Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Assinale a opção que contenha apenas preposições.
A opção que contém uma preposição seguida de um substantivo é:
O número de artigos presentes na frase distribui-se da seguinte forma:
A frase, em se tratando de flexão dos adjetivos em grau, encontra-se no:
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
A série de palavras que contém apenas substantivos é:
Em se tratando da classificação dos substantivos, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Substantivo composto.
B- Substantivo derivado.
C- Substantivo coletivo.
D- Substantivo abstrato.
Coluna II.
1- Turma.
2- Para-raios.
3- Pedreiro.
4- Salto.
Camada de ozônio deve se recuperar
completamente nas próximas décadas
A camada de ozônio deve se recuperar completamente nas próximas décadas, à medida que os produtos químicos que destroem a proteção da Terra são eliminados gradualmente em todo o mundo, segundo uma nova avaliação apoiada pelas Nações Unidas. Se as políticas globais permanecerem em vigor, espera-se que a camada de ozônio se recupere até 2040 na maior parte do mundo. Para áreas polares, o prazo de recuperação é maior: 2045 no Ártico e 2066 na Antártica.
A cooperação internacional ajudou a conter os danos. O uso de CFCs diminuiu 99% desde que o Protocolo de Montreal entrou em vigor em 1989, que iniciou a eliminação desses e de outros produtos químicos prejudiciais, conforme a avaliação de um painel de especialistas publicada na segunda-feira (9).
A camada de ozônio protege o planeta dos nocivos raios ultravioleta. Desde o final dos anos 1980, os cientistas alertaram sobre um buraco neste escudo, causado por substâncias que destroem a camada de ozônio, incluindo clorofluorcarbonos, apelidados de CFCs, frequentemente encontrados em geladeiras, aerossóis e solventes. “A ação do ozônio estabelece um precedente para a ação climática. Nosso sucesso na eliminação gradual de produtos químicos que comem ozônio nos mostra o que pode e deve ser feito – com urgência – para abandonar os combustíveis fósseis, reduzir os gases de efeito estufa e limitar o aumento da temperatura”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, Petteri Taalas.
Os gases que destroem a camada de ozônio também são potentes gases de efeito estufa e, sem uma proibição, o mundo poderia ter visto um aquecimento adicional de até 1°C, de acordo com um estudo de 2021 publicado na revista Nature. O planeta já aqueceu cerca de 1,2°C desde a Revolução Industrial, e os cientistas alertaram que deveria ser limitado a 1,5°C para evitar as piores consequências da crise climática. O aquecimento acima de 1,5°C aumentaria drasticamente o risco de seca extrema, incêndios florestais, inundações e escassez de alimentos, relataram cientistas.
Pela primeira vez nesta avaliação, publicada a cada quatro anos, os cientistas também analisaram a perspectiva da geoengenharia solar: a tentativa de reduzir o aquecimento global por meio de medidas como a pulverização de aerossóis na estratosfera para refletir a luz solar para fora da atmosfera terrestre. Eles descobriram que a injeção de aerossol estratosférico poderia ajudar a reduzir o aquecimento climático, mas alertaram que pode haver consequências não intencionais. A implantação da tecnologia “também pode afetar as temperaturas estratosféricas, a circulação e as taxas de produção e destruição de ozônio e transporte”, constatou o relatório.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/camada-de ozonio-deve-se-recuperar-completamente-nas-proximas decadas/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Circuito fechado
Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço. Relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos, jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadronegro, giz, papel. Mictório, pia. Água. Táxi, mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.
Ricardo Ramos
Na frase abaixo consta uma das poucas ocasiões que é usado um conector. Não para unir orações, mas para compor uma locução adjetiva. A preposição em questão sublinhada abaixo expressa ideia de:
Creme para cabelo
Alternativas:
Estamos nos referindo à(aos):
“Olá, como vai? Eu vou indo, e você, tudo bem? Tudo bem, eu vou indo correndo Pegar meu lugar no futuro, e você? Tudo bem, eu vou indo em busca De um sono tranquilo, quem sabe”
(Paulinho da Viola)
A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.
Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.
As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.
Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.
A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.
(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)
A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.
Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.
As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.
Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.
A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.
(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)
Meus filhos precisam acordar cedo para a escola, ______ o primeiro horário começa às sete horas da manhã.