Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q1757077 Português

Gente grande complica demais 


Quatro crianças no parquinho.


- Outro dia eu perguntei pro meu pai: "De onde vêm os bebês?" Ele ficou roxo, perdeu a fala e começou a gaguejar algo sobre a natureza, as borboletas, o amor, os homens e as mulheres... Não era mais fácil ele dizer que eu vim da barriga da mamãe?

- A minha mãe vive se descabelando. Ontem ela disse bem séria: "O sapato da Aninha ficou pequeno de novo, assim não dá!" Pra ela ficar feliz eu sugeri: "Mãe, não fique brava. Por que você não espera o sapato crescer? Se ele ficou pequeno, ele vai crescer novamente."

- Minha avó vive avisando minha mãe: "Pão engorda!" Bobagem. Eu peguei um pão escondido e passei a semana toda observando o danado. Vigiei toda hora, sem parar. E quem disse que o pão engordou?!

- No domingo fiquei furioso com meu pai. Ele disse que a gente ia experimentar umas azeitonas deliciosas. Eu nunca havia comido azeitona e estava ansioso. Ele abriu o pote, pegou uma azeitona e se deliciou: "Hummm!" Era hummm pra cá e pra lá. Eu pegava uma e, argh, que gosto horroroso, muito azedo, credo! Ele pegava outra e achava a delícia dos deuses: "Hummm!" Eu pegava uma e argh! Não dava. Aí eu entendi o lance e comecei a chorar.


- Ué, que lance?


Meu pai tava pegando as mais gostosas, aposto!


https://yamashitatereza.wordpress.com/contos-minicontos-infantojuvenis/

A partir da leitura do conto, assinale abaixo a alternativa que possui uma frase nominal:
Alternativas
Q1756544 Português
Assinale a alternativa que representa corretamente uma palavra sinônima de “excessivamente”:
Alternativas
Q1756474 Português
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

O MARIDINHO

Todos conhecem o Maridinho. Sempre bem arumado. E perfumado. Quando tem alguém novo no grupo, o Maridinho se apresenta com uma pergunta:
– Como é que a sua esposa lhe chama?
– “Ei, você!” “Ó peste.” Às vezes até pelo nome…
Os outros dão risada mas o Maridinho fica sério. Espera até que o barulho acabe e então continua:
– A minha mulher me chama de Maridinho.
Os outros fazem força para não rir. O novo no grupo pergunta:
– Maridinho?
– Ela me adora – diz o Maridinho, faceiro. – Agora mesmo ela me vestiu, me penteou e me deixou sair para dar uma volta.
– É a sua mulher que veste você?
– É. Depois de me dar banho.
– E deixou você sair para dar uma volta…
– E ai que não deixasse. Ai que não deixasse!
– O que é que você faria? 
– Me atirava no chão e começava a espernear. Comigo é assim. Dureza.
– E você pode ficar na rua o tempo que quiser?
– Você está brincando? O tempo que quiser. Até escurecer, é claro.
– Ela não quer que você fique na rua de noite?
– Não.
O Maridinho aproxima-se do outro para cochichar. Diz:
– Você sabe que maridinho solto na rua depois que escurece a carrocinha pega?
– A carrocinha?
– Tem uma carrocinha que pega maridinho solto e leva para fazer sabão.
Minha mulher lhe contou.
– Sua mulher lhe contou…
– Ela me adora.
– Mas você às vezes não tem vontade de ficar na rua, tomar uns chopes…
– Não diga essa palavra!
– Que palavra?
– Não posso dizer.
– Chope?
– É.
– Você não pode dizer nem a palavra?
– Não. Senão eu chego em casa, minha mulher cheira o meu hálito e diz: “Você andou dizendo chope”. Ai, meu Deus, agora eu já disse…
– E o que é que acontece?
– Ela me bota de castigo, sem comida.
– E você aceita isso?
– Claro que não! Está pensando o quê? Mulher nenhuma vai me dominar. Depois que ela
dorme eu vou na cozinha e como uma bolacha. Comigo é assim.
– Dureza…
– Dureza. Levantou a voz comigo, já sabe.
– O que é que acontece?
– Eu choro.
– Mas vem cá…
O Maridinho interrompe o outro com o dedo na frente dos labios.
– Shhh. Ouviu isso? É a mulher me chamando. Tenho que voltar para casa.
– Eu não ouvi nada.
– Ela usa um apito especial. Só maridinho é que ouve. Tenho que ir.
– Mas olha, dureza, hein?
– Dureza, comigo é assim
(Adaptação de original extraído do Livro Comédias da Vida Privada, de Luís Fernando Veríssimo)











O termo “Shhh”, usado pelo autor no texto acima, classifica-se como:
Alternativas
Q1755106 Português
Para responder à questão, considere o seguinte fragmento de texto: Desde que a pandemia virou nossas vidas de cabeça para baixo, tenho sido abordada por professores, gestores e especialistas em educação com algumas inquietantes questões: Luciana, como as escolas irão retomar as aulas após o fim do isolamento? Que transformações podemos esperar nos modelos de ensino-aprendizagem? Será mesmo o fim da sala de aula como conhecemos? A educação, mesmo no ensino básico, irá migrar para os ambientes virtuais? Se eu disser a vocês que tenho respostas 100% assertivas, certamente estarei incorrendo no risco do mero exercício de futurologia. Ainda estamos na fase de tentar acreditar que tudo não passa de um pesadelo, um filme de ficção. Ninguém estava pronto, não havia um plano de contingência, era inimaginável que em tão pouco tempo seríamos forçados a trancar as salas de aula e pensar em poucas semanas como não perdermos o ano letivo. (Disponível em: https://exame.com/blog/crescer-em-rede/professor-voce-esta-pronto-para-um-mundo-vuca/ fragmento – texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre o fragmento acima, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, de verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Os elementos Desde que e Se, que iniciam os parágrafos do fragmento, são conjunções subordinativas e, ambas, exprimem uma condição relacionada ao enunciado da oração principal. ( ) A troca do verbo retomar por retornar provocaria a necessidade do uso de crase no contexto de ocorrência. ( ) O uso de existir em vez do verbo haver (assinalado no fragmento) implicaria alteração na análise dos termos da oração em que se insere, visto que a classificação do sujeito seria outra. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima pra baixo, é:
Alternativas
Q1755102 Português
Sobre Classes Gramaticais, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Conforme nos diz Celso Cunha, são morfemas gramaticais os substantivos, os adjetivos, os verbos e os advérbios de modo. São morfemas lexicais os artigos, os pronomes, os numerais, as preposições, as conjunções e os demais advérbios, bem como as formas indicadoras de número, gênero, tempo, modo ou aspecto verbal. ( ) Para Bechara, substantivo é a classe de palavra que se caracteriza por significar o que convencionalmente chamamos objetos substantivos, isto é, em primeiro lugar, substâncias (homem, casa, livro) e, em segundo lugar, quaisquer outros objetos mentalmente apreendidos como substâncias, quais sejam qualidades (bondade, brancura), estados (saúde, doença), processos (chegada, entrega, aceitação). ( ) Segundo Cegalla, na Língua Portuguesa, há dez classes gramaticais, sendo que seis são variáveis, ou seja, flexionam-se, e outras quatro invariáveis. Deve-se considerar que a mesma palavra pode pertencer a mais de uma classe, dependendo do contexto em que ocorre. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1754865 Português

Relacione a 2a coluna de acordo com a 1a coluna.


(1) Fonema.


(2) Dígrafo fonema.
(3) Substantivo


( ) “É cada um dos sons da fala. É a menor unidade fônica distintiva da palavra”
( ) quando temos duas letras representando um só

( ) o nome de tudo o que existe ou que imaginamos existir. Podem ser comum ou próprios.



Assinale a alternativa que contêm a sequência correta.

Alternativas
Q1754321 Português

Imagem associada para resolução da questão Analise o cartaz acima e assinale a alternativa CORRETA sobre ele: 
Alternativas
Q1754256 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Considerando o seguinte trecho, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. “Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental.”. ( ) O trecho “[...] que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia [...]” funciona como objeto direto da estrutura verbal “entende-se”. ( ) Ainda em “[...] a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, [...]”, os termos destacados atribuem características e pertencem à mesma classe de palavras. ( ) A conjunção “todavia” indica oposição e poderia ser substituída por “contudo”. ( ) O segmento “[...] leitura emocional do outro [...]”, fora desse contexto, torna-se ambíguo.
Alternativas
Q1754255 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Inúmeros substantivos na Língua Portuguesa formam-se por derivação regressiva, ou seja, derivam-se de verbos. Sabendo disso, assinale a alternativa cujo vocábulo em destaque fora formado por esse processo.
Alternativas
Q1754253 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Levando em conta os usos da vírgula, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Vírgulas usadas para isolar conjunção adversativa.

2. Vírgula usada para isolar adjunto adverbial deslocado.

3. Vírgula inadequada, separando sujeito e predicado.

4. Vírgulas usadas para separar termos coordenados.

5. Vírgulas usadas para isolar oração adjetiva explicativa.

( ) “[...] essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento.”.

( ) “Claramente, essa emoção precisa ser ‘colocada para fora’ [...]”.

( ) “Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.”.

( ) “Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.”.

( ) “[...] relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental.”. 
Alternativas
Q1754223 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

DE REPENTE TUDO FICOU TÃO SIMPLES, MAS TÃO ASSUSTADOR!

(1o§) De repente, tudo vai ficando tão simples que assusta. Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, e que hoje chegam a ser insignificantes.

(2o§) De repente, tudo se torna surpreendente diante da simplicidade! Simplicidade assustadoras! Vamos reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e as pessoas que valem a pena. Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade! Tão excessivamente sem sentido!

(3o§) As opiniões dos outros são unicamente dos outros e, mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Tudo tão inesperado, tão de repente! Tão inusitado!

(4o§) De repente, tão repentinamente, vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada... e isso não faz a menor falta.

(5o§) De repente, entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só isto mesmo!

(Mário Quintana) - (Adaptado) 

(Mário Quintana) - (Adaptado)

Marque o que não se comprova entre as ideias da frase: "Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade!"

Alternativas
Q1754222 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

DE REPENTE TUDO FICOU TÃO SIMPLES, MAS TÃO ASSUSTADOR!

(1o§) De repente, tudo vai ficando tão simples que assusta. Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, e que hoje chegam a ser insignificantes.

(2o§) De repente, tudo se torna surpreendente diante da simplicidade! Simplicidade assustadoras! Vamos reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e as pessoas que valem a pena. Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade! Tão excessivamente sem sentido!

(3o§) As opiniões dos outros são unicamente dos outros e, mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Tudo tão inesperado, tão de repente! Tão inusitado!

(4o§) De repente, tão repentinamente, vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada... e isso não faz a menor falta.

(5o§) De repente, entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só isto mesmo!

(Mário Quintana) - (Adaptado) 

(Mário Quintana) - (Adaptado)

Sobre o teor discursivo, analise as proposições com (V) verdadeiro ou (F) falso.

(__)O advérbio: "tão" pode ser substituído por "assaz" sem alterar o sentido semântico contextual e a conjunção: "mas" tem o mesmo sentido contextual de: "porém".

(__)A repetição da expressão: "De repente" comprova o uso de anáfora.

(__)As palavras: "coração", "não", "tão" usam o til apenas para comprovar sua tonicidade oxítona.

(__)A oração: "Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, ..." está escrita com sujeito elíptico ou desinencial; objeto direto e vírgula intercalando informação adicional.

(__)A oração: "As opiniões dos outros são unicamente dos outros" está escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) dispostos na ordem direta.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima:

Alternativas
Q1754221 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

DE REPENTE TUDO FICOU TÃO SIMPLES, MAS TÃO ASSUSTADOR!

(1o§) De repente, tudo vai ficando tão simples que assusta. Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, e que hoje chegam a ser insignificantes.

(2o§) De repente, tudo se torna surpreendente diante da simplicidade! Simplicidade assustadoras! Vamos reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e as pessoas que valem a pena. Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade! Tão excessivamente sem sentido!

(3o§) As opiniões dos outros são unicamente dos outros e, mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Tudo tão inesperado, tão de repente! Tão inusitado!

(4o§) De repente, tão repentinamente, vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada... e isso não faz a menor falta.

(5o§) De repente, entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só isto mesmo!

(Mário Quintana) - (Adaptado) 

(Mário Quintana) - (Adaptado)

A respeito da frase: "De repente tudo ficou tão simples, mas tão assustador", marque a alternativa com informação INCORRETA.

Alternativas
Q1754163 Português
Assinale a alternativa que contém as preposições que preenchem as respectivas lacunas de forma adequada: João usou a escadinha de metal para pegar a caixa que costumava guardar ______ o armário da cozinha. Como não a encontrou em cima do móvel, abaixou-se para procurá-la ______ a cama. E lá estava a caixa... ______ o chão e o colchão.
Alternativas
Q1754162 Português
Considerando a oração a seguir, assinale a alternativa que corresponde à classe de palavras do termo em destaque:
Pedro não era um homem muito educado, ele comia rápido e fazia muito barulho.
Alternativas
Q1753555 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Marque o que NÃO se comprova no período: "Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita".
Alternativas
Q1753553 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Analise as informações com (V) verdadeiro ou (F) falso.


I.A palavra "deferência" quer dizer: "atenção às necessidades ou aos assuntos de outrem, preocupação, zelo".

II.O (2º§) inicia com uso de ênclise, o (4º§) inicia com conjunção que tem o mesmo sentido de "porém", "contudo" e "todavia".

III.Na formação do período: "Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se" há vírgulas separando orações que se coordenam, exemplificando uso de gradação crescente.

IV.O texto é narrativo e exemplifica a arte literária, tem como personagem central um ser vivo irracional, e a função da linguagem predominante é "poética".


Após análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1753552 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Marque a alternativa com informação CORRETA.
Alternativas
Q1753547 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Sobre os componentes do texto, marque a alternativa com afirmação INCORRETA.
Alternativas
Respostas
12821: B
12822: A
12823: B
12824: C
12825: A
12826: D
12827: B
12828: D
12829: A
12830: E
12831: A
12832: A
12833: D
12834: A
12835: D
12836: C
12837: A
12838: C
12839: B
12840: C