Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q4046748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami


Após um terremoto de 7,3 graus na escala Richter ter sido registrado em sua costa, Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

O comunicado de advertência foi emitido pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O tremor foi registrado a cerca de 210 quilômetros das ilhas Neiafu e a profundidade do sismo foi de 24,8km. Por isso, o alerta foi emitido para uma área de 300km ao redor do epicentro.

Em janeiro desse ano, o pequeno país no Oceano Pacífico foi atingido por um tsunami com ondas de até 1,2 metros após a erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Há'apai. Ao menos três pessoas morreram no evento climático e o país só começou a receber ajuda internacional cinco dias após o desastre.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami (msn.com). Adaptado. 
Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

Assinale a opção que contenha o número correto de preposições na frase.
Alternativas
Q4046747 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami


Após um terremoto de 7,3 graus na escala Richter ter sido registrado em sua costa, Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

O comunicado de advertência foi emitido pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O tremor foi registrado a cerca de 210 quilômetros das ilhas Neiafu e a profundidade do sismo foi de 24,8km. Por isso, o alerta foi emitido para uma área de 300km ao redor do epicentro.

Em janeiro desse ano, o pequeno país no Oceano Pacífico foi atingido por um tsunami com ondas de até 1,2 metros após a erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Há'apai. Ao menos três pessoas morreram no evento climático e o país só começou a receber ajuda internacional cinco dias após o desastre.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami (msn.com). Adaptado. 

Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.


Assinale a opção correta quanto à morfologia das palavras.

Alternativas
Q4046650 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
   
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
Prefixos e sufixos são morfemas que se ligam ao radical das palavras, acrescentando-lhes significados. Com base nessas informações, selecione a alternativa em que o sentido do prefixo ou do sufixo destacado foi INCORRETAMENTE apontado nos colchetes. 
Alternativas
Q4046515 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
Prefixos e sufixos são morfemas que se ligam ao radical das palavras, acrescentando-lhes significados. Com base nessas informações, selecione a alternativa em que o sentido do prefixo ou do sufixo destacado foi INCORRETAMENTE apontado nos colchetes. 
Alternativas
Q4046514 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
A linguagem presente nos gêneros jornalísticos procura seguir as regras da gramática normativa. No entanto, eventualmente, é possível encontrar nesses mesmos gêneros alguns deslizes gramaticais. Assinale a passagem em que a autora do artigo cometeu uma INADEQUAÇÃO em relação ao emprego da concordância nominal.
Alternativas
Q4046410 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente.

Assinale a opção em que os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q4046375 Português
Agora todo mundo tem opinião


       Meu amigo Adamastor, o gigante, me apareceu hoje de manhã, muito cedo, aqui na biblioteca, e disse que vinha a fim de um cafezinho. Mentira, eu sei. Quando ele vem tomar um cafezinho é porque está com alguma ideia borbulhando em sua mente.

       E estava. Depois do primeiro gole e antes do segundo, café muito quente, ele afirmou que concorda plenamente com a democratização da informação. Agora, com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.

      Balancei a cabeça, na demonstração de uma quase divergência, e seu espanto também me espantou. Como assim, ele perguntou, está renegando a democracia? Pedi com modos a meu amigo que não embaralhasse as coisas. Democracia não é um termo divinatório, que se aplique sempre, em qualquer situação.

        Ele tomou o segundo gole com certa avidez e queimou a língua.

    Bem, voltando ao assunto, nada contra a democratização dos meios para que se divulguem as opiniões, as mais diversas, mais esdrúxulas, mais inovadoras, e tudo o mais. É um direito que toda pessoa tem: emitir opinião.

      O que o Adamastor não sabia é que uns dias atrás andei consultando uns filósofos, alguns antigos, outros modernos, desses que tratam de um palavrão que sobrevive até os dias atuais: gnoseologia. Isso aí, para dizer teoria do conhecimento.

       Sim, e daí?, ele insistiu.

      O mal que vejo, continuei, não está na enxurrada de opiniões as mais isso ou aquilo na internet, e principalmente com a chegada do Facebook. Isso sem contar a imensa quantidade de textos apócrifos, muitas vezes até opostos ao pensamento do presumido autor, falsamente presumido. A graça está no fato de que todos, agora, têm opinião sobre tudo.

      — Mas isso não é bom?

       O gigante, depois da maldição de Netuno, tornou‐se um ser impaciente.

      O fato, em si, não tem importância alguma. O problema é que muita gente lê a enxurrada de bobagens que aparecem na internet não como opinião, mas como conhecimento. O Platão, por exemplo, afirmava que opinião (doxa) era o falso conhecimento. O conhecimento verdadeiro (episteme) depende de estudo profundo, comprovação metódica, teste de validade. Essas coisas de que se vale em geral a ciência.

    O mal que há nessa “democratização” dos veículos é que se formam crenças sem fundamento, mudam‐se as opiniões das pessoas, afirmam‐se absurdos em que muita pessoa ingênua acaba acreditando. Sim, porque estudar, comprovar metodicamente, testar a validade, tudo isso dá muito trabalho.

    O Adamastor não estava muito convencido da justeza dos meus argumentos, mas o café tinha terminado e ele se despediu.

(BRAFF, Menalton. Agora todo mundo tem opinião. Carta Capital, 2015.
Adaptado.)

Em “(...) com o advento da internet, qualquer pessoa, democraticamente, pode externar aquilo que pensa.” (2º§), a expressão destacada exprime circunstância de: 
Alternativas
Q4046163 Português
Feita a leitura do texto, responda à questão:

Rica e pobre campanha

    Na campanha eleitoral deste ano há uma coisa da qual os partidos e os candidatos não poderão se queixar, porque, além de ser farta a coleção de temas que estão a exigir discussões sérias e profundas, quem for aos palanques vai contar com a generosidade do Fundo Eleitoral, que ampliou suas reservas de R$ 2 bi para R$ 6 bi, violência praticada pelos deputados contra a seriedade, depois de obterem sanção presidencial com a lógica da extorsão. Aporte-se a esse tesouro o Fundo Partidário, mesmo que bem mais modesto, com R$ 1 bi, mas longe de estar na indigência. Obra do Congresso ao avançar no dinheiro que sai suado do bolso do povo. Acho que já reproduzi aqui o que, certa vez, disse o senador americano John Randolph: o mais delicioso dos privilégios é mesmo gastar o dinheiro dos outros… Sem dúvida.
    Não será, portanto, por falta de dinheiro que a campanha teria de se empobrecer quanto ao conteúdo, nem abrir mão de um alto nível, para se empenhar apenas no destino dos candidatos; mas, acima de tudo, que se transformasse numa eficiente jornada cívica, ajudando a instruir a natureza e a responsabilidade do voto.
    Feitas algumas comparações com o resto do mundo, algumas já conhecidas, observa-se que o Brasil pode ser incluído entre os que mais produzem maldades nas campanhas eleitorais, porque, na leva das verbas vultosas dos fundos, elegem-se poucos bem intencionados e muitos com ideias e planos perversos, valendo-se do dinheiro da população para trabalhar exatamente contra os interesses dela.
    Um ponto de observação, a partir dessa terrível realidade, recomenda que o eleitor deve se tornar mais exigente com o voto. Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, os que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se os indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-los, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais, e não afunde no pântano da política armada pelos maus caracteres, que são muitos e nenhum pudor.
    Se a realidade política dos nossos dias revela o mundo de armadilhas e tramas contra os interesses nacionais, maior é a insegurança de grande parcela da população; e exatamente por isso não se pode abrir mão da guarda. Portanto, desconfiar das promessas vãs, seguidas de falsos sorrisos e agrados fáceis. Que assim seja neste 2022, para que o brasileiro não continue sendo criticado como gente que não sabe votar. Há anos, disse Pelé, num intervalo de suas habilidades com a bola, que o brasileiro precisava aprender a votar, referindo-se à pobreza da representação nas casas dos poderes. Hoje, o professor Daniel Ibrahim Marun, que vai publicar ensaio sobre eleições em países que visitou, como México, Canadá e Espanha, chega a conclusão muito próxima do atleta, garantindo que todos os males brotam e prosperam do descuido dos eleitores, principalmente quando votam com excesso de paixão ou ódio exagerado. Estejam eles na terra de Pelé ou em qualquer lugar do mundo (Wilson Cid – Jornal do Brasil, 01/02/ 2022).
Observe o uso da partícula “OS” nos fragmentos textuais abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a CORRETA classificação morfológica do item nas três ocorrências, respectivamente:

“[...] Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, OS que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se OS indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-lOS, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais [...]”
Alternativas
Q4046160 Português
Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão.

O outro

Atentos ao visual, candidatos usam roupas para disfarçar características durante programa eleitoral, como altura, peso e calvície. (Eleições, 21 ago. 2000)

    Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria. O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior é que combinava um visual péssimo - baixinho, gordinho, careca- com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
    O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas, o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase. Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.
    E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele o tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade. Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele, sim, podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
    Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições, resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe. Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões.
    Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.

(Moacyr Scliar - Folha de São Paulo, 28 de agosto de 2000). 
Analise o emprego dos elementos em destaque nos diferentes contextos estruturais e avalie as classificações fornecidas para cada item.

I. “Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria”. (Adjetivo com função de modalizador).
II. “O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar”. (Locução prepositiva com função de modalizador).
III. “Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda.”. (Advérbio de intensidade usado com valor de negação).
IV. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. (Advérbio de afirmação usado com valor de ênfase).
V. “E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre. (Locução conjuntiva usado com valor enfático).

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4046157 Português
Leia o texto que segue, de modo a responder à questão:

UM FUTURO ELETRIZANTE

Os carros elétricos avançam no mercado internacional de automóveis e novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono

    O carro preferido de Clara Ford, esposa de Henry Ford, não era nenhum dos produzidos pelo marido. Durante a década de 30, o modelo que ela dirigia pelas ruas era um Detroit Electric, fabricado em 1915 pela Anderson Electric Car Company. Assim como Clara, várias outras mulheres faziam a mesma opção, uma vez que a publicidade da empresa na época ressaltava que o modelo era perfeito para o público feminino, por ser extremamente fácil de dirigir. Se no passado o apelo dos carros elétricos resvalava no machismo, nos dias de hoje os argumentos são bem mais universais. É a preocupação com o futuro do planeta e com a redução da emissão de carbono que embala as vendas das dezenas de modelos atuais.
    Um bom exemplo de como esse apelo tem funcionado foi demonstrado na mais recente edição do Internationale AutomobilAusstellung (IAA), o Salão do Automóvel de Munique (que antes era realizado em Frankfurt). Toda a mostra foi dedicada aos carros elétricos, em um reflexo de como a indústria automobilística tem se esforçado para se adequar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Não por acaso, Volvo, Ford e Mercedes já anunciaram que pretendem deixar de vender carros movidos a gasolina e diesel a partir de 2030. A GM estipulou 2035 como prazo, enquanto a Volkswagen pretende fazer com que os elétricos representem 70% de suas vendas na Europa e 50% nos Estados Unidos e na China nos próximos anos. No Brasil, a transição para os carros totalmente elétricos ainda engatinha. Os motivos são os preços proibitivos dos automóveis – o mais barato, o minúsculo e JS1, da chinesa Jac Motors, custa 150 000 reais – e a rede de pontos de abastecimento é restrita.
     Atualmente, há dois tipos de carro totalmente elétricos em circulação nas ruas das cidades (os híbridos, mais comuns no Brasil, são uma categoria à parte). O primeiro – e mais comum – é o movido a bateria recarregável em tomadas especiais. São assim os carros produzidos pela americana Tesla [...] O outro tipo é o que se vale das chamadas células de combustível, cuja energia é gerada a partir de hidrogênio injetado por bombas especiais. Esse tipo de tecnologia é comum principalmente no Japão e na Coreia do Sul. [...] (Veja, 27/10/21)
Nos fragmentos textuais abaixo listados, os blocos verbais em destaque são constituídos de verbo auxiliar + verbo pleno, tendo os verbos auxiliares funções semânticas diversas. Analise as explicações fornecidas para o emprego desses auxiliares e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:

( ) “[...] novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono.” (Auxiliar modal - noção de desejo/compromisso).
( ) “Um bom exemplo de como esse apelo tem funcionado foi demonstrado na mais recente edição do Internationale AutomobilAusstellung (IAA) [...]” (Auxiliar aspectual - noção de tempo frequentativo).
( ) “Toda a mostra foi dedicada aos carros elétricos, em um reflexo de como a indústria automobilística tem se esforçado para se adequar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”. (Auxiliar modal - noção de compromisso/esforço).
( ) “[...] a Volkswagen pretende fazer com que os elétricos representem 70% de suas vendas na Europa e 50% nos Estados Unidos e na China nos próximos anos”. (Auxiliar modal - noção de obrigação).

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4046113 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

A parassíntese é um processo de formação de palavras que consiste no acréscimo de um prefixo e de um sufixo ao radical de uma palavra primitiva, a exemplo do que ocorre em “invisibilizadas” (visível com o pref. -in e o suf. -vel sob a f. lat. -bil(i)- + -izadas). Processo semelhante ocorre em: 
Alternativas
Q4046104 Português
As ativistas vandalizaram a obra de arte e se colaram às paredes do museu.

O número de substantivos presentes na frase é de:
Alternativas
Q4045992 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente.

Assinale a opção em que os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q4045953 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente.

Assinale a opção em que os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q4045952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta.

O número de pronomes presentes na frase é de:
Alternativas
Q4045911 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami


Após um terremoto de 7,3 graus na escala Richter ter sido registrado em sua costa, Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

O comunicado de advertência foi emitido pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O tremor foi registrado a cerca de 210 quilômetros das ilhas Neiafu e a profundidade do sismo foi de 24,8km. Por isso, o alerta foi emitido para uma área de 300km ao redor do epicentro.

Em janeiro desse ano, o pequeno país no Oceano Pacífico foi atingido por um tsunami com ondas de até 1,2 metros após a erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Há'apai. Ao menos três pessoas morreram no evento climático e o país só começou a receber ajuda internacional cinco dias após o desastre.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami (msn.com). Adaptado. 
Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

Assinale a opção que contenha o número correto de preposições na frase. 
Alternativas
Q4045909 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami


Após um terremoto de 7,3 graus na escala Richter ter sido registrado em sua costa, Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.

O comunicado de advertência foi emitido pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O tremor foi registrado a cerca de 210 quilômetros das ilhas Neiafu e a profundidade do sismo foi de 24,8km. Por isso, o alerta foi emitido para uma área de 300km ao redor do epicentro.

Em janeiro desse ano, o pequeno país no Oceano Pacífico foi atingido por um tsunami com ondas de até 1,2 metros após a erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Há'apai. Ao menos três pessoas morreram no evento climático e o país só começou a receber ajuda internacional cinco dias após o desastre.


Após terremoto no mar, Tonga entra em alerta por tsunami (msn.com). Adaptado. 

Tonga entrou em alerta por conta de um possível tsunami nesta sexta-feira.


Assinale a opção correta quanto à morfologia das palavras.

Alternativas
Q4045873 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta.

O número de pronomes presentes na frase é de:
Alternativas
Q4045872 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente.

Assinale a opção em que os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q4045834 Português
As ativistas vandalizaram a obra de arte e se colaram às paredes do museu. 

O número de substantivos presentes na frase é de: 
Alternativas
Respostas
10561: B
10562: B
10563: B
10564: B
10565: D
10566: D
10567: A
10568: E
10569: D
10570: E
10571: B
10572: B
10573: D
10574: B
10575: D
10576: D
10577: B
10578: C
10579: A
10580: C