Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3897945 Português

A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.


Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.


Coluna 01 − Orações com interjeições

(__)Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.

(__)Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.

(__)Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.

(__)Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.

(__)Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.


Coluna 02 − Tipos de interjeição

I.Advertência.

II.Desejo.

III.Silêncio.

IV.Alívio.

V.Surpresa.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3897906 Português
A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.
Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.
Coluna 01 − Orações com interjeições (__)Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.
(__)Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.
(__)Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.
(__)Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.
(__)Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.

Coluna 02 − Tipos de interjeição I.Advertência.
II.Desejo.
III.Silêncio.
IV.Alívio.
V.Surpresa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3897623 Português

A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.


Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.


Coluna 01 − Orações com interjeições



(__) Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.


(__) Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.


(__) Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.


(__) Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.


(__) Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.



Coluna 02 − Tipos de interjeição



I. Advertência.


II. Desejo.


III. Silêncio.


IV. Alívio.


V. Surpresa.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3897486 Português
A palavra Taquarituba, segundo a etimologia tupi apresentada no texto, resulta da composição dos termos takûar-i (pequena taquara) e tyba, que significa especificamente:
Alternativas
Q3897469 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No segmento "dentro da igreja eles encontrarão a salvação”, a forma verbal classifica-se como:


Alternativas
Q3896005 Português
O advérbio é uma classe invariável que desempenha papel essencial na modificação do sentido de verbos, adjetivos e outros advérbios, acrescentando a eles circunstâncias diversas, como tempo, modo, lugar, intensidade, negação, dúvida e afirmação. A correta identificação de seu tipo depende do contexto e do valor semântico que assume na frase.

Com base nas regras da gramática normativa, assinale a alternativa em que o advérbio está corretamente identificado e classificado quanto ao seu tipo.
Alternativas
Q3895944 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implementado em 2009, buscou uniformizar a escrita entre os países lusófonos, alterando o uso de acentos, do hífen e ampliando o alfabeto oficial. Apesar das simplificações, algumas regras continuam exigindo atenção, especialmente nos casos de homônimos, ditongos e compostos prefixados.

Com base nas regras da nova ortografia, relacione corretamente as palavras da Coluna 01 às explicações correspondentes na Coluna 02.

Coluna 01

(__)Anti-inflamatório

(__)Veem

(__)Ideia

(__)Super-homem

(__)Autoescola

Coluna 02

I.Perde o acento no hiato ee, conforme a nova regra sobre o acento circunflexo.

II.O hífen é empregado porque o prefixo termina com a mesma letra que inicia o segundo elemento.

III.Não recebe hífen porque o prefixo termina em vogal diferente da que inicia o segundo elemento.

IV.Mantém o hífen por o segundo elemento iniciar com "h".

V.Perde o acento do ditongo aberto éi nas paroxítonas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3895942 Português
As preposições são elementos essenciais na estrutura da frase, pois estabelecem relações de sentido entre os termos, indicando circunstâncias de tempo, lugar, causa, modo, distância, instrumento ou finalidade. Além disso, podem formar combinações e contrações com artigos, pronomes e advérbios, o que amplia sua função dentro da norma-padrão da língua portuguesa.

Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há uso e classificação correta das preposições.

I.O avião partiu de São Paulo às seis horas da manhã. — indica lugar de origem, logo trata-se de preposição de lugar.

II.Cortou o pão com a faca. — indica instrumento, configurando preposição de instrumento.

III.Estudou para ser aprovado no concurso. — expressa finalidade, logo é preposição de finalidade.

IV.A ponte fica a dois quilômetros daqui. — expressa tempo, logo é preposição de tempo.

V.Meu coração dói de saudade. — expressa causa, logo é preposição de causa.

Em quais afirmativas o uso e a classificação das preposições estão corretos?
Alternativas
Q3895505 Português
A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.

Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.

Coluna 01 − Orações com interjeições
(__) Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.
(__) Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.
(__) Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.
(__) Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.
(__) Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.

Coluna 02 − Tipos de interjeição
I. Advertência.
II. Desejo.
III. Silêncio.
IV. Alívio.
V. Surpresa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3895264 Português
A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.

Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.

Coluna 01 − Orações com interjeições
(__) Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.
(__) Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.
(__) Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.
(__) Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.
(__) Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.

Coluna 02 − Tipos de interjeição
I. Advertência.
II. Desejo.
III. Silêncio.
IV. Alívio.
V. Surpresa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3895053 Português
A interjeição é uma classe de palavras independente que exprime emoções, sensações ou reações momentâneas do falante, podendo constituir-se, inclusive, de uma locução interjetiva. O valor semântico da interjeição depende do contexto e pode variar conforme a intenção comunicativa.

Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.

Coluna 01 − Orações com interjeições
(__) Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.
(__) Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.
(__) Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.
(__) Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.
(__) Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.

Coluna 02 − Tipos de interjeição
I. Advertência.
II. Desejo.
III. Silêncio.
IV. Alívio.
V. Surpresa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3894889 Português
A classificação das palavras em classes gramaticais (substantivo, adjetivo, verbo, advérbio, etc.) é um dos pilares da gramática normativa. No entanto, essa classificação não é fixa; o contexto sintático e semântico pode alterar a classe de uma palavra, fenômeno conhecido como derivação imprópria ou conversão. Um adjetivo pode ser substantivado (ex: 'O *belo* nos atrai'), e um substantivo pode ser adjetivado. Uma confusão comum para os alunos ocorre entre o adjetivo e o advérbio de modo, já que ambos podem caracterizar algo. A distinção fundamental é que o adjetivo se refere a um substantivo (variando em gênero e número), enquanto o advérbio se refere a um verbo, adjetivo ou outro advérbio (sendo invariável).

Acerca dessa mobilidade e classificação das classes gramaticais, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Na frase 'O professor falava *baixo* para não acordar os alunos', a palavra 'baixo' classifica-se como adjetivo, pois caracteriza o professor.
(__)No enunciado 'O *andar* dele é elegante', ocorreu uma derivação imprópria, na qual o verbo 'andar' foi substantivado pelo artigo 'O'.
(__)Na oração 'Os alunos, *felizes*, saíram da sala', a palavra 'felizes' é um advérbio de modo, modificando o verbo 'saíram'.
(__)Em 'Ele é um *bom* profissional' e 'Ele trabalha *bem*', as palavras 'bom' e 'bem' pertencem à mesma classe gramatical (adjetivo), apenas flexionadas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3894612 Português
A classificação morfológica das palavras depende intrinsecamente do contexto em que são empregadas, sendo comum que um mesmo vocábulo transite entre classes distintas, fenômeno conhecido como derivação imprópria ou conversão. Essa mobilidade, que não altera a forma da palavra, mas altera sua função, exige do leitor uma análise sintática apurada. Um exemplo clássico é a substantivação de adjetivos, frequentemente realizada pela anteposição de um determinante, como um artigo. No contexto da LIBRAS, considere as frases: (1) 'O surdo tem o direito à sua língua.' e (2) 'O aluno surdo tem o direito à sua língua.'

I.Na frase (1), a palavra 'surdo' é classificada como substantivo, pois é antecedida pelo artigo 'O' e funciona como núcleo do sujeito.

II.Na frase (2), a palavra 'surdo' é classificada como substantivo, atuando como aposto explicativo do termo 'aluno'.

III.O fenômeno ocorrido em (1) é chamado de derivação imprópria, pois o adjetivo 'surdo' (que indica uma característica) foi convertido em substantivo (indicando o indivíduo).


Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3893884 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de:
Alternativas
Q3893823 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de:
Alternativas
Q3893760 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de: 
Alternativas
Q3893328 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de:
Alternativas
Q3893327 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
[...] uma série de eventos que "culminariam" em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente "levassem" à morte dessas células.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no: 
Alternativas
Q3891965 Português
Assinale o item que só contenha preposições:
Alternativas
Q3891670 Português
Qual o plural de caráter?
Alternativas
Respostas
1601: D
1602: D
1603: A
1604: C
1605: C
1606: B
1607: D
1608: B
1609: B
1610: A
1611: A
1612: C
1613: C
1614: E
1615: C
1616: A
1617: E
1618: B
1619: A
1620: C