Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Sempre é hora de refletir sobre segurança no trânsito.
Observatório Nacional de Segurança Viária elegeu maio como o mês da segurança no trânsito e, a exemplo do que é feito nos meses de outubro e novembro, quando a sociedade em geral é convidada a refletir sobre as formas de prevenção dos cânceres de mama e de próstata, a proposta é pensar como cada cidadão pode contribuir para reduzir as preocupantes estatísticas de mortes causadas por acidentes de trânsito.
Embora o discernimento sobre a importância de preservar comportamentos seguros no trânsito deva estar presente nos 365 dias do ano, a sugestão do Maio Amarelo, de convocar cidadãos, empresas e órgãos públicos a repensar seu papel no combate a essa, que é uma das maiores causas de morte no Brasil, é louvável.
De acordo com dados do DPVAT, cerca de 50 mil pessoas por ano perdem a vida em acidentes, isso sem falar daquelas ocorrências que, embora não sejam fatais, afastam as pessoas de suas atividades profissionais e, muitas vezes, dos seus papeis com a família.
As estatísticas são alarmantes e se destacam no cenário mundial, o que nos leva a crer que há no Brasil um problema cultural no que diz respeito a garantir a própria segurança ao trafegar por ruas e rodovias. Por algum motivo, somos relapsos com a nossa integridade física e precisamos ser constantemente alertados sobre isso. Uma palavra-chave para mudar esse cenário é perseverança. Programas estruturados de segurança viária, que utilizem sistematicamente ações de engenharia, operacionais, de fiscalização e de educação, são fundamentais para conseguir a atenção dos motoristas.
Assim como são importantes políticas públicas que estabeleçam maior rigor na formação e contínua preparação dos condutores, especialmente os profissionais que, muitas vezes, abusam do tempo de direção na estrada, descuidam da saúde e nem sempre têm o conhecimento adequado de todos os componentes de segurança hoje embarcados nos veículos pesados.
Às empresas que administram rodovias, órgãos responsáveis por vias públicas e governos, é essencial perseverar em programas com estas características e acompanhar a evolução dos tempos. Não se pode ignorar todos os avanços tecnológicos que surgiram para facilitar a comunicação humana e o quanto todos nós, cidadãos, gostamos de estar plenamente conectados a todo momento e em todo lugar.
Aos cidadãos em geral, motoristas, ciclistas e pedestres, é importante ter consciência de que estamos dividindo um espaço público, no qual existem regras de convivência que precisam ser respeitadas. É fundamental que todos se preparem para o trajeto que irão fazer, seja ele de cinco ou 500 quilômetros, e tenham plena consciência de suas ações enquanto dirigem. Rodovia, por melhor que seja não é lugar de eliminar atrasos. O tempo precisa ser calculado de acordo com as normas existentes e com as condições de tráfego no momento.
Nesse ponto, uma reflexão que vale a pena ser feita é como todos nós, tão contagiados pelas mudanças tecnológicas que nos permitem acesso às mais variadas informações, podemos usar isso ao nosso favor e não contra a nossa segurança.
Planejar bem uma viagem e, por meio de aplicativos e redes sociais, saber previamente como está a condição do trecho pelo qual vamos passar, calcular o tempo de chegada e conhecer a melhor opção de caminho antes de iniciar a viagem é, hoje em dia, uma realidade que seria digna de filmes de ficção há 20 anos. Podemos e devemos usar tudo isso a nosso favor. Basta discernimento e consciência.
(CASSANIGA, José Carlos. Gazeta do Povo, Artigo, 27
de julho de 2015. Retirado do site <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/sempree-hora-de-refletir-sobre-seguranca-no-transitoep4nl7ni64v50kq1mmdh9p186> em 29/07/2017).
Assinale a alternativa em que a palavra “que” foi usada como conjunção:
Identifique na frase da questão a classificação da palavra "se", pode ser:
Como conjunção subordinativa condicional:

A assertiva é:
I. Passamos através de mata cerrada. II. Esse perfume é enjoativo. III. Não nos atendeu, não obstante nossa insistência. IV. Em atenção à sua idade, não lhe batemos.
A assertiva é:
Texto 2
PRF LANÇA CAMPANHA EDUCATIVA NA SEMANA
NACIONAL DE TRÂNSITO
Visando conscientizar condutores e passageiros sobre as escolhas corretas para prevenir acidentes, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou nesta segunda-feira (18) uma campanha de conscientização que aborda o uso do cinto de segurança, excesso de velocidade, embriaguez ao volante e ultrapassagens em locais proibidos.
Intitulada de "Minha escolha faz a diferença no trânsito", a campanha coincide com o início da Semana Nacional de Trânsito que segue até o próximo dia 25 de setembro e faz referência também ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) com vídeos e gifs animados.
Dentro da programação, a PRF realiza várias ações que buscam conscientizar não só os condutores, mas também crianças, jovens e adultos sobre a responsabilidade de cada um na construção de um trânsito seguro. Segundo a PRF, somente em 2017, mais de 20 mil motoristas e passageiros foram sensibilizados com ações deste tipo.
Disponível em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/jc-transito/noticia/ 2017/09/18/prf-lanca-campanha-educativa-na-semananacional-de-transito-307372.php Acesso em: 05 out. 2017. Adaptado.
Texto 2
PRF LANÇA CAMPANHA EDUCATIVA NA SEMANA
NACIONAL DE TRÂNSITO
Visando conscientizar condutores e passageiros sobre as escolhas corretas para prevenir acidentes, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou nesta segunda-feira (18) uma campanha de conscientização que aborda o uso do cinto de segurança, excesso de velocidade, embriaguez ao volante e ultrapassagens em locais proibidos.
Intitulada de "Minha escolha faz a diferença no trânsito", a campanha coincide com o início da Semana Nacional de Trânsito que segue até o próximo dia 25 de setembro e faz referência também ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) com vídeos e gifs animados.
Dentro da programação, a PRF realiza várias ações que buscam conscientizar não só os condutores, mas também crianças, jovens e adultos sobre a responsabilidade de cada um na construção de um trânsito seguro. Segundo a PRF, somente em 2017, mais de 20 mil motoristas e passageiros foram sensibilizados com ações deste tipo.
Disponível em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/jc-transito/noticia/ 2017/09/18/prf-lanca-campanha-educativa-na-semananacional-de-transito-307372.php Acesso em: 05 out. 2017. Adaptado.
I- Ao empregar a palavra “ruybarbosianamente” o autor emprega um neologismo, criado a partir do processo de composição com o substantivo próprio Rui com Barbosa e derivação sufixal, com o acréscimo de dois sufixos. II- A pergunta feita ao candidato “Esse ‘for’ aí, que verbo é esse?” induzia ao erro, pois seria mais claro perguntar: A forma verbal “for” a que verbo pertence? III- O candidato não só afirma a existência do verbo “for”, como o conjuga no presente do indicativo em todas as pessoas do discurso. IV-“For” é uma forma comum para primeira e terceira pessoas do presente do subjuntivo dos verbos “ser” e “ir”. V- No último parágrafo, o autor ironicamente faz uma crítica política sugerindo que algumas pessoas mal preparadas acabam ocupando cargos públicos.
É correto o que se afirma em:
“ (...) Nos últimos anos, os médicos têm reiterado que, para conquistar esse bronzeado, e para que ele seja de fato saudável é preciso mais do que usar protetor solar com o fator de proteção adequado.(...)”
A alternativa CORRETA quanto à análise da relação estabelecida pela locução conjuntiva é:
Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão.
O futebol é o circo do mundo. Não há nenhum outro esporte que provoque tanta paixão, tanta alegria, tanta tristeza. O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas que, de outra forma, estariam condenadas ao tédio. É remédio para a depressão. É o assunto para as conversas em bares, escritórios, fábricas, táxis, construções, possivelmente confessionários, pelos pecados que a paixão faz cometer...
O futebol é a bola que se joga no jogo das conversas. O futebol faz esquecer lealdades políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais. Acabam as diferenças. Todos são iguais: são torcedores de futebol. São torcedores de futebol. No mundo inteiro.
(Trecho extraído de “O bobo da corte”, de Rubem Alves)
Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão.
O futebol é o circo do mundo. Não há nenhum outro esporte que provoque tanta paixão, tanta alegria, tanta tristeza. O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas que, de outra forma, estariam condenadas ao tédio. É remédio para a depressão. É o assunto para as conversas em bares, escritórios, fábricas, táxis, construções, possivelmente confessionários, pelos pecados que a paixão faz cometer...
O futebol é a bola que se joga no jogo das conversas. O futebol faz esquecer lealdades políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais. Acabam as diferenças. Todos são iguais: são torcedores de futebol. São torcedores de futebol. No mundo inteiro.
(Trecho extraído de “O bobo da corte”, de Rubem Alves)
A respeito das palavras “políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais”, presentes no texto, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. São adjetivos.
II. Estão no feminino e no plural.
III. Funcionam como adjuntos adnominais.
IV. São adjuntos adnominais que se referem, no texto, a “lealdades”.
INSTRUÇÃO: O trecho a seguir traz os dois primeiros parágrafos do artigo de J. R. Guzzo, colunista da revista Veja, intitulado Artigo de imitação. Leia o trecho e responda à questão.
A democracia no Brasil lembra uma dessas fotografias antigas de reis africanos que de vez em quando ilustram livros de história. Muitos deles, ouvindo oficiais do Império Britânico ou outros figurões europeus da época colonial que lhes davam lições de civilização, progresso e bons modos, parecem encantados. Acreditavam, como lhes era dito, que a Europa e as coisas europeias representavam o máximo a ser sonhado por um ser humano – e em geral chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar transformando a si próprios em soberanos civilizados o mais depressa possível. O meio prático de fazer isso, em sua maneira de ver as coisas, era imitar os trajes, jeitos e enfeites dos peixes graúdos que lhes falavam das maravilhas da rainha Vitória ou do imperador Napoleão III. Que atalho melhor para atingir esse estágio superior na evolução das sociedades humanas? O resultado aparece nas fotografias. As mais clássicas mostram uns negros magros, ou gordíssimos, com uma cartola de segunda mão na cabeça, ou um desses capacetes de caçador inglês, calças rasgadas aqui e ali, pés descalços – ou calçados com uma bota só, velha e sem graxa. Uns aparecem com casacas usadas, uma fileira de medalhas no peito e três ou quatro relógios saindo dos bolsos. Outros fazem questão de exibir-se para a câmera segurando um guarda-chuva aberto. É triste. Imaginavam-se nobres, modernos e iguais aos seus pares europeus. Eram apenas uns pobres coitados.
O problema é que nada tinha mudado na vida real. Junto com as novas roupas e os acessórios, as fotos mostram que os retratados conservavam, como sempre, seus colares com ossos, pulseiras de metal e argolas nas orelhas ou no nariz – e a história iria provar com fatos, em seguida, quanto foi inútil todo esse esforço de imitação. Das nações mais evoluídas, suas majestades copiavam os trajes. Não aprenderam as virtudes. Continuaram desgraçando a si e a seu país enquanto eram roubados até o último papagaio pelos que vieram ensiná-los a ter valores cristãos, avançados e democráticos.
(Revista Veja, ed. 2542.)
Sobre recursos expressivos usados, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A expressão Muitos deles, formada por pronome indefinido + pronome pessoal preposicionado, retoma o sentido de reis africanos, na primeira linha do texto. ( ) O pronome oblíquo lhes, nas duas ocorrências, funciona como elemento coesivo referencial anafórico. ( ) Em si próprios, o adjetivo funciona como reforço à ação reflexiva expressa pelo pronome. ( ) Em chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar, o uso da preposição de deve-se à regência do verbo chegar. ( ) A forma verbal parecem no presente e a forma verbal acreditavam no pretérito imperfeito, ambas referindo-se a reis africanos, marcam falta de coerência textual por não estarem no mesmo tempo verbal.
Assinale a sequência correta.
I - No vocábulo completamente, houve acréscimo do sufixo adverbial mente ao adjetivo na forma feminina, completa, exprimindo circunstância de modo. II - O sufixo nominal na palavra tristeza possibilitou a formação de um substantivo e agregou-lhe o significado de estado. III - O sufixo dão, em imensidão e vastidão, transformou os adjetivos imenso e vasto em substantivos, acrescentando-lhes sentido de qualidade. IV - O sufixo verbal ado foi acrescentado a uma forma verbal na formação dos adjetivos petrificado e sinalizado.
Estão corretas as afirmativas