Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q1218783 Português

Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue o próximo item.


No verso 11, o vocábulo “entre”, em suas duas ocorrências, classifica-se como preposição.

Alternativas
Q1218012 Português
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo, publicado no Suplemento O Estadinho, e responda à questão. 

Isso não está me cheirando bem 

     Imagine uma bolinha de neve no topo de uma montanha e, quando ela chegar lá embaixo, vai ter virado um imenso bolão, não é? Isso é o que acontece com o lixo.               Cada um de nós, brasileiros, produz mais ou menos 500 gramas de lixo todos os dias. Parece pouco, mas é só fazer as contas. Todos os dias, esse lixo vira um bolão de milhões de toneladas!!! Só na cidade de São Paulo, são produzidas 12 mil toneladas por dia.
     Para resolver esse problemão, a reciclagem é uma grande ideia! Na reciclagem, o lixo é tratado e será reaproveitado para fazer novos produtos.
     Para reciclar, é preciso primeiro separar os tipos de lixo feitos de plástico, papel, metal e vidro, que são materiais reaproveitáveis. É por isso que em alguns lugares a gente encontra aquelas lixeiras coloridas.
(Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com. Acesso em: 30/05/2019.)  
Sobre aspectos linguísticos utilizados no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217942 Português

A comunicação interna é a base para a criação de uma empresa que deseja se comunicar bem com seu mercado. A comunicação com os clientes externos é um reflexo de um ambiente de trabalho onde a comunicação com clientes internos agrega valor às habilidades de cada um. [...] A qualidade dos produtos e serviços de uma empresa está diretamente relacionada à qualidade do clima organizacional e dos relacionamentos criados em seu ambiente de trabalho. A comunicação interna – como acontece com outros aspectos da comunicação – é um ato de ajuda que levará seu colaborador a compreender melhor o papel de cada um na equipe e na empresa, tornando-se motivado e se transformando também em instrumento de motivação dos colegas.

(Disponível em: www.mariopersona.com.br/comunicação. Acesso em: 21/08/2019.) 

Dentre as classes de palavras da língua portuguesa, existem as variáveis e as invariáveis. Assinale a alternativa que apresenta unicamente palavras invariáveis presentes no texto.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217940 Português
Um comunicador social, na era das mídias sociais, alimenta diariamente canais de comunicação e desenvolve campanhas e eventos, não raras vezes, em benefício de instituições beneméritas. O sufixo empregado no vocábulo destacado apresenta o mesmo valor semântico que o usado em
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Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217938 Português

     Uma das tarefas mais difíceis desta vida, por alguma razão ainda não explicada pela ciência, é aprender uma das suas regras mais fáceis. A regra é a seguinte: certas coisas não se fazem. Não têm nada a ver com o fato de serem permitidas ou não por lei. Também podem não ser, por si mesmas, boas ou más, certas ou erradas. São apenas coisas que não se fazem. Por quê? Porque não se fazem, só por isso – não por uma pessoa dotada de coeficientes médios de decência, consideração pelos outros e boa educação. E quais são elas? Aí, se você não sabe, temos um problema. Ou se aprende isso antes dos 10 anos de idade ou não se aprende nunca. A língua inglesa tem uma expressão admirável a esse respeito: “It’s not done”. Na tradução mais direta, quer dizer: “Não se faz” – e há todo um universo moral contido nesse “não se faz”. É o que divide, no fundo, a qualidade interior dos seres humanos. Quem sabe naturalmente o que não se deve fazer, sem ter de perguntar a cada meia hora se deve agir assim ou assado, está no lado do bem. Quem não sabe está no lado escuro da força.

(GUZZO, J.R. Revista Veja, ed. 2644.) 

A regra da escrita culta que justifica o plural dos adjetivos fácil e difícil, empregados no início do texto, é a mesma que justifica o plural de
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Q1217349 Português
Texto 7
Psicóloga explica as causas e os sintomas da Síndrome do Regresso
A Síndrome do Regresso acontece quando você volta para casa após estudar no exterior, trabalhar ou qualquer outro tipo de estadia prolongada. Criado pelo neuropsiquiatra Dr. Décio Nakagawa, o termo serve para dar nome a este período de readaptação. E ele é mais comum do que pode se imaginar: “A Síndrome do Regresso acontece com a maior parte das pessoas que retorna ao seu país de origem”, diz Juliana Polydoro, psicóloga e mestre em Psicologia da Saúde. A profissional, que também é colunista do site e-Dublin, explicou as causas da Síndrome e como lidar com o período para amenizar os sintomas. Fonte:https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/estudar-no-exterior/psicologa-explica-as-causas-os-sintomas-sindrome-regresso.htm

Para conservar o sentido do texto 7, as expressões em negrito podem ser substituídas, em sequência, por:
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Q1215931 Português
São considerados advérbios de intensidade, EXCETO:
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Q1215929 Português
“João recebeu um bom salário, embora tenha trabalhado pouco”. A conjunção “embora” apresenta a ideia de:
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Q1215928 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um advérbio de modo:
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Q1215927 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um advérbio de causa:
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Q1215821 Português

A Primeira Guerra Mundial enfraqueceu de tal maneira a Europa que a participação do continente no total da população global e na economia caiu consideravelmente. O centro das finanças mudou-se para os Estados Unidos – o dínamo da atividade econômica. Pela primeira vez, os principais países europeus dependiam parcialmente de Nova York, que, no papel de centro financeiro, era naturalmente menos experiente do que Londres no enfrentamento de crises. Infelizmente, a crise financeira que estourou em Nova York no ano de 1929 foi mais séria do que qualquer outra enfrentada por Londres. Embora os Estados Unidos apresentassem vulnerabilidades econômicas na década de 1920, a maior parte das nações europeias foi assolada por outras muito mais graves. Era preciso pagar pela guerra. A dívida nacional da Grã-Bretanha e da Alemanha aumentou 11 vezes, e a da França e a da Itália, 6. A Europa foi vítima de outra doença financeira logo após a guerra. Em um cenário de incerteza, os preços subiam descontroladamente. Em 1922, os preços na Áustria aumentaram 14 mil vezes. Na Polônia, a alta foi de 2,5 milhões de vezes e na Rússia, de 4 bilhões de vezes. Um ano mais tarde, a Alemanha quebrou até mesmo esses recordes astronômicos. Embora o nome técnico disso seja inflação, tratava-se, na verdade, de um caos completo. Outra ruptura da década de 1920 pode ser facilmente compreendida pelos europeus de hoje, já que são testemunhas da situação contrária, pois a criação da União Europeia, ao abrandar as fronteiras nacionais, permitiu que o comércio e os investimentos corressem livremente por boa parte da Europa, proporcionando prosperidade crescente. O oposto aconteceu após o fim da guerra, em 1918. A Europa tinha, então, um grupo de novos países cujas fronteiras haviam sido demarcadas. Na Europa circulavam 27 moedas diferentes, enquanto às vésperas da guerra o total era de apenas 14.
(BLAINEY Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 119). 

A palavra “enquanto”, utilizada pelo autor na penúltima linha do texto, possui a seguinte classificação gramatical:
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Q1215789 Português
As palavras “provavelmente”, “quiçá” e “possivelmente” podem ser classificadas como advérbios de:
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Q1215788 Português
São tipos de conjunção, EXCETO:
Alternativas
Q1215742 Português

A Primeira Guerra Mundial enfraqueceu de tal maneira a Europa que a participação do continente no total da população global e na economia caiu consideravelmente. O centro das finanças mudou-se para os Estados Unidos – o dínamo da atividade econômica. Pela primeira vez, os principais países europeus dependiam parcialmente de Nova York, que, no papel de centro financeiro, era naturalmente menos experiente do que Londres no enfrentamento de crises. Infelizmente, a crise financeira que estourou em Nova York no ano de 1929 foi mais séria do que qualquer outra enfrentada por Londres. Embora os Estados Unidos apresentassem vulnerabilidades econômicas na década de 1920, a maior parte das nações europeias foi assolada por outras muito mais graves. Era preciso pagar pela guerra. A dívida nacional da Grã-Bretanha e da Alemanha aumentou 11 vezes, e a da França e a da Itália, 6. A Europa foi vítima de outra doença financeira logo após a guerra. Em um cenário de incerteza, os preços subiam descontroladamente. Em 1922, os preços na Áustria aumentaram 14 mil vezes. Na Polônia, a alta foi de 2,5 milhões de vezes e na Rússia, de 4 bilhões de vezes. Um ano mais tarde, a Alemanha quebrou até mesmo esses recordes astronômicos. Embora o nome técnico disso seja inflação, tratava-se, na verdade, de um caos completo. Outra ruptura da década de 1920 pode ser facilmente compreendida pelos europeus de hoje, já que são testemunhas da situação contrária, pois a criação da União Europeia, ao abrandar as fronteiras nacionais, permitiu que o comércio e os investimentos corressem livremente por boa parte da Europa, proporcionando prosperidade crescente. O oposto aconteceu após o fim da guerra, em 1918. A Europa tinha, então, um grupo de novos países cujas fronteiras haviam sido demarcadas. Na Europa circulavam 27 moedas diferentes, enquanto às vésperas da guerra o total era de apenas 14.
(BLAINEY Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 119). 

Assinale a alternativa que NÃO contem uma preposição:
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Q1215741 Português

A Primeira Guerra Mundial enfraqueceu de tal maneira a Europa que a participação do continente no total da população global e na economia caiu consideravelmente. O centro das finanças mudou-se para os Estados Unidos – o dínamo da atividade econômica. Pela primeira vez, os principais países europeus dependiam parcialmente de Nova York, que, no papel de centro financeiro, era naturalmente menos experiente do que Londres no enfrentamento de crises. Infelizmente, a crise financeira que estourou em Nova York no ano de 1929 foi mais séria do que qualquer outra enfrentada por Londres. Embora os Estados Unidos apresentassem vulnerabilidades econômicas na década de 1920, a maior parte das nações europeias foi assolada por outras muito mais graves. Era preciso pagar pela guerra. A dívida nacional da Grã-Bretanha e da Alemanha aumentou 11 vezes, e a da França e a da Itália, 6. A Europa foi vítima de outra doença financeira logo após a guerra. Em um cenário de incerteza, os preços subiam descontroladamente. Em 1922, os preços na Áustria aumentaram 14 mil vezes. Na Polônia, a alta foi de 2,5 milhões de vezes e na Rússia, de 4 bilhões de vezes. Um ano mais tarde, a Alemanha quebrou até mesmo esses recordes astronômicos. Embora o nome técnico disso seja inflação, tratava-se, na verdade, de um caos completo. Outra ruptura da década de 1920 pode ser facilmente compreendida pelos europeus de hoje, já que são testemunhas da situação contrária, pois a criação da União Europeia, ao abrandar as fronteiras nacionais, permitiu que o comércio e os investimentos corressem livremente por boa parte da Europa, proporcionando prosperidade crescente. O oposto aconteceu após o fim da guerra, em 1918. A Europa tinha, então, um grupo de novos países cujas fronteiras haviam sido demarcadas. Na Europa circulavam 27 moedas diferentes, enquanto às vésperas da guerra o total era de apenas 14.
(BLAINEY Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 119). 

A palavra “enquanto”, utilizada pelo autor na penúltima linha do texto, possui a seguinte classificação gramatical:
Alternativas
Q1215702 Português
Assinale a alternativa em que o adjetivo é adjunto adnominal:
Alternativas
Q1215701 Português
Assinale a frase cujas palavras sublinhadas sejam substantivo e pronome, respectivamente:
Alternativas
Q1215609 Português
Vergonha parcelada
Gregorio Duvivier
       Não estranhe se você me vir levando as mãos ao rosto no meio da rua e gritando comigo mesmo: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”. Sofro de uma síndrome comum: a da vergonha parcelada. Algumas situações me causam tanto embaraço que pago por elas a vida inteira. A cada vez que uma vergonha antiga me vem à cabeça, sofro como se fosse a primeira vez que estivesse sofrendo.
      Não parecem vergonhas monumentais, são vergonhas ridículas – mas é isso o que faz delas monumentais. Exemplo: no aeroporto de Congonhas, pedi um café. “Carioca?” – a moça perguntou. “Sou”, respondi, achando que ela queria saber minha procedência.
     A moça pensou que eu tinha feito uma piadinha péssima e retribuiu com o pior tipo de sorriso – aquele cheio da misericórdia. Tive vontade de me esconder debaixo dos bancos do salão de embarque pelo simples fato de que alguém no mundo tinha achado que eu era uma pessoa que faria aquele tipo de piada. Até hoje, só passo em frente à Casa do Pão de Queijo de Congonhas com uma mochila escondendo o rosto.
       Outro dia, chovia a cântaros – deve fazer um bom tempo, porque faz um bom tempo que não chove a cântaros. Acenava desesperadamente para os táxis, em frente ao Shopping da Gávea. Eis que um sujeito surge e começa a fazer o mesmo, alguns passos à minha frente. Todo ser humano civilizado sabe que, a partir do momento em que uma pessoa acena para os táxis, os outros candidatos tem que se posicionar atrás dela. Na frente, nunca. Revoltado, intercedi: “Amigo, desculpa, cheguei antes”. Ao que ele respondeu, humilde: “To chamando táxi pra você. Sou segurança do shopping”. E conseguiu um táxi, e abriu a porta pra mim, e eu entrei, e ele bateu a porta, e junto com a porta se abateu sobre mim o peso da miséria humana.
       Encontrei um amigo de longa data. Não lembrava seu nome, e ainda hoje não lembro –talvez fosse Marcelo. Consegui disfarçar chamando o amigo de “brother”, até que sua namorada me perguntou: “Há quanto tempo você conhece o Marcelo?”. Respondi: “Desculpa, não sei de quem você tá falando”. O Marcelo em questão, perplexo, me observava com um misto de tristeza pelo esquecimento e espanto pela minha estupidez.
        Enquanto escrevo essa crônica, algumas vezes precisei interromper a digitação para levar as mãos ao rosto e exclamar, em voz alta: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”.
Fonte: DUVIVIER, Gregorio. Vergonha parcelada. Folha de S.Paulo, 6 abr. 2015.

(1)Encontrei um (2)amigo de longa data. Não (3)lembrava seu nome, e (4)ainda hoje não lembro – talvez fosse Marcelo.”


Analise os termos destacados do trecho do texto e assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1215452 Português
Leia o texto a seguir para responder a questõão.

Um bom neto
    Quem é um bom neto será um bom filho. Porque a criança aprenderá a ouvir aquele que veio antes, a se importar com as lembranças familiares, a respeitar o ritmo da idade e da calma. Terá paciência para caminhar mais devagar e suportar ouvir várias vezes a mesma história. Perderá o egoísmo da pressa. Verá que as pessoas envelhecem e precisam de cuidados maiores.
    Nada mais generoso do que assistir à televisão com os avós e ser afastar um pouco do celular. Neto que passa uma noite com os avós conhece o que é saudade e tem medo da morte. Manterá em si um pouco do jeito de enfermeiro e de cuidador por toda a vida.
(Fabrício Carpinejar. Cuide de seus pais antes que seja tarde. 5ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2018. Adaptado)
No trecho “... assistir à televisão com os avós...”, a palavra destacada tem sentido de
Alternativas
Q1215451 Português
Leia o texto a seguir para responder a questõão.

Um bom neto
    Quem é um bom neto será um bom filho. Porque a criança aprenderá a ouvir aquele que veio antes, a se importar com as lembranças familiares, a respeitar o ritmo da idade e da calma. Terá paciência para caminhar mais devagar e suportar ouvir várias vezes a mesma história. Perderá o egoísmo da pressa. Verá que as pessoas envelhecem e precisam de cuidados maiores.
    Nada mais generoso do que assistir à televisão com os avós e ser afastar um pouco do celular. Neto que passa uma noite com os avós conhece o que é saudade e tem medo da morte. Manterá em si um pouco do jeito de enfermeiro e de cuidador por toda a vida.
(Fabrício Carpinejar. Cuide de seus pais antes que seja tarde. 5ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2018. Adaptado)
Na frase “Nada mais generoso do que assistir à televisão com os avós...”, a palavra “generoso” significa
Alternativas
Respostas
14401: E
14402: D
14403: B
14404: C
14405: B
14406: A
14407: E
14408: A
14409: C
14410: A
14411: A
14412: B
14413: E
14414: C
14415: D
14416: C
14417: A
14418: B
14419: B
14420: D