Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q4337715 Português
A palavra “misterioso”, utilizada no texto, tem como sinônimo, EXCETO: 
Alternativas
Q4337714 Português
Na frase: “O açougue foi interditado.”, a palavra “interditado”, possui a seguinte classe gramatical: 
Alternativas
Q4337713 Português
A palavra “nunca” utilizada no texto, possui a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q4337712 Português
A palavra “abandonado” utilizada no texto, possui a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q4337708 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um adjetivo.
Alternativas
Q4337707 Português
A palavra “aprovado”, tem como sinônimo, EXCETO: 
Alternativas
Q4337579 Português
Ainda no que se refere aos substantivos coletivos, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4337578 Português
No que se refere aos substantivos coletivos, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q4337577 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma preposição: 
Alternativas
Q4337576 Português
O advérbio “cuidadosamente” pode ser classificado como sendo de: 
Alternativas
Q4337572 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

A palavra “respectivamente”, utilizada pelo autor no texto, tem a seguinte classificação gramatical: 
Alternativas
Q4337571 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

A palavra “intermitente, utilizado pelo autor no texto, pode ser classificado como sendo um(a):
Alternativas
Q4337570 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo da palavra protótipo, utilizada pelo autor do texto:
Alternativas
Q4336644 Português
Analise as alternativas a seguir e assinale a que possui um advérbio de modo destacado.  
Alternativas
Q4335977 Português
Acerca do uso de mal e mau assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q4334972 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/

Qual das alternativas a seguir apresenta DIFERENTE classificação gramatical em relação à palavra destacada no fragmento "Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro CERTO..."?
Alternativas
Q4334970 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/

No trecho "O oposto daquelas pequenininhas, INDISTINGUÍVEIS , de cadeado. ", a palavra em destaque, no contexto em que está empregada, mantendo o mesmo sentido, pode ser substituída por:
Alternativas
Q4330899 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
No trecho, "Por fim, tornou-se um homem LIVRE e caminhou como tal", a palavra destacada pertence a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Respostas
12221: D
12222: E
12223: B
12224: A
12225: A
12226: B
12227: A
12228: C
12229: C
12230: D
12231: C
12232: A
12233: E
12234: D
12235: A
12236: B
12237: C
12238: B
12239: D
12240: A