Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q1169599 Português

A youtuber vegana que enfureceu fãs

ao ser filmada comendo peixe


      Nas redes, Yovana é Rawvana e se transformou em ídola de crudiveganos ao compartilhar, desde 2013, seu estilo de vida e sua alimentação sem produtos de origem animal e à base de alimentos crus.

      Moradora de San Diego, na Califórnia (EUA), ela compartilhava vídeos em inglês e em espanhol e fotos com receitas elaboradas com produtos crus, tratamentos de desintoxicação e conselhos de beleza veganos.

      Magra e saudável, Rawvana passou a atrair uma legião de admiradores. Contava com mais de três milhões de seguidores, muitos deles fanáticos, se somadas suas contas no YouTube e no Instagram.

      Patrocinadores passaram a financiar parte do conteúdo produzido por Rawvana, que aparecia cercada de frutas, verduras e legumes suculentos, cenários dos sonhos para veganos.

      Rawvana tinha uma imagem quase perfeita. Mas um aparente deslize de uma amiga e dela própria, durante uma viagem a Bali, na Indonésia, levou a credibilidade de Rawvana ao chão.

      Paula Galindo, uma colombiana especialista em assuntos de beleza e conhecida como Pautips, expôs Rawvana ao publicar no Instagram um vídeo em que a vegana está prestes a comer. O problema? Havia um filé de peixe no prato.

      Prescrição médica

      A imagem viralizou. Dias depois, Rawvana gravou um vídeo pedindo desculpas.

      "Sinto muito pela maneira como descobriram sobre a minha recente mudança de dieta. Comecei a incluir alimentos por causa das minhas condições de saúde", diz a jovem, com uma expressão triste e voz às vezes agitada.

      Rawvana explica que passou os últimos anos doente. Sofre com anemia e seu intestino estava repleto de bactérias. Chegou a ter o ciclo menstrual comprometido.

      Ela contou que começou a consumir ovos e peixes por prescrição médica.

      "Não tinha compartilhado antes porque precisava de tempo para me curar, para me sentir bem, e aí contar para vocês."

      Ela disse que há três anos passou a comer alguns produtos cozidos, algo incompatível com o estilo de vida crudivegano que pregava.

      Mas, segundo Rawvana, foi apenas em janeiro que ela aceitou os conselhos médicos e passou a incorporar outros alimentos à dieta.

      Ela anunciou no vídeo em que pediu desculpas que pretende retomar a dieta vegana assim que sua saúde permitir.

      "Nas últimas semanas tenho me sentido melhor, com mais energia. Quero retomar a alimentação que compartilho com vocês".

      Críticas

      Rawvana foi muito criticada - e "trolada" - nas redes sociais por não ter contado antes que havia abandonado a dieta que dizia seguir.

      Entre os milhares de comentários gerados pelo vídeo em que aparece prestes a comer um peixe, também estão o de pessoas que alertam para o perigo de seguir conselhos de nutrição de uma pessoa que não é profissional e que promovia práticas equivocadas como jejum de água por 25 dias. 

      "Os youtubers não são médicos", escreveu uma usuária do Twitter, dizendo que também ficou doente ao seguir os conselhos de Rawvana.

      Houve até uma petição online lançada para recolher assinaturas de apoio ao pedido pelo fim do canal da vegana no YouTube "por ser fraudulento e não informar bem sobre o veganismo".

      Problemas de saúde

      A nutricionista Rhiannon Lambert disse ao jornal britânico The Telegraph que tem aumentado o número de pacientes com sintomas variados, mas todos provocados por uma má alimentação.

      Segundo Lambert, muitos casos graves, inclusive com transtornos alimentares, são de pessoas que seguiram conselhos de celebridades das redes sociais.

      No ano passado, a socióloga Zeynep Tufekci escreveu um artigo no jornal americano The New York Times com o título "YouTube, o grande radicalizador", no qual dizia que a plataforma de vídeos estava estimulando as pessoas a tomarem atitudes mais extremas na busca por cliques e por mais visualizações.

      "Vídeos sobre o vegetarianismo levaram aos vídeos sobre veganismo. Vídeos sobre caminhadas levaram aos vídeos sobre como correr ultramaratonas", escreveu Tufekci. "Parece que você nunca é 'duro' o suficiente para o algoritmo de recomendação do YouTube."

      O futuro de Rawvana e de suas redes sociais ainda é um mistério.

      Sem novas postagens desde o vídeo das desculpas (e tendo perdido milhares de seguidores e o apoio de várias marcas patrocinadoras), a jovem disse que seu principal objetivo agora é focar na recuperação completa de sua própria saúde.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-47710433 

Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1169595 Português

A youtuber vegana que enfureceu fãs

ao ser filmada comendo peixe


      Nas redes, Yovana é Rawvana e se transformou em ídola de crudiveganos ao compartilhar, desde 2013, seu estilo de vida e sua alimentação sem produtos de origem animal e à base de alimentos crus.

      Moradora de San Diego, na Califórnia (EUA), ela compartilhava vídeos em inglês e em espanhol e fotos com receitas elaboradas com produtos crus, tratamentos de desintoxicação e conselhos de beleza veganos.

      Magra e saudável, Rawvana passou a atrair uma legião de admiradores. Contava com mais de três milhões de seguidores, muitos deles fanáticos, se somadas suas contas no YouTube e no Instagram.

      Patrocinadores passaram a financiar parte do conteúdo produzido por Rawvana, que aparecia cercada de frutas, verduras e legumes suculentos, cenários dos sonhos para veganos.

      Rawvana tinha uma imagem quase perfeita. Mas um aparente deslize de uma amiga e dela própria, durante uma viagem a Bali, na Indonésia, levou a credibilidade de Rawvana ao chão.

      Paula Galindo, uma colombiana especialista em assuntos de beleza e conhecida como Pautips, expôs Rawvana ao publicar no Instagram um vídeo em que a vegana está prestes a comer. O problema? Havia um filé de peixe no prato.

      Prescrição médica

      A imagem viralizou. Dias depois, Rawvana gravou um vídeo pedindo desculpas.

      "Sinto muito pela maneira como descobriram sobre a minha recente mudança de dieta. Comecei a incluir alimentos por causa das minhas condições de saúde", diz a jovem, com uma expressão triste e voz às vezes agitada.

      Rawvana explica que passou os últimos anos doente. Sofre com anemia e seu intestino estava repleto de bactérias. Chegou a ter o ciclo menstrual comprometido.

      Ela contou que começou a consumir ovos e peixes por prescrição médica.

      "Não tinha compartilhado antes porque precisava de tempo para me curar, para me sentir bem, e aí contar para vocês."

      Ela disse que há três anos passou a comer alguns produtos cozidos, algo incompatível com o estilo de vida crudivegano que pregava.

      Mas, segundo Rawvana, foi apenas em janeiro que ela aceitou os conselhos médicos e passou a incorporar outros alimentos à dieta.

      Ela anunciou no vídeo em que pediu desculpas que pretende retomar a dieta vegana assim que sua saúde permitir.

      "Nas últimas semanas tenho me sentido melhor, com mais energia. Quero retomar a alimentação que compartilho com vocês".

      Críticas

      Rawvana foi muito criticada - e "trolada" - nas redes sociais por não ter contado antes que havia abandonado a dieta que dizia seguir.

      Entre os milhares de comentários gerados pelo vídeo em que aparece prestes a comer um peixe, também estão o de pessoas que alertam para o perigo de seguir conselhos de nutrição de uma pessoa que não é profissional e que promovia práticas equivocadas como jejum de água por 25 dias. 

      "Os youtubers não são médicos", escreveu uma usuária do Twitter, dizendo que também ficou doente ao seguir os conselhos de Rawvana.

      Houve até uma petição online lançada para recolher assinaturas de apoio ao pedido pelo fim do canal da vegana no YouTube "por ser fraudulento e não informar bem sobre o veganismo".

      Problemas de saúde

      A nutricionista Rhiannon Lambert disse ao jornal britânico The Telegraph que tem aumentado o número de pacientes com sintomas variados, mas todos provocados por uma má alimentação.

      Segundo Lambert, muitos casos graves, inclusive com transtornos alimentares, são de pessoas que seguiram conselhos de celebridades das redes sociais.

      No ano passado, a socióloga Zeynep Tufekci escreveu um artigo no jornal americano The New York Times com o título "YouTube, o grande radicalizador", no qual dizia que a plataforma de vídeos estava estimulando as pessoas a tomarem atitudes mais extremas na busca por cliques e por mais visualizações.

      "Vídeos sobre o vegetarianismo levaram aos vídeos sobre veganismo. Vídeos sobre caminhadas levaram aos vídeos sobre como correr ultramaratonas", escreveu Tufekci. "Parece que você nunca é 'duro' o suficiente para o algoritmo de recomendação do YouTube."

      O futuro de Rawvana e de suas redes sociais ainda é um mistério.

      Sem novas postagens desde o vídeo das desculpas (e tendo perdido milhares de seguidores e o apoio de várias marcas patrocinadoras), a jovem disse que seu principal objetivo agora é focar na recuperação completa de sua própria saúde.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-47710433 

Analise: “Magra e saudável, Rawvana passou a atrair uma legião de admiradores.” E assinale a alternativa que apresenta a classe de palavras dos vocábulos em destaque.
Alternativas
Q1169557 Português

Parte da história de Jacksonville está à venda

Regina Cole


      Apesar da reputação histórica, St. Augostine, Jacksonville, na Flórida, tem mais casas memoráveis do que qualquer outra comunidade do estado. E, agora, uma das mais marcantes residências da cidade do nordeste da Flórida está disponível no mercado imobiliário.

       Em 1872, Robert Bruce Van Valkenburgh construiu uma casa “carpenter gothic”, designação de estilo arquitetônico norte-americano que inclui aplicações de detalhes neo-rústicos em estruturas de madeira construídas por carpinteiros, em um penhasco com vista para o rio St. Johns. Van Valkenburgh foi um congressista de Nova York que serviu como oficial da União durante a Guerra Civil e, depois do conflito, tornou-se ministro residente no Japão. Após estabelecer-se na Flórida, foi nomeado juiz associado da Suprema Corte do estado.

      A casa era, originalmente, uma residência simples de quatro cômodos, com uma cozinha em uma edificação à parte nos fundos. No início dos anos 1920, uma expansão incorporou a cozinha original e resultou em 312 metros quadrado de área – agora com cinco quartos e três banheiros.

      A fachada da casa tem cobertura central de duas águas bastante inclinadas, tábuas de empena extravagantes, suportes de telhado finamente decorados e uma ampla varanda. Um par de portas francesas no segundo andar ecoa o desenho da porta da frente diretamente abaixo. Elas podem ser abertas para uma pequena varanda simultaneamente. A propriedade inclui um celeiro e uma doca. Acredita-se que seja a mais antiga casa sobrevivente em Hazzard’s Bluff.

      A localização acima das águas ajudou a casa a enfrentar muitas tempestades – enquanto as demais construções locais são regularmente inundadas durante os furacões, esta casa permanece acima das cheias. O segredo é uma rara porção de terra elevada na região.

      De 1956 até o momento, a casa pertenceu à mesma família, que preservou seu caráter histórico. Assim, elementos originais, como as portas trabalhadas, paredes e tetos com painéis de alças e balaústres de alpendres esculpidos foram cuidadosamente mantidos.

      Colocada à venda por US$ 799 mil por Janie Coffey, diretora executiva de vendas da Compass Real Estate em Jacksonville e Nordeste da Flórida, a casa é uma joia rara para quem aprecia um pedaço da história com uma excelente localização.

Disponível em https://forbes.uol.com.br/forbeslife/2019/03/parte-da-historia-dejacksonville-esta-a-venda/ 

Analise: “Assim, elementos originais, como as portas trabalhadas, paredes e tetos com painéis de alças e balaústres de alpendres esculpidos foram cuidadosamente mantidos.” E assinale a qual classe de palavras pertence o termo em destaque.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: INTEGRI Órgão: FIEC Prova: INTEGRI - 2019 - FIEC - Procurador Jurídico |
Q1169477 Português

Eu tenho medo

Walcyr Carrasco


Parece história de humor negro. Não é. Aconteceu de verdade, é realmente um horror. Um amigo, médico dermatologista, foi fechado por um caminhão num dos acessos à Avenida 23 de Maio, em São Paulo. O carro saiu da pista, despencou pela ribanceira e colidiu com arbustos, pedras, desníveis de terreno. Meu amigo bateu a cabeça, ensanguentou-se. Primeiro horror: o caminhão fugiu. Sei que isso não surpreende ninguém. Nunca ouvi a história de um caminhão que parasse após provocar um acidente. Um funcionário meu recentemente foi fechado por um, em plena Via Dutra. Ele se machucou, o carro amassou em toda a lateral. O caminhoneiro acelerou, para se ver livre da responsabilidade. A história começa com esse horror com que me acostumei: caminhões não param nem para ver se a gente está vivo. Ainda dentro do carro, sangrando, meu amigo médico pegou o celular para pedir socorro. Estava sem bateria. Um Gol parou. Dois rapazes desceram e ofereceram ajuda. Auxiliaram-no a subir a rampa até uma empresa, cujo segurança, finalmente, chamou a polícia. O acidentado voltou para o carro. As duas “almas bondosas” haviam roubado tudo o que ele tinha. Sim, os rapazes do Gol levaram celular, carteira, cartões de crédito, bolsa. Tudo. E fugiram. É um segundo horror, que superdimensiona o outro. O pior é a conclusão do médico:

– Ainda bem que eu estava sem bateria e não fiquei no carro. E que não cheguei quando roubavam. Aí, teriam acabado comigo.

Verdade absoluta. Teria sido fácil, para roubar, acabar com o médico ensanguentado. Nem deixariam pistas, tudo seria debitado ao acidente.

Esse acontecimento me provoca um pavor profundo. Estou ficando velho. Sou de um tempo em que mesmo adolescente, às vezes, quando saía, amanhecia no ponto de ônibus esperando o primeiro da minha linha. Quantas vezes amigos e eu passamos o final da madrugada no banco de uma praça, batendo papo até o ônibus chegar? Também sou de um tempo em que, para viajar, ia para a estrada e pegava carona. Era fácil, sempre havia um carro que parava. De carona em carona, eu chegava ao meu destino. Nem sabia o que era pegar ônibus para viajar. Avião, menos ainda. Hoje, eu mesmo não paro quando alguém me pede carona. Tenho medo. Mesmo porque são inúmeros os casos em que a generosidade é recompensada com assaltos e agressões. Até assassinatos.

Assaltos sempre aconteceram. Psicopatas existem. O que me apavora é essa sensação disseminada de vale-tudo na nossa sociedade. Comecei a contar a história do médico a três outros amigos. Todos, antes de eu terminar, disseram:

– Aposto que os caras do Gol tinham roubado tudo.

A completa falta de ética já é esperada, tida como normal. É intrínseca à sociedade nacional. Não posso falar por todos os países do mundo. Costumo viajar, andar à noite pelas ruas, eventualmente ser ajudado por desconhecidos. Esse descaso com o outro, só vejo mesmo por aqui. Um ator conhecido certa vez viu uma mulher atropelada na rua, abandonada pelo autor do acidente. Botou no seu próprio carro e levou ao hospital. Não deu outra: mais tarde a dita-cuja o acusou de ser responsável pelo atropelamento. Exigiu indenização. Em vez de agradecer, deu um golpe. Soube também de donos de automóveis que instalam câmeras em seus veículos, porque há gente que se atira na frente, para mais tarde processar. A gravação serve para provar a má intenção da “vítima”. Resultado: se atropelar alguém, óbvio, socorrerei. Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim.

Aí meu medo aumenta. Já não é mais relacionado a ser assaltado, sofrer alguma violência. É o que o medo do medo faz comigo, interiormente. Me sinto uma pessoa muito menos disposta a ser generosa. Sempre estranhei as recomendações do seguro: no caso de problema com o carro, chamar o socorro e ficar distante do veículo, até sua chegada. Depois do episódio com o médico, entendo. O ferido está mais exposto. Nem falo das mulheres assassinadas só por esboçar um gesto de defesa quando querem roubar suas bolsas. Só isso daria um livro.

O amor ao próximo, o sentimento pelo outro, foi eliminado de nossas relações sociais. Resta o medo, o mesmo que sinto dentro de mim. Não só do que me assusta. Mas que me transforma em alguém pior do que eu queria ser.

(Revista Época, n. 856, 27 out. 2014, p. 106)

Em: “Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim”, o termo em destaque é classificado como:
Alternativas
Q1169383 Português
Conjunção é a palavra invariável que relaciona duas orações ou dois termos que exercem a mesma função sintática. Quanto ao uso do o termo “que” como conjunção integrante, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1169379 Português
Classe gramatical ou classe de palavra é o nome dado ao conjunto que classifica uma palavra, baseando-se na sua estrutura sintática e morfológica. Quanto à palavra “obrigado”, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1169248 Português

Resgate no Museu Nacional está parado há um mês

por falta de material e mão de obra

Além de atrasar o cronograma para o início das obras de restauro, o tempo perdido aumenta a deterioração das peças. Não há luvas, máscaras, pás e enxadas para a equipe trabalhar no palácio que pegou fogo no ano passado.


      O resgate do acervo nos escombros do Museu Nacional está parado há um mês por falta de material. Não há luvas, máscaras, pás, enxadas e carrinhos de mão para a equipe trabalhar no palácio que pegou fogo no ano passado. Também não tem mais caixas e contêineres para armazenar os itens que foram retirados do local. Além da reposição de material, a equipe de resgate precisa de mão de obra para retirar escombros e ter acesso ao acervo científico que ainda está sob o entulho. Enquanto isso não é possível, o Núcleo de Resgate se dedica à organização e aos reparos do que já foi recuperado. A vice coordenadora do grupo, Luciana Carvalho, explica que a paralisação do resgate dentro do museu atrasa o cronograma da reforma:

      "Mas é claro que não poder tirar material lá de dentro aflige a gente. Nossa maior pressa é tirar esse material para liberar o palácio para a parte da reforma. Também porque as peças que estão lá dentro sofrem. Quanto mais tempo estão lá, mais riscos sofrem de deteriorar. Há algumas salas que ainda estão com acervo internamente. Então essas salas não podem passar por obra. Isso atrasa um pouco".

      O Museu Nacional recebeu verba de emendas parlamentares, do BNDES e da Vale e, atualmente, tem cerca de 120 milhões de reais disponíveis para realizar projetos e obras. Só que esse dinheiro tem destino pré-definido e não pode ser usado na compra do material necessário para continuar o resgate. Outro caminho são as doações recebidas pela Associação Amigos do Museu Nacional. Segundo a última prestação de contas, há 80 mil reais em caixa, mas apenas 25 mil ainda não estão comprometidos. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, faz um apelo por mais doações.

      "É praticamente impossível dentro do esquema atual que a gente vive, de licitação, fazer isso com celeridade via Universidade Federal do Rio de Janeiro. Para isso estamos precisando de ajuda. Vamos fazer novas solicitações à Alemanha para ver se podem nos auxiliar. Eles são muito mais rápidos. E também estamos contando com doações na SOS Museu Nacional", disse Kellner.

      O vice-reitor da UFRJ, Carlos Frederico Rocha, afirmou que o museu não tem problemas financeiros e que uma licitação foi aberta pra compra do material em falta. Ele promete que o trabalho de resgate será retomado nas próximas semanas, mas não há data definida.

      "Não há um problema de falta de recurso nesse momento. Tem alguns probleminhas pequenos porque temos que fazer licitações. Para uma compra pequena, demora um prazo. Mas a gente vai retomar os resgates proximamente", afirmou o vice-reitor.

      O projeto da reconstrução deve ser concluído até o início do ano que vem, mas um terço do espaço do Museu Nacional ainda não foi vasculhado pelas equipes de resgate.

Disponível em http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/276760/resgate-no-museu-nacional-esta-parado-ha-um-mes-po.htm 

Analise: “O Museu Nacional recebeu verba de emendas parlamentares” e assinale a classificação dos vocábulos em destaque.
Alternativas
Q1169171 Português
A definição de classes de palavras, para atender às necessidades de descrição dos processos de formação de palavras, deve corresponder a uma combinação de propriedades:
Alternativas
Q1169169 Português

Na regência verbal, se o verbo regente for transitivo direto, terá como termo regido um objeto direto (não preposicionado). Se o verbo regente for transitivo indireto, terá como termo regido um objeto indireto (preposicionado). Quando a regência verbal é estabelecida através de uma preposição, as mais utilizadas são: a, de, com, em, para, por, sobre.


Com base no texto apresentado, analise os sete itens.


1) simpatizar ______.

2) lembrar-se ______.

3) alertar ______.

4) comparecer ______.

5) convocar ______.

6) trocar ______.

7) visar ______.


Assinale a sequência correta das preposições.

Alternativas
Q1169139 Português

O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.


“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”. 

Em relação à ocorrência da palavra “mo”, na frase “a ciência mo agradecerá”, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1169137 Português

O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.


“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”. 

No parágrafo selecionado, em determinado momento o narrador afirma o seguinte: “faço-o eu, e a ciência mo agradecerá”. Em relação ao “-o”, que aparece após o verbo “faço”, pode-se dizer que:
Alternativas
Q1169076 Português

Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Machado de Assis, para responder à próxima questão.


“Bailando no ar, gemia inquieto vagalume:

‘Quem me dera que eu fosse aquela loira estrela

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!’

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme: 


‘Pudesse eu copiar-te o transparente lume,

Que, da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela’

Mas a lua, fitando o sol com azedume:


‘Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda a luz resume’!

Mas o sol, inclinando a rútila capela:


‘Pesa-me esta brilhante auréola de nume...

Enfara-me esta luz e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vagalume’?”

Analise as alternativas a seguir e assinale a que indica SOMENTE adjetivos presentes no poema.
Alternativas
Q1168977 Português

A preposição e a conjunção são responsáveis por estabelecer um relacionamento entre palavras ou orações, dentro de um grupo nominal ou verbal.

Relacione as preposições em destaque na coluna à esquerda, com os sentidos expressos na coluna à direita.


(1) A criança morreu de fome.

(2) Ela sempre fazia os afazeres domésticos com a mãe.

(3) O jogador parou para descansar.

(4) Tarsila do Amaral nasceu em 1886.

(5) Os manifestantes dirigiram-se para a praça da cidade.


( ) causa ou motivo

( ) direção

( ) tempo

( ) finalidade

( ) companhia


Asequência numérica CORRETA é:

Alternativas
Q1168975 Português

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em https://super.abril.com.br/comportamento/perdeu-a-carteira-quanto-mais-dinheiro-estiver-nela-maiores-as-chances-de-ser-devolvida/ Data da consulta 28/06/19).


Do ponto de vista da classificação gramatical, das palavras que formam a oração interrogativa “Perdeu a carteira?”, a sequência que apresenta a CORRETAclassificação é:

Alternativas
Q1168894 Português

SETEMBRO AMARELO: COMO A INTERNET E

AS REDES SOCIAIS AFETAM SUA SAÚDE MENTAL

Marcella Blass


      A questão da saúde mental ainda é muito associada apenas aos sintomas e ao diagnóstico de transtornos mentais. “Porém, a condição dessa classificação não é tão rasa assim”, diz Milene Rosenthal, psicóloga e co-fundadora da plataforma Telavita. Ela explica que o conceito também está relacionado ao enfrentamento de acontecimentos e problemas diários de maneira consciente, com repertório para lidar com as adversidades da vida de maneira saudável.

      Apesar de serem diretamente relacionados à saúde mental, os distúrbios psíquicos sempre foram tratados como tabu. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina e, mesmo assim, esses e outros transtornos continuam a ser vistos como uma fraqueza do indivíduo.

      “As pessoas entendem o sofrimento mental como vergonhoso, uma falha”, diz Danyella de Melo Santos, psicóloga e professora da pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi. Ela conta que é muito comum ouvir pacientes dizendo frases como “é culpa minha que eu estou deprimido”. Muitos acreditam que os problemas psicológicos devem ser resolvidos sem ajuda. “Mas quando a gente tem um infarto não tentamos resolver sozinhos.”

      Tudo bem não estar bem

      Ao longo dos últimos anos, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental está cada vez mais em xeque. “A internet e as redes sociais quebraram muros físicos, permitindo que julgamentos e agressões psicológicas estejam a um clique de distância”, destaca Milene.

      Outro ponto de grande impacto à saúde mental é o fenômeno atual dos discursos “motivacionais”. “É como se as pessoas tivessem que estar o tempo todo dispostas, trabalhando, correndo atrás dos seus objetivos. É um discurso constante de que ‘tudo vai dar certo’. Só que isso tende ao exagero e não dá espaço para as pessoas ficarem tristes também.” Sentimento que é super natural e necessário.

      As redes sociais são um espaço aberto para as pessoas expressarem suas opiniões, boas ou ruins. Para Milene, o contato direto com todo esse conteúdo, somado do discurso insistente do “tudo vai dar certo”, pode ser prejudicial às pessoas emocionalmente abaladas. E a combinação pode intensificar os gatilhos de transtornos psicológicos.

      Ilusão de vida perfeita

      A professora da pós-graduação em Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi comenta que o hábito de se comparar com os outros é natural do ser humano. “O que é novo é o uso das telas, que amplificam e dão uma dimensão massificada desse contexto”, diz Danyella. “Quando eu era criança, não existiam redes sociais, mas eu me comparava com a vizinha, com a garota mais popular da escola…”

      Com o turbilhão de informação por todos os cantos da internet, muitas pessoas se apegam a uma realidade fora de sua condição real. “A ilusão de vida perfeita pode despertar um sentimento de frustração em quem não consegue ter aquele estilo de vida, o que causa sofrimento e impacto na saúde mental”, explica Milene. 

      Nas redes sociais, principalmente as focadas em imagem, como o Instagram, os usuários se dedicam a postar apenas os grandes momentos da vida – com os melhores filtros. Mesmo que você saiba que essa não é toda a verdade do dia a dia daquela pessoa ou celebridade, seu lado irracional tende a acreditar que essas imagens perfeitas são a única realidade.

      Aí, é como se todos os seus amigos e conhecidos estivessem felizes, viajando, trabalhando no emprego dos sonhos, se divertindo, e você não estivesse saindo do lugar. Mas calma, porque você não está sozinho.

      Uma pesquisa do App Rating, em parceria com o aplicativo Moments, mostrou como alguns apps deixam as pessoas infelizes. Os dados coletados de 200 mil usuários mostraram que 51% se sentem infelizes no Instagram, 64% no Facebook e 56% no Tinder. As análises mostram também que os internautas passam 26 minutos felizes e 54 minutos tristes no Instagram. No Facebook, esse número é de 22 e 59 minutos, respectivamente. 

      Acolhimento digital

      Por outro lado, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental e seus distúrbios têm sido mais discutidos. “A web tem potencial para ser um excelente ambiente de promoção da saúde mental. Isso porque pessoas com os mesmos problemas podem trocar informações e dividir suas dúvidas, angústias, medos e alegrias”, destaca Maria Cristina Ferrari, médica do Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

      As redes sociais são lar de uma série de grupos e páginas focados em acolhimento saudável e promoção do autocuidado. “Por lá, informações e orientações realmente relevantes são publicadas diariamente com o objetivo de conscientizar e trazer à população maior conhecimento sobre transtornos mentais e a promoção da saúde mental”, diz Milene. 

      Ao mesmo tempo, influenciadores digitais têm assumido a missão de conscientizar seu público sobre a existência dos transtornos mentais. O caso mais recente é o do humorista Whindersson Nunes, que veio a público falar sobre depressão e a importância de buscar ajuda.

      “Estudos também comprovam que, com a junção de tecnologia e internet, podemos conectar pacientes e especialistas de maneira mais eficiente – e com a mesma segurança de um consultório presencial”, destaca Milene. As consultas por Skype, por exemplo, têm ficado cada vez mais populares e acessíveis.

Disponível em https://noticias.buscavoluntaria.com.br/qual-e-o-impacto-dainternet-e-das-redes-sociais-na-sua-saude-mental/

Assinale a alternativa que apresenta um advérbio de lugar.
Alternativas
Q1168847 Português

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15 57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019. Texto adaptado.

A palavra sublinhada exerce a função gramatical de advérbio em
Alternativas
Q1168733 Português

Sobre a flexão dos substantivos, analisar os itens abaixo:


I. Um aumentativo de “boca” é “bocarra”.

II. Um aumentativo de “amigo” é “amigaço”

Alternativas
Q1168728 Português

O primeiro mamífero extinto por causa das mudanças climáticas


      Em junho de 2016, o Departamento da Proteção do Meio Ambiente e da Herança australiano preparou um relatório que afirmava que o Melanomys rubicola, um tipo de roedor, teria sido o primeiro mamífero do mundo a ser extinto em razão das mudanças climáticas. No entanto, foi só agora que o governo da Austrália reconheceu a extinção do animal.

      Todos os indivíduos da espécie viviam em Bramble Cay, uma pequena ilha na Oceania que, em seu ponto mais alto, desponta a apenas 3 metros do mar.

      A primeira vez em que esses ratos foram avistados foi em 1845, e, em 1978, centenas deles ___________ o local. Contudo, desde 1998, a porção da ilha que fica acima da água caiu de 40 mil para 2 mil metros quadrados. Ou seja, conforme o espaço e a vegetação ___________, os animais teriam perdido cerca de 97% de seu habitat.

      Assim, o Melanomys rubicola se tornou a primeira de muitas espécies que ainda serão extintas por causa do clima progressivamente quente, de acordo com os autores do estudo. Segundo eles, esses roedores poderiam ter sido salvos caso mais recursos tivessem sido dedicados à causa sustentável.

https://veja.abril.com.br/ciencia... - adaptado.

Considerando-se as palavras no texto, assinalar a alternativa que apresenta dois substantivos:
Alternativas
Q1168583 Português
“Eram esses os seus hábitos; ultimamente, porém, mudara um pouco; e isso provocava comentários no bairro. Além do compadre e da filha, as únicas pessoas que o visitavam até então, nos últimos dias, era visto entrar em sua casa, três vezes por semana e em dias certos, um senhor baixo, magro, pálido, com um violão agasalhado numa bolsa de camurça. Logo pela primeira vez o caso intrigou a vizinhança. Um violão em casa tão respeitável! Que seria?”


Ainda com base no parágrafo de Lima Barreto, assinale a alternativa que indica APENAS adjetivos que aparecem no texto. 
Alternativas
Q1168578 Português

Leia atentamente o seguinte poema de Manuel Bandeira, intitulado Arte de Amar, para responder à questão a seguir.


“Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a

tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus — ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.” 

Ainda com base no poema de Manuel Bandeira, analise as alternativas a seguir e assinale a que indica APENAS substantivos presentes no texto.
Alternativas
Respostas
14481: A
14482: C
14483: D
14484: A
14485: D
14486: C
14487: A
14488: C
14489: E
14490: D
14491: C
14492: B
14493: E
14494: E
14495: C
14496: C
14497: A
14498: A
14499: A
14500: D