Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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“Os alunos eficientes leem e escrevem muito.”
I. O termo "enxame" é um substantivo coletivo.
II. A grafia do adjetivo seguinte está correta: embaraçozo.
Marque a alternativa CORRETA:
I. No excerto “Aqueles que assediam ou abusam...”, a palavra “que” é um pronome relativo e a palavra “ou” é uma conjunção. II. No trecho “...por esse vendaval”, o pronome demonstrativo tem valor anafórico e faz referência a uma ideia posposta.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O adjetivo se refere sempre a um substantivo, mesmo que subentendido. II. A metonímia é a substituição de um termo por outro devido a uma semelhança ou relação real entre os dois.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A prosopopeia é a personificação, animação ou humanização de um objeto inanimado ou imaginário. II. O numeral refere-se a um substantivo ou o substitui.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Os pronomes são palavras que substituem os substantivos ou os determinam, indicando a pessoa do discurso. II. De acordo com a Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a verificação do rendimento escolar deve possibilitar a aceleração de estudos para alunos com atraso escolar.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A preposição “sob” no trecho “Sob esse título,...” poderia ser substituída por “a respeito de”, fazendo-se as adaptações necessárias, sem acarretar prejuízos para o texto. II. É transitiva indireta a forma verbal “teve” no excerto: “A campanha teve tanto efeito que agora...”.
Marque a alternativa CORRETA:
SAÚDE E LIBERDADE
Victor Ruiz Caballero/The New York Times
A epidemia mundial de obesidade é fenômeno concreto e constitui um desafio para as autoridades sanitárias. O excesso de peso, afinal, está associado a uma série de moléstias graves como diabetes, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer.
Diante de uma disparada dos índices de sobrepeso infantil, o governo chileno declarou guerra a alimentos insalubres, impondo mudanças nas embalagens, criando restrições à publicidade e elevando a carga tributária de produtos como os refrigerantes.
A meta se mostra, a princípio, correta. Resta saber se os meios escolhidos são os mais indicados.
Objetivos sociais relevantes não raro se chocam com garantias às liberdades individuais. Seria uma intromissão descabida do Estado na vida privada, por exemplo, proibir todo o consumo de álcool para reduzir as mortes no trânsito.
As regras adotadas no Chile não chegam, obviamente, a tamanha arbitrariedade. Ainda assim, ensejam discussão —o tema também está em pauta no Brasil.
Lá, o governo determinou que as embalagens de alimentos que contenham altos teores de sal, açúcar e gordura tragam alertas para o risco de consumir o produto.
Tais normas de rotulagem parecem corretas, desde que se evite o alarmismo. Empresas não podem se furtar à obrigação de fornecer a melhor informação científica disponível sobre o que comercializam.
Mais controversas são as restrições ao marketing, que já baniram ícones como o tigre Tony, dos cereais açucarados Kellogg's. Neste caso se interfere na liberdade de expressão: se disciplinar a publicidade é razoável, o veto total a determinados conteúdos só se justifica em casos extremos.
Também inspira cautela a ideia de elevar a tributação de artigos muito calóricos, a exemplo do que vários países já fazem com o cigarro e o álcool. Embora defensável, o uso de tal instrumento deve mirar apenas o consumo abusivo —não faria sentido, por exemplo, sobretaxar o pão e o macarrão.
Deve-se levar em conta que, diferentemente do cigarro — uma droga que vicia e prejudica não somente seus usuários como aqueles que os cercam —, alimentos são necessários à vida. Mesmo os que engordam não são inadequados para todos a todo momento.
Cabe ao Estado, sem dúvida, promover hábitos saudáveis. Mas há que preservar ao máximo a liberdade das empresas de atuar e, principalmente, a do cidadão de escolher o que vai ou não comer.
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