Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q4032769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como funciona a nova ferramenta do WhatsApp para resumir conversas com IA

O WhatsApp disponibilizou, no Brasil, uma nova ferramenta de inteligência artificial destinada a poupar tempo e facilitar a leitura de conversas extensas. O recurso, denominado resumo de mensagens, tem a capacidade de sintetizar automaticamente o conteúdo de grupos ou de chats individuais, destacando os pontos mais relevantes.

A novidade foi lançada inicialmente para usuários brasileiros, em português, antes de ser implementada em outros países e idiomas. Até o momento, nenhum outro país recebeu o recurso de forma pública e estável. Antes dessa liberação, havia apenas testes internos e versões experimentais restritas em inglês, sem disponibilização ampla. A Meta confirmou que a ferramenta será expandida "em breve" para outras regiões e línguas, e a distribuição ocorrerá de forma gradual nos próximos dias.

Segundo a empresa, as mensagens continuam protegidas pela criptografia de ponta a ponta, o mesmo sistema que impede qualquer pessoa, além dos participantes da conversa, de acessar o conteúdo trocado. O resumo gerado também permanece criptografado e visível apenas para o usuário que o solicitou. A função utiliza uma tecnologia denominada processamento privado, que permite à Meta AI — o sistema de inteligência artificial da empresa — criar os resumos sem que o WhatsApp ou a própria Meta tenham acesso ao teor das mensagens. Nenhuma delas é armazenada durante o processo, e o desenvolvimento da tecnologia foi realizado de modo aberto, com verificação de especialistas independentes.

O recurso opera de forma discreta: ninguém mais na conversa é notificado de que o resumo foi produzido, garantindo a privacidade do usuário. O objetivo é facilitar a atualização de quem se depara com dezenas ou centenas de mensagens acumuladas, evitando a necessidade de percorrer toda a conversa.

Por padrão, o uso da inteligência artificial vem desativado. Para ativá-lo, é preciso acessar as configurações de bate-papo e habilitar o processamento privado. O usuário também pode restringir o funcionamento da IA em conversas específicas, selecionando a opção privacidade avançada de conversas, que impede o uso da ferramenta naquele chat.

A Meta declara que os recursos de inteligência artificial do WhatsApp seguirão três princípios fundamentais: livre escolha, para garantir que o uso da tecnologia seja sempre opcional; transparência, para informar claramente quando a IA estiver em funcionamento; e controle do usuário, assegurando a possibilidade de ajustes adicionais de segurança em conversas mais sensíveis. A empresa pretende ampliar gradualmente as funcionalidades baseadas em IA no aplicativo, preservando o foco na privacidade e no controle individual.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwynw8dngpdo.adaptado.
Para ativá-lo, é preciso acessar as configurações de "bate-papo" e habilitar o processamento privado.
De acordo com o trecho fornecido, assinale a alternativa correta quanto à classificação do termo destacado. 
Alternativas
Q4032767 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como funciona a nova ferramenta do WhatsApp para resumir conversas com IA

O WhatsApp disponibilizou, no Brasil, uma nova ferramenta de inteligência artificial destinada a poupar tempo e facilitar a leitura de conversas extensas. O recurso, denominado resumo de mensagens, tem a capacidade de sintetizar automaticamente o conteúdo de grupos ou de chats individuais, destacando os pontos mais relevantes.

A novidade foi lançada inicialmente para usuários brasileiros, em português, antes de ser implementada em outros países e idiomas. Até o momento, nenhum outro país recebeu o recurso de forma pública e estável. Antes dessa liberação, havia apenas testes internos e versões experimentais restritas em inglês, sem disponibilização ampla. A Meta confirmou que a ferramenta será expandida "em breve" para outras regiões e línguas, e a distribuição ocorrerá de forma gradual nos próximos dias.

Segundo a empresa, as mensagens continuam protegidas pela criptografia de ponta a ponta, o mesmo sistema que impede qualquer pessoa, além dos participantes da conversa, de acessar o conteúdo trocado. O resumo gerado também permanece criptografado e visível apenas para o usuário que o solicitou. A função utiliza uma tecnologia denominada processamento privado, que permite à Meta AI — o sistema de inteligência artificial da empresa — criar os resumos sem que o WhatsApp ou a própria Meta tenham acesso ao teor das mensagens. Nenhuma delas é armazenada durante o processo, e o desenvolvimento da tecnologia foi realizado de modo aberto, com verificação de especialistas independentes.

O recurso opera de forma discreta: ninguém mais na conversa é notificado de que o resumo foi produzido, garantindo a privacidade do usuário. O objetivo é facilitar a atualização de quem se depara com dezenas ou centenas de mensagens acumuladas, evitando a necessidade de percorrer toda a conversa.

Por padrão, o uso da inteligência artificial vem desativado. Para ativá-lo, é preciso acessar as configurações de bate-papo e habilitar o processamento privado. O usuário também pode restringir o funcionamento da IA em conversas específicas, selecionando a opção privacidade avançada de conversas, que impede o uso da ferramenta naquele chat.

A Meta declara que os recursos de inteligência artificial do WhatsApp seguirão três princípios fundamentais: livre escolha, para garantir que o uso da tecnologia seja sempre opcional; transparência, para informar claramente quando a IA estiver em funcionamento; e controle do usuário, assegurando a possibilidade de ajustes adicionais de segurança em conversas mais sensíveis. A empresa pretende ampliar gradualmente as funcionalidades baseadas em IA no aplicativo, preservando o foco na privacidade e no controle individual.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwynw8dngpdo.adaptado.
O recurso, denominado resumo de mensagens, tem a capacidade de sintetizar automaticamente o conteúdo de grupos ou de chats individuais, destacando os pontos mais relevantes.
De acordo com o trecho fornecido, assinale a alternativa correta quanto ao número de artigos simples presentes na frase.
Alternativas
Q4032761 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como funciona a nova ferramenta do WhatsApp para resumir conversas com IA

O WhatsApp disponibilizou, no Brasil, uma nova ferramenta de inteligência artificial destinada a poupar tempo e facilitar a leitura de conversas extensas. O recurso, denominado resumo de mensagens, tem a capacidade de sintetizar automaticamente o conteúdo de grupos ou de chats individuais, destacando os pontos mais relevantes.

A novidade foi lançada inicialmente para usuários brasileiros, em português, antes de ser implementada em outros países e idiomas. Até o momento, nenhum outro país recebeu o recurso de forma pública e estável. Antes dessa liberação, havia apenas testes internos e versões experimentais restritas em inglês, sem disponibilização ampla. A Meta confirmou que a ferramenta será expandida "em breve" para outras regiões e línguas, e a distribuição ocorrerá de forma gradual nos próximos dias.

Segundo a empresa, as mensagens continuam protegidas pela criptografia de ponta a ponta, o mesmo sistema que impede qualquer pessoa, além dos participantes da conversa, de acessar o conteúdo trocado. O resumo gerado também permanece criptografado e visível apenas para o usuário que o solicitou. A função utiliza uma tecnologia denominada processamento privado, que permite à Meta AI — o sistema de inteligência artificial da empresa — criar os resumos sem que o WhatsApp ou a própria Meta tenham acesso ao teor das mensagens. Nenhuma delas é armazenada durante o processo, e o desenvolvimento da tecnologia foi realizado de modo aberto, com verificação de especialistas independentes.

O recurso opera de forma discreta: ninguém mais na conversa é notificado de que o resumo foi produzido, garantindo a privacidade do usuário. O objetivo é facilitar a atualização de quem se depara com dezenas ou centenas de mensagens acumuladas, evitando a necessidade de percorrer toda a conversa.

Por padrão, o uso da inteligência artificial vem desativado. Para ativá-lo, é preciso acessar as configurações de bate-papo e habilitar o processamento privado. O usuário também pode restringir o funcionamento da IA em conversas específicas, selecionando a opção privacidade avançada de conversas, que impede o uso da ferramenta naquele chat.

A Meta declara que os recursos de inteligência artificial do WhatsApp seguirão três princípios fundamentais: livre escolha, para garantir que o uso da tecnologia seja sempre opcional; transparência, para informar claramente quando a IA estiver em funcionamento; e controle do usuário, assegurando a possibilidade de ajustes adicionais de segurança em conversas mais sensíveis. A empresa pretende ampliar gradualmente as funcionalidades baseadas em IA no aplicativo, preservando o foco na privacidade e no controle individual.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwynw8dngpdo.adaptado.
A Meta confirmou que a ferramenta será expandida "em breve" para outras regiões e línguas.
De acordo com o trecho fornecido, assinale a alternativa correta quanto à classe gramatical do termo destacado.
Alternativas
Q4031315 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.

Segundo o Ministério da Saúde, "há" quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.
Conjugando o verbo destacado no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se: 
Alternativas
Q4030750 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Comer uma maçã por dia realmente faz bem à saúde?

O mundo inteiro aprecia as maçãs. A produção anual ultrapassa cem milhões de toneladas, e a fruta é cultivada em inúmeros países, em variedades que diferem em cor, sabor e textura. Há muito tempo, as maçãs são associadas à preservação da saúde, inspirando o provérbio inglês "uma maçã por dia mantém o médico longe", derivado de um ditado galês do século XIX: "Coma uma maçã antes de ir para a cama e você tirará o ganha-pão do médico." 

Mas essa antiga máxima tem fundamento científico? As maçãs são realmente superiores a outras frutas?

Ricas em fitoquímicos, como flavonóis e polifenóis, as maçãs contribuem para a manutenção do peso, a redução do risco de doenças cardíacas e o controle da glicose. As antocianinas, que dão cor à casca, e a floridzina, que ajuda a estabilizar o açúcar no sangue, somam-se à fibra pectina, que auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e no equilíbrio glicêmico.

Estudos relacionam o consumo regular da fruta à menor incidência de diabetes tipo 2 e à diminuição do colesterol. Os fitoquímicos também estão associados à prevenção de certos tipos de câncer, reforçando o papel da maçã em uma dieta equilibrada.

Embora não seja rica em vitamina C, ferro ou cálcio, a maçã contém polifenóis antioxidantes que neutralizam radicais livres e reduzem o risco de doenças crônicas. Em poder antioxidante, perde apenas para o mirtilo.

Esses compostos, somados à ampla disponibilidade da fruta, explicam por que a maçã é tão recomendada em hábitos saudáveis. Um estudo com nove mil pessoas mostrou que consumidores regulares usam menos medicamentos prescritos, levando à adaptação do provérbio: "uma maçã por dia mantém o farmacêutico longe."

Pesquisas indicam benefícios mais expressivos entre quem consome duas ou mais maçãs por dia, como a redução do colesterol. Os especialistas também sugerem comer a fruta com casca, onde se concentram os polifenóis, e dar preferência às variedades antigas, mais nutritivas.

Em síntese, comer uma maçã por dia pode não eliminar a necessidade de consultar um médico, mas certamente favorece uma vida mais saudável — desde que faça parte de uma alimentação variada e rica em vegetais, o verdadeiro sentido do provérbio. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5wnxx6vr3o.adaptado. 
O mundo inteiro aprecia as maçãs. A produção anual ultrapassa cem milhões de toneladas, e a fruta é cultivada em inúmeros países, em variedades que diferem em cor, sabor e textura. O número de artigos simples presentes na frase é de: 
Alternativas
Q4030746 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Comer uma maçã por dia realmente faz bem à saúde?

O mundo inteiro aprecia as maçãs. A produção anual ultrapassa cem milhões de toneladas, e a fruta é cultivada em inúmeros países, em variedades que diferem em cor, sabor e textura. Há muito tempo, as maçãs são associadas à preservação da saúde, inspirando o provérbio inglês "uma maçã por dia mantém o médico longe", derivado de um ditado galês do século XIX: "Coma uma maçã antes de ir para a cama e você tirará o ganha-pão do médico." 

Mas essa antiga máxima tem fundamento científico? As maçãs são realmente superiores a outras frutas?

Ricas em fitoquímicos, como flavonóis e polifenóis, as maçãs contribuem para a manutenção do peso, a redução do risco de doenças cardíacas e o controle da glicose. As antocianinas, que dão cor à casca, e a floridzina, que ajuda a estabilizar o açúcar no sangue, somam-se à fibra pectina, que auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e no equilíbrio glicêmico.

Estudos relacionam o consumo regular da fruta à menor incidência de diabetes tipo 2 e à diminuição do colesterol. Os fitoquímicos também estão associados à prevenção de certos tipos de câncer, reforçando o papel da maçã em uma dieta equilibrada.

Embora não seja rica em vitamina C, ferro ou cálcio, a maçã contém polifenóis antioxidantes que neutralizam radicais livres e reduzem o risco de doenças crônicas. Em poder antioxidante, perde apenas para o mirtilo.

Esses compostos, somados à ampla disponibilidade da fruta, explicam por que a maçã é tão recomendada em hábitos saudáveis. Um estudo com nove mil pessoas mostrou que consumidores regulares usam menos medicamentos prescritos, levando à adaptação do provérbio: "uma maçã por dia mantém o farmacêutico longe."

Pesquisas indicam benefícios mais expressivos entre quem consome duas ou mais maçãs por dia, como a redução do colesterol. Os especialistas também sugerem comer a fruta com casca, onde se concentram os polifenóis, e dar preferência às variedades antigas, mais nutritivas.

Em síntese, comer uma maçã por dia pode não eliminar a necessidade de consultar um médico, mas certamente favorece uma vida mais saudável — desde que faça parte de uma alimentação variada e rica em vegetais, o verdadeiro sentido do provérbio. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5wnxx6vr3o.adaptado. 
Um estudo com nove mil pessoas "mostrou" que consumidores regulares usam menos medicamentos prescritos.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no pretérito:
Alternativas
Q4012125 Português
      A gentrificação é o processo de revitalização de áreas urbanas degradadas ou de baixa renda, que atrai investimentos e aumenta o valor imobiliário local. No entanto, esse processo geralmente resulta na deslocação das populações de baixa renda, pois elas não conseguem acompanhar o aumento nos custos de vida, como aluguéis e serviços. Embora a gentrificação traga melhorias em infraestrutura e serviços, ela também pode agravar a desigualdade e a segregação urbana.

     Um dos principais fatores que impulsionam a gentrificação é a revitalização de áreas urbanas degradadas. Esse processo ocorre quando governos e investidores começam a melhorar a infraestrutura, a qualidade dos serviços e a estética dos bairros antes marginalizados, tornando-os mais atraentes para novos moradores, geralmente de classe média ou alta. Por sua vez, essa revitalização eleva os preços dos imóveis e aluguéis, tornando difícil para os residentes originais permanecerem nessas áreas.


Fonte: https://123ecos.com.br/docs/gentrificacao/ (adaptado)
No trecho “A revitalização de áreas urbanas degradadas impulsiona a gentrificação”, a palavra “revitalização” é um substantivo abstrato que indica uma ação e que exige complemento nominal (“de áreas urbanas degradadas”). Assinale a alternativa em que o elemento em destaque também é um substantivo com essas características.
Alternativas
Q3997937 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 2


Como garantir a dose necessária de vitamina D – sem suplementos

A carência dessa molécula é um problema global.
Mas o excesso também traz riscos. Entenda como fazer o balanço ideal.

Manuela Mourão

   
   De todas as vitaminas que fazem o nosso corpo funcionar, uma das mais conhecidas é a D. A “vitamina do sol” ajuda a manter os ossos fortes, auxilia os músculos e o sistema imunológico.

   Não só: essa molécula desempenha papéis importantes pelo corpo, como nas vias neurológicas e nas cascatas de sinalização relacionadas à saúde mental. [...]

   Muitas pessoas acabam optando pela suplementação para resolver a carência de vitamina D. Sem orientação médica, porém, isso pode ser um problema, já que níveis acima de 100 ng/mL podem indicar risco de toxicidade (esses dados podem ser obtidos por exames de sangue simples).

   Afinal, qual a melhor saída para garantir que os níveis ideais estejam sendo absorvidos pelo corpo?

   A maneira mais fácil é a mais conhecida: pelo sol. Dois tipos de raios ultravioleta chegam até a nossa pele: o UVA, que bronzeia e envelhece, e o UVB, que queima e fabrica vitamina D. Os dois, porém, podem causar câncer de pele. Para quem tem pele clara, bastam de 10 a 20 minutinhos de sol, três vezes por semana, para garantir a dose de vitamina D. Já peles mais escuras precisam de um tempinho maior: até cinco vezes mais.

   Mas não é tão simples: tudo depende da hora do dia, da estação e até de onde você está no planeta. O ideal é pegar sol entre 10h e 15h, quando os raios UVB estão em ação. De manhã cedo, no fim da tarde ou no inverno, esses raios passam por um caminho mais longo e são bloqueados pelo ozônio.

   E não adianta tentar se bronzear pela janela: vidro, nuvem e poluição também barram a vitamina D. A boa notícia? Protetor solar, ao contrário do que se pensava, não atrapalha tanto assim a produção desse nutriente, segundo estudos mais recentes.

   Porém, mesmo nesse país tropical, às vezes falta sol. Esse problema é recorrente em países do hemisfério norte, que lidam com invernos intensos e até meses sem a luz do astro. Nestes locais, a quantidade de vitamina D costuma ser garantida via alimentação.

   Os campeões naturais da vitamina D são os peixes gordurosos – tipo truta, atum, salmão e cavala – além dos óleos de fígado de peixe e cogumelos expostos à luz UV. Dá pra encontrar um pouco também em gema de ovo, queijo e fígado bovino. [...]

   No entanto, tudo tem um limite: muita vitamina D pode causar náusea, fraqueza muscular, confusão, vômitos, desidratação e, em casos mais graves, podem levar a problemas nos rins e no coração.

   Por fim, a recomendação não muda: incluir suplementos na dieta só é necessário e recomendado com acompanhamento médico.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/como-garantir-adose-necessaria-de-vitamina-d-sem-suplementos/. Acesso em: 30 jun. 2025.
Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto “Os dois, porém, podem causar câncer de pele. Para quem tem pele clara, bastam de 10 a 20 minutinhos de sol [...]”. 
Alternativas
Q3997932 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 2


Como garantir a dose necessária de vitamina D – sem suplementos

A carência dessa molécula é um problema global.
Mas o excesso também traz riscos. Entenda como fazer o balanço ideal.

Manuela Mourão

   
   De todas as vitaminas que fazem o nosso corpo funcionar, uma das mais conhecidas é a D. A “vitamina do sol” ajuda a manter os ossos fortes, auxilia os músculos e o sistema imunológico.

   Não só: essa molécula desempenha papéis importantes pelo corpo, como nas vias neurológicas e nas cascatas de sinalização relacionadas à saúde mental. [...]

   Muitas pessoas acabam optando pela suplementação para resolver a carência de vitamina D. Sem orientação médica, porém, isso pode ser um problema, já que níveis acima de 100 ng/mL podem indicar risco de toxicidade (esses dados podem ser obtidos por exames de sangue simples).

   Afinal, qual a melhor saída para garantir que os níveis ideais estejam sendo absorvidos pelo corpo?

   A maneira mais fácil é a mais conhecida: pelo sol. Dois tipos de raios ultravioleta chegam até a nossa pele: o UVA, que bronzeia e envelhece, e o UVB, que queima e fabrica vitamina D. Os dois, porém, podem causar câncer de pele. Para quem tem pele clara, bastam de 10 a 20 minutinhos de sol, três vezes por semana, para garantir a dose de vitamina D. Já peles mais escuras precisam de um tempinho maior: até cinco vezes mais.

   Mas não é tão simples: tudo depende da hora do dia, da estação e até de onde você está no planeta. O ideal é pegar sol entre 10h e 15h, quando os raios UVB estão em ação. De manhã cedo, no fim da tarde ou no inverno, esses raios passam por um caminho mais longo e são bloqueados pelo ozônio.

   E não adianta tentar se bronzear pela janela: vidro, nuvem e poluição também barram a vitamina D. A boa notícia? Protetor solar, ao contrário do que se pensava, não atrapalha tanto assim a produção desse nutriente, segundo estudos mais recentes.

   Porém, mesmo nesse país tropical, às vezes falta sol. Esse problema é recorrente em países do hemisfério norte, que lidam com invernos intensos e até meses sem a luz do astro. Nestes locais, a quantidade de vitamina D costuma ser garantida via alimentação.

   Os campeões naturais da vitamina D são os peixes gordurosos – tipo truta, atum, salmão e cavala – além dos óleos de fígado de peixe e cogumelos expostos à luz UV. Dá pra encontrar um pouco também em gema de ovo, queijo e fígado bovino. [...]

   No entanto, tudo tem um limite: muita vitamina D pode causar náusea, fraqueza muscular, confusão, vômitos, desidratação e, em casos mais graves, podem levar a problemas nos rins e no coração.

   Por fim, a recomendação não muda: incluir suplementos na dieta só é necessário e recomendado com acompanhamento médico.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/como-garantir-adose-necessaria-de-vitamina-d-sem-suplementos/. Acesso em: 30 jun. 2025.
Assinale a alternativa que analisa corretamente os elementos destacados nos excertos a seguir. 
Alternativas
Q3997922 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 1


Obesidade infantil: um prato cheio de desigualdades

Não bastasse contexto socioeconômico que dificulta a alimentação saudável e a atividade física, indústria se aproveita da vulnerabilidade das crianças

Clóvis Francisco Constantino


   A cada ano, o Brasil se distancia do ideal de uma infância saudável. Os dados falam por si: uma em cada três crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos estão com sobrepeso ou obesidade. A Federação Mundial da Obesidade projeta que, em uma década, metade dessa população estará nessa condição. E o problema começa cedo: antes mesmo dos cinco anos de idade, 15% das crianças já convivem com a obesidade, de acordo com o Ministério da Saúde. A pandemia de Covid-19 agravou esse cenário, mas a tendência é anterior – e persistente.

   O problema não se resume à soma de más escolhas. A obesidade é uma doença crônica multifatorial, acentuada pela interação entre fatores genéticos, ambientais e sociais. Nas grandes cidades, famílias de menor renda enfrentam um grande desafio: alimentos ultraprocessados são mais baratos e acessíveis do que os frescos; e bairros periféricos muitas vezes não oferecem segurança, áreas verdes ou estrutura para atividades físicas.

   Não bastasse o contexto urbano obesogênico, a indústria alimentícia se aproveita da vulnerabilidade da infância. Com embalagens coloridas, personagens e brindes, o marketing de alimentos ultraprocessados mira as crianças. É urgente rever essas práticas de publicidade e a composição dos produtos oferecidos à população em geral.

   Nesse panorama, o governo tem papel central. Políticas públicas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), os Guias Alimentares, a rotulagem nutricional frontal e outras estratégias pontuais são iniciativas relevantes, mas precisam de mais investimento, fiscalização e articulação. Os alimentos oferecidos nas escolas, por exemplo, devem ser adequados, e as famílias precisam ter informação clara.

   Os pediatras têm a responsabilidade de acolher, orientar e acompanhar crianças e adolescentes com excesso de peso sem estigma. A boa consulta pediátrica sempre inclui a avaliação do tempo de tela, a promoção da atividade física e a escuta ativa sobre aspectos emocionais. Obesidade está associada a depressão, ansiedade, bullying e baixa autoestima. A abordagem clínica, portanto, precisa ser integral, respeitando a cultura familiar e a realidade socioeconômica.

   As escolas também são aliadas. Aulas de educação alimentar, hortas escolares, ambientes que favoreçam o movimento e o jogo livre devem fazer parte do cotidiano educacional. Mais do que proibir alimentos pouco saudáveis, é preciso ensinar que comer bem pode ser simples, prazeroso e transformador. Afinal, educação é saúde.

   Quanto aos pais e responsáveis, estes possuem um papel intransferível. Não se trata de atribuir culpa, mas de reconhecer a importância na formação de hábitos. Refeições feitas em conjunto, limitação no tempo de telas, incentivo à brincadeira e atenção às questões emocionais são atitudes que, mesmo com poucos recursos, podem fazer a diferença. Quando bem informadas e apoiadas, as famílias tornam-se protagonistas da mudança.

   Combater a obesidade infantil é mais do que conter uma estatística: é enfrentar as desigualdades que pesam no prato das crianças brasileiras.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/06/obesidade-infantilum-prato-cheio-de-desigualdades.shtml. Acesso em 30 jun. 2025.
Assinale a alternativa que analisa corretamente as palavras presentes no Texto 1. 
Alternativas
Q3997829 Português
O plural de palavras compostas segue algumas regras específicas. Qual das opções apresenta uma palavra composta flexionada corretamente no plural? 
Alternativas
Q3997827 Português
Em relação à formação das palavras da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de palavra formada por derivação prefixal.
Alternativas
Q3997540 Português
O plural correto de “pão-de-ló” é:
Alternativas
Q3997537 Português
O vocábulo “desconstruir” possui um prefixo que expressa a noção de:
Alternativas
Q3996284 Português
Assinale a alternativa que apresenta a forma plural da palavra "cavalo".
Alternativas
Q3996212 Português
Marque a alternativa que completa corretamente a frase abaixo: A menina e sua mãe _____________ pela rua e observavam os jardins _________ e as casas ____________. 
Alternativas
Q3996210 Português
Qual alternativa apresenta somente palavras no plural:
Alternativas
Q3996209 Português
Assinale a frase cuja palavra destacada é um adjetivo: 
Alternativas
Q3996206 Português
Assinale a alternativa que apresenta o substantivo coletivo correto: 
Alternativas
Q3996205 Português
Qual das palavras abaixo é um substantivo masculino?
Alternativas
Respostas
1601: C
1602: A
1603: D
1604: D
1605: C
1606: D
1607: A
1608: D
1609: E
1610: E
1611: B
1612: B
1613: A
1614: B
1615: D
1616: C
1617: C
1618: B
1619: C
1620: D