Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Algumas palavras na Língua Portuguesa possuem a escrita ou pronúncia idênticas, mas carregam significados distintos. Esse é o caso de “censo” e “senso”.
II. Chama-se artigo definido ou simplesmente artigo (o, a, os, as) o termo que se antepõe a um substantivo, com reduzido valor semântico demonstrativo e com função precípua de adjunto desse substantivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O verbo PÔR, assim como seus derivados (compor, repor, depor etc.), pertence à 2ª conjugação, pois sua forma arcaica era POER. A vogal “e”, apesar de haver desaparecido do infinitivo, revela-se em algumas formas do verbo: põe, pões, põem etc.
II. O adjetivo acompanha o número do substantivo a que se refere, pois conhece os dois números no substantivo: o singular e o plural. Assim, a fim de evitar ambiguidade e duplicidade de expressões morfológicas, os adjetivos adotam regras próprias de plural, distintas daquelas usadas pelos substantivos.
Marque a alternativa CORRETA:
Os elementos sublinhados, no contexto em que estão inseridos denotam, respectivamente;
I- Adjetivos Pátrios: são os adjetivos utilizados quando se deseja exprimir a nacionalidade ou lugar de origem do sujeito na frase. Exemplo: paulista, paulistano, mineiro. II- Locução adjetiva: é a junção de duas palavras para formar um adjetivo. Exemplo: amor de pai - amor paternal, festas de natal — festa natalina. III- Advérbios: são as palavras que se conectam com verbas para exprimir as circunstâncias do tempo verbal da oração.
Está correto o que se afirma em:
I- Comparativo de igualdade: O carro de Felipe é tão rápido quanto a o carro de Henrique. II- Comparativo de inferioridade: O carro de Pedro é menos rápido que o de João. III- Comparativo de superioridade: O carro de João é mais rápido que o carro de Pedro.
Está correto o que se afirma em:
I- Adjetivo simples: apresenta apenas um radical. Exemplos: bonito, magro, claro. II- Adjetivo composto: apresenta mais de um radical. Exemplos: preto-escuro, azul- marinho, rosa-claro. III- Adjetivo primitivo: dá origem a outros adjetivos. Exemplos: feliz, puro, bom.
Está correto o que se afirma em:
I- Os radicais são elementos mórficos (morfemas) que funcionam como base do significado de uma palavra. O radical é o elemento comum a palavras da mesma família e pode ser de origem grega ou latina. II- Sem os radicais, não há palavras. O radical é conhecido na nossa língua como morfema lexical, ou seja, a base da palavra, a parte responsável pela significação principal de uma palavra e pela formação de novas palavras. III- Quando as palavras possuem o mesmo radical são chamadas de palavras cognatas (ou famílias etimológicas). São elas, por exemplo: agrário, agricultor, agrícola (agri=campo); acéfalo, bicéfalo, encéfalo (céfalo=cabeça).
Está correto o que se afirma. em:
I- Siglas e símbolos: kg (quilograma), km (quilômetro), K (potássio). II- Antropônimos (e respectivas palavras derivadas) originários de línguas estrangeiras: Kelly, Darwin, darwinismo. III- Topônimos (e respectivas palavras derivadas) originários de línguas estrangeiras: Kosovo, Kuwait, kuwaitiano.
Está correto o que se afirma em:
Proibir para mudar
Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.
Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.
Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.
Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.
É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.
Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.
Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-para-mudar/. Acesso em: 21/01/2020.)
Proibir para mudar
Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.
Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.
Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.
Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.
É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.
Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.
Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-para-mudar/. Acesso em: 21/01/2020.)
I. O travesseiro deve ficar ______ o colchão. II. A bicicleta estava estacionada ______ uma árvore. III. Cruzou os braços ______ o peito e falou bem alto. IV. A minha turma só trabalha ______ pressão da professora.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as orações anteriores.