Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q2127648 Português
Texto



Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com base em modelos físicos, como é o caso das projeções realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas análises indicam que esses modelos subestimam a disponibilidade de água no cenário da atual emergência climática.

É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena, na Áustria, que se uniu a colegas da China, da Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir e analisar um grande banco de dados de observações de fluxos d'água em todo o mundo. A investigação incluiu mais de 9.500 bacias hidrográficas do planeta, com dados de diferentes décadas.

Os resultados foram publicados no periódico Nature Water e mostram que as consequências das mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais têm uma extensão ainda maior do que o esperado. Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão entre precipitação e quantidade de água nos rios é mais sensível do que se pensava.

"Na comunidade da climatologia, os efeitos das mudanças climáticas na atmosfera são muito bem compreendidos. No entanto, suas consequências locais nos rios e na disponibilidade de água caem no campo da hidrologia", explica Blöschl, em comunicado.

A crise climática altera a circulação atmosférica global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a evaporação em boa parte do mundo. Consequentemente, a quantidade de água dos rios para ser utilizada localmente também sofre mudanças.

Daí porque, segundo os autores, os modelos de previsão dos efeitos das mudanças climáticas no abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo modelo proporciona.

De acordo com a análise, o fluxo global de água esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre. Principalmente na África, na Austrália e na América do Norte, que têm um risco significativamente maior de crises de abastecimento de água nas próximas três décadas.


Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
fev. 2023. (Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a classificação das palavras destacadas, respectivamente, em: “A crise climática altera a circulação atmosférica global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a evaporação em boa parte do mundo”.
Alternativas
Q2127579 Português
Texto


       O Ministério da Saúde decretou situação de emergência na região da Terra Indígena Yanomami, a maior reserva indígena do Brasil, com 100 mil quilômetros quadrados distribuídos pela floresta amazônica entre os estados do Amazonas e de Roraima. O motivo? A morte de crianças por desnutrição.

       A área ocupada pelos yanomami conta com grandes reservas de ouro, o que é um atrativo enorme para a mineração. Nísia Trindade, ministra da saúde, afirmou que o garimpo ilegal (que usa mercúrio, um metal tóxico), é a principal causa da crise sanitária que afeta os yanomami.

        De 2016 a 2020, o garimpo em terras yanomami cresceu 3350%. E as consequências foram sentidas no ambiente: um laudo da Polícia Federal feito em meados de 2022 constatou que quatro rios da região tinham contaminação por mercúrio 8600% superior à concentração máxima para consumo.
 
     Líquido à temperatura ambiente, o mercúrio é um metal cuja liberação indevida na natureza vem da atividade humana: usinas elétricas a carvão, processos industriais, incineradores de resíduos e, principalmente, na mineração de ouro.

      O mercúrio é usado no garimpo para facilitar a separação. Ele se liga aos pequenos pedaços de ouro e forma uma amálgama, o que ajuda os garimpeiros a recolher o metal que interessa.

     O processo tem um preço: para cada quilo de ouro extraído, são usados até oito de mercúrio, e a maior parte desse metal tóxico é jogado nos rios. Estima-se que esse descarte represente cerca de 38% das emissões de mercúrio no mundo. E a contaminação pela substância traz fortes efeitos negativos para o meio ambiente e para a saúde dos garimpeiros e das pessoas que vivem por perto.

    Uma vez no ambiente, o mercúrio pode ser transformado por bactérias em metilmercúrio. Essa forma orgânica do metal é acumulada pelos organismos do rio – e a concentração aumenta conforme a cadeia alimentar avança.

       Imagine que muitos plânctons contaminados por mercúrio virarão jantar de um único peixe. A carga de mercúrio, então, vai se acumular nesse animal. Na sequência, um grande predador que tenha esse peixe no cardápio vai se alimentar dele e de vários outros peixes que comeram plânctons contaminados. A dose de mercúrio vai ficando cada vez mais alta.
   
       Essa é, justamente, uma das principais formas de exposição ao mercúrio. Cozinhar os peixes e mariscos não basta para se livrar do metal, e quem se alimenta desses animais torna-se mais um elo na cadeia de acúmulo da substância.

      Diversas variáveis determinam se a contaminação vai ocasionar problemas de saúde e qual será a sua gravidade. Entre elas estão a dose de mercúrio, a idade da vítima, por quanto tempo ela ficou exposta e a via de exposição (inalação, ingestão ou contato com a pele).
   
      Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dois grupos são mais sensíveis aos efeitos do mercúrio. O primeiro são fetos que, geralmente, são expostos ao metilmercúrio no útero graças ao consumo de peixes e mariscos pela mãe. Eles podem ter o desenvolvimento neurológico prejudicado, afetando cognição, memória, atenção, linguagem e habilidades motoras da criança.
 
      O segundo grupo são pessoas frequentemente expostas a altos níveis de mercúrio – por exemplo, populações que dependem da pesca de subsistência em regiões de garimpo. O metilmercúrio afeta os sistemas nervoso central e periférico, causando tremores, insônia, perda de memória, efeitos neuromusculares, dores de cabeça e disfunção cognitiva e motora.

     Em doses elevadas, o envenenamento por mercúrio pode causar disfunção renal, insuficiência respiratória e até morte. No século 20, no que ficou conhecido como o Desastre de Minamata, uma indústria dessa cidade japonesa descartava materiais com mercúrio próximo a uma baía. 1.700 pessoas morreram por intoxicação ao consumir a pesca da região.



CAPARROZ, Leo. Intoxicação por mercúrio: entenda como o
metal age no corpo. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/saude/intoxicacao-por-mercurioentenda-como-o-metal-age-no-corpo/>. Último acesso em 20
fev. 2023. (Adaptado)
“O Ministério da Saúde decretou situação de emergência na região da Terra Indígena Yanomami, a maior reserva indígena do Brasil, com 100 mil quilômetros quadrados distribuídos pela floresta amazônica entre os estados do Amazonas e de Roraima.”

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as classes das palavras destacadas.
Alternativas
Q2127569 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga. O número de preposição presente na frase é de: 
Alternativas
Q2127568 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.
Na frase em questão, há: 
Alternativas
Q2127566 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente. Assinale a opção que contenha, pelo menos, um adjetivo. 
Alternativas
Q2127564 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente. 
Na frase em questão, há:
Alternativas
Q2127563 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

[...] perdem a oportunidade de avaliar uma 'deficiência' de vitamina B12 e o problema não é detectado.
O diminutivo da palavra em destaque se faz por: 
Alternativas
Q2127562 Português

 A deficiência de vitamina B12


A vitamina B12 é escassa na dieta, encontrada apenas em alimentos de origem animal.


Felizmente, os humanos precisam apenas de 2,4 microgramas de B12 por dia, uma quantidade muito pequena. Sem uma porção adequada dessa vitamina no corpo, contudo, a saúde geral e a qualidade de vida são afetadas negativamente.


Um dos principais sintomas da deficiência de vitamina B12 é a fadiga, um nível de cansaço ou exaustão tão profundo que afeta as atividades da vida diária.


Outros sintomas envolvem o sistema neurológico e incluem formigamento nas extremidades, confusão, perda de memória, depressão e dificuldade em manter o equilíbrio. Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.


No entanto, como existem muitas causas para esses sintomas, os médicos, muitas vezes, perdem a oportunidade de avaliar uma deficiência de vitamina B12 e o problema não é detectado.


Além disso, ter uma dieta saudável descarta quaisquer deficiências vitamínicas.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-63845435. Adaptado. 

Alguns deles podem ser permanentes se a deficiência dessa vitamina não for tratada adequadamente.
Assinale a opção que contenha, pelo menos, um substantivo. 
Alternativas
Q2127395 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas tentam curar o envelhecimento


E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo? 


Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.


Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.


Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.


Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos


Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.


ndoocuuraroeeveheeimmentoom.br/ciencia/124265-cientistas-estao-tentando-curar-o-envelhecimento-em-promissor-estudo.htm. Adaptado.

Conforme 'nossa' idade avança, tornamo-'nos' mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Na morfologia, os vocábulos destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q2127365 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas tentam curar o envelhecimento


E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo? 


Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.


Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.


Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.


Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos


Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.


ndoocuuraroeeveheeimmentoom.br/ciencia/124265-cientistas-estao-tentando-curar-o-envelhecimento-em-promissor-estudo.htm. Adaptado.

Este objetivo já foi 'alcançado' com ratos em laboratório.
Morfologicamente, o vocábulo em destaque é:

Alternativas
Q2127278 Português
A inflamação como causa de doenças

As alergias desenvolvem-se quando, por erro, o sistema imunológico reconhece substâncias inócuas - como pólen ou amendoins - como se fossem perigosas. O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar.

Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

O sistema imunológico, às vezes, considera que os próprios órgãos e tecidos do indivíduo são invasores, gerando inflamações em todo o corpo ou em regiões específicas. Essa inflamação autodirecionada é o que causa os sintomas de doenças autoimunes, como lúpus e artrite. 
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção.

Embora a inflamação ocorra principalmente em nível celular no corpo, ela está longe de ser um mecanismo simples que acontece isoladamente. Já se demonstrou que o estresse, a alimentação e a nutrição, além de fatores genéticos e ambientais, regulam as inflamações de alguma forma.

Há muito a ser aprendido sobre o que causa formas prejudiciais de inflamação, mas ter alimentação saudável e evitar o estresse são de grande ajuda para manter o delicado equilíbrio entre uma reação imunológica e inflamações crônicas prejudiciais.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.
Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares.
Assinale a expressão que contenha um substantivo e um adjetivo, independente da ordem.
Alternativas
Q2127276 Português
A inflamação como causa de doenças

As alergias desenvolvem-se quando, por erro, o sistema imunológico reconhece substâncias inócuas - como pólen ou amendoins - como se fossem perigosas. O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar.

Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

O sistema imunológico, às vezes, considera que os próprios órgãos e tecidos do indivíduo são invasores, gerando inflamações em todo o corpo ou em regiões específicas. Essa inflamação autodirecionada é o que causa os sintomas de doenças autoimunes, como lúpus e artrite. 
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção.

Embora a inflamação ocorra principalmente em nível celular no corpo, ela está longe de ser um mecanismo simples que acontece isoladamente. Já se demonstrou que o estresse, a alimentação e a nutrição, além de fatores genéticos e ambientais, regulam as inflamações de alguma forma.

Há muito a ser aprendido sobre o que causa formas prejudiciais de inflamação, mas ter alimentação saudável e evitar o estresse são de grande ajuda para manter o delicado equilíbrio entre uma reação imunológica e inflamações crônicas prejudiciais.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.

[...] o delicado equilíbrio entre uma reação 'imunológica' e 'inflamações' crônicas prejudiciais.

As palavras em destaque possuem estruturas formadas pelo processo de: 

Alternativas
Q2127274 Português
A inflamação como causa de doenças

As alergias desenvolvem-se quando, por erro, o sistema imunológico reconhece substâncias inócuas - como pólen ou amendoins - como se fossem perigosas. O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar.

Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

O sistema imunológico, às vezes, considera que os próprios órgãos e tecidos do indivíduo são invasores, gerando inflamações em todo o corpo ou em regiões específicas. Essa inflamação autodirecionada é o que causa os sintomas de doenças autoimunes, como lúpus e artrite. 
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção.

Embora a inflamação ocorra principalmente em nível celular no corpo, ela está longe de ser um mecanismo simples que acontece isoladamente. Já se demonstrou que o estresse, a alimentação e a nutrição, além de fatores genéticos e ambientais, regulam as inflamações de alguma forma.

Há muito a ser aprendido sobre o que causa formas prejudiciais de inflamação, mas ter alimentação saudável e evitar o estresse são de grande ajuda para manter o delicado equilíbrio entre uma reação imunológica e inflamações crônicas prejudiciais.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.

Outra causa de inflamação crônica 'que' pesquisadores estudam atualmente [...]

O termo em destaque trata-se de: 

Alternativas
Q2127272 Português
A inflamação como causa de doenças

As alergias desenvolvem-se quando, por erro, o sistema imunológico reconhece substâncias inócuas - como pólen ou amendoins - como se fossem perigosas. O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar.

Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

O sistema imunológico, às vezes, considera que os próprios órgãos e tecidos do indivíduo são invasores, gerando inflamações em todo o corpo ou em regiões específicas. Essa inflamação autodirecionada é o que causa os sintomas de doenças autoimunes, como lúpus e artrite. 
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção.

Embora a inflamação ocorra principalmente em nível celular no corpo, ela está longe de ser um mecanismo simples que acontece isoladamente. Já se demonstrou que o estresse, a alimentação e a nutrição, além de fatores genéticos e ambientais, regulam as inflamações de alguma forma.

Há muito a ser aprendido sobre o que causa formas prejudiciais de inflamação, mas ter alimentação saudável e evitar o estresse são de grande ajuda para manter o delicado equilíbrio entre uma reação imunológica e inflamações crônicas prejudiciais.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.
O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar. Na frase em questão, tem-se, como exemplo de conjunção: 
Alternativas
Q2127271 Português
A inflamação como causa de doenças

As alergias desenvolvem-se quando, por erro, o sistema imunológico reconhece substâncias inócuas - como pólen ou amendoins - como se fossem perigosas. O dano pode ser pequeno, como coceira na pele, ou perigoso, se a garganta se fechar.

Inflamações crônicas lesionam os tecidos ao longo do tempo e geram diversos distúrbios clínicos não infecciosos, incluindo doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

O sistema imunológico, às vezes, considera que os próprios órgãos e tecidos do indivíduo são invasores, gerando inflamações em todo o corpo ou em regiões específicas. Essa inflamação autodirecionada é o que causa os sintomas de doenças autoimunes, como lúpus e artrite. 
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção.

Embora a inflamação ocorra principalmente em nível celular no corpo, ela está longe de ser um mecanismo simples que acontece isoladamente. Já se demonstrou que o estresse, a alimentação e a nutrição, além de fatores genéticos e ambientais, regulam as inflamações de alguma forma.

Há muito a ser aprendido sobre o que causa formas prejudiciais de inflamação, mas ter alimentação saudável e evitar o estresse são de grande ajuda para manter o delicado equilíbrio entre uma reação imunológica e inflamações crônicas prejudiciais.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.
Outra causa de inflamação crônica que pesquisadores estudam atualmente são as falhas dos mecanismos que combatem as inflamações depois que o corpo limpa a infecção. O número de artigo presente na frase é de:
Alternativas
Q2127209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que terremotos na Turquia são tão devastadores


A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia, que fica entre duas placas principais - a Euroasiática e a Africana - e outra menor, a Arábica. No caso da Turquia, segundo especialistas ouvidos pela BBC, à medida que as duas placas principais onde o país está situado se deslocam, ele é basicamente espremido, gerando os abalos.


O terremoto do dia seis de janeiro ocorreu em torno de uma região de grande instabilidade conhecida como Falha Oriental da Anatólia, que abrange uma área que vai de sudoeste a noroeste. O tremor foi sentido também na Síria, onde mais de trezentos e vinte pessoas morreram e, pelo menos, mil ficaram feridas.


A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada, onde as placas Anatólia e Euroasiática se encontram. Por isso mesmo, especialistas afirmam que a questão não é se um grande terremoto atingirá a cidade, mas quando.


A crosta terrestre é composta por enormes placas de rocha, chamadas de placas tectônicas, que se alinham lado a lado.


Essas placas, geralmente, tentam se mover, mas são impedidas pelo atrito gerado com as placas adjacentes. Às vezes, a pressão aumenta até que uma placa se mova repentinamente, fazendo com que a superfície também se mova. Neste caso, foi a placa Arábica que se moveu em direção ao norte e se chocou com a placa da Anatólia. A fricção dessas placas foi responsável por outros terremotos muito destrutivos no passado.


Em 13 de agosto de 1822, um terremoto de magnitude 7,4 resultou em imensos danos às cidades da região, com sete mil mortes registradas apenas na cidade síria de Aleppo. Os tremores secundários ainda continuaram por quase um ano. O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cye89ywwkg4o. Adaptado

A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia.
Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Alternativas
Q2127208 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que terremotos na Turquia são tão devastadores


A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia, que fica entre duas placas principais - a Euroasiática e a Africana - e outra menor, a Arábica. No caso da Turquia, segundo especialistas ouvidos pela BBC, à medida que as duas placas principais onde o país está situado se deslocam, ele é basicamente espremido, gerando os abalos.


O terremoto do dia seis de janeiro ocorreu em torno de uma região de grande instabilidade conhecida como Falha Oriental da Anatólia, que abrange uma área que vai de sudoeste a noroeste. O tremor foi sentido também na Síria, onde mais de trezentos e vinte pessoas morreram e, pelo menos, mil ficaram feridas.


A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada, onde as placas Anatólia e Euroasiática se encontram. Por isso mesmo, especialistas afirmam que a questão não é se um grande terremoto atingirá a cidade, mas quando.


A crosta terrestre é composta por enormes placas de rocha, chamadas de placas tectônicas, que se alinham lado a lado.


Essas placas, geralmente, tentam se mover, mas são impedidas pelo atrito gerado com as placas adjacentes. Às vezes, a pressão aumenta até que uma placa se mova repentinamente, fazendo com que a superfície também se mova. Neste caso, foi a placa Arábica que se moveu em direção ao norte e se chocou com a placa da Anatólia. A fricção dessas placas foi responsável por outros terremotos muito destrutivos no passado.


Em 13 de agosto de 1822, um terremoto de magnitude 7,4 resultou em imensos danos às cidades da região, com sete mil mortes registradas apenas na cidade síria de Aleppo. Os tremores secundários ainda continuaram por quase um ano. O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cye89ywwkg4o. Adaptado

 A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada.
Assinale a opção que contenha apenas adjetivos. 
Alternativas
Q2127207 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que terremotos na Turquia são tão devastadores


A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia, que fica entre duas placas principais - a Euroasiática e a Africana - e outra menor, a Arábica. No caso da Turquia, segundo especialistas ouvidos pela BBC, à medida que as duas placas principais onde o país está situado se deslocam, ele é basicamente espremido, gerando os abalos.


O terremoto do dia seis de janeiro ocorreu em torno de uma região de grande instabilidade conhecida como Falha Oriental da Anatólia, que abrange uma área que vai de sudoeste a noroeste. O tremor foi sentido também na Síria, onde mais de trezentos e vinte pessoas morreram e, pelo menos, mil ficaram feridas.


A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada, onde as placas Anatólia e Euroasiática se encontram. Por isso mesmo, especialistas afirmam que a questão não é se um grande terremoto atingirá a cidade, mas quando.


A crosta terrestre é composta por enormes placas de rocha, chamadas de placas tectônicas, que se alinham lado a lado.


Essas placas, geralmente, tentam se mover, mas são impedidas pelo atrito gerado com as placas adjacentes. Às vezes, a pressão aumenta até que uma placa se mova repentinamente, fazendo com que a superfície também se mova. Neste caso, foi a placa Arábica que se moveu em direção ao norte e se chocou com a placa da Anatólia. A fricção dessas placas foi responsável por outros terremotos muito destrutivos no passado.


Em 13 de agosto de 1822, um terremoto de magnitude 7,4 resultou em imensos danos às cidades da região, com sete mil mortes registradas apenas na cidade síria de Aleppo. Os tremores secundários ainda continuaram por quase um ano. O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cye89ywwkg4o. Adaptado

O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.
Assinale a opção que contenha um substantivo seguido de um adjetivo, nesta ordem.
Alternativas
Q2127205 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que terremotos na Turquia são tão devastadores


A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia, que fica entre duas placas principais - a Euroasiática e a Africana - e outra menor, a Arábica. No caso da Turquia, segundo especialistas ouvidos pela BBC, à medida que as duas placas principais onde o país está situado se deslocam, ele é basicamente espremido, gerando os abalos.


O terremoto do dia seis de janeiro ocorreu em torno de uma região de grande instabilidade conhecida como Falha Oriental da Anatólia, que abrange uma área que vai de sudoeste a noroeste. O tremor foi sentido também na Síria, onde mais de trezentos e vinte pessoas morreram e, pelo menos, mil ficaram feridas.


A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada, onde as placas Anatólia e Euroasiática se encontram. Por isso mesmo, especialistas afirmam que a questão não é se um grande terremoto atingirá a cidade, mas quando.


A crosta terrestre é composta por enormes placas de rocha, chamadas de placas tectônicas, que se alinham lado a lado.


Essas placas, geralmente, tentam se mover, mas são impedidas pelo atrito gerado com as placas adjacentes. Às vezes, a pressão aumenta até que uma placa se mova repentinamente, fazendo com que a superfície também se mova. Neste caso, foi a placa Arábica que se moveu em direção ao norte e se chocou com a placa da Anatólia. A fricção dessas placas foi responsável por outros terremotos muito destrutivos no passado.


Em 13 de agosto de 1822, um terremoto de magnitude 7,4 resultou em imensos danos às cidades da região, com sete mil mortes registradas apenas na cidade síria de Aleppo. Os tremores secundários ainda continuaram por quase um ano. O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cye89ywwkg4o. Adaptado

 A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada.
Assinale a opção que contenha o diminutivo corretamente grafado. 
Alternativas
Q2127202 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que terremotos na Turquia são tão devastadores


A maior parte do território turco está situada sobre a placa tectônica da Anatólia, que fica entre duas placas principais - a Euroasiática e a Africana - e outra menor, a Arábica. No caso da Turquia, segundo especialistas ouvidos pela BBC, à medida que as duas placas principais onde o país está situado se deslocam, ele é basicamente espremido, gerando os abalos.


O terremoto do dia seis de janeiro ocorreu em torno de uma região de grande instabilidade conhecida como Falha Oriental da Anatólia, que abrange uma área que vai de sudoeste a noroeste. O tremor foi sentido também na Síria, onde mais de trezentos e vinte pessoas morreram e, pelo menos, mil ficaram feridas.


A cidade turca de Istambul também está em uma zona delicada, onde as placas Anatólia e Euroasiática se encontram. Por isso mesmo, especialistas afirmam que a questão não é se um grande terremoto atingirá a cidade, mas quando.


A crosta terrestre é composta por enormes placas de rocha, chamadas de placas tectônicas, que se alinham lado a lado.


Essas placas, geralmente, tentam se mover, mas são impedidas pelo atrito gerado com as placas adjacentes. Às vezes, a pressão aumenta até que uma placa se mova repentinamente, fazendo com que a superfície também se mova. Neste caso, foi a placa Arábica que se moveu em direção ao norte e se chocou com a placa da Anatólia. A fricção dessas placas foi responsável por outros terremotos muito destrutivos no passado.


Em 13 de agosto de 1822, um terremoto de magnitude 7,4 resultou em imensos danos às cidades da região, com sete mil mortes registradas apenas na cidade síria de Aleppo. Os tremores secundários ainda continuaram por quase um ano. O terremoto ocorrido recentemente já registrou tremores secundários e especialistas acreditam que deve seguir um padrão semelhante ao do século XIX.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cye89ywwkg4o. Adaptado

Um terremoto resultou em 'grandes' danos às cidades da região.


O aumentativo da palavra em destaque é: 

Alternativas
Respostas
10221: B
10222: C
10223: A
10224: D
10225: D
10226: D
10227: C
10228: D
10229: B
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10231: D
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10233: A
10234: C
10235: D
10236: C
10237: A
10238: D
10239: A
10240: B