Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
Foram encontradas 21.485 questões
As lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza
O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.
Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.
Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.
Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.
O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.
Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição
Do céu – celeste
Assinale a alternativa que apresenta a locução adjetiva que não corresponde ao adjetivo.
Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza
O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.
Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.
Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.
Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.
O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.
Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição
Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza
O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.
Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.
Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.
Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.
O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.
Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição
I. O uso das vírgulas destacadas é obrigatório. II. Em “Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo”, o sujeito da frase é composto. III. “campanha”,“tijolos”e“sustentável” são substantivos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza
O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.
Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.
Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.
Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.
O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.
Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição
Para responder à questão, leia o texto a seguir.
Viciados em remédios
A máquina de propaganda da indústria farmacêutica, a
irresponsabilidade de muitos médicos e a ignorância dos usuários
criaram um novo tipo de vício, tão perigoso quanto o das drogas
ilegais: a farmacodependência
Observe as afirmativas a respeito de passagens do quarto parágrafo do texto.
I. A palavra "dos", em "apesar dos problemas de saúde da maioria dos brasileiros pobres", deveria ser substituída por "de os".
II. A palavra "mal", em "mal conseguem ter acesso a alimentos básicos", poderia ser substituída por "nem bem".
III. Na passagem "mais que o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde", seria possível escrever "mais do que o dobro".
Está correto o que se afirma em:

Disponível em: <http://professoracleides.blogspot.com.br/2011/08/dia-dos-pais-livrinho.html>. Acesso em: 11 fev. 2017.
Considerando o texto, assinale a alternativa em que as palavras, pela ordem, correspondem a um substantivo e a um adjetivo.Dois irmãos
O desfile com farda de gala fora a despedida de Yaqub: um pequeno espetáculo para a família e a cidade. No colégio dos padres prestaram-lhe uma homenagem. Ganhou duas medalhas e dez minutos de elogios, e ainda foi louvado por latinistas e matemáticos. Os religiosos sabiam que o ex-aluno tinha futuro; naquela época, Yaqub e o Brasil inteiro pareciam ter um futuro promissor. Quem não brilhou foi o outro, o Caçula, este, sim, um ser opaco para padres e leigos, um lunático, alheio, inebriado com a atmosfera libertina do Galinheiro dos Vândalos e da cidade.
HATOUM, M. Dois irmãos. SP: Cia das Letras, 2000, p. 41. (adaptado)
Em cada uma das quatro expressões em destaque há um termo
classificado como adjetivo. Assinale a alternativa que apresenta,
respectivamente, os adjetivos das expressões destacadas no
texto.

Disponível em:<https://br.pinterest.com/explore/frases-engra%C3%A7adas-de-escola-937122269901/> Acesso em: 11 fev. 2017
Considerando-se o contexto, qual das palavras retiradas do cartaz
pertence à categoria de adjetivo?
“Na cena em que esta fala se dá, Julieta – uma Capuleto – argumenta que não importa que Romeu seja um Montéquio, pois o amor que sente é pelo rapaz, e não por seu nome.”
A conjunção “e”, destacada, confere ao trecho um valor:
Hoje, custa assumir a velhice. A mercantilização da aparência humana descobriu o elixir da eterna juventude. Fortunas são movimentadas para prolongar a nossa juventude ou, pelo menos, a ilusão de que ela é perene: cirurgias plásticas, academias de malhação, pílulas energéticas, bebidas revitalizadoras, alimentos dietéticos etc.
A violência contra a mulher
A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.
O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.
Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.
Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.
(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado).
A violência contra a mulher
A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.
O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.
Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.
Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.
(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado).
Tolerância na prática
A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – assegura a todos a liberdade de crença. Entretanto, os frequentes casos de intolerância religiosa mostram que os indivíduos ainda não experimentam esse direito na prática. Com efeito, um diálogo entre sociedade e Estado sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa é medida que se impõe.
Em primeiro plano, é necessário que a sociedade não seja uma reprodução da casa colonial, como disserta Gilberto Freyre em “Casa-Grande Senzala”. O autor ensina que a realidade do Brasil até o século XIX estava compactada no interior da casa-grande, cuja religião era católica, e as demais crenças – sobretudo africanas – eram marginalizadas e se mantiveram vivas porque os negros lhe deram aparência cristã, conhecida hoje por sincretismo religioso. No entanto, não é razoável que ainda haja uma religião que subjugue as outras, o que deve, pois, ser repudiado em um Estado laico, a fim de que se combata a intolerância de crença.
De outra parte, o sociólogo Zygmunt Bauman defende, na obra “Modernidade Líquida”, que o individualismo é uma das principais características – e o maior conflito – da pós-modernidade, e, consequentemente, parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Esse problema assume contornos específicos no Brasil, onde, apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura religiosa e seja intolerante àqueles que dela divergem. Nesse sentido, um caminho possível para combater a rejeição à diversidade de crença é descontruir o principal problema da pós-modernidade, segundo Zygmunt Bauman: o individualismo.
Urge, portanto, que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar a intolerância religiosa. Cabe aos cidadãos repudiar a inferiorização das crenças e dos costumes presentes no território brasileiro, por meio de debates nas mídias sociais capazes de descontruir a prevalência de uma religião sobre as demais. Ao Ministério Público, por sua vez, compete promover ações judiciais pertinentes contra atitudes individualistas ofensivas à diversidade de crença. Assim, observada a ação conjunta entre população e poder público, alçará o país a verdadeira posição de Estado Democrático de Direito.
(Texto apresentado para prova do ENEM de 2016, pelo candidato Vinicius Oliveira de Lima, de Duque de Caxias – Rio de Janeiro).
Leia o texto a seguir e responda
Finalmente, meu caminho dependeria do meu esforço e dedicação, de decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo; e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu venci ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo:
Companhia de Bolso, 2014.)