Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Foram encontradas 21.537 questões

Q1647077 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. As obras literárias da primeira geração do Romantismo no Brasil possuem forte apelo nacionalista e indianista devido à influência de determinados eventos históricos, como a Semana de Arte Moderna de 1922, o governo militar de 1964 e o crescimento da indústria automotiva nacional. II. A língua portuguesa pertence ao grupo das línguas românicas, também chamadas de neolatinas, resultado das transformações que aconteceram no latim vulgar levado à Península Ibérica. III. O substantivo comum é aquele que designa os seres de uma mesma espécie de forma específica. Por exemplo: Ana, Pará e Maceió. IV. A eficiência do serviço público está diretamente relacionada à forma como os servidores desempenham diariamente os seus papéis. Nesse sentido, deve-se bonificar os servidores que agem em desacordo com as leis e regras vigentes.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644500 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na frase “não estacione” há um substantivo. II. Não é dever do Estado disponibilizar ao adolescente trabalhador a oferta de ensino noturno regular.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644496 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na seguinte frase, há um substantivo: a casa é verde. II. Ocorre sinestesia no seguinte trecho de Carlos Drummond de Andrade: "Vem da sala de linotipos a doce música mecânica".
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644491 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. A catacrese refere-se às metáforas que já se tornaram habituais, como "pé da mesa", "cabeça de alho" e "céu da boca". II. O artigo indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644489 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. O numeral refere-se a um substantivo ou o substitui. II. O educador deve considerar que a avaliação não é parte integrante do processo educacional.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644488 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. A avaliação educacional deve considerar apenas a interpretação quantitativa do conhecimento construído pelo aluno. II. O adjetivo varia em gênero, número e grau.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1644487 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os pronomes são palavras que substituem os substantivos ou os determinam, indicando a pessoa do discurso. II. A composição por aglutinação é o processo de composição no qual ocorre alteração fonética no (s) constituinte (s).
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1643514 Português
Guarda-vidas
As praias de Vitória, no Espírito Santo, contam com 74 guardavidas em 14 postos de apoio, neste verão. Os profissionais trabalham das 8h às 18h, todos os dias da semana. Segundo a prefeitura, os guarda-vidas possuem treinamento e equipamentos apropriados para resgatar banhistas em perigo.
Fonte: G1 (com adaptações).
Com base no texto 'Guarda-vidas', leia as afirmativas a seguir: I. A prefeitura de Vitória proibiu os banhistas de frequentar as praias do Espírito Santo durante o verão. II. O vocábulo "banhistas" é um substantivo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1642644 Português
Leia as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642642 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: chámar.

II. A grafia do verbo seguinte está correta: háver.

III. A grafia do adjetivo seguinte está correta: bipòlar.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1642636 Português
Leia as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642601 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: intervir.

II. No período "Não faz senão sentar e reclamar da vida", o vocábulo "faz" é classificado como artigo.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: ficar.

IV. Está correto o uso do acento gráfico em: talùdo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1642593 Português

Seguro-desemprego


Segundo o anúncio feito pelo Ministro do Trabalho nesta quartafeira (19), os trabalhadores que forem demitidos vão poder pedir o seguro-desemprego pela internet, sem a necessidade de entregar os documentos presencialmente. Chamado de segurodesemprego 100% web, o serviço vai permitir que esse benefício seja concedido sem precisar ir a um posto de atendimento.

Fonte: diarioonline.com.br (com adaptações). 

Leia o texto 'Seguro-desemprego', analise as assertivas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642592 Português

Seguro-desemprego


Segundo o anúncio feito pelo Ministro do Trabalho nesta quartafeira (19), os trabalhadores que forem demitidos vão poder pedir o seguro-desemprego pela internet, sem a necessidade de entregar os documentos presencialmente. Chamado de segurodesemprego 100% web, o serviço vai permitir que esse benefício seja concedido sem precisar ir a um posto de atendimento.

Fonte: diarioonline.com.br (com adaptações). 

Leia o texto 'Seguro-desemprego', analise as assertivas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642555 Português

Seguro-desemprego


Segundo o anúncio feito pelo Ministro do Trabalho nesta quartafeira (19), os trabalhadores que forem demitidos vão poder pedir o seguro-desemprego pela internet, sem a necessidade de entregar os documentos presencialmente. Chamado de segurodesemprego 100% web, o serviço vai permitir que esse benefício seja concedido sem precisar ir a um posto de atendimento.

Fonte: diarioonline.com.br (com adaptações).

Leia o texto 'Seguro-desemprego', analise as assertivas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642554 Português

Seguro-desemprego


Segundo o anúncio feito pelo Ministro do Trabalho nesta quartafeira (19), os trabalhadores que forem demitidos vão poder pedir o seguro-desemprego pela internet, sem a necessidade de entregar os documentos presencialmente. Chamado de segurodesemprego 100% web, o serviço vai permitir que esse benefício seja concedido sem precisar ir a um posto de atendimento.

Fonte: diarioonline.com.br (com adaptações).

Leia o texto 'Seguro-desemprego', analise as assertivas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1642551 Português

Seguro-desemprego


Segundo o anúncio feito pelo Ministro do Trabalho nesta quartafeira (19), os trabalhadores que forem demitidos vão poder pedir o seguro-desemprego pela internet, sem a necessidade de entregar os documentos presencialmente. Chamado de segurodesemprego 100% web, o serviço vai permitir que esse benefício seja concedido sem precisar ir a um posto de atendimento.

Fonte: diarioonline.com.br (com adaptações).

Leia o texto 'Seguro-desemprego', analise as assertivas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1641295 Português

Leia o texto a seguir, para responder às questão.


O direito à tristeza


Contardo Calligaris


    As crianças têm dois deveres. Um, salutar, é o dever de crescer e parar de ser crianças. O outro, mais complicado, é o de ser felizes, ou melhor, de encenar a felicidade para os adultos. Esses dois deveres são um pouco contraditórios, pois, crescendo e saindo da infância, a gente descobre, por exemplo, que os picolés não são de graça. Portanto, torna-se mais difícil saltitar sorrindo pelos parques à espera de que a máquina fotográfica do papai imortalize o momento. Em suma, se obedeço ao dever de crescer, desobedeço ao dever de ser feliz. A descoberta dessa contradição pode levar uma criança a desistir de crescer. E pode fazer a tristeza (às vezes o desespero) de outra criança, incomodada pela tarefa de ser, para a família inteira, a representante da felicidade que os adultos perderam (por serem adultos, porque a vida é dura, porque doem as costas, porque o casamento é tenso, porque não sabemos direito o que desejamos).

    A ideia da infância como um tempo específico, bem distinto da vida adulta, sem as atrapalhações dos desejos sexuais, sem os apertos da necessidade de ganhar a vida, é recente. Tem pouco mais de 200 anos. Idealizar a infância como tempo feliz é uma peça central do sentimento e da ideologia da modernidade. É crucial lembrar-se disso na hora em que somos convidados a espreitar índices e sinais de depressão nas nossas crianças.

    O convite é irresistível, pois a criança deprimida contraria nossa vontade de vê-la feliz. Um menino ou uma menina tristes nos privam de um espetáculo ao qual achamos que temos direito: o espetáculo da felicidade à qual aspiramos, da qual somos frustrados e que sobra para as crianças como uma tarefa. “Meu filho, minha filha, seja feliz por mim.” É só escutar os adultos falando de suas crianças tristes para constatar que a vida da criança é sistematicamente desconhecida por aqueles que parecem se preocupar com a felicidade do rebento. “Como pode, com tudo que fazemos e fizemos por ela?” ou “Como pode, ele que não tem preocupação nenhuma, ele que é criança?”. A criança triste é uma espécie de desertor: abandonou seu lugar na peça da vida dos adultos, tirou sua fantasia de palhaço.

    Conselho aos adultos (pais, terapeutas etc.): quando uma criança parece estar deprimida, o mais urgente não é reconhecer os “sinais” de uma doença e inventar jeitos de lhe devolver uma caricatura de sorriso. O mais urgente, para seu bem, é reconhecer que uma criança tem o DIREITO de estar triste, porque ela não é apenas um boneco cuja euforia deve nos consolar das perdas e danos de nossa existência; ela tem vida própria. 

    Mais uma observação para evitar a precipitação. Aparentemente, nas últimas décadas, a depressão se tornou uma doença muito comum. Será que somos mais tristes que nossos pais e antepassados próximos? Acredito que não. As más línguas dizem que a depressão foi promovida como doença pelas indústrias farmacêuticas, quando encontraram um remédio que podiam comercializar para “curá-la”. Mas isso seria o de menos. É mais importante notar que a depressão se tornou uma doença tão relevante (pelo número de doentes e pela gravidade do sofrimento), porque ela é um pecado contra o espírito do tempo. Quem se deprime não pega peixes e ainda menos sobe no bonde andando.

    Será que vamos conseguir transformar também a tristeza infantil num pecado? Claro que sim. Aliás, amanhã, quando seu filho voltar da escola, além de verificar se ele não está com frieiras, veja também se ele não pegou uma deprê. E, se for o caso, dê um castigo, pois, afinal, como é que ele ousa fazer cara feia quando acabamos de lhe comprar um gameboy? Ora! E, se o castigo não bastar, pílulas e terapia nele. Qualquer coisa para evitar de admitir que a infância não é nenhum paraíso.

Disponível em: <https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2012/08/08/o-direito-a-tristeza-contardo-calligari-2/> Acesso em: 20 nov. 2018.



Observe o fragmento abaixo:


Um menino ou uma menina tristes nos privam de um espetáculo ao qual achamos que temos direito... (3° parágrafo).


Nesse fragmento, o termo destacado resulta da combinação de pronome relativo com preposição, exigida pelo verbo presente na oração adjetiva.


A frase a seguir em que a lacuna deve ser preenchida com o mesmo recurso destacado no fragmento é:

Alternativas
Q1641293 Português

Leia o texto a seguir, para responder às questão.


O direito à tristeza


Contardo Calligaris


    As crianças têm dois deveres. Um, salutar, é o dever de crescer e parar de ser crianças. O outro, mais complicado, é o de ser felizes, ou melhor, de encenar a felicidade para os adultos. Esses dois deveres são um pouco contraditórios, pois, crescendo e saindo da infância, a gente descobre, por exemplo, que os picolés não são de graça. Portanto, torna-se mais difícil saltitar sorrindo pelos parques à espera de que a máquina fotográfica do papai imortalize o momento. Em suma, se obedeço ao dever de crescer, desobedeço ao dever de ser feliz. A descoberta dessa contradição pode levar uma criança a desistir de crescer. E pode fazer a tristeza (às vezes o desespero) de outra criança, incomodada pela tarefa de ser, para a família inteira, a representante da felicidade que os adultos perderam (por serem adultos, porque a vida é dura, porque doem as costas, porque o casamento é tenso, porque não sabemos direito o que desejamos).

    A ideia da infância como um tempo específico, bem distinto da vida adulta, sem as atrapalhações dos desejos sexuais, sem os apertos da necessidade de ganhar a vida, é recente. Tem pouco mais de 200 anos. Idealizar a infância como tempo feliz é uma peça central do sentimento e da ideologia da modernidade. É crucial lembrar-se disso na hora em que somos convidados a espreitar índices e sinais de depressão nas nossas crianças.

    O convite é irresistível, pois a criança deprimida contraria nossa vontade de vê-la feliz. Um menino ou uma menina tristes nos privam de um espetáculo ao qual achamos que temos direito: o espetáculo da felicidade à qual aspiramos, da qual somos frustrados e que sobra para as crianças como uma tarefa. “Meu filho, minha filha, seja feliz por mim.” É só escutar os adultos falando de suas crianças tristes para constatar que a vida da criança é sistematicamente desconhecida por aqueles que parecem se preocupar com a felicidade do rebento. “Como pode, com tudo que fazemos e fizemos por ela?” ou “Como pode, ele que não tem preocupação nenhuma, ele que é criança?”. A criança triste é uma espécie de desertor: abandonou seu lugar na peça da vida dos adultos, tirou sua fantasia de palhaço.

    Conselho aos adultos (pais, terapeutas etc.): quando uma criança parece estar deprimida, o mais urgente não é reconhecer os “sinais” de uma doença e inventar jeitos de lhe devolver uma caricatura de sorriso. O mais urgente, para seu bem, é reconhecer que uma criança tem o DIREITO de estar triste, porque ela não é apenas um boneco cuja euforia deve nos consolar das perdas e danos de nossa existência; ela tem vida própria. 

    Mais uma observação para evitar a precipitação. Aparentemente, nas últimas décadas, a depressão se tornou uma doença muito comum. Será que somos mais tristes que nossos pais e antepassados próximos? Acredito que não. As más línguas dizem que a depressão foi promovida como doença pelas indústrias farmacêuticas, quando encontraram um remédio que podiam comercializar para “curá-la”. Mas isso seria o de menos. É mais importante notar que a depressão se tornou uma doença tão relevante (pelo número de doentes e pela gravidade do sofrimento), porque ela é um pecado contra o espírito do tempo. Quem se deprime não pega peixes e ainda menos sobe no bonde andando.

    Será que vamos conseguir transformar também a tristeza infantil num pecado? Claro que sim. Aliás, amanhã, quando seu filho voltar da escola, além de verificar se ele não está com frieiras, veja também se ele não pegou uma deprê. E, se for o caso, dê um castigo, pois, afinal, como é que ele ousa fazer cara feia quando acabamos de lhe comprar um gameboy? Ora! E, se o castigo não bastar, pílulas e terapia nele. Qualquer coisa para evitar de admitir que a infância não é nenhum paraíso.

Disponível em: <https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2012/08/08/o-direito-a-tristeza-contardo-calligari-2/> Acesso em: 20 nov. 2018.



Em qual dos trechos abaixo a palavra “se” corresponde a uma conjunção condicional?
Alternativas
Q1639686 Português
Gatos conseguem reconhecer seus próprios nomes, diz estudo

Ou seja: se seu bichano não responde quando você chama, pode ser que ele simplesmente não esteja a fim de fazer isso. 4 abr 2019, 18h08

    Gatos são, por natureza, mais blasés que qualquer outro pet que você consiga listar. É raro conquistar a confiança de um deles de cara: até que isso aconteça, qualquer tentativa de interação costuma ser sumariamente ignorada.
    Isso, é claro, não significa que eles sejam menos inteligentes — e, por esse motivo, não consigam sacar o que está acontecendo. Um estudo da Universidade Sophia, no Japão, confirmou essa ideia ao cravar que os felinos são capazes de reconhecer o próprio nome. Ou seja: quando você chama seu gato e ele simplesmente ignora, é porque ele pode estar querendo fazer exatamente isso.
    Gatos domésticos acompanham os humanos a pelo menos 10 mil anos. No entanto, como afirma o grupo de pesquisadores japoneses, a relação entre ambos nunca foi amplamente examinada. Estudos anteriores já mostraram que outros animais, como cachorros, golfinhos e papagaios, demonstram compreensão das vocalizações humanas. Mas, até então, nenhum teste havia conseguido cravar se os felinos também eram capazes disso – até agora.
    Como todo mundo já conhece o temperamento difícil dos gatos, a metodologia usada para saber se eles associam vozes humanas a objetos foi diferente. Normalmente, os pesquisadores pedem para os animais testados reconhecerem objetos que foram nomeados e mostrados a eles antes, para saber se os bichos conseguem associar o som à determinada coisa.
    Mas isso dificilmente funcionaria com os gatos. Eles poderiam até reconhecer o som, mas demandam treinos muito mais exigentes para ter a mesma resposta que um cachorro, por exemplo. Daí os cientistas bolaram um novo teste, mais simples, que exige menos esforço – bem como os felinos costumam preferir.
    A nova abordagem consistia em um alto falante tocando quatro palavras (substantivos aleatórios) seguidas pelo nome do gato, todas com a mesma entonação. A partir disso, os cientistas observavam as respostas e os movimentos naturais do animal por meio de gravações em vídeo, feitas em um ambiente em que o gato se sentia confortável. Participaram do estudo gatos de famílias comuns que viviam sozinhos ou que conviviam com outros gatos.
    Os resultados mostraram que os bichinhos raramente faziam mais do que contrair uma orelha ou mover a cabeça em resposta às vozes – menos de meia dúzia de gatos-pingados (com o perdão do trocadilho) reagiram de forma mais ativa, movimentando a cauda ou miando, por exemplo.
    No entanto, a equipe disse que os resultados, criados a partir de uma escala de quatro pontos a partir do que cada felino respondeu, mostraram que os gatos conseguem sim distinguir seus nomes das outras palavras.
    No primeiro teste, cada gato ouviu a voz de seu dono no auto falante. Para ter certeza de que a relação emocional não influenciou na resposta, o experimento foi repetido com a voz de um estranho e, em um terceiro cenário, as vozes dos donos foram reproduzidas apenas para gatos habituados a viver com muitos outros felinos, seja em ambientes domésticos ou em cafés pet friendly.
    A equipe relatou que, em todos esses cenários, os gatos sabiam identificar quando seus nomes eram mencionados. Até quando as quatro palavras aleatórias que ouviam incluíam nomes de outros gatos que convivem juntos, os felinos conseguiam distinguir seus próprios nomes.
    Atsuko Saito, cientista que liderou a pesquisa, acrescentou que o estudo esclarece um pouco da relação entre felinos e homo sapiens. “Gatos entendem as pistas humanas melhor do que muitas pessoas pensam”, disse ela. Isso não significa, claro, que eles vão responder como os donos esperam.

    Disponível em: < https://super.abril.com.br/ciencia/gatos-conseguem-reconhecer-seus-proprios-nomes-diz-estudo/>
Acesso em: 22 jul 2019.
Na oração: “Até quando as quatro palavras aleatórias que ouviam incluíam nomes de outros gatos que convivem juntos, os felinos conseguiam distinguir seus próprios nomes.”, o termo destacado é classificado como:
Alternativas
Respostas
14321: B
14322: D
14323: A
14324: A
14325: B
14326: C
14327: A
14328: C
14329: A
14330: A
14331: A
14332: C
14333: C
14334: B
14335: B
14336: D
14337: A
14338: B
14339: D
14340: A