Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Foram encontradas 21.540 questões

Q1859891 Português
Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, assinale a alternativa INCORRETA:

Muita gente se queixa da rotina do trabalho. Vale lembrar que rotina não é sinônimo de monotonia. O que faz com que haja um enfado em relação ao cotidiano profissional é a monotonia, não a rotina. 

Mario Sergio Cortella. “Por que fazemos o que fazemos?”. São Paulo, 2016, p.39. 
Alternativas
Q1859767 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


No que se refere à estrutura e aos processos de formação de palavras retiradas do texto, avalie as afirmações que seguem:
I. Os vocábulos ‘profundamente’ e ‘resolvermos’ são formados por sufixação.
II. Em ‘ilimitado’ ocorrem prefixo e sufixo.
III. A palavra ‘automóveis’ é exemplo de hibridismo, nome dado à formação de palavras com elementos de idiomas diferentes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1859766 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


No que tange ao uso da palavra ‘a’, considere as seguintes afirmações:
I. Na linha 09, a lacuna pontilhada deve ser preenchida pela preposição ‘a’ contraída com o artigo feminino ‘a’, assumindo, portanto, a forma ‘à’.
II. Na linha 24, a lacuna pontilhada deveria ser obrigatoriamente preenchida por ‘à’, visto estarem presentes as condições para uso da crase.
III. Nas três lacunas pontilhadas das linhas 40 e 41, observa-se apenas a necessidade de uso da preposição ‘a’.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4394406 Português
Morfologicamente, na sentença “O ladrão conseguiu adentrar a construção silenciosamente” as palavras sublinhadas tratam-se, respectivamente, de: 
Alternativas
Q4388116 Português
Analise as frases abaixo.

I. O mensageiro trouxe-nos ______________ informações sobre a situação. (bastante)
II. Os viajantes estavam _______________ cansados. (bastante)
III. Ela tem argumentos ________________ para nos convencer. (bastante)
IV.A plateia ficou ___________ revoltada. (meio)
V. Ela andou _____________ quadra e parou. (meio)

A alternativa que completa corretamente as lacunas acima, levando em consideração as regras de concordância nominal é, respectivamente: 
Alternativas
Q4386694 Português

Flores


Titãs, Os Paralamas do Sucesso 



Olhei até ficar cansado


De ver os meus olhos no espelho


Chorei por ter despedaçado


As flores que estão no canteiro 


Os punhos e os pulsos cortados


E o resto do meu corpo inteiro


Há flores cobrindo o telhado


E embaixo do meu travesseiro


Há flores por todos os lados


Há flores em tudo que eu vejo


A dor vai curar essas lástimas


O soro tem gosto de lágrimas


As flores têm cheiro de morte


A dor vai fechar esses cortes


Flores, Flores


As flores de plástico não morrem


(...)

Olhei até ficar cansado



De ver os meus olhos no espelho



Chorei por ter despedaçado



As flores que estão no canteiro



Quanto às palavras destacadas, morfologicamente, são, respectivamente:

Alternativas
Q4386342 Português
A palavra que NÃO faz o plural como balões é:
Alternativas
Q4386341 Português
A palavra no masculino é: 
Alternativas
Q4386340 Português
A seguinte palavra é um ADJETIVO: 
Alternativas
Q4386331 Português
Nas alternativas desta questão, todas as palavras estão no plural, EXCETO:
Alternativas
Q4386281 Português

Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo



Um muro feito de ideias



Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações


Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo

14 de Fevereiro de 2021



     Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.



     Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.



     Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.



     As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.



     Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]



     Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham. 



    Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.



    Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.



     [...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?



     Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.



(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)

 

“A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante”. Observando a concordância feita com o verbo destacado, é CORRETO afirmar que o núcleo do sintagma nominal é: 
Alternativas
Q4382410 Português
A partir do seu conhecimento em flexões nominais, assinale a alternativa que apresenta o plural incorreto: 
Alternativas
Q4382409 Português
As classes de palavras são categorias gramaticais que visam organizar o vocabulário de acordo com as funções e estrutura das palavras. Analise as alternativas a seguir e marque a correta: 
Alternativas
Q4382408 Português
Assinale a alternativa que apresenta o antônimo da palavra “permitir”:
Alternativas
Q4382407 Português
Assinale a alternativa que apresenta o sinônimo da palavra “buscar”:
Alternativas
Q4375627 Português
Assinale a alternativa cujas palavras substituem adequadamente as palavras e expressões destacadas abaixo:

O apaixonado rapaz ficou extático diante da beleza da noiva. A palavra destacada é sinônima de:
Alternativas
Q4375597 Português
Indique em qual frase o uso de “porque” está correto: 
Alternativas
Q4375595 Português
Todas as frases possuem pronomes, exceto: 
Alternativas
Q4373915 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A Borboleta Azul


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas.

Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.

- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você...ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.


Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html 
No trecho "O sábio SEMPRE respondia todas as perguntas sem hesitar" a palavra SEMPRE pertence a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Respostas
12161: C
12162: E
12163: C
12164: A
12165: C
12166: C
12167: C
12168: D
12169: B
12170: B
12171: A
12172: A
12173: C
12174: D
12175: B
12176: B
12177: B
12178: B
12179: B
12180: A