Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
Foram encontradas 21.565 questões
Analise a trecho a seguir.
[...] o resultado da trama, do qual essa chusma de irresponsáveis talvez nem tenha se dado conta.
Identificado o substantivo coletivo acima, está correto a alternativa em que ele será identificado como coletivo:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: dormir.
II. A grafia do verbo seguinte está correta: cair.
III. Na oração "Eram milhares atrás do ídolo", o vocábulo "Eram" é classificado como preposição.
IV. Na oração "Ele é um excelente médico", o vocábulo "é" é classificado como pronome possessivo.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: ver.
II. A grafia do verbo seguinte está correta: bànhar.
III. Na oração "O respeito é condição primordial em qualquer relação", o vocábulo "primordial" é classificado como artigo.
IV. No período "Ela é muito magra para usar esse tipo de roupa", o vocábulo "roupa" é classificado como pronome demonstrativo.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: góstar.
II. Na oração "O arroz integral é muito caro", o vocábulo "arroz" é classificado como advérbio.
III. No período "Fingir que nada aconteceu é consentir", o vocábulo "consentir" é classificado como advérbio.
IV. Na oração "Os dois são a cara da mãe", o vocábulo "mãe" é classificado como preposição.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: estudar.
II. A grafia do verbo seguinte está correta: jogar.
III. Na oração "Esta criança é a minha vida", o vocábulo "vida" é classificado como preposição.
IV. A grafia do adjetivo seguinte está correta: álemão.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na frase “não estacione” há um substantivo.
II. No período "Ela é que não se importa com as notas baixas", o vocábulo "notas" é classificado como preposição.
III. A grafia do adjetivo seguinte está correta: paulista.
IV. A grafia do verbo seguinte está correta: sôrir.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A grafia do adjetivo seguinte está correta: apaixonado.
II. A grafia do adjetivo seguinte está correta: baiano.
III. No período "Sou infeliz quando desapareces", o vocábulo "Sou" é classificado como conjunção.
IV. A grafia do verbo seguinte está correta: querer.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na seguinte frase, não há um substantivo: a casa é verde.
II. No trecho "Já fecharam a urna funerária", o vocábulo "urna" é classificado como pronome reflexivo.
III. O termo "enxame" é um verbo.
IV. A grafia do verbo seguinte está correta: correr.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A grafia do adjetivo seguinte está incorreta: avermelhádo.
II. Na oração "Tudo na Idade Média era pela Igreja", o vocábulo "era" é classificado como interjeição.
III. Está incorreta a acentuação do vocábulo: jùdiar.
IV. Na oração "Ele não é dado a esportes", o vocábulo "esportes" é classificado como artigo.
Marque a alternativa CORRETA:
Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida. Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte. Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir. Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]
Na expressão “Vale a pena insistir”, que encerra o texto, há a presença