🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.604 questões

Q3822118 Português
Analise o trecho da canção abaixo:
“A manhã renascer E esbanjar poesia Como vai se explicar Vendo o céu clarear …”
Chico Buarque
Assinale a alternativa correta referente ao processo de formação das palavras destacadas nos versos da canção.
Alternativas
Q3822113 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras pertencem ao gênero feminino.
Alternativas
Q3821977 Português
Dia D de combate ao Aedes aegypti acontece neste sábado em todo o país

De acordo com o Ministério da Saúde, este ano, houve uma redução de 75% nos casos de dengue no Brasil, se comparado com o mesmo período de 2024. Para reforçar a conscientização da população, amanhã (8) é mais um "Dia D" de combate ao mosquito Aedes aegypti , que transmite a dengue, a zika e a chikungunya.

A data trará ações de conscientização e mutirões de limpeza em lugares públicos e em residências em todo o Brasil. O Ministério da Saúde informou que se antecipou ao período de maior transmissão, que começa agora, com a chegada do calor e das chuvas.

Um levantamento realizado entre agosto e outubro, em mais de três mil municípios brasileiros, aponta que 30% desses municípios estão em situação de alerta para a dengue, a zika e a chikungunya. Apesar disso, a dengue teve uma redução de 75% no número de casos em relação ao ano passado, chegando a 1,6 milhão de diagnósticos em 2025. O Rio de Janeiro viveu uma epidemia da doença durante o ano passado, com mais de 300 mil casos, contra 29 mil neste ano.

O Ministério da Saúde disse que está fazendo a vacinação e também está investindo mais de R$ 183 milhões em novas tecnologias de combate ao vetor.

(Disponível em: https://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2025/11/dia-d-de-combate-aoaedes-aegypti-acontece-neste-sabado-em-todo-o-pais. Acesso em 08 nov. 2025. Adaptado.)

Analise as assertivas a seguir: 

I.No 1º parágrafo, o pronome demonstrativo "este" foi usado para se referir ao ano de 2025. O leitor consegue inferir essa referência a partir de informações contidas no próprio texto.

II.No 3º parágrafo, o pronome demonstrativo "esses", em "30% desses municípios", claramente faz referência a algo mencionado anteriormente.

III."Este" e "esse" são sinônimos e têm o mesmo valor na construção textual. O que os diferencia é o grau de formalidade, sendo "esse" uma expressão tipicamente oral. O uso de "este" ou "esse", portanto, é indiferente em qualquer contexto, cabendo ao leitor apenas identificar a que o pronome se refere, independente da posição desse referente.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3821639 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

"À medida que" nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de: 

Alternativas
Q3821504 Português
Dia D de combate ao Aedes aegypti acontece neste sábado em todo o país

De acordo com o Ministério da Saúde, este ano, houve uma redução de 75% nos casos de dengue no Brasil, se comparado com o mesmo período de 2024. Para reforçar a conscientização da população, amanhã (8) é mais um "Dia D" de combate ao mosquito Aedes aegypti , que transmite a dengue, a zika e a chikungunya.

A data trará ações de conscientização e mutirões de limpeza em lugares públicos e em residências em todo o Brasil. O Ministério da Saúde informou que se antecipou ao período de maior transmissão, que começa agora, com a chegada do calor e das chuvas.

Um levantamento realizado entre agosto e outubro, em mais de três mil municípios brasileiros, aponta que 30% desses municípios estão em situação de alerta para a dengue, a zika e a chikungunya. Apesar disso, a dengue teve uma redução de 75% no número de casos em relação ao ano passado, chegando a 1,6 milhão de diagnósticos em 2025. O Rio de Janeiro viveu uma epidemia da doença durante o ano passado, com mais de 300 mil casos, contra 29 mil neste ano.

O Ministério da Saúde disse que está fazendo a vacinação e também está investindo mais de R$ 183 milhões em novas tecnologias de combate ao vetor.

(Disponível em: https://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2025/11/dia-d-de-combate-aoaedes-aegypti-acontece-neste-sabado-em-todo-o-pais. Acesso em 08 nov. 2025. Adaptado.)
O tempo ou a temporalidade dos verbos marca a posição que os fatos enunciados ocupam no tempo, logo, a escolha temporal em um texto não é gratuita, mas feita conscientemente para possibilitar sentidos. O modo dos verbos também não são escolhidos aleatoriamente, uma vez que cada modo (indicativo, subjuntivo e imperativo) exprime sentidos diversos. Veja o excerto:
"A data trará ações de conscientização e mutirões de limpeza em lugares públicos e em residências em todo o Brasil. O Ministério da Saúde informou que se antecipou ao período de maior transmissão, que começa agora, com a chegada do calor e das chuvas." Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O verbo "trazer" está conjugado no futuro do presente do indicativo, indicando fatos posteriores ao momento da enunciação.
(__)Os verbos "informar" e "antecipar-se" estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, exprimindo acontecimentos já fechados, completos em relação ao momento da enunciação.
(__)O verbo "começar", no presente do indicativo, destoa de todo o período, uma vez que os verbos estão no passado e "começar" está no presente, referindo-se a algo que já teve início no momento da enunciação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3821358 Português
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classe de palavras sublinhadas no trecho a seguir:
Cada Maria reinventa seu modo de ser Maria. Cada José tem a própria história”.
Alternativas
Q3821248 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Cultura de paz na escola



    Quando se fala em cultura de paz na escola, muita gente pensa logo em campanhas contra a violência ou em cartazes com frases bonitas nos corredores. O relato de um projeto desenvolvido com turmas de 1º ano do ensino fundamental mostra algo mais concreto: a paz também se constrói a partir de atitudes bem simples, como cuidar do espaço comum e aprender a conviver melhor com os colegas.

    O projeto nasceu de um incômodo do dia a dia. A equipe percebeu que os alunos deixavam lixo no chão, rasgavam cartazes, riscavam carteiras e empurravam a responsabilidade uns para os outros quando eram chamados a limpar a sala. Bastava alguém pedir que recolhessem papéis para surgirem brigas, acusações e frases como “não fui eu”, “isso não é meu”. A partir dessa situação, os professores decidiram transformar o problema em tema de estudo, relacionando cuidado com o ambiente, convivência e cultura de paz.

    Em vez de uma “bronca coletiva”, a escola organizou um projeto anual com foco em educação ambiental, articulado ao currículo e à Base Nacional Comum Curricular. As turmas passaram a investigar perguntas como: “De quem é a sala de aula?”, “O que acontece com o lixo que jogamos no chão?”, “Como o nosso comportamento afeta o bem-estar dos outros?”. Foram feitas rodas de conversa, leitura de histórias, observação do pátio e de outros espaços da escola, registros em desenhos e textos curtos, além de pequenos combinados construídos com as crianças.

    A proposta foi tratada como pesquisa-ação. Os professores observavam as atitudes dos alunos, planejavam intervenções, acompanhavam as mudanças e replanejavam as atividades quando necessário. Não se tratava apenas de cumprir um conteúdo de Ciências ou Língua Portuguesa, mas de integrar diferentes áreas em torno de um mesmo eixo: cuidar do ambiente para melhorar a convivência. Aos poucos, os estudantes começaram a perceber que jogar lixo no chão, empurrar o colega na fila ou se recusar a ajudar na arrumação também são formas de violência.

    Com o tempo, surgiram mudanças visíveis. As crianças passaram a zelar mais pela sala, discutir quem iria organizar determinados materiais e cobrar umas das outras, posturas mais respeitosas. Situações que, antes geravam discussões longas passaram a ser resolvidas com mais rapidez, porque os combinados estavam claros e haviam sido construídos em conjunto. O ambiente ficou mais limpo e, segundo os relatos, mais tranquilo.

    Outro resultado importante foi a aproximação com as famílias. Ao levar o tema para casa, os alunos começaram a comentar sobre separar lixo, cuidar do quintal, reaproveitar objetos e dividir tarefas. A escola aproveitou esse movimento para organizar atividades com participação dos responsáveis, como exposições de trabalhos e momentos de conversa sobre cuidado com o ambiente e convivência respeitosa.

    O projeto mostra que a cultura de paz na escola não se limita a campanhas pontuais. Ela pode ser construída no cotidiano, por meio de experiências concretas que relacionam educação ambiental, responsabilidade coletiva e respeito ao outro. Ao cuidar da sala, do pátio e dos materiais, as crianças aprendem, desde cedo, que viver em paz é também aprender a dividir, dialogar e reconhecer o espaço comum como lugar de todos.



(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Farias, Leila Katia de Sousa; Bicalho, Frederico da Silva. “A cultura da paz na escola: educação ambiental como possibilidade de se promover a paz”. Revista Pedagógica, v. 26, 2024.)

Considerando a formação das palavras a seguir, assinale a alternativa em que todas são substantivos derivados que exprimem ação ou resultado de ação.
Alternativas
Q3819359 Português

Leia o texto a seguir:



Corrida por ingressos para Copa do Mundo começa no dia 10


Enquanto governo Trump adota endurecimento da política migratória nos Estados Unidos, competição se aproxima



    Com início programado para 11 de junho, a Copa do Mundo de 2026 dará início ao concorrido processo de venda de ingressos aos torcedores na semana que vem.


    Na próxima quarta-feira (10), às 11h (horário de Brasília), será aberta pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) a primeira janela para que os interessados em acompanhar as partidas se inscrevam para ter a chance de comprar os bilhetes —haverá sorteio para definir quem poderá adquiri-los. A janela seguirá aberta para inscrições até sexta-feira (12), também às 11h.


    Os sorteados serão notificados por e-mail a partir de 29 de setembro e receberão uma data e um horário para comprar ingressos, com início das vendas programado para 1º de outubro.


    Uma segunda janela para inscrições será aberta entre 27 e 31 de outubro.


    Os preços dos ingressos variam de US$ 60 (R$ 326), em partidas da fase de grupos, até US$ 6.730 (R$ 36,6 mil), para acompanhar a final.


    Primeira edição com 48 seleções —16 a mais do que no Qatar, em 2022—, a Copa terá 104 partidas, com as equipes divididas em 12 grupos com quatro times cada um. Os dois primeiros de cada chave avançam, com as 32 seleções passando a se enfrentar em partidas de mata-mata.


    Os Estados Unidos abrigarão 78 jogos. Canadá e México receberão 13 cada um.


    A busca de turistas por ingressos para a competição no ano que vem começará em meio a um endurecimento na política migratória adotada pelos Estados Unidos.


    Recentemente, o presidente Donald Trump proibiu a entrada de cidadãos de 12 países, com exceção daqueles que têm visto válido ou permanente ou dupla nacionalidade.


    A medida atinge o Irã, um dos países que já garantiram vaga no Mundial. O veto prevê exceções para jogadores, técnicos, funcionários e parentes de membros da seleção asiática, mas bloqueia a entrada de torcedores.


    Presidente da Fifa, Gianni Infantino procurou tranquilizar os torcedores que desejam viajar aos Estados Unidos para a Copa.


    "Acho que é importante esclarecer isso, há muitas ideias equivocadas por aí. Todos serão bem-vindos no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Estamos trabalhando exatamente para isso", afirmou o dirigente. "Claro que existe um processo para obter os vistos. Esse processo será tranquilo."


    No fim de julho, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um alerta para que os interessados em assistir à Copa solicitem os vistos para entrada no país o quanto antes.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/09/corrida-por-ingressos-paracopa-do-mundo-comeca-no-dia-10.shtml. Acesso em 03/09/2025 

“Os sorteados serão notificados por e-mail a partir de 29 de setembro e receberão uma data e um horário para comprar ingressos, com início das vendas programado para 1º de outubro” (3º parágrafo). As duas palavras em destaque podem ser classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3819357 Português

Leia o texto a seguir:



Corrida por ingressos para Copa do Mundo começa no dia 10


Enquanto governo Trump adota endurecimento da política migratória nos Estados Unidos, competição se aproxima



    Com início programado para 11 de junho, a Copa do Mundo de 2026 dará início ao concorrido processo de venda de ingressos aos torcedores na semana que vem.


    Na próxima quarta-feira (10), às 11h (horário de Brasília), será aberta pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) a primeira janela para que os interessados em acompanhar as partidas se inscrevam para ter a chance de comprar os bilhetes —haverá sorteio para definir quem poderá adquiri-los. A janela seguirá aberta para inscrições até sexta-feira (12), também às 11h.


    Os sorteados serão notificados por e-mail a partir de 29 de setembro e receberão uma data e um horário para comprar ingressos, com início das vendas programado para 1º de outubro.


    Uma segunda janela para inscrições será aberta entre 27 e 31 de outubro.


    Os preços dos ingressos variam de US$ 60 (R$ 326), em partidas da fase de grupos, até US$ 6.730 (R$ 36,6 mil), para acompanhar a final.


    Primeira edição com 48 seleções —16 a mais do que no Qatar, em 2022—, a Copa terá 104 partidas, com as equipes divididas em 12 grupos com quatro times cada um. Os dois primeiros de cada chave avançam, com as 32 seleções passando a se enfrentar em partidas de mata-mata.


    Os Estados Unidos abrigarão 78 jogos. Canadá e México receberão 13 cada um.


    A busca de turistas por ingressos para a competição no ano que vem começará em meio a um endurecimento na política migratória adotada pelos Estados Unidos.


    Recentemente, o presidente Donald Trump proibiu a entrada de cidadãos de 12 países, com exceção daqueles que têm visto válido ou permanente ou dupla nacionalidade.


    A medida atinge o Irã, um dos países que já garantiram vaga no Mundial. O veto prevê exceções para jogadores, técnicos, funcionários e parentes de membros da seleção asiática, mas bloqueia a entrada de torcedores.


    Presidente da Fifa, Gianni Infantino procurou tranquilizar os torcedores que desejam viajar aos Estados Unidos para a Copa.


    "Acho que é importante esclarecer isso, há muitas ideias equivocadas por aí. Todos serão bem-vindos no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Estamos trabalhando exatamente para isso", afirmou o dirigente. "Claro que existe um processo para obter os vistos. Esse processo será tranquilo."


    No fim de julho, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um alerta para que os interessados em assistir à Copa solicitem os vistos para entrada no país o quanto antes.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/09/corrida-por-ingressos-paracopa-do-mundo-comeca-no-dia-10.shtml. Acesso em 03/09/2025 

No título do texto, “Corrida por ingressos para Copa do Mundo começa no dia 10”, em seu contexto de uso, a palavra em destaque é classificada como:
Alternativas
Q3818556 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
No texto, o autor usa a palavra "superinteligência". A respeito dessa palavra, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A palavra "superinteligência" tem, em sua formação, o acréscimo do prefixo super-. De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, ela precisaria de hífen porque o segundo elemento começa com vogal: super-inteligência.

(__)O processo de formação da palavra em análise é por composição, em que o prefixo super- se justapõe à palavra "inteligência".

(__)A palavra "superinteligência" é uma paroxítona e a acentuação gráfica se dá porque ela termina com ditongo oral. É o mesmo que acontece com a palavra "raciocínio".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3818408 Português
'Acham que temos que esperar a morte', diz diretora de Livros Restantes , filme que desafia o etarismo

Filme retrata aposentada que redescobre vida viajando, valoriza diversidade catarinense e celebra cinema nacional

O novo filme estrelado pela atriz Denise Fraga, Livros Restantes , parte da pergunta: "Existe idade para parar de viver?". A provocação acompanha a personagem Ana Catarina, uma mulher aposentada que decide deixar a cidade onde viveu a vida inteira para viajar, como explica a diretora Márcia Paraíso. Para ela, a história confronta o etarismo e a forma como a sociedade tenta limitar a existência das mulheres.

"Existe essa coisa da sociedade, do etarismo, de achar que chegamos em um momento em que temos que esperar a morte chegar, ou que determina um espaço para nós, ou que deixamos de ser visíveis. Esse lugar que nos colocam, especialmente as mulheres", afirma
[...].

Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de amigos décadas atrás. Algumas dedicatórias ainda preservavam significado; outras, não mais. Fraga conta que o roteiro a tocou profundamente. "O Livros Restantes parece que chegou pra mim como um carimbo de maturidade também, de coisas que eu tenho pensado. Eu vejo lá esse poder que o cinema tem, horas em que eu estou servindo a personagem, mas estou completamente ali dentro", relata.

Quase todo o longa foi filmado na Barra da Lagoa, em Florianópolis, um território pesqueiro e ponto recorrente da obra de Paraíso. A diretora destaca o desafio de retratar Santa Catarina para além dos estereótipos de um estado "rico, branco e conservador".

"Eu tinha muito preconceito com o estado porque o que eu conhecia de Santa Catarina era o que me venderam sobre Santa Catarina. Mas é o estado da Antonieta de Barros [primeira mulher negra brasileira a assumir um mandato popular]; onde o Movimento [dos Trabalhadores Rurais] Sem Terra é extremamente organizado; produziu um poeta como Cruz e Sousa. Eu gostaria muito que o filme fosse um respiro sobre uma Florianópolis, que tem uma cultura muito peculiar, um jeito de dizer que o Brasil não conhece", explicou.

O elenco conta também com o ator Augusto Madeira, que celebra o momento do audiovisual brasileiro após anos de retrocessos. "[...] Ainda precisamos melhorar, mas estamos muito mais fortes. Então, isso nada mais é que o reflexo de anos e anos de uma política cultural incentivada, contínua", avalia.

Fraga acrescenta, por fim, que "o cinema é, para um país, o maior veículo de comunicação daquela cultura, daquele país para o mundo. Eu nunca fui para a China, toda a China que eu sei dentro de mim é pelo cinema. O cinema é o veículo de uma nação. Ele é uma coisa muito impressionantemente eficaz nesse sentido de ter a identidade de uma nação".


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/12/05/acham-que-temos-que-esp erar-a-morte-diz-diretora-de-livros-restantes-filme-que-desafia-o-etaris mo/. Acesso em: 05 dez. 2025. Adaptado.)
A derivação é um dos processos de formação de palavras no português. Entre as possibilidades de derivação, tem-se a sufixal, ou seja, em que se acrescenta um sufixo a uma palavra já existente, possibilitando não apenas uma nova palavra, como novos sentidos e funções. Um exemplo é a palavra etarismo . O sufixo -ismo é entendido como um sufixo de alta produtividade, ou seja, ele possibilita, a depender da palavra e do contexto, inúmeros sentidos. Tendo a discussão proposta no texto a respeito do que é etarismo e o uso social dele, assinale a alternativa que indica corretamente o sentido do sufixo -ismo na formação dessa palavra: 
Alternativas
Q3818328 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Considere as seguintes frases do 4º parágrafo:
•  “Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna...” •  “No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos...”
Mantendo o sentido original, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3818289 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Em “Aqueles anéis perfeitamente ajustados…” (1º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de
Alternativas
Q3817799 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
“No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise” (2º parágrafo). Se o verbo em destaque estivesse no futuro do pretérito do indicativo, seria flexionado como:
Alternativas
Q3817367 Português
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o sentido pretendido com o uso dos artigos destacados:

Primeira coluna: sentidos
1. Substantivação
2. Sentido de posse
3. Ênfase.

Segunda coluna: artigos
(__) Ela trazia cabeça embranquiçada pelas preocupações dos últimos anos.
(__) A pintura era de uma precisão absurda. 
(__) Eu não sei lidar com inesperado.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3817331 Português
Outro de elevador

“ Ascende”, dizia o ascensorista. Depois: “ Eleva-se.” “Para cima.” “Para o alto.” Escalando.” Quando perguntavam: “Sobe ou desce?”, respondia: “A primeira alternativa.” Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente.” “ A segunda alternativa.” “ Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda a arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?”, respondia: “É o que veremos..." Nem todo o mundo compreendia, mas alguns os instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador, ele respondia: “Tem seus altos e baixos”, como esperavam. Respondia, criticamente, que era melhor que trabalhar em escala, ou que não se importava, embora o seu sonho fosse um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados. E quando ele perdeu o emprego, porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto.”

(Luis Fernando Veríssimo – jornal O Globo, 2002)

"Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam."


Considerando a estrutura e o sentido da oração acima, a palavra “Nem” atua como um advérbio de negação que:

Alternativas
Q3816012 Português
Analise as assertivas abaixo sobre a ocorrência das palavras “sagrado” e “profano” no trecho a seguir:
“Entre o sagrado e o profano”.
I. As duas palavras ocorrem como substantivos e são antônimas entre si.
II. Um sinônimo possível de “sagrado” é “divino” e de “profano” é “mundano”.
III. Os verbos relacionados às palavras são respectivamente “sacralizar” e “profanar” e ambos apresentam o mesmo radical que elas.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3816007 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos a seguir.
● “ganhar uma nova identidade que começava ____ a outra terminava”.
● “O Brasil foi o lugar ____ a árvore virou abrigo”.
● “Talvez o país não saiba exatamente ____ vai”. 
Alternativas
Q3815875 Português
Assinale a frase em que o termo sublinhado é um advérbio de modo.
Alternativas
Q3815790 Português

Assino embaixo o abaixo-assinado 


Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.


Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.


Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!


O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.

Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.


Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.


O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.


Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)

 No trecho “Lá assinei de caneta e papel mesmo”, a palavra é classificada, gramaticalmente, como: 
Alternativas
Respostas
1941: A
1942: B
1943: D
1944: C
1945: A
1946: D
1947: A
1948: D
1949: D
1950: A
1951: B
1952: D
1953: B
1954: C
1955: E
1956: A
1957: B
1958: B
1959: C
1960: D