Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q1928543 Português

Leia o trecho abaixo, observando a conjunção em destaque.


“Vivemos sob o impacto mundial das diferentes variantes do coronavírus que causa a covid-19. Embora contemos com tecnologia e conhecimento para que uma nova pandemia não nos pegue de surpresa, é preciso um investimento adicional: dirigir os esforços para a pesquisa da origem e da evolução desses vírus. Só assim aprimoraremos nosso entendimento sobre o comportamento e a diversidade das espécies para um combate mais eficaz e específico.”


BRANDÃO, Paulo Eduardo. A evolução não para. Ciência Hoje, 01 de abril de 2022. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-evolucao-nao-para/. Acesso em: 09 abr. 2022.


A conjunção sublinhada nesse trecho pode ser substituída, sem acarretar alteração de sentido ao período em que ela ocorre, por

Alternativas
Q1928450 Português
Em todas as frases abaixo há orações adjetivas sublinhadas; a frase em que foi proposto um adjetivo adequado para a substituição de uma dessas orações, é:
Alternativas
Q1928448 Português
Todas as frases abaixo são iniciadas por um termo preposicionado; a forma adequada de reescrever uma dessas frases, eliminando a preposição e mantendo o sentido original, é:
Alternativas
Q1928443 Português
O ato de descrever corresponde a atribuir ao objeto da descrição informações, qualificações, estados, caracterizações ou relações.
A opção abaixo em que o adjetivo indica uma caracterização, é:
Alternativas
Q1928426 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(1º§) Você é uma pessoa de muito valor, nunca meça sua vida, seu caráter, seus sentimentos e seus objetivos pela régua dos outros. Seu futuro não pode ser previsto, depende do processo aplicado em sua construção. Por isso, o sucesso do seu futuro está em suas mãos: construa ele pelo que você é ou viverá com ele disponível nas prateleiras do mundo, para que os outros o tomem para si e façam dele o que quiserem.

(2º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(3º§) Os mistérios nos intrigam justamente por serem difíceis de decifrar, a busca por objetivos nos leva por caminhos às vezes mais lindos que os próprios objetivos. Nessa frenética maneira de viver, é possível que você tenha se esquecido de quanto realmente vale e, talvez por não se dar o devido valor, esteja permitindo que outras pessoas o tratem inadequadamente; talvez por não se dar o devido valor, esteja sendo vítima de injustiças; talvez por não se dar o devido valor, seu coração esteja sofrendo e seu corpo pedindo água.

(4º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(5º§) Ninguém tem o direito de lhe causar nenhum mal, a não ser que você permita, e a maior permissão que podemos dar é quando não nos valorizamos o suficiente, anulando-nos diante de situações em que deveríamos nos impor segundo nossos padrões de formação.

(6º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! - É NOTA 10!

(7º§) Pare de se anular e de se limitar permitindo que seu destino seja apenas o que o dia propõe; valorize-se, motive-se e dê você as cartas, decidindo o que é melhor para si e mostrando às pessoas seu valor. Qualquer pessoa tem dentro de si habilidades importantes, e é pela soma delas a uma conduta ética que inserimos nosso ritmo individual ao mundo.

(8º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! - É NOTA 10!

(9º§) Você é uma pessoa muito valiosa, muito digna, superimportante. São essas as impressões que deve cultivar em seu coração. Aumente seu amor-próprio, aumente sua autoestima, conte suas dádivas, acredite mais em você. A vida gosta de quem se gosta e valoriza quem se valoriza.


(Fonte: Livro Super dicas Para Motivar Sua Vida);
(http://sucesso.powerminas.com/texto-de-motivacao-mudancas/)
Marque a alternativa com análise INCORRETA.
Alternativas
Q1927712 Português

Em relação aos coletivos, julgue o item.


O conjunto de laranjas ou de chaves é denominado réstia.

Alternativas
Q1927711 Português

Em relação aos coletivos, julgue o item.


Baixela é o nome atribuído ao conjunto de pratos, travessas, vasilhas, jarros, copos etc. destinado ao serviço e à apresentação dos alimentos e das bebidas às refeições. 

Alternativas
Q1927710 Português

No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.


Todos os colaboradores da organização sentiram muito dó do auxiliar hospitalizado por intoxicação decorrente da inalação de composto tóxico produzido pela mistura de produtos de limpeza.

Alternativas
Q1927709 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.


A má utilização de produtos de limpeza nos degrais do prédio da autarquia causou danos irreparável ao patrimônio público.

Alternativas
Q1927708 Português

No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.


Antes de elaborar o memorando para a compra de materiais de consumo do setor onde trabalha, o auxiliar de serviços gerais deu uma telefonema ao gerente de compras. 

Alternativas
Q1927704 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, relativos à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.


Na linha 26, a palavra “desinfetante” é empregada como adjetivo e concorda com o termo a que se refere, o vocábulo “efeito”, que se classifica como substantivo.

Alternativas
Q1927179 Português
Há uma série de processos para dar-se subjetividade a um texto. O texto abaixo que mostra subjetividade por meio da utilização de adjetivos subjetivos, é:
Alternativas
Q1927165 Português
A conjunção que aparece normalmente após alguns verbos, mas podemos suprimir essa conjunção, modificando estruturalmente a oração, mantendo-se o sentido original. A opção abaixo em que a modificação proposta altera o sentido inicial, é:
Alternativas
Q1927156 Português
“A banalização das artes e da literatura, o triunfo do jornalismo sensacionalista e a frivolidade da política são sintomas de um mal maior que afeta a sociedade contemporânea...”.
A frase abaixo em que o vocábulo “mal” mostra a mesma classe gramatical que tem na frase acima, é: 
Alternativas
Q1927155 Português
“A banalização das artes e da literatura, o triunfo do jornalismo sensacionalista e a frivolidade da política são sintomas de um mal maior que afeta a sociedade contemporânea: a ideia temerária de converter em bem supremo nossa natural propensão a nos divertirmos”. Sobre a estruturação e a compreensão da frase acima, a afirmação verdadeira é:
Alternativas
Q1926665 Português

Julgue o item, relativo a aspectos linguísticos do texto. 


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o termo “necessárias” (linha 5) estivesse flexionado no masculino plural, dada a possibilidade prevista na gramática normativa de concordância do adjetivo com a expressão mais próxima – “como empatia, criatividade e pensamento crítico” (linha 4) –, que contém um substantivo masculino.

Alternativas
Q1926608 Português
Texto
Faroeste
    Naquele tempo o mocinho era bom.
    Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha, cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora da botina.
    Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém justo.
   Frequenta o boteco pra chatear os bandidos. Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho, nunca brinca de bandido.
   Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto prateado e um punhal (escondido) na bota – o segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino, risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no chão. Mata pelas costas.
    Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem feito!, na forca.
    Qual dos dois é o vilão hoje?
    Se um quer roubar o ouro da mina do pai da mocinha, o outro também.
    Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do outro.
    Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra o nariz até esguichar sangue.
   Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos, entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador de pôquer, o toque na orelha esquerda significa trinca de sete.
    A cada estalido na sombra já tem o dedo no gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte depois. Você por acaso fecha o olho do bandido que matou? Nem ele.
    E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que vergonha!
    Começa que moça direita nunca foi. Cantora fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços de um e de outro.
    Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.   
    Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo bandido.


(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014. P.66-67)
A análise morfológica e semântica do título “Faroeste” permite concluir seu caráter:
Alternativas
Q1926602 Português
Texto
Faroeste
    Naquele tempo o mocinho era bom.
    Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha, cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora da botina.
    Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém justo.
   Frequenta o boteco pra chatear os bandidos. Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho, nunca brinca de bandido.
   Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto prateado e um punhal (escondido) na bota – o segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino, risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no chão. Mata pelas costas.
    Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem feito!, na forca.
    Qual dos dois é o vilão hoje?
    Se um quer roubar o ouro da mina do pai da mocinha, o outro também.
    Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do outro.
    Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra o nariz até esguichar sangue.
   Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos, entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador de pôquer, o toque na orelha esquerda significa trinca de sete.
    A cada estalido na sombra já tem o dedo no gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte depois. Você por acaso fecha o olho do bandido que matou? Nem ele.
    E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que vergonha!
    Começa que moça direita nunca foi. Cantora fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços de um e de outro.
    Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.   
    Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo bandido.


(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014. P.66-67)
O texto remete a dois momentos distintos. A distinção entre esses dois momentos é feita por um recurso coesivo da Língua através do emprego de uma classe gramatical de caráter:
Alternativas
Q1926442 Português
Assinale a opção em que os dois termos admitem flexão de número.
Alternativas
Q1926272 Português

Texto para o item.


A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 


O emprego da preposição “com”, em “com quem as produz” (linhas 14 e 15), justifica-se pela regência do verbo produzir, flexionado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo – “produz”.  

Alternativas
Respostas
11641: B
11642: E
11643: A
11644: C
11645: D
11646: E
11647: C
11648: C
11649: E
11650: E
11651: C
11652: C
11653: E
11654: C
11655: E
11656: E
11657: D
11658: A
11659: B
11660: E