Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Ano: 2018 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2018 - TJ-DFT - Estágio - Nível Médio |
Q1318785 Português
No fragmento “Situado no extremo sul do continente africano, o cabo da Boa Esperança foi, em 1488, chamado cabo das Tormentas pelo navegador português Bartolomeu Dias (1450 - 1500), em razão de lá se deparar com violentos vendavais e tempestades.”, as palavras sublinhadas, morfologicamente, classificam-se como:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2018 - IF-MA - Nível Médio |
Q1318754 Português
Leia o texto que segue para responder à questão. 

Mais velho, MAIS GATO
Quem falar que nunca teve aquele crush mais velho tá mentindo. Ele nem a nota, mas você morre de amores pelo boy. Manda bilhetinho, passa pelo refeitório no intervalo dele e vive na porta da sala... Você não perde uma chance de passar na frente do grupinho dele. Miga, um amor quase impossível! Mas vai quê, né?

(Fonte: Revista TodaTeen, n. 273, ano 23,
           ago/2018, p. 30). Adaptado. 
Tendo em conta o processo de formação de palavras, “crush” e “boy”, utilizadas no TEXTO, são exemplos de:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2018 - IF-MA - Nível Médio |
Q1318753 Português
Leia o texto que segue para responder à questão. 

Mais velho, MAIS GATO
Quem falar que nunca teve aquele crush mais velho tá mentindo. Ele nem a nota, mas você morre de amores pelo boy. Manda bilhetinho, passa pelo refeitório no intervalo dele e vive na porta da sala... Você não perde uma chance de passar na frente do grupinho dele. Miga, um amor quase impossível! Mas vai quê, né?

(Fonte: Revista TodaTeen, n. 273, ano 23,
           ago/2018, p. 30). Adaptado. 
Em “Ele nem a nota, mas você cai de amores pelo boy”, o elemento em destaque, no enunciado, possui características de um:
Alternativas
Q1318023 Português
No que diz respeito ao uso do superlativo, marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q1318022 Português
Sobre classes de palavras NÃO podemos afirmar que:
Alternativas
Q1318011 Português

Leia o texto a seguir e marque a alternativa CORRETA.


    A seleção francesa foi apontada como favorita para a Copa de 2018, porém o técnico precisou fazer alguns ajuste até a estreia, porque os atacantes e os laterais desse time precisavam treinar mais um pouco.

No fragmento acima foram usadas e destacadas, respectivamente, as seguintes conjunções: 

Alternativas
Q1314211 Português
O Pavão
Rubem Braga

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rio, novembro, 1958

Extraído de: BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Editora do Autor: Rio de Janeiro, 1960, p. 149.
Em qual dos períodos abaixo NÃO há nenhum adjetivo?
Alternativas
Q1314205 Português
O Pavão
Rubem Braga

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rio, novembro, 1958

Extraído de: BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Editora do Autor: Rio de Janeiro, 1960, p. 149.
Considere a oração “O pavão é um arco-íris de plumas.” e assinale a alternativa que traz a classificação CORRETA das palavras grifadas, respectivamente:
Alternativas
Q1312945 Português

Quanto ao numeral, leia os itens seguintes e assinale a alternativa correta:


I- Pio X (lê-se Pio Décimo), mas Pio XI (lê-se Pio Onze).

II- Século I (lê-se Século Primeiro), mas Século XII (lê-se Século Doze).

III- Ano II, da era cristã (lê-se ano segundo da era cristã), mas ano VIII a.C (lê-se ano oitavo antes de Cristo).

IV- Ambos é um numeral dual, porque sempre se refere a dois seres. Esse numeral não dispensa o uso do artigo, quando o substantivo seguinte o exige. Ex: Ambos os alunos passaram.

V- Devemos dizer um quinze avo, e não um quinze avos.

Alternativas
Q1312944 Português

Leia o texto seguinte para responder à próxima questão.


Eu sei que vou te amar. (Tom Jobim e Vinícius de Moraes)


Eu sei que vou te amar

Por toda a minha vida eu vou te amar

Em cada despedida eu vou te amar

Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar

Por toda minha vida.


Eu sei que vou chorar

A cada ausência tua eu vou chorar

Mas cada volta tua há de apagar

O que esta ausência tua me causou.

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver

À espera de viver ao lado teu

Por toda a minha vida.

Assim como os substantivos, os adjetivos podem ser classificados de acordo com sua estrutura e formação. Assinale a alternativa onde temos sequencialmente adjetivos simples, composto, primitivo e derivado.
Alternativas
Q1312943 Português

Leia o texto seguinte para responder à próxima questão.


Eu sei que vou te amar. (Tom Jobim e Vinícius de Moraes)


Eu sei que vou te amar

Por toda a minha vida eu vou te amar

Em cada despedida eu vou te amar

Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar

Por toda minha vida.


Eu sei que vou chorar

A cada ausência tua eu vou chorar

Mas cada volta tua há de apagar

O que esta ausência tua me causou.

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver

À espera de viver ao lado teu

Por toda a minha vida.

Quanto à canção, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1309456 Português
Marque a alternativa ERRADA quanto ao substantivo feminino.
Alternativas
Q1309455 Português
Assinale a alternativa que apresenta os derivados da palavra “livro”:
Alternativas
Q1309454 Português
“Assembleia” é coletivo para:
Alternativas
Q1306035 Português
A família pode fazer muito pelos filhos: educá-los para que respeitem as diferenças, para que sejam honestos e justos, para que sejam virtuosos, respeitosos, solidários e muito mais. Entretanto, o grupo familiar deve ter conhecimento de seus limites. Mais do que nunca, hoje vale muito o provérbio africano “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, não é mesmo? E a nossa grande aldeia global não caminha lá muito bem. Por isso, é necessário dialogar com os filhos a respeito de tudo o que eles aprendem, observam, testemunham fora de casa. [...] A educação que damos aos filhos é a melhor herança que podemos deixar-lhes, mas não é vacina contra nada. (SAYÃO, R. Revista Veja, ed. 2546. Adaptado.)
Sobre os recursos linguísticos usados para a construção da coesão do texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1306033 Português
INSTRUÇÃO: James Heckman, cientista, economista e estudioso da primeira infância, foi o entrevistado das páginas amarelas da revista Veja, ed. 2549. Leia atentamente trechos da entrevista e responda às questão.  

1 - Por que os estímulos nos primeiros anos de vida são tão decisivos para o sucesso na vida adulta?
É uma fase em que o cérebro se desenvolve em velocidade frenética e tem um enorme poder de absorção, como uma esponja maleável. As primeiras impressões e experiências na vida preparam o terreno sobre o qual o conhecimento e as emoções vão se desenvolver mais tarde. Se essa base for frágil, as chances de sucesso cairão; se ela for sólida, vão disparar na mesma proporção. Por isso, defendo estímulos desde muito cedo.

2 - O senhor pode soar fatalista: ou bem a criança é estimulada cedo ou terá perdido uma oportunidade única para o aprendizado?
A discussão realmente abre margem para essa interpretação, mas não é bem isso. A mensagem jamais pode ser: depois dos cinco anos, já era. Desde que a criança esteja vivendo em sociedade, ela vai aprender. Existe na espécie humana uma extraordinária capacidade de se beneficiar do ambiente. Só não podemos deixar de encarar o fato de que uma criança que tenha sido alvo de elevados incentivos conquistará uma vantagem para o resto da vida. De outro lado, quanto mais uma criança fica para trás, mais dificuldade ela terá para preencher as lacunas do princípio.  
A respeito de recursos linguísticos empregados nos trechos acima, analise as afirmativas.
I - Em tem um enorme poder de absorção, como uma esponja maleável. (trecho 1), o termo como apresenta função de preposição e pode, em outros contextos, pertencer a outra categoria gramatical. II - Em não podemos deixar de encarar (trecho 1), a palavra denota exclusão, assim como jamais em A mensagem jamais pode ser. III - O operador argumentativo De outro lado (trecho 2) dá início a uma contraposição a algo dito anteriormente: a criança que teve grandes incentivos tem vantagens na vida. IV - As conjunções Se (trecho 1) e mas (trecho 2) apresentam valor semântico de condição e de oposição respectivamente às orações às quais se relacionam. V - As palavras tão (trecho 1) e bem (trecho 2) exercem a função de advérbio, de intensidade e de modo, respectivamente.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1306000 Português

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: outubro de 2017.)  

A coluna da direita apresenta os processos de formação de palavras e a da esquerda, exemplos de palavras. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 
Imagem associada para resolução da questão


Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q1305420 Português

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino


Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros e mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café. Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior – não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um de bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos

eu e o Mafra. Não fui eu. Logo…

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria. 

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais.

Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então?

Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-se que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

No trecho: “Voltou à tarde...” Há o emprego da crase por se tratar de uma locução adverbial feminina de:
Alternativas
Q1305419 Português

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino


Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros e mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café. Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior – não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um de bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos

eu e o Mafra. Não fui eu. Logo…

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria. 

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais.

Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então?

Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-se que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

No fragmento: “Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro.” O termo para estabelece:
Alternativas
Q1304352 Português

O Orgulho e a Vaidade

O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em ação.

Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”

Analise as afirmativas abaixo:


1. Para pluralizar os substantivos no grau diminutivo, terminados em –zinho, coloca-se a palavra primitiva no plural, retira-se o “s” dessa palavra e acrescenta-se o sufixo diminutivo seguido de “s”. As palavras “mulherezinhas” e “coronelzinhos” são corretos exemplos dessa regra.


2. Estão corretos os seguintes plurais dos substantivos compostos: “guarda-roupas; guardas- -civis; sambas-enredo”.


3. Estão corretos os plurais das seguintes expressões: “blusas azul-marinho; lentes côncavo- -convexas; meninos surdos-mudos”.


4. Está correta a seguinte frase: “Ente mim e ti não há qualquer divergência”.


5. Quanto ao emprego dos pronomes de tratamento, pode-se dizer que esta frase está correta, se dirigida a um vereador de sua cidade: “Vossa Senhoria podeis dar vosso parecer sem qualquer inconveniente”.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Respostas
15541: B
15542: D
15543: A
15544: D
15545: C
15546: D
15547: A
15548: D
15549: E
15550: C
15551: B
15552: D
15553: C
15554: B
15555: B
15556: A
15557: C
15558: B
15559: C
15560: E