Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1258678 Português
Seguem alguns trechos da entrevista concedida pela modelo Caroline Trentine à Revista Isto É (ano 42, nº 2576). Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Como foi fotografar a campanha? 2. É diferente fazer campanha para perfume e para roupa? 3. Como é trabalhar com Tom Ford? 4. Que momento você vive hoje?
( ) Foi diferente do habitual porque não era foto, mas imagens tiradas de frames de vídeo. Quando é foto, me concentro em uma pose. Ali tive de interpretar. Encarnei aquela mulher que estava em uma festa e teve a sua privacidade invadida. ( ) Gosto de trabalhar com gente de personalidade forte. Sou modelo há 16 anos e ainda sinto frio na barriga quando vou conversar com ele. Ele é muito autoconfiante, sério, fala baixo. Sempre tem o que dizer e gosta de ouvir. ( ) Muito feliz. Estou com um contrato com a Restoque, é legal conhecer melhor as marcas brasileiras. Além disso, fico mais aqui e assim consigo conciliar o trabalho com ser mãe. Sinto até febre quando passo muito tempo longe das crianças. ( ) É curioso. Em campanha de perfume, só uma imagem é usada para atingir o público, que quer sentir aquele cheiro. Em editorial e campanha de roupa, contamos uma história.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 

Alternativas
Q1258677 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho

   Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
   A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
   Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
    Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
    Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
    O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso.shtml)
A tese do texto é:
Alternativas
Q1258674 Português
Considere o seguinte trecho de uma matéria publicada na revista Galileu:
Durante uma expedição no desfiladeiro subaquático de San Diego Trough, localizado nos Estados Unidos, o cientista Marc Meyers analisava os animais que vivem a cerca de 500 metros abaixo da superfície quando se deparou com exemplares de peixes-dragão.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto. ( ) Usando um microscópio eletrônico, foi possível identificar que os dentes eram compostos por colágeno e hidroxiapatita (o mesmo mineral de cálcio presente nos ossos e dentes humanos). ( ) Ao realizar uma observação mais cuidadosa, ele se surpreendeu: esses animais, que habitam águas oceânicas profundas, exibem dentes transparentes que são muito poderosos. ( ) “Esses animais ainda não foram investigados, mas suspeito que eles tenham uma estrutura similar”, contou ao jornal britânico The Guardian. ( ) Após coletar alguns animais da espécie e levá-los para um laboratório, o pesquisador constatou que os dentes dos peixe-dragão são quase duas vezes mais afiados que os de um tubarão. ( ) Meyers acredita que existe apenas um pequeno número de peixes que possuem dentes transparentes, como os grupos conhecidos como os Lophiiformes e os Sternoptychidae. (Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2019/06/cientista-encontra-especie-de-peixe-com-dentes-transpa rentes-e-afiados.html)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
Alternativas
Q1258671 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

   O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
  Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
  Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
    Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
   Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
    Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
  Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
    Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro. 
 (Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 1. O texto estende os benefícios da presença da bactéria Veillonela atypicaI no intestino às pessoas de modo geral. 2. O uso da bactéria Veillonela atypica por atletas é classificada como prática proibida para melhorar o rendimento. 3. O texto aponta duas descobertas sobre a atuação da bactéria Veillonela atypica.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q1258670 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

   O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
  Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
  Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
    Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
   Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
    Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
  Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
    Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro. 
 (Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
De acordo com o texto, a bactéria Veillonela atypica:
Alternativas
Q1258557 Português
    Já ouviu falar que a “cura do câncer” estaria sendo escondida por governos, institutos privados ou cientistas? Já recebeu vídeos sobre uma vacina contra a gripe que seria a causa de muitas mortes? Já viu postagens nas redes sociais afirmando que o planeta Terra na verdade é plano, e que sua esfericidade seria um complô da NASA e de cientistas do mundo inteiro? Pois, bem-vindos ao turvo mar da desinformação contemporânea.[…]
    Um outro aspecto alarmante na difusão das fake news é a ineficácia do chamado debunking, isto é, da demonstração, com evidências rigorosas, de que um fato nunca aconteceu ou de que uma notícia é falsa. A desmistificação da desinformação funciona pouco. As pessoas que consomem notícias falsas não acessam os sites de checagem. E, como mostram estudos – como o de David Z. Hambrick e Madeline Marquardt, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado na revista científica Science – algumas pessoas têm dificuldades cognitivas em atualizar sua opinião à luz dos fatos. Além disso, de acordo com pesquisas da Sociedade Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês), quando somos expostos repetidamente a uma afirmação, mesmo sabendo que é falsa, podemos ser influenciados por ela. Portanto, espalhar, como muitos fazem, insinuações, boatos, mentiras, pode destruir a legitimidade de pessoas, teorias, instituições, mesmo quando é evidente a falta de fundamento.
(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/noticias-falsas-na-ciencia/. Acesso em 25 fev. 2019).
O trecho “...da demonstração, com evidências rigorosas, de que um fato nunca aconteceu ou de que uma notícia é falsa” faz referência a:
Alternativas
Q1258556 Português
    Já ouviu falar que a “cura do câncer” estaria sendo escondida por governos, institutos privados ou cientistas? Já recebeu vídeos sobre uma vacina contra a gripe que seria a causa de muitas mortes? Já viu postagens nas redes sociais afirmando que o planeta Terra na verdade é plano, e que sua esfericidade seria um complô da NASA e de cientistas do mundo inteiro? Pois, bem-vindos ao turvo mar da desinformação contemporânea.[…]
    Um outro aspecto alarmante na difusão das fake news é a ineficácia do chamado debunking, isto é, da demonstração, com evidências rigorosas, de que um fato nunca aconteceu ou de que uma notícia é falsa. A desmistificação da desinformação funciona pouco. As pessoas que consomem notícias falsas não acessam os sites de checagem. E, como mostram estudos – como o de David Z. Hambrick e Madeline Marquardt, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado na revista científica Science – algumas pessoas têm dificuldades cognitivas em atualizar sua opinião à luz dos fatos. Além disso, de acordo com pesquisas da Sociedade Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês), quando somos expostos repetidamente a uma afirmação, mesmo sabendo que é falsa, podemos ser influenciados por ela. Portanto, espalhar, como muitos fazem, insinuações, boatos, mentiras, pode destruir a legitimidade de pessoas, teorias, instituições, mesmo quando é evidente a falta de fundamento.
(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/noticias-falsas-na-ciencia/. Acesso em 25 fev. 2019).
Sobre o texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Por causa da alta credibilidade dada às fake news, vivemos um momento de desinformação. 2. O texto apresenta resultados de pesquisas científicas para comprovar que as fake news influenciam nosso pensamento, mesmo depois de serem refutadas. 3. O aumento na difusão de fake news é diretamente proporcional à comprovação da inveracidade dos fatos.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1258555 Português

Abaixo, segue um trecho da entrevista que Erick Newman, produtor do seriado Narcos, concedeu para a revista Super Interessante. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.


1. Por que o México, e por que agora? 2. Mas que tipo de reações, efetivamente, você espera? 3. Durante a produção das temporadas, você teve contato com traficantes. Já rolou alguma situação de tensão ou ameaça? 4. E há planos para ir a outros países? Podemos esperar uma temporada no Brasil?


( ) Uma coisa da qual eu me orgulho é que diferentes grupos possuem diferentes interpretações do programa. Você pode encarar a morte de Escobar como uma vitória. Outros focam no ponto de que matálo não ajudou em nada: o tráfico e a cocaína continuam por aí. Eu mesmo me enquadro no segundo grupo. O que eu quero é gerar discussões, não importa qual o viés dos participantes.

( ) Principalmente pela geografia. Isso aproxima muito a trama do público americano e, consequentemente, gera algumas discussões. Não importa o tamanho do muro que querem construir, a situação é muito delicada.

( ) Já pensei nisso. Eu particularmente me sinto atraído pela história do Nem da Rocinha. É incrível. E tem uma coisa muito curiosa: a forma como os traficantes brasileiros agem é bem particular. Não é um mercado de bilionários, como na Colômbia – eu nunca vi isso em lugar nenhum do planeta. Contar esse tipo de história, definitivamente, é algo que está na minha cabeça.

( ) Na verdade, eles ficaram felizes. Óbvio que vamos retratá-los como criminosos. Mas o simples fato de mostrarmos erros policiais os agrada. As coisas não são preto no branco, há uma complexidade que a gente tem que exibir.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1258554 Português
Considere o seguinte trecho:
Donos de sites podem ganhar dinheiro se o que eles publicam é muito lido, comentado ou compartilhado, e isso estimula a multiplicação de páginas com conteúdo sensacionalista, ou até falso, mas que atraem o público.
No trecho sublinhado, estabelece-se uma relação de:
Alternativas
Q1258553 Português
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1258055 Português

      As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.

      Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.

      Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.

      Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

      A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.

      A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?

(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)

No último parágrafo, ao expor a preocupação da sociedade em relação à saúde dos integrantes da Geração Z, a autora mostra-se
Alternativas
Q1258054 Português

      As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.

      Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.

      Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.

      Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

      A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.

      A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?

(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)

Considerando o 5° parágrafo, é correto afirmar que a autora
Alternativas
Q1258053 Português

      As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.

      Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.

      Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.

      Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

      A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.

      A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?

(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1258051 Português

Leia a tirinha para responder à questão.


(André Dahmer, Malvados. www.malvados.com.br.Acesso em 25.09.2019)

Supondo-se a presença de um interlocutor, a frase do primeiro quadrinho deve se iniciar com:
Alternativas
Q1258050 Português

Leia a tirinha para responder à questão.


(André Dahmer, Malvados. www.malvados.com.br.Acesso em 25.09.2019)

É correto afirmar que o personagem
Alternativas
Q1257992 Português

O mercado de trabalho mudou


      No Brasil, o ambiente de negócios é desafiador. Há burocracia, impostos elevados e alto custo de financiamento. Apesar disso, em função da mais profunda crise econômica da história e de uma transformação tecnológica e comportamental significativa, o mercado de trabalho se reconfigurou. Cada vez mais gente empreende e trabalha por conta própria. Atualmente, do total de trabalhadores na força de trabalho, apenas um em cada três possui carteira de trabalho. Se somarmos também os 65 milhões de pessoas sem trabalho, apenas um em cada cinco brasileiros é empregado formal. Os demais empreendem, trabalham por conta própria ou trabalham sem carteira.

      Cada vez mais, o Brasil se assemelha a países desenvolvidos. Lá, há algum tempo, aumenta o trabalho por conta própria e o empreendedorismo, em função de novas tecnologias e mudanças na sociedade. No entanto, ao contrário de lá, aqui sobra empreendedorismo, mas falta uma legislação trabalhista que ajude a inovação a ocorrer. Mesmo com a recente Reforma Trabalhista, nossa legislação ainda precisa de muita modernização.

      O mercado de trabalho se transformou completamente desde que a atual legislação foi criada, há quase um século. Na época, empregados eram a maioria absoluta dos trabalhadores. Hoje, são minoria. Na prática, nossa legislação trabalhista anacrônica e as interpretações ainda mais anacrônicas feitas pela Justiça do Trabalho deixam a grande maioria sem emprego ou desamparada. Com transformações tecnológicas aceleradas, o problema vai se agravar se não adaptarmos nossas leis. Para um mundo de inteligência artificial, robôs, transformação digital, indústria 4.0, economia compartilhada e tantas outras tecnologias revolucionárias, precisamos de uma Reforma Trabalhista 4.0.

      Se o Brasil não se adaptar aos novos tempos, com uma legislação coerente, alijaremos os brasileiros do desenvolvimento das próximas décadas. Precisamos reduzir burocracias, aperfeiçoar a segurança jurídica, diminuir a complexidade tributária e facilitar o acesso aos novos mercados, abrindo a economia brasileira. Quem poderia parar um Brasil assim?

(Ricardo Amorim. Disponível em: istoe.com.br. 19.09.2019. Adaptado)

No Brasil, o ambiente de negócios é desafiador. Há burocracia, impostos elevados e alto custo de financiamento. Apesar disso, em função da mais profunda crise econômica da história e de uma transformação tecnológica e comportamental significativa, o mercado de trabalho se reconfigurou.


Com a afirmação destacada, o autor expressa a ideia de que a reconfiguração do mercado de trabalho

Alternativas
Q1257991 Português

O mercado de trabalho mudou


      No Brasil, o ambiente de negócios é desafiador. Há burocracia, impostos elevados e alto custo de financiamento. Apesar disso, em função da mais profunda crise econômica da história e de uma transformação tecnológica e comportamental significativa, o mercado de trabalho se reconfigurou. Cada vez mais gente empreende e trabalha por conta própria. Atualmente, do total de trabalhadores na força de trabalho, apenas um em cada três possui carteira de trabalho. Se somarmos também os 65 milhões de pessoas sem trabalho, apenas um em cada cinco brasileiros é empregado formal. Os demais empreendem, trabalham por conta própria ou trabalham sem carteira.

      Cada vez mais, o Brasil se assemelha a países desenvolvidos. Lá, há algum tempo, aumenta o trabalho por conta própria e o empreendedorismo, em função de novas tecnologias e mudanças na sociedade. No entanto, ao contrário de lá, aqui sobra empreendedorismo, mas falta uma legislação trabalhista que ajude a inovação a ocorrer. Mesmo com a recente Reforma Trabalhista, nossa legislação ainda precisa de muita modernização.

      O mercado de trabalho se transformou completamente desde que a atual legislação foi criada, há quase um século. Na época, empregados eram a maioria absoluta dos trabalhadores. Hoje, são minoria. Na prática, nossa legislação trabalhista anacrônica e as interpretações ainda mais anacrônicas feitas pela Justiça do Trabalho deixam a grande maioria sem emprego ou desamparada. Com transformações tecnológicas aceleradas, o problema vai se agravar se não adaptarmos nossas leis. Para um mundo de inteligência artificial, robôs, transformação digital, indústria 4.0, economia compartilhada e tantas outras tecnologias revolucionárias, precisamos de uma Reforma Trabalhista 4.0.

      Se o Brasil não se adaptar aos novos tempos, com uma legislação coerente, alijaremos os brasileiros do desenvolvimento das próximas décadas. Precisamos reduzir burocracias, aperfeiçoar a segurança jurídica, diminuir a complexidade tributária e facilitar o acesso aos novos mercados, abrindo a economia brasileira. Quem poderia parar um Brasil assim?

(Ricardo Amorim. Disponível em: istoe.com.br. 19.09.2019. Adaptado)

Sabendo-se que o conceito de “indústria 4.0” envolve uma mudança de paradigma no campo da indústria, é correto afirmar que pleitear uma “Reforma Trabalhista 4.0” significa
Alternativas
Q1257990 Português

O mercado de trabalho mudou


      No Brasil, o ambiente de negócios é desafiador. Há burocracia, impostos elevados e alto custo de financiamento. Apesar disso, em função da mais profunda crise econômica da história e de uma transformação tecnológica e comportamental significativa, o mercado de trabalho se reconfigurou. Cada vez mais gente empreende e trabalha por conta própria. Atualmente, do total de trabalhadores na força de trabalho, apenas um em cada três possui carteira de trabalho. Se somarmos também os 65 milhões de pessoas sem trabalho, apenas um em cada cinco brasileiros é empregado formal. Os demais empreendem, trabalham por conta própria ou trabalham sem carteira.

      Cada vez mais, o Brasil se assemelha a países desenvolvidos. Lá, há algum tempo, aumenta o trabalho por conta própria e o empreendedorismo, em função de novas tecnologias e mudanças na sociedade. No entanto, ao contrário de lá, aqui sobra empreendedorismo, mas falta uma legislação trabalhista que ajude a inovação a ocorrer. Mesmo com a recente Reforma Trabalhista, nossa legislação ainda precisa de muita modernização.

      O mercado de trabalho se transformou completamente desde que a atual legislação foi criada, há quase um século. Na época, empregados eram a maioria absoluta dos trabalhadores. Hoje, são minoria. Na prática, nossa legislação trabalhista anacrônica e as interpretações ainda mais anacrônicas feitas pela Justiça do Trabalho deixam a grande maioria sem emprego ou desamparada. Com transformações tecnológicas aceleradas, o problema vai se agravar se não adaptarmos nossas leis. Para um mundo de inteligência artificial, robôs, transformação digital, indústria 4.0, economia compartilhada e tantas outras tecnologias revolucionárias, precisamos de uma Reforma Trabalhista 4.0.

      Se o Brasil não se adaptar aos novos tempos, com uma legislação coerente, alijaremos os brasileiros do desenvolvimento das próximas décadas. Precisamos reduzir burocracias, aperfeiçoar a segurança jurídica, diminuir a complexidade tributária e facilitar o acesso aos novos mercados, abrindo a economia brasileira. Quem poderia parar um Brasil assim?

(Ricardo Amorim. Disponível em: istoe.com.br. 19.09.2019. Adaptado)

Do ponto de vista do autor, as perspectivas do mercado de trabalho no Brasil são
Alternativas
Q1257534 Português
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S. Roecker e S. S. Marcon. Educação em saúde na estratégia saúde da família: o significado e a práxis dos enfermeiros. In: Escola
  Anna Nery Revista de Enfermagem [on‐line], v. 15, n.º 4,
   2011, p. 702. Internet: <www.scielo.br>
   (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue o item.


Do texto se deduz que as mudanças de comportamento das pessoas para que evitem as doenças são o foco atual das ações no setor de saúde.

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Q1257533 Português
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S. Roecker e S. S. Marcon. Educação em saúde na estratégia saúde da família: o significado e a práxis dos enfermeiros. In: Escola
  Anna Nery Revista de Enfermagem [on‐line], v. 15, n.º 4,
   2011, p. 702. Internet: <www.scielo.br>
   (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue o item.


Infere‐se do texto que compete ao profissional de enfermagem da ESF assistir o indivíduo, saudável ou doente, no desempenho de ações que contribuem para a promoção de sua saúde ou para a sua recuperação.

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Respostas
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