Dica: baixe o app da SBB/CFF para poder ver os horários dos trens.
Alugar carro também é uma opção dependendo da quantidade de pessoas que farão a viagem. Pode ficar mais barato do que os passes de trem.
É seguro viajar para a Suíça?
A Suíça é um dos países mais seguros que já conheci. Não tive nenhum tipo de problema. Obviamente é sempre bom tomar cuidado com seus pertences pessoais e não dar bobeira, mas é um país super seguro.
Hospedagem na Suíça
O padrão de hospedagem na Suíça é ótimo tanto para hostels como para hotéis. Para quem quer economizar a dica é se hospedar em um hostel (albergue). Passei na frente de um em Interlaken e fiquei impressionada com a estrutura.
Em relação aos hotéis dá para encontrar hotéis com preços bons (para o padrão Suíça obviamente). Em Zurique, os valores dos hotéis reduzem consideravelmente durante os finais de semana, então fica a dica: programe sua viagem para Zurique durante um fim de semana.
Adaptado de https://www.precisoviajar.com/viajar-para-a-suica/
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