Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q974326 Português

Leia as frases abaixo:

I - “A população masculina ocupada” (L.6)

II - “que poderiam ser consideradas extensões das atribuições familiares e domésticas.”. (L.11).

Nessas frases, os termos em negrito são identificados, respectivamente, como

Alternativas
Q974292 Português
As palavras sublinhadas, no fragmento abaixo, classificam-se quanto à classe de palavras, respectivamente, como: “Herói da Revolução de 32, constitucionalista, escritor, gênio, bom copo, degustador dos melhores pratos, grande apreciador da mulher brasileira”.
Alternativas
Q969743 Português

Entende-se como regência a relação de subordinação que existe entre o termo regente e o termo regido. Partindo dessa afirmação, analise o fragmento seguinte extraído do texto da questão anterior a fim de marcar a alternativa correta.


O Twitter anunciou nesta terça-feira que começou a oferecer a alguns usuários o dobro de caracteres nas mensagens (tuítes).

Alternativas
Q969738 Português

As afirmativas abaixo tratam da análise de dois adjetivos presentes no texto a seguir: “urbana” e “digitais”. No que diz respeito à flexão dos adjetivos, marque a alternativa correta.


Brasileiros ganham prêmio inédito na Olimpíada Internacional de Tecnologia


Estudantes desenvolveram projeto para melhorar a mobilidade urbana unindo a internet das coisas ao transporte público

Eles desenvolveram o "Milênio Bus", projeto que integra a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) com o transporte público por meio de um hardware e um aplicativo de celular. "O objetivo é trabalhar com pagamentos digitais, informações ao passageiro e geração de dados com Big Data", explica Oliveira em entrevista à GALILEU.

(http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/09/brasileiros-ganham-premio-inedito-na-olimpiada-internacional-de-tecnologia.html - Acesso em 27/09/17.)

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Q969737 Português
Segundo a morfologia, os substantivos são palavras que nomeiam os seres e as coisas, os adjetivos são palavras que caracterizam os substantivos, e ambos possuem suas flexões, isto é, possuem variações de acordo com os contextos e situações em que são empregados. Pensando nas flexões que substantivos e adjetivos podem sofrer, analise cada uma das afirmativas e marque qual é a correta:
Alternativas
Q969736 Português

A preposição é uma classe gramatical invariável que liga elementos de uma oração, estabelecendo entre eles uma relação de sentido. Analisando o sentido que as preposições destacadas no texto possuem, é correto afirmar que:


Para a professora e pesquisadora Ana Luiza Burcharth, da Fundação Dom Cabral (FDC), o que contribuiu para a evolução desses dois pilares foi a opinião de executivos em relação ao ambiente tecnológico e ao cumprimento da lei. Do pilar inovação, por exemplo, apenas 1 dos 7 subitens – a produção acadêmica – é baseada em um dado. “A mudança de expectativa é importante, porque é um primeiro passo. Mas ainda não é uma mudança concreta”, disse à VEJA. A FDC contribui para a elaboração do Relatório, fornecendo dados sobre o país.

(http://veja.abril.com.br/economia/brasil-sobe-em-ranking-de-competitividade-apos-4-anos-em-queda/ - Acesso em 26/09/17.

Alternativas
Q966689 Português

Observe os três provérbios abaixo. Quais as conjunções ausentes em cada um deles, respectivamente? Assinale a resposta correta.


I- A palavra é de prata, o silêncio é de ouro.

II- As palavras vão, o escrito permanece.

III- Aprenda as boas coisas, as más lhe ensinarão por si mesmas.

Alternativas
Q966659 Português
Na frase “O estudo do cérebro e do sistema nervoso é chamado de neurociência ou neurobiologia”, são respectivamente:
Alternativas
Q966497 Português
A relação entre as orações, estabelecida pela conjunção destacada, está INCORRETAMENTE identificada entre parênteses, em:
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Q966414 Português

                                Pra lá de Marrakesch

                                       (Mário Prata)


       Na noite anterior havia trabalhado feito um mouro.

       Acordei e estava um verdadeiro calor senegalês. Depois de tomar uma boa duma ducha escocesa, quase dormitar num banho turco, fazer a minha ginástica sueca, passar a minha água de colônia, vesti meu terno azul turquesa de casimira inglesa (que fora um presente de grego de uma amante argentina), cuidei do meu pastor alemão, do pequinês, do dinamarquês, do meu gato siamês e, com uma pontualidade britânica, deslizando sobre o tapete persa, sai para fazer um negócio da china.

      Logo voltei. Deveria ter saído com a minha refrescante bermuda, minhas sandálias havaianas e o autêntico chapéu panamá. Evitaria o calor, aquela tortura chinesa que só um bom sorvete de creme holandês refrescaria.

      Ou teria sido melhor o terno príncipe de Gales, para evitar uma gripe espanhola ou uma febre asiática? A polaca gostaria mais.

      Foi bom ter voltado. Meu periquito australiano e o meu canário belga, famintos, pediam semente de maconha colombiana. E minha galinha de angola, o resto da linguiça calabresa, resquício de um sanduíche americano com um pouco de salada russa e molho inglês, cortado com o meu afiado canivete suíço. Hambúrguer, nem pensar, que é para inglês ver.

      Acabei me atrasando, chupei uma mexerica (ou era uma tangerina ou, ainda, uma bergamota?). Brinquei de sombra chinesa e quase dormi. Para acordar, ligo a televisão, vejo um pouco do esporte bretão, descasco uma lima da pérsia, fico em dúvida entre o pão sírio e o pão francês, conto até dez em algarismos romanos e depois em algarismos arábicos e resolvo fazer um filé à parmegiana. Abro a janela veneziana, preparo um uísque paraguaio e ali, numa autêntica noite americana, tal e qual um tigre asiático, dou um sorriso amarelo, brinco com o porquinho da índia de porcelana inglesa e me sirvo à francesa.

      Depois, balanço na poltrona de cana da índia com a cuba libre. Mas, como o pato vai ser à Califórnia, com pimenta malagueta ou pimenta-do-reino, misturado com arroz marroquino (ou à grega?), preparo à milanesa e tudo bem. Vai cravo da índia? Será que o melhor mesmo não seria um filé à cubana, para depois enfrentar uma montanha russa, arrotando couve-de-bruxelas?

      Com a chave inglesa abro a porta emperrada, levo no bolso o meu soco igualmente inglês e saio ao encontro da minha cidade, do meu Brasil paraguaio.

      Coisa de primeiro mundo.

https://marioprata.net/cronicas/pra-la-de-marrakesch - acesso em 10/01/2017

Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta a mesma classificação morfológica da palavra em destaque no trecho abaixo.


Ou teria sido melhor o terno príncipe de Gales, para evitar uma gripe espanhola ou uma febre asiática?”

Alternativas
Q966413 Português

                                Pra lá de Marrakesch

                                       (Mário Prata)


       Na noite anterior havia trabalhado feito um mouro.

       Acordei e estava um verdadeiro calor senegalês. Depois de tomar uma boa duma ducha escocesa, quase dormitar num banho turco, fazer a minha ginástica sueca, passar a minha água de colônia, vesti meu terno azul turquesa de casimira inglesa (que fora um presente de grego de uma amante argentina), cuidei do meu pastor alemão, do pequinês, do dinamarquês, do meu gato siamês e, com uma pontualidade britânica, deslizando sobre o tapete persa, sai para fazer um negócio da china.

      Logo voltei. Deveria ter saído com a minha refrescante bermuda, minhas sandálias havaianas e o autêntico chapéu panamá. Evitaria o calor, aquela tortura chinesa que só um bom sorvete de creme holandês refrescaria.

      Ou teria sido melhor o terno príncipe de Gales, para evitar uma gripe espanhola ou uma febre asiática? A polaca gostaria mais.

      Foi bom ter voltado. Meu periquito australiano e o meu canário belga, famintos, pediam semente de maconha colombiana. E minha galinha de angola, o resto da linguiça calabresa, resquício de um sanduíche americano com um pouco de salada russa e molho inglês, cortado com o meu afiado canivete suíço. Hambúrguer, nem pensar, que é para inglês ver.

      Acabei me atrasando, chupei uma mexerica (ou era uma tangerina ou, ainda, uma bergamota?). Brinquei de sombra chinesa e quase dormi. Para acordar, ligo a televisão, vejo um pouco do esporte bretão, descasco uma lima da pérsia, fico em dúvida entre o pão sírio e o pão francês, conto até dez em algarismos romanos e depois em algarismos arábicos e resolvo fazer um filé à parmegiana. Abro a janela veneziana, preparo um uísque paraguaio e ali, numa autêntica noite americana, tal e qual um tigre asiático, dou um sorriso amarelo, brinco com o porquinho da índia de porcelana inglesa e me sirvo à francesa.

      Depois, balanço na poltrona de cana da índia com a cuba libre. Mas, como o pato vai ser à Califórnia, com pimenta malagueta ou pimenta-do-reino, misturado com arroz marroquino (ou à grega?), preparo à milanesa e tudo bem. Vai cravo da índia? Será que o melhor mesmo não seria um filé à cubana, para depois enfrentar uma montanha russa, arrotando couve-de-bruxelas?

      Com a chave inglesa abro a porta emperrada, levo no bolso o meu soco igualmente inglês e saio ao encontro da minha cidade, do meu Brasil paraguaio.

      Coisa de primeiro mundo.

https://marioprata.net/cronicas/pra-la-de-marrakesch - acesso em 10/01/2017

Com relação ao termo “Logo voltei”, no início do terceiro parágrafo, pode-se dizer que é uma locução adverbial
Alternativas
Q966390 Português

Leia a oração abaixo.


Concerteza todos se esforçaram para obter o melhor desempenho, mas nem sempre isso é possível.


Na oração acima ocorre um ERRO de

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Q966384 Português

Leia a oração abaixo.


Todas as terças-feira, as aulas começam às 8h50min.


Na oração acima ocorre um ERRO de

Alternativas
Q966330 Português

Complete a frase abaixo com o substantivo flexionado corretamente no plural.


“Os ............ que os .................. roubaram receberam as ..................... de toda torcida e passaram por vários .................... deste município de Fraiburgo.”


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q966329 Português
Assinale a alternativa que contém substantivo próprio.
Alternativas
Q966328 Português
Assinale a alternativa em que os adjetivos estão no plural.
Alternativas
Q964692 Português

                                             BOBAGENS

                             Por: Sírio Possenti. 07 de abril de 2017. Disponível em:

 http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4923/n/bobagens Acesso em

                                                                                                  07 mai 2017


      Sérgio Rodrigues saudou, há algumas semanas, em sua coluna na Folha de S. Paulo (16/3), decisão da Rede Globo de não mais empregar (e exigir que se empregasse) a expressão ‘risco de morte’ no lugar da conhecida ‘risco de vida’. Quando impingiu a novidade – o que fez escola em outras emissoras e afins –, o argumento da empresa foi que não há risco de vida, entendida a expressão como ‘risco de viver’, mas sim risco de morte, isto é, de morrer.

      Que asneira!

      Mas andam por aí coisas semelhantes. Há poucos dias, até mesmo Carlos Heitor Cony, veterano escritor que sabe latim, andou cravando, também em sua coluna na Folha de S. Paulo (26/3), que ‘cadáver’ é palavra composta das primeiras sílabas de caro data vermibus, que quer dizer ‘carne dada aos vermes’.

      Que besteira!

      (Acrescente-se que quem pensa que a palavra deriva do sintagma português, como já ouvi – e de um médico! –, deveria alterar a palavra para ‘cardaver’).

      Outros ‘sábios’ espalham por aí provérbios modificados, para ‘terem sentido’, como “quem não tem cão caça como gato”, em vez de ‘com gato’, o que, paradoxalmente (mas eles não se dão conta!), tira do provérbio todo o sentido, porque ele quer dizer exatamente que, se não se tem uma arma poderosa (metafórica), tenta-se fazer o serviço com outra, mesmo que seja menos poderosa. A única maneira de ‘anular’ esse provérbio seria mostrar que o cão nunca foi considerado mais eficaz na caça do que o gato.

      No caso, ter-se-ia que apelar, talvez, para um muar.

      Já ouvi (em diversos lugares, mas também de uma coordenadora de um curso de pós-graduação em educação, por este Brasil afora!!) que ‘aluno’ quer dizer ‘sem luz (e por isso os professores são importantes blábláblá).

      É verdade que existe um prefixo a-, com sentido de negação (como em ‘amorfo’ – sem forma). Mas, para que a análise funcione, é preciso que o que sobra seja um morfema, que tenha sentido sistematicamente, como ocorre com ‘morfo’ (morfologia etc). Mas o que é ‘luno’? Não me digam, por favor, que é uma variante de ‘lume’ (ou mesmo de ‘luz’), porque, para que fosse, seria preciso sustentar essa equivalência na língua; por exemplo, mostrar que ‘alumiar’ seja sinônimo de um hipotético ‘alunar’, que significaria tirar a luz, apagar. Ora, ‘alumiar’ quer dizer exatamente o contrário...

      Que sandice!

      No fundo, naquelas teses sem sentido jaz uma ideologia: as palavras se referem – ou, pelo menos, se referiram, em alguma idade do ouro – diretamente às coisas.

      Quem combate bem essa tese e descarta tal ‘bobajório’, com explicações adequadas, devidas à mudança de critérios – a língua tem uma ordem própria, é uma ‘gramática’ que explica esses casos, não uma nomenclatura –, é Oswald Ducrot, num livrinho intitulado Estruturalismo e linguística (São Paulo, Cultrix). [...]

      O que se segue, no livro, é ainda melhor. Mas alguém lê textos assim, quando pode fazer sucesso repetindo crendices (e sandices) na TV, em palestras e, agora, no Facebook?

                                                                                                Sírio Possenti

            Departamento de Linguística - Universidade Estadual de Campinas

Analise as proposições sobre a classificação de algumas das palavras do parágrafo a seguir. Depois assinale a alternativa que contenha análise corretas sobre as mesmas.


Outros ‘sábios’ espalham por aí provérbios modificados, para ‘terem sentido’, como “quem não tem cão caça como gato”, em vez de ‘com gato’, o que, paradoxalmente (mas eles não se dão conta!), tira do provérbio todo o sentido, porque ele quer dizer exatamente que, se não se tem uma arma poderosa (metafórica), tenta-se fazer o serviço com outra, mesmo que seja menos poderosa. A única maneira de ‘anular’ esse provérbio seria mostrar que o cão nunca foi considerado mais eficaz na caça do que o gato.


I. As palavras “por” e “como” pertencem à classe das preposições.

II. As palavras “não” e “nunca” são advérbios de negação.

III. As palavras “cão”, “provérbio” e “poderosa” pertencem à classe dos substantivos.

IV. As palavras “porque” e “se” pertencem à classe das conjunções.

Alternativas
Q964651 Português

A coluna da esquerda apresenta processos de formação de palavras e a da direita, exemplo de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.


1 - Prefixação

2 - Abreviação

3 - Composição

4 - Parassíntese


( ) Ajoelhar

( ) Redescobriram

( ) Metrô

( ) Ar-condicionado


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q964433 Português
A locução adverbial destacada em “Com efeito, ele leva em conta incentivos”, poderia ser substituída por todas as construções abaixo sem alteração de sentido, EXCETO por:
Alternativas
Q962586 Português

TEXTO 3 


Já que praticamente todas as nossas ações diárias mais significativas estão revestidas de linguagem, é importante saber algo sobre o seu funcionamento. E esse funcionamento da linguagem é tão espontâneo que não nos damos conta de sua complexidade.

Quando falamos ou escrevemos, não temos muita consciência das regras usadas ou das decisões tomadas, pois essas ações são tão rotineiras que fluem de modo inconsciente.

Por outro lado, as atividades sociais e cognitivas marcadas pela linguagem são sempre colaborativas e não atos individuais. Por isso, seguidamente operam como fontes de mal-entendidos. Como seres produtores de sentidos, não somos tão lineares e transparentes quanto seria de desejar, e a compreensão humana depende da cooperação mútua. Sendo uma atividade de produção de sentidos colaborativa, a compreensão não é um simples ato de identificação de informações, mas uma construção de sentidos com base em atividades inferenciais.

Para se compreender bem um texto, tem-se que sair dele, pois o texto sempre monitora o seu leitor para além de si próprio, e esse é um aspecto notável quanto à produção de sentido.

Tal concepção teórica traz consequências, como, por exemplo, as seguintes: a) entender um texto não equivale a entender palavras ou frases; b) entender as frases ou as palavras é vê-las em um contexto maior; c) entender é produzir sentidos e não extrair conteúdos prontos; d) entender um texto demanda uma relação de vários outros tipos de conhecimentos, além do linguístico que consta na superfície do texto.

(Luís Antônio Marcuschi. Produção textualanálise de gêneros e compreensão. São Paulo: Editora Parábola, Record, 2008, p. 233. Adaptado). 

Um trecho do texto em que se estabelece uma relação de causa e consequência consta na alternativa:
Alternativas
Respostas
16781: D
16782: D
16783: D
16784: B
16785: A
16786: D
16787: B
16788: A
16789: D
16790: B
16791: A
16792: A
16793: A
16794: D
16795: B
16796: E
16797: B
16798: B
16799: C
16800: B