Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q1217885 Português

Por que alguns animais comem pedra?


Alguns animais têm hábitos que podemos considerar curiosos… Os gatos, por exemplo, se lambem para limpar o pelo. Já os cachorros procuram comer certas ervas quando sentem algum mal-estar. Mas tem bicho com hábitos ainda mais intrigantes, como comer pedras! E olha que, em vez de fazê-los passar mal, as pedras exercem funções úteis dentro do organismo.

Crocodilo, pinguim, foca e leão-marinho, entre outros animais aquáticos, estão na lista dos engolidores de pedras. Elas ficam armazenadas no estômago desses animais e ajudam a triturar os alimentos e a limpar as paredes estomacais. Também aliviam a sensação de fome e funcionam como lastro, ajudando o animal a afundar.

É preciso dizer que as pedras não ficam no corpo do animal pra sempre. O corpo começa a dar sinais de desconforto. Então, o animal provoca vômito, botando algumas pedras para fora até se sentir bem.

Adaptado de: http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/ view/1932

Se precisássemos substituir o substantivo “cachorros” por seu respectivo substantivo coletivo, o correto seria:
Alternativas
Q1217884 Português

Por que alguns animais comem pedra?


Alguns animais têm hábitos que podemos considerar curiosos… Os gatos, por exemplo, se lambem para limpar o pelo. Já os cachorros procuram comer certas ervas quando sentem algum mal-estar. Mas tem bicho com hábitos ainda mais intrigantes, como comer pedras! E olha que, em vez de fazê-los passar mal, as pedras exercem funções úteis dentro do organismo.

Crocodilo, pinguim, foca e leão-marinho, entre outros animais aquáticos, estão na lista dos engolidores de pedras. Elas ficam armazenadas no estômago desses animais e ajudam a triturar os alimentos e a limpar as paredes estomacais. Também aliviam a sensação de fome e funcionam como lastro, ajudando o animal a afundar.

É preciso dizer que as pedras não ficam no corpo do animal pra sempre. O corpo começa a dar sinais de desconforto. Então, o animal provoca vômito, botando algumas pedras para fora até se sentir bem.

Adaptado de: http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/ view/1932

O plural correto do substantivo leão-marinho é:
Alternativas
Q1215484 Português
TEXTO

PREFÁCIO DE O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO
Aldous Huxley

   Todos os moralistas estão de acordo com que o remorso crônico é um sentimento dos mais indesejáveis. Se uma pessoa procedeu mal, arrependa-se, faça as reparações que puder e trate de comportar-se melhor na próxima vez. Não deve, de modo nenhum, pôr-se a remoer suas más ações. Espojar-se na lama não é a melhor maneira de ficar limpo.
...e trate de comportar-se melhor na próxima vez”. A frase abaixo em que o termo “melhor” deve ser substituído por “mais bem” é:
Alternativas
Q1215483 Português
TEXTO

PREFÁCIO DE O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO
Aldous Huxley

   Todos os moralistas estão de acordo com que o remorso crônico é um sentimento dos mais indesejáveis. Se uma pessoa procedeu mal, arrependa-se, faça as reparações que puder e trate de comportar-se melhor na próxima vez. Não deve, de modo nenhum, pôr-se a remoer suas más ações. Espojar-se na lama não é a melhor maneira de ficar limpo.
“...faça as reparações que puder...”; nesse segmento, a oração adjetiva sublinhada equivale ao seguinte adjetivo:
Alternativas
Q1214848 Português
Associando os graus de adjetivos com os exemplos, podemos afirmar que a ordem correta está na alternativa:
1. Comparativo de inferioridade 2. Comparativo de superioridade analítico 3. Comparativo de superioridade sintético 4. Superlativo absoluto analítico 5. Superlativo absoluto sintético 6. Superlativo relativo de inferioridade
( ) Não aprecio as pessoas excessivamente delicadas. ( ) Este carro é menos confortável que aquele. ( ) As crianças são mais imprudentes que os adultos. ( ) Este tecido é melhor que o outro. ( ) Ele era o menos falante de todos. ( ) O mar estava agitadíssimo.
Alternativas
Q1214847 Português
Nas alternativas a seguir temos palavras destacadas escritas em maiúsculo. Podemos afirmar que a ÚNICA que não corresponde a um adjetivo é a encontrada em:
Alternativas
Q1211788 Português
WhatsApp passa a avisar usuários quando mensagem é lida e causa irritação e ansiedade; ‘recurso’ não pode ser desativado (Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/195002recebeu-nao-leu.shtml acesso em 28/04/2016)
O título do texto da matéria apresenta duas orações, no entanto não há um elemento coesivo ou conjunção fazendo a ligação delas, são separadas pela vírgula. Nesse caso, a conjunção que ligaria as orações do título, substituindo a vírgula, sem alterar o valor semântico dele, seria:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1209517 Português
Leia o texto.
A criação de pneu
A borracha cheia de ar comprimido tornou o carro possível. E o avião também (não tente pousar o seu sem pneus no trem de pouso). Mas a estreia dela foi na bicicleta.
Jonh Dunlop, o escocês que criou o pneu, instalou os primeiros da história na bicicleta de seu filho em 1887, porque a trepidação das rodas de madeira deixava o garotinho com dor de cabeça.
Superinteressante, no 288. In Cereja, Wiliam Roberto.
Leia a frase que segue.
A sua vida era uma vida desfeita, inútil. Faltava-lhe um osso duro, áspero e forte, contra o qual ninguém pudesse nada. (Clarice Lispector-adaptada)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao texto.
( ) Há um adjetivo feminino.
( ) Há dois adjetivos masculinos. ( ) Há um adjetivo repetido. ( ) A palavra sublinhada é um adjetivo simples. ( ) Todos os adjetivos do texto estão no singular.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Jacarezinho - PR
Q1198603 Português
Consideração intempestiva sobre a utilidade e os inconvenientes da história para a vida Nietzsche 
A mais ínfima felicidade, quando está sempre presente e nos torna felizes, é incomparavelmente superior a maior de todas, que só se produz de maneira episódica, como uma espécie de capricho, como uma inspiração insensata, em meio a uma vida que é dor, avidez e privação. Tanto na menor como na maior felicidade, porém, há sempre algo que faz que a felicidade seja uma felicidade: a faculdade de esquecer, ou melhor, em palavras mais eruditas, a faculdade de sentir as coisas, durante todo o tempo que dura a felicidade, fora de qualquer perspectiva histórica. Aquele que não sabe instalar-se no limiar do instante, esquecendo todo o passado, aquele que não sabe, como uma deusa da vitória, colocar-se de pé uma vez sequer, sem medo e sem vertigem, este não saberá jamais o que é a felicidade, e o que é ainda pior: ele jamais estará em condições de tornar os outros felizes. É possível viver, e mesmo viver feliz, quase sem lembrança, como o demonstra o animal; mas é absolutamente impossível ser feliz sem esquecimento. 
(F. W. Nietzsche. II Consideração intempestiva sobre a utilidade e os inconvenientes da história para a vida. In: Escritos sobre história. Texto adaptado. São Paulo: Loyola, 2005. p. 72-3) 
Na frase encontrada no texto: “Tanto na menor como na maior felicidade, porém, há sempre algo que faz que a felicidade seja uma felicidade”, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNCAB Órgão: PC-PA
Q1193141 Português
Não raro as palavras "moral" e "ética" aparecem num mesmo contexto e, às vezes, são erroneamente entendidas como sinônimos. A primeira tem caráter prático, relativo e restrito a determinada circunstância. Já a segunda é a reflexão filosófica sobre a moral, busca compreender sua lógica e justificá-la. É necessário reconhecer que a própria etimologia dos termos favorece dúvidas. [...] Podemos pensar que moral são as normas que devem ser seguidas e tem como objetivo regular o comportamento [...]. Já a ética expressa um conjunto de valores que orientam as ações com o fim de preservaro bem-estar coletivo.É possível dizer que, enquanto a ética é teórica, "filosófica", a moral está associada à prática, ao cotidiano, à maneira como vivemos os principios éticos. Subjacente aos dois conceitos há uma questão básica: a oposição entre o bem e o mal. Para a psiquiatria, a psicanálise e a maioria das abordagens psicológicas, porém, a visão maniqueísta é insuficiente diante da complexidade humana. Muitas vezes, as supostas maldades -ou o que a priori seriam considerados gestos de bondade - surgem como sintomas de alguma patologia ou emergem de quadros psíquicos alterados. Além disso, se levarmos em conta a existência de uma instância psíquica inconsciente, que constantemente sabota nossas boas intenções (e quanto menos nos conhecemos mais o faz), fica ainda mais difícil estabelecer uma separação objetiva entre bons e maus.Friedrich Nietzsche (1844-1900), por exemplo, propõe pensarmos "para além do bem e do mal". Escreve: "Pergunte aos escravos 'quem é o mau', e eles apontarão o personagem que a moral aristocrática considera 'bom', isto é, o poderoso, O dominador". O filósofo alemão faz uma colocação muito pertinente: há sempre a perspectiva de quem julga, suas experiências e seus interesses. Como então lidar com essa multiplicidade de olhares possíveis sobre um mesmo objeto? Uma saida talvez seja lançar mão de um recurso bastante simples, a empatia, e fazermos o exercício (nem sempre cômodo ou fácil) de nos colocarmos no lugar do outro, procurando compreender seu ponto de vista - e sua dor. Buscando esse ponto que nos coloca em contato com o outro, tão diferente e ao mesmo tempo tão próximo, talvez seja mais fácil buscar em nós mesmos espaços psíquicos que comportem escolhas menos nocivas.Rev. mentecérebro. Abril de 2011, p. 22.
Na argumentação, o autor emprega a locução "além de" - V. "Além disso" (82)- para:
Alternativas
Q1192503 Português

Leia o texto “Carnes vivas”, de João Pereira Coutinho, e responda a questão.

      Tive uma infância de príncipe. Passei longas horas na rua, sem supervisão parental, a me aventurar. Isso na cidade.
      No campo, o cardápio era melhor. Parti o braço (uma vez) e o pulso (idem). Tudo porque teimava em subir nas árvores. E, por falar em árvores, cheguei a construir uma casa rudimentar no cimo de uma oliveira que aguentou apenas duas horas. Findas as duas horas, já eu estava no chão, com os joelhos em carne viva. 
      Às vezes pergunto o que aconteceria aos meus pais se o pequeno selvagem que fui reaparecesse agora. Provavelmente, seria exibido em uma jaula, como um King Kong pré- -púbere.
    “Minhas senhoras e meus senhores, vejam com os próprios olhos, uma criança que gosta de brincar!”
      Imagino a plateia, horrorizada, tapando os olhos dos filhos – ou, melhor ainda, ligando os tablets e anestesiando-os com a dose apropriada de pixels.
      E a minha mãe certamente estaria presa. Exagero? Não creio. Conta a “Economist” dessa semana que Debra Harrell, da Carolina do Sul, foi detida por deixar a filha de nove anos brincar no parque sem vigilância apurada.
   Engraçado. Na década de 1950, uma criança tinha cinco vezes mais possibilidades de morrer precocemente do que uma criança do século 21. Mas os pais da “baby-boom generation” deixavam as suas crianças à solta, talvez por entenderem que uma criança é uma criança. Esses pais não eram, como diz a revista, “pais-helicóptero”.
    Expressão feliz. Conheço vários casais que devotam aos filhos a mesma atenção obsessiva que um pesquisador dedica aos seus ratinhos de laboratório. Gostam de controlar tudo sobre os filhos. Como os helicópteros, estão constantemente a planar sobre a existência dos petizes.
    E quando finalmente descem a terra, é a desgraça: correm com eles para aulas de música, caratê, natação, matemática. No regresso a casa, é ver esses pequenos escravos, mortificados e exaustos, antes de se recolherem aos quartos.
   Não sei que tipo de crianças os “pais-helicóptero” estão a produzir. Deixo essas matérias para os especialistas. Digo apenas que a profusão de “pais-helicóptero” é uma brutal amputação da infância e da adolescência. Para além de corromper a relação entre pais e filhos.
    Sobre a amputação, não sei que adulto eu seria se nesses primeiros anos não houvesse a sensação de liberdade, mas também a percepção do risco, que me acompanhava todos os dias. Apesar dos ossos que quebrei, dores foram compensadas pela confiança que ganhei e pela intuição de que o mundo não é uma ameaça constante, povoado por sequestradores, pedófilos ou extraterrestres. 
    Mas os “pais-helicóptero” corrompem a relação essencial entre eles e os filhos. Anos atrás, o filósofo  Michael Sandel escreveu um ensaio contra o uso da engenharia genética para produzir descendências perfeitas. Dizia Sandel que se os pais pudessem manipular os fetos para terem superfilhos, estaria quebrada a qualidade essencial da parentalidade: o fato de amarmos os filhos incondicionalmente. Sejam ou não perfeitos.
    Igual raciocínio é aplicável aos “pais-helicóptero”: é natural desejar o melhor para os filhos. Porém não é natural ter com os filhos a mesma relação que existe entre um treinador e o seu atleta, como se a vida – acadêmica, pessoal, emocional – fosse uma mini-Olimpíada permanente.
    Na minha infância, as únicas medalhas que colecionei são as cicatrizes que trago no corpo. Não as troco por nada.
(Folha de S.Paulo, 29.07.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa correta sobre as expressões destacadas.
Alternativas
Q1192437 Português

Leia o texto para responder à questão.

Comunhão

Os verdadeiros poetas não leem os outros poetas. O verdadeiros poetas leem os pequenos anúncios dos jornais.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005, p. 64)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.


______ poesia de Mario Quintana encanta os leitores devido ___ uma espontaneidade marcante, que se combina _____ uma ironia sutil e bem-humorada.

Alternativas
Q1192398 Português

Leia a tira abaixo e responda o que se pede:


Imagem associada para resolução da questão

Em:>https://www.google.com.br/search?q=texto+de+mafalda+sobre+o+mundo, Data da consulta 19/10/2016.


Em relação às classes de palavras, leia as afirmações para responder o que se pede:


I - AMOR, CARINHO e AMIZADE são substantivos abstratos.

II- O TE é um pronome pessoal do caso oblíquo.

III- Em SENTIMENTOS BONS, o adjetivo BONS especifica “sentimentos”.

IV - Apesar da ausência do plural na palavra PENSAMENTO, a palavra POSITIVOSé um adjetivo que a especifica.

V- No texto só aparecem duas classes de palavras: o substantivo e o adjetivo.


Estão CORRETAS, apenas.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Coronel Vivida - PR
Q1191028 Português
Leia o seguinte poema, de autoria de Mário Quintana, para responder a questão:
“A nós bastem nossos próprios ais,  Que a ninguém sua cruz é pequenina.  Por pior que seja a situação da China,  Os nossos calos doem muito mais...”
Em relação à palavra “ais”, que aparece no primeiro verso do poema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IOPLAN Órgão: Prefeitura de Constantina - RS
Q1189081 Português
“Duas casas maravilhosas foram demolidas na rua em que moro.”. A concordância nominal é o acordo entre o substantivo e seus modificadores.  Assinale a alternativa que apresenta apenas modificadores do substantivo “casas” na frase acima:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Brejinho - RN
Q1187980 Português
No verso “um latido e um céu limpidíssimo”, o adjetivo destacado encontra-se no grau:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: HUAP-UFF
Q1186929 Português
“as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes.”(1º§)
O termo em destaque é uma locução adjetiva que se relaciona, por dependência sintática, com o seguinte vocábulo: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAEPESUL Órgão: Prefeitura de Morro da Fumaça - SC
Q1186279 Português
O homem não é o único animal...
... que constrói casa, mas é o único animal que precisa de fechadura ... que foge dos outros, mas é o único que chama de retirada estratégica ... que se ajoelha, mas é o único que faz isto voluntariamente ... que trai, polui a aterroriza, mas é o único que se justifica depois ... que engole sapo, mas é o único que não faz isso pelo valor nutricional ... que faz sexo, mas é o único que precisa de manual de instruções.                                                                                                **Luis Fernando Verissimo (** Poesia numa hora                                                                                                       dessas?. Porto Alegre: L&PM. p.19)
Sobre a parta gramatical do poema, analise com atenção as afirmativas seguintes:
I. “Constrói” é uma palavra oxítona, porém acentuada pela regra dos ditongos orais abertos. II. Com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, a palavra “constrói” não sofre alteração, não perdendo, portanto, o acento gráfico. III. O pronome relativo QUE, no início de cada verso, exerce a função sintática de sujeito. IV.  A conjunção MAS, que estabelece a coesão do texto, tem sentido de oposição. V. A conjunção MAS é classificada como Coordenativa Sindética Adversativa.
Agora, assinale a alternativa que contém a resposta CORRETA:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1183761 Português
A dona do ar
Quando completou três anos de idade, em 1922, Rosa Helena Schorling, conhecida como Rosita, ganhou de presente um velocípede de madeira construído pelo pai. Aos 12, o brinquedo havia ficado para trás e seu principal meio de transporte era um Opel 1896 de fabricação alemã e direção do lado direito. Aos 19, tornou-se a oitava brasileira apta a pilotar aviões e, aos 21, se tornou a primeira mulher a saltar de paraquedas no País.
Hoje, por força de seus 94 anos, caminha mais devagar, mas olha o céu do mesmo modo como olhava quando avistou, pela primeira vez, o imenso balão prateado Graf Zeppelin, que sobrevoou o território capixaba em 1932, inaugurando o tráfego aéreo entre a Europa e a América Latina. O acordo feito com o pai era o seguinte: primeiro Rosa Helena terminaria os estudos no tradicional colégio de freiras em que aprendia letras, ciências, piano e costura. Depois, tão logo conquistasse o canudo de professora-normalista, estaria autorizada a estudar aviação.
O trato foi cumprido. Em 1938, começou o curso, orientada a observar o terreno e sentir a altitude e os comandos. “No ar, eu me sinto livre como em nenhum outro lugar”, define a aviadora que o presidente Getúlio Vargas chamava de “capixaba endiabrada”.
Diante do xeque-mate de um noivo que a mandou escolher entre voar e o casamento, ficou com o avião. Aos 35 anos, por causa da morte do pai, Rosita voltou ao interior para cuidar da mãe e trabalhar como professora. As crianças, curiosas, a enchiam de perguntas sobre suas peripécias no ar. Casou-se anos depois, na década de 1960, e teve um único filho. O bebê, no entanto, viveu apenas cinco meses e 16 dias. 
“Perdi muita gente”, lamenta. O pai, sem dúvida, foi o maior incentivador. Um dia, o general que presidia o Aeroclube do Brasil quis conhecer a família da aluna. Diante do pai de Rosita, João Ricardo Schorling, perguntou:
– E se alguma coisa acontecer a ela? Decidido como a filha, Schorling respondeu prontamente
– Então ela terá a morte dos seus sonhos. 
(Ana Laura Nahas. Vida simples, janeiro de 2014.)
Dentre as expressões destacadas a seguir, todas apresentam a mesma indicação quanto ao sentido que representam na frase em que estão inseridas, com EXCEÇÃO de: 

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Amapá do Maranhão - MA
Q1183318 Português
Quanto aos morfemas, marque a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
17541: A
17542: D
17543: A
17544: C
17545: B
17546: A
17547: E
17548: A
17549: B
17550: B
17551: D
17552: A
17553: A
17554: C
17555: A
17556: D
17557: A
17558: E
17559: D
17560: A