Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3698613 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Troca de gerência 

        O homem perdeu a vez. Teve séculos e séculos para aprender a pedir a mulher em casamento, e jamais alcançou a alta performance. Pelo contrário, colecionou fiascos e vexames.

        Quais são os relatos das noivas?

        “Ele estava nervoso, estava sem jeito, estava incompreensível, estava maluco, estava confuso, estava com meias de pares trocados…”

        Não há um feedback positivo.

        Está na hora de transferir o rito para quem tem mais experiência e traquejo para a felicidade. O homem deve aceitar a sua incompetência.

        Falta determinação de sua parte. Cria suspense sem necessidade. Engasga-se com o discurso. Vaza a surpresa para os amigos. Compra o anel na joalheria com o número errado mesmo levando cola. Não sabe diferenciar uma bijuteria de um brilhante. É capaz de extraviar a aliança em algum dos seus bolsos do casaco, ou esquecê-la como um Sonrisal dentro de um cálice de espumante. Quando vai se ajoelhar, acaba rezando ou sentindo câimbras.

        Se não fossem os garçons, nada aconteceria, tudo ficaria oculto na covardia. Metade dos pedidos de casamento foi salva pelos garçons, que tentam melhorar um pouco o planejamento amador do evento colocando velas na mesa, administrando o tempo das refeições, incentivando ao fundo com aplausos.

        Se o ato deu certo, significa que alguém organizou pelo noivo.

        É o momento de demitir o homem por justa causa desse papel. Não nasceu para isso. É um fracasso tanto para casar como para se divorciar. Ainda é muito filhinho da mamãe, cheio de culpas, projeções, ato falhos.

        Tampouco desfruta de timing do relacionamento. Só pede a mão tarde demais, quando já cansou o seu par, como um último esforço para reconquistá-lo, como derradeira cartada para não restar sozinho. Ou _______ pisou na bola e busca pagar a dívida com uma nova dívida, ou ______ já se mostrou um chato e anseia pela redenção a partir de uma maior responsabilidade.

        Ele confunde casamento com reconciliação, um modo de abafar as desconfianças e as crises.

        Sempre faz a declaração quando o namoro não está bom, ou quando morar junto já é um tédio, ou quando a química não funciona mais.

        O romance encontra-se por um fio, e ele quer banhar os problemas com o ouro.

        Pede quando a relação parte para o finzinho do segundo tempo, com time desorganizado diante da derrota iminente, à base do chuveirinho desesperado na pequena área.

        Pede apenas quando não tem nenhuma outra opção, não tem nada melhor para oferecer.

        Cria constrangimentos com plateia ao redor, tirando a liberdade de escolha, impedindo qualquer chance de que ela diga não.

        Sua parceira vem pensando em se separar e ele aparece com uma proposta na contramão da verdade, absolutamente fora da realidade da convivência. 

        Para o bem da reputação do amor, deixe o noivado para a batuta da mulher. Não irá enrolar, não agirá de forma infantil. Será mais decidida, mais criativa, mais sensível para perceber o momento ideal. Pedirá o namorado em casamento na época certa, quando os laços estão fortes e seguros, quando ainda existe o brilho nos olhos.
Sobre as classes de palavras variáveis e invariáveis, considere o seguinte segmento do texto: “Quais são os relatos das noivas?”. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3698053 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão: 

Calor e mudanças climáticas podem aumentar transtornos com álcool e drogas.

        Cientistas analisaram duas décadas de dados de consultas hospitalares relacionadas ao álcool e transtornos relacionados ao uso de outras drogas no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Com isso, eles concluíram que esses distúrbios aumentam com o calor e a elevação de temperaturas devido às mudanças climáticas.

        Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade de Columbia, na cidade de Nova York, registraram os resultados hoje (26) na revista Communications Medicine.

        A equipe de especialistas examinou dados dos anos 1995 a 2014, referentes a mais de 671 mil consultas hospitalares relacionadas ao álcool e 721 mil associadas ao uso de outras substâncias, como maconha, cocaína, opioides e sedativos. Utilizando um modelo estatístico, o grupo comparou dias com temperaturas altas e datas próximas em que fez menos calor.

        “Vimos que durante os períodos de temperaturas mais elevadas, houve um aumento correspondente nas visitas hospitalares relacionadas com o consumo de álcool e outras substâncias, o que também chama a atenção para algumas consequências potenciais menos óbvias das alterações climáticas”, conta em comunicado Robbie M. Parks, primeiro autor do estudo, que é professor assistente de ciências da saúde ambiental na Escola de Saúde Pública Mailman.

        As explicações para o aumento do número de visitas hospitalares por álcool em temperaturas mais altas podem ser várias. Entre elas, mais tempo gasto ao ar livre consumindo bebidas alcoólicas e outras drogas; maior transpiração, o que causa desidratação; e, ainda, períodos maiores em que as pessoas podem cometer o crime de dirigir embriagadas.

        Para distúrbios relacionados com outras drogas, o aumento nas temperaturas também resultou em mais visitas hospitalares. Esta relação se deu, porém, apenas até um limite de 18,8°C — exceto para a cocaína. Com isso, cientistas acreditam que, acima de uma certa temperatura, as pessoas não têm maior probabilidade de sair de casa.

        O consumo da droga pode ter relação com a bebida alcoólica. "Para a cocaína, houve um aumento potencial para temperaturas mais elevadas, o que pode ser impulsionado pelo consumo de álcool e aumento da transpiração, aumentando o risco de desenvolvimento de problemas cardiovasculares e respiratórios", explicam os pesquisadores.

        Os cientistas observam ainda que aqueles que tomam regularmente opiáceos podem notar que seu efeito é reduzido em climas mais quentes; por isso, essas pessoas provavelmente tomam doses mais elevadas quando as temperaturas estão mais altas. 

        Os autores admitem que há algumas falhas em seu estudo – por exemplo, ele pode desconsiderar que transtornos mais graves possivelmente geraram mortes antes que uma visita ao hospital fosse possível. Além do mais, a quantidade de visitas pode ter caído em temperaturas abaixo da média devido simplesmente a um menor entusiasmo por buscar ajuda sob condições meteorológicas frias, especialmente sob a influência de uma substância psicoativa. 

        No futuro, os pesquisadores poderão tentar vincular os casos de mortes aos registros de visitas hospitalares para criar uma imagem mais completa do histórico médico dos pacientes. Enquanto isso, as conclusões do estudo até agora poderão auxiliar políticas em comunidades vulneráveis ao álcool e a outras drogas.

        “Intervenções de saúde pública que visam amplamente os transtornos de álcool e outras substâncias em climas mais quentes – por exemplo, mensagens direcionadas sobre os riscos de seu consumo durante esses períodos – devem ser uma prioridade de saúde pública”, defende a autora sênior Marianthi-Anna Kioumourtzoglou, professora associada de ciências da saúde ambiental na Escola de Saúde Pública Mailman.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/09/calor-e-mudancas-climaticas-podem-aumentar-transtornos-comalcool-e-drogas.ghtml/ (adaptado)
O advérbio sublinhado em “Intervenções de saúde pública que visam amplamente os transtornos de álcool” expressa ideia de:
Alternativas
Q3697515 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Líderes do futuro mantêm viva a cultura organizacional

        A liderança do futuro requer presença constante e posicionamento transparente, corajoso, franco, direto, construtivo, motivador e consistente. Não à toa, a comunicação ganhou relevância no pós-Covid-19. Entre diversos fatores, por manter vivo o propósito, a internalização da cultura organizacional e mobilizar os colaboradores.

        Líderes do futuro se posicionam de forma inovadora. Eles quebram a rigidez e o distanciamento hierárquico e dão espaço ao tratamento humanizado, abertura ao diálogo e à escuta ativa. Procuram estar mais no dia a dia das equipes, disponíveis para interação, atentos à saúde mental e ao legado que vai além dos negócios.

        Neste novo papel, líderes do futuro vão além do modelo tradicional de comunicação interna. Eles aproveitam diversos momentos em time para reforçar subliminarmente o intuito maior de cada projeto — que é manter o foco no que pode levar a companhia ao sucesso.

        Líderes do futuro adotam atitudes inspiradoras, são exemplos de trabalho, estratégia, planejamento, inteligência emocional, governança, ética e resultado. Mostram-se também humanos e vulneráveis. Mas seguem dispostos a manter todos conectados e em sinergia. Incentivam colaboradores pelos esforços e reconhecem publicamente quem faz acontecer.

        Lideranças do futuro elevam o patamar das áreas de Recursos Humanos e Comunicação, pois entendem os colaboradores como principal ativo.

        Toda essa dedicação procura, no fundo, despertar a paixão dos colaboradores pelo que fazem. Fortalecer o senso de orgulho de pertencimento à empresa, além de potencializar negócios, parcerias, marcas, pessoas e reputação com credibilidade.

Fonte: https://istoedinheiro.com.br/lideres-do-futuro-mantem-viva-a-cultura-organizacional/ (adaptado)
Com base em aspectos gramaticais, analise as assertivas.
I. Na frase “Líderes do futuro se posicionam”, tem-se um caso de próclise.
II. O verbo “requer” está conjugado no presente do indicativo.
III. A expressão “no fundo” consiste em um advérbio, que exerce a função de adjunto adnominal na frase.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3697510 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Líderes do futuro mantêm viva a cultura organizacional

        A liderança do futuro requer presença constante e posicionamento transparente, corajoso, franco, direto, construtivo, motivador e consistente. Não à toa, a comunicação ganhou relevância no pós-Covid-19. Entre diversos fatores, por manter vivo o propósito, a internalização da cultura organizacional e mobilizar os colaboradores.

        Líderes do futuro se posicionam de forma inovadora. Eles quebram a rigidez e o distanciamento hierárquico e dão espaço ao tratamento humanizado, abertura ao diálogo e à escuta ativa. Procuram estar mais no dia a dia das equipes, disponíveis para interação, atentos à saúde mental e ao legado que vai além dos negócios.

        Neste novo papel, líderes do futuro vão além do modelo tradicional de comunicação interna. Eles aproveitam diversos momentos em time para reforçar subliminarmente o intuito maior de cada projeto — que é manter o foco no que pode levar a companhia ao sucesso.

        Líderes do futuro adotam atitudes inspiradoras, são exemplos de trabalho, estratégia, planejamento, inteligência emocional, governança, ética e resultado. Mostram-se também humanos e vulneráveis. Mas seguem dispostos a manter todos conectados e em sinergia. Incentivam colaboradores pelos esforços e reconhecem publicamente quem faz acontecer.

        Lideranças do futuro elevam o patamar das áreas de Recursos Humanos e Comunicação, pois entendem os colaboradores como principal ativo.

        Toda essa dedicação procura, no fundo, despertar a paixão dos colaboradores pelo que fazem. Fortalecer o senso de orgulho de pertencimento à empresa, além de potencializar negócios, parcerias, marcas, pessoas e reputação com credibilidade.

Fonte: https://istoedinheiro.com.br/lideres-do-futuro-mantem-viva-a-cultura-organizacional/ (adaptado)
Considerando as classes gramaticais, assinale a alternativa que estabelece uma relação INCORRETA entre o vocábulo sublinhado e sua classificação: 
Alternativas
Q3697257 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão: 

A qualidade subestimada que é vital para sucesso profissional, segundo neurocientista de Harvard

        "Mais do que nunca, é importante ter noção do próprio lugar na vida profissional, ainda mais que, principalmente depois da pandemia, os ambientes de trabalho mudaram muito”.

        É assim que Juliette Han, neurocientista e especialista em relações no ambiente de escritório, resume a importância da autoconsciência no trabalho.

        Han é uma neurocientista de Harvard e professora de Administração da Columbia University que nos últimos anos vem pesquisando o funcionamento da mente no ambiente de trabalho, buscando desenvolver novas ferramentas para melhorar o desempenho humano.

        De acordo com Han, entender a fundo o lugar que se ocupa dentro de uma empresa é fundamental para ter sucesso, mas esse conhecimento, acima de tudo, serve para estabelecer metas e estratégias.

        "Nossa pesquisa indica que trabalhar a autoconsciência estimula a criatividade, ajuda a tomar melhores decisões, a se comunicar melhor e construir relacionamentos mais sólidos", diz.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1lydj92qjo/ (adaptado)
Gramaticalmente, “Juliette Han” consiste em um substantivo do tipo:
Alternativas
Q3697256 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão: 

A qualidade subestimada que é vital para sucesso profissional, segundo neurocientista de Harvard

        "Mais do que nunca, é importante ter noção do próprio lugar na vida profissional, ainda mais que, principalmente depois da pandemia, os ambientes de trabalho mudaram muito”.

        É assim que Juliette Han, neurocientista e especialista em relações no ambiente de escritório, resume a importância da autoconsciência no trabalho.

        Han é uma neurocientista de Harvard e professora de Administração da Columbia University que nos últimos anos vem pesquisando o funcionamento da mente no ambiente de trabalho, buscando desenvolver novas ferramentas para melhorar o desempenho humano.

        De acordo com Han, entender a fundo o lugar que se ocupa dentro de uma empresa é fundamental para ter sucesso, mas esse conhecimento, acima de tudo, serve para estabelecer metas e estratégias.

        "Nossa pesquisa indica que trabalhar a autoconsciência estimula a criatividade, ajuda a tomar melhores decisões, a se comunicar melhor e construir relacionamentos mais sólidos", diz.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1lydj92qjo/ (adaptado)
Em “entender a fundo o lugar que se ocupa dentro de uma empresa”, os vocábulos sublinhados são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3696839 Português
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F) em relação aos substantivos coletivos.
( ) O coletivo de verdura é molho.
( ) O coletivo de pernilongos é nuvem.
( ) O coletivo de animais de uma região é flora.
( ) O coletivo de borboleta é panapaná.
( ) O coletivo de porcos é junta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3695892 Português

Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


    O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.


    A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.


    Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.


    No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.


(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3695728 Português
O que é o Dia Mundial da Filosofia e por que se celebra?


    Essencial para uma boa convivência entre as pessoas e para pensar a própria existência no mundo, a filosofia ocupa um espaço de destaque em algumas das civilizações humanas, sendo o exercício do pensamento filosófico algo feito, inclusive, por sociedades antigas, como a grega.


    Por isso mesmo, desde 2005 a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) instituiu a terceira quinta-feira de novembro como o Dia Mundial da Filosofia.


    A data é uma forma para destacar sua importância, bem como estimular o pensamento crítico, a tolerância e a paz, além de inspirar uma melhor compreensão do mundo, segundo informa o site oficial da ONU (Organização das Nações Unidas).

    
    Ainda segundo a ONU, a filosofia ajuda o indivíduo a refletir sobre as diferenças entre as pessoas e também é um recurso para lidar com as incertezas que o mundo apresenta na atualidade.


    A filosofia fornece as bases conceituais dos princípios e valores dos quais depende a paz mundial: democracia, direitos humanos, justiça e igualdade, ajudando a consolidar esses fundamentos autênticos de coexistência pacífica”, enfatiza o site da Unesco sobre a celebração.


    O pensamento filosófico, portanto, é de extrema utilidade em um momento histórico no qual as novas gerações, principalmente, são impactadas por guerras, pandemia e desinformação nas redes sociais, reforça a entidade.


(Fonte: National Geographic — adaptado.)
O plural das palavras abaixo está CORRETO em:
Alternativas
Q3694982 Português
A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO

(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.

(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)

(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.

(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)


(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
Analise as assertivas seguintes:

I.Os substantivos: "configurações" e "premeditação" exercem função sintática de complemento nominal, são oxítonas comprovadas pelo uso do "T I L" para manter a tonicidade.

II.No segmento: "sistema que; ruído que; essas coisas" − temos três pronomes com a mesma classificação e a mesma função sintática".

III. No período: "Relativamente à fala que é individual acidental " − temos adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.

IV.No período: "a língua distingue-se por ser social essencial " − comprovamos, respectivamente: um artigo definido com função sintática de adjunto adnominal; um pronome oblíquo exemplificando uma ênclise; dois adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.

V.A série contém: "função"; "opõe"; "universo"; "ouvintes"; "heteróclito"; "excêntrico" - dois oxítonos; dois paroxítonos; dois proparoxítonos.


Marque a alternativa com a opção correta.
Alternativas
Q3694285 Português
Lontra-marinha rouba pranchas e surfa na Califórnia

Acostumado com a presença humana, animal vai em busca

de alimento e acaba levando as pranchas


Annie Roth

SANTA CRUZ (CALIFÓRNIA) | THE NEW YORK TIMES


        Nos últimos verões, vários surfistas em Santa Cruz vêm sendo vítimas de um crime no mar: o roubo de suas pranchas. A culpada é uma lontra-marinha fêmea que aborda os surfistas, roubando suas pranchas de surfe nesse processo e às vezes danificando-as.

        Após um fim de semana no qual o comportamento da lontra pareceu ter ficado mais agressivo ainda, na segunda feira autoridades responsáveis pela fauna e flora da região anunciaram a decisão de colocar um ponto final nos furtos cometidos pela lontra.

       "Devido ao risco crescente à segurança do público, uma equipe do Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia (CFDW, a sigla em inglês) e do Aquário de Monterey Bay, treinada na captura e no manejo de lontras marinhas, foi enviada para tentar capturar a lontra e reassentá-la", disse uma porta-voz do CFDW em comunicado à imprensa.

     As autoridades locais chamam o animal de Otter 841 (Lontra 841). A fêmea de 5 anos de idade é conhecida por seu comportamento ousado e sua capacidade de realizar a manobra de surfe hang 10.

     As lontras-marinhas da Califórnia, conhecidas como lontras-marinhas sulinas, são uma espécie ameaçada encontrada exclusivamente na costa central da Califórnia. No passado, centenas de milhares dessas lontras viviam nas águas costeiras do estado, ajudando a manter as florestas de algas kelp saudáveis, consumindo os ouriços-do-mar. Mas quando a costa oeste dos Estados Unidos foi colonizada, a espécie foi caçada até ficar quase extinta, até a caça ser proibida em 1911.

      Hoje restam cerca de 3.000 lontras. Muitas delas vivem em áreas frequentadas por surfistas, praticantes de paddleboarding e pessoas em caiaques.

      Apesar dessa proximidade estreita, as interações entre lontras-marinhas e humanos ainda são raras. Os animais sentem medo inato dos humanos e geralmente fazem todo o possível para evitá-los, disse o ecologista Tim Tinker, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, que estuda os mamíferos marinhos há décadas.

         Uma lontra-marinha abordar um humano "não é normal", ele disse, "mas o fato de não ser normal não significa que nunca aconteça".

        A lontra 841 foi observada pela primeira vez subindo numa embarcação em Santa Cruz em 2021. Em um primeiro momento o comportamento foi excepcional, mas com o tempo a lontra foi ficando mais ousada. No último fim de semana, ela foi observada roubando pranchas de surfe em três ocasiões distintas.

         Na segunda-feira, o engenheiro de software Joon Lee, 40 anos, estava surfando em Steamer Lane, um ponto muito procurado por surfistas em Santa Fe, quando 841 se aproximou de sua prancha.

       "Tentei me afastar, mas não consegui ir muito longe até ela cortar com os dentes o cordão que prendia a prancha a meu tornozelo", ele disse.

       Lee abandonou sua prancha e ficou assistindo, chocado, à lontra subir sobre a peça e passar a arrancar pedaços dela com seus maxilares poderosos.

         "Tentei tirá-la de cima, virando a prancha e empurrando-a para longe, mas ela estava fixada sobre minha prancha, por alguma razão, e não parava de atacar", ele disse. Se as autoridades conseguirem capturar 841, ela será levada de volta ao Aquário de Monterey Bay e depois transferida para outro aquário, onde passará o resto da vida. Seus captores têm um trabalho difícil pela frente. Já foram feitas várias tentativas de captura, todas fracassadas.

         "Ela está mostrando talento para fugir de nós", disse Jessica Fujii, administradora do programa de lontras-marinhas no Aquário de Monterey Bay.
Na língua portuguesa, uma mesma palavra pode ter diferentes usos, dependendo do contexto no qual está inserida. Após analisar morfologicamente a palavra sublinhada em cada opção, indique aquela em que a classificação colocada à frente do segmento foi feita INADEQUADAMENTE. 
Alternativas
Q3694284 Português
Lontra-marinha rouba pranchas e surfa na Califórnia

Acostumado com a presença humana, animal vai em busca

de alimento e acaba levando as pranchas


Annie Roth

SANTA CRUZ (CALIFÓRNIA) | THE NEW YORK TIMES


        Nos últimos verões, vários surfistas em Santa Cruz vêm sendo vítimas de um crime no mar: o roubo de suas pranchas. A culpada é uma lontra-marinha fêmea que aborda os surfistas, roubando suas pranchas de surfe nesse processo e às vezes danificando-as.

        Após um fim de semana no qual o comportamento da lontra pareceu ter ficado mais agressivo ainda, na segunda feira autoridades responsáveis pela fauna e flora da região anunciaram a decisão de colocar um ponto final nos furtos cometidos pela lontra.

       "Devido ao risco crescente à segurança do público, uma equipe do Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia (CFDW, a sigla em inglês) e do Aquário de Monterey Bay, treinada na captura e no manejo de lontras marinhas, foi enviada para tentar capturar a lontra e reassentá-la", disse uma porta-voz do CFDW em comunicado à imprensa.

     As autoridades locais chamam o animal de Otter 841 (Lontra 841). A fêmea de 5 anos de idade é conhecida por seu comportamento ousado e sua capacidade de realizar a manobra de surfe hang 10.

     As lontras-marinhas da Califórnia, conhecidas como lontras-marinhas sulinas, são uma espécie ameaçada encontrada exclusivamente na costa central da Califórnia. No passado, centenas de milhares dessas lontras viviam nas águas costeiras do estado, ajudando a manter as florestas de algas kelp saudáveis, consumindo os ouriços-do-mar. Mas quando a costa oeste dos Estados Unidos foi colonizada, a espécie foi caçada até ficar quase extinta, até a caça ser proibida em 1911.

      Hoje restam cerca de 3.000 lontras. Muitas delas vivem em áreas frequentadas por surfistas, praticantes de paddleboarding e pessoas em caiaques.

      Apesar dessa proximidade estreita, as interações entre lontras-marinhas e humanos ainda são raras. Os animais sentem medo inato dos humanos e geralmente fazem todo o possível para evitá-los, disse o ecologista Tim Tinker, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, que estuda os mamíferos marinhos há décadas.

         Uma lontra-marinha abordar um humano "não é normal", ele disse, "mas o fato de não ser normal não significa que nunca aconteça".

        A lontra 841 foi observada pela primeira vez subindo numa embarcação em Santa Cruz em 2021. Em um primeiro momento o comportamento foi excepcional, mas com o tempo a lontra foi ficando mais ousada. No último fim de semana, ela foi observada roubando pranchas de surfe em três ocasiões distintas.

         Na segunda-feira, o engenheiro de software Joon Lee, 40 anos, estava surfando em Steamer Lane, um ponto muito procurado por surfistas em Santa Fe, quando 841 se aproximou de sua prancha.

       "Tentei me afastar, mas não consegui ir muito longe até ela cortar com os dentes o cordão que prendia a prancha a meu tornozelo", ele disse.

       Lee abandonou sua prancha e ficou assistindo, chocado, à lontra subir sobre a peça e passar a arrancar pedaços dela com seus maxilares poderosos.

         "Tentei tirá-la de cima, virando a prancha e empurrando-a para longe, mas ela estava fixada sobre minha prancha, por alguma razão, e não parava de atacar", ele disse. Se as autoridades conseguirem capturar 841, ela será levada de volta ao Aquário de Monterey Bay e depois transferida para outro aquário, onde passará o resto da vida. Seus captores têm um trabalho difícil pela frente. Já foram feitas várias tentativas de captura, todas fracassadas.

         "Ela está mostrando talento para fugir de nós", disse Jessica Fujii, administradora do programa de lontras-marinhas no Aquário de Monterey Bay.
Acerca dos estudos de processos de formação de palavras, analise os itens, assinalando-os como verdadeiros (V) ou falsos (F). Em seguida, indique a sequência CORRETA.

( ) A palavra “roubo” é formada por derivação regressiva a partir do verbo “roubar”.
( ) O verbo “reassentar” é formado por derivação imprópria.
( ) A palavra “lontras-marinhas” é composta por justaposição.
( ) A palavra “porta-voz” é composta por aglutinação.  
Alternativas
Q3694211 Português
Leia com atenção as alternativas e assinale aquela que não possuir um substantivo coletivo:
Alternativas
Q3694045 Português
As palavras que, na nossa língua, modificam os substantivos, atribuindo-lhes características, são chamadas adjetivos. Assinale, entre os segmentos retirados do texto, aquele cuja palavra em destaque deve ser considerada adjetivo.
Alternativas
Q3693890 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os humanos não são mais os únicos primatas que passam pela menopausa


Novas evidências mostram que os chimpanzés experimentam a mudança hormonal, mas o que eles fazem e como vivem depois desse período continua sendo um foco de pesquisa.


 Nonna, Abuela, Vovó, Avó... Seja qual for o nome, os seres humanos são uma das poucas espécies em que as fêmeas vivem muito além da idade reprodutiva para se tornarem avós.


De fato, o clube das avós é tão pequeno que é possível contar nos dedos de uma mão as outras espécies conhecidas por terem vivido e sobrevivido à menopausa. Elas incluem as baleias orcas, baleias-piloto de barbatanas curtas, narvais, baleias beluga e falsas baleias assassinas.


Mas um novo estudo de referência confirma que pelo menos uma população de chimpanzés pode agora ser adicionada à lista de elite. A descoberta é o resultado de 21 anos de observação da comunidade Ngogo de chimpanzés selvagens no Parque Nacional de Kibale, em Uganda, na África. Bem, isso e a coleta de muita urina de chimpanzé nas copas das árvores.


"O que fazemos é cortar uma pequena árvore que tenha um belo "Y" na extremidade. Depois, colocamos um saco plástico bem fino sobre ele", diz Kevin Langergraber, primatologista da Universidade Estadual do Arizona e autor sênior do estudo publicado hoje na revista Science. "Você só espera que não haja muito respingo", ele conta rindo.


Embora as circunstâncias possam parecer bobas, o estudo da urina de 66 mulheres Ngogo, com idades entre 14 e 67 anos, mostrou que seus níveis hormonais mudaram depois de chegar aos 50 anos, confirmando que elas estavam na menopausa. É interessante notar que 50 anos também é a idade em que muitas pessoas começam a entrar na menopausa.


 Langengraber e outros pesquisadores de primatas há muito tempo se perguntavam por que os seres humanos têm menopausa enquanto nenhum de nossos primos evolucionários mais próximos parece ter.


"É muito legal finalmente ver essa peça do quebra-cabeça se encaixar", diz Catherine Hobaiter, primatologista da Universidade de St. Andrews, na Escócia, que também estuda chimpanzés na Budongo Central Forest Reserve, em Uganda, mas que não participou do novo estudo.


Então, por que a menopausa levou tanto tempo para ser descoberta nos chimpanzés? A resposta curta é que é extremamente difícil estudar o funcionamento interno de animais grandes e selvagens sem prejudicá-los.


 O estudo dos chimpanzés apresenta vários outros desafios, como o fato de eles terem uma vida extremamente longa, especialmente em cativeiro. Acredita-se que uma fêmea, conhecida como Little Mama, tinha mais de 70 anos quando morreu em um parque de safári na Flórida (Estados Unidos) em 2017. Isso significa que os cientistas simplesmente não têm dados de duas décadas para muitos grupos de chimpanzés na África Central e Ocidental.


Mas a duração do Projeto Ngogo Chimpanzee, que começou em 1993, e a técnica não invasiva de coleta de urina deram aos cientistas confiança em suas descobertas.


Especificamente, a equipe descobriu que as fêmeas idosas sofrem as mesmas alterações endocrinológicas que uma mulher na meia-idade: seus níveis de estrogênios e progesterona caem, enquanto os níveis de hormônios folículo-estimulantes e luteinizantes aumentam.


Entretanto, Langergraber adverte que a população de Ngogo pode ser um caso atípico quando se trata do restante da espécie. Isso porque a comunidade de Ngogo vive em uma espécie de 'Éden dos chimpanzés': o Parque Nacional de Kibale é rico em recursos e bem protegido, e também não tem leopardos, seu principal predador.


 E como a comunidade Ngogo se encontra no coração do parque, seus únicos vizinhos são outros chimpanzés − não humanos que podem expor os chimpanzés a patógenos que devastaram outras comunidades.


 O outro lado da moeda pode ser verdadeiro: todas as populações de chimpanzés já viveram na relativa prosperidade que os chimpanzés de Ngogo desfrutam hoje, mas as pessoas exerceram tanta pressão sobre os animais que eles não vivem mais o suficiente para entrar na menopausa. É claro que a resposta também pode estar em algum lugar no meio, afirma Langergraber.


Outra questão intrigante é se as avós dos chimpanzés têm algum valor evolutivo extra. Afinal de contas, os pesquisadores demonstraram em seres humanos que a presença de uma avó viva pode transmitir benefícios aos netos por meio de coisas como o fornecimento de alimentos extras e cuidados com as crianças (algo que a Ninny e a vovó Pickles fazem na minha própria família). Os cientistas também observaram evidências desse efeito avó em elefantes asiáticos e orcas.


 A resposta não é clara, principalmente porque as sociedades de chimpanzés são muito diferentes das humanas, explica o líder do estudo Brian Wood, antropólogo evolucionário da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.


Por exemplo, tanto os chimpanzés machos quanto as fêmeas se acasalam de forma promíscua, em vez de formar laços de pares de longo prazo. As mães cuidam exclusivamente de seus filhotes. E quando atingem a maturidade, as fêmeas partem em busca de novas comunidades, enquanto os machos permanecem na área em que nasceram. Tudo isso significa que os avós chimpanzés provavelmente não sabem quem são seus netos da mesma forma que os humanos, ou mesmo as orcas.


"Isso não significa que todas essas fêmeas mais velhas não estejam fazendo coisas importantes", diz Wood. "Mas isso tudo é trabalho futuro a ser feito." Em sua população de estudo em Budongo, Hobaiter observou que as fêmeas mais velhas se afastaram das competições diárias que fazem parte da vida dos chimpanzés.


Mas eles ainda parecem ter prestígio e respeito. Uma chimpanzé anciã, chamada Nambi, vive em Budongo há provavelmente 60 anos ou mais, e Hobaiter testemunhou momentos em que ela parece liderar e tomar decisões pelo grupo. "O que ela viu naquela floresta, as diferentes estações que conheceu, as diferentes áreas da floresta, as interações com os vizinhos, é esse incrível legado de seu conhecimento."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanoshttps://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanos

Assinale a alternativa com trecho do texto que utilize um advérbio de modo:
Alternativas
Q3693428 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ferrari mais cara já leiloada alcança preço de US$ 51,7 milhões


Uma Ferrari 250 GTO foi vendida por US$ 51,7 milhões (mais de R$ 250 milhões), se tornando o carro da marca italiana de valor mais alto a ser vendido em um leilão.


 A venda por preço recorde aconteceu na Sotheby's, em Nova York, na segunda-feira (13), quando o carro foi oferecido publicamente pela primeira vez em 38 anos.


 Gord Duff, diretor de leilões na Sotheby's, disse que a venda "destaca a estatura sem paralelo da Ferrari como um dos objetos mais desejados do mundo".


"Essa transação adiciona um novo capítulo à história de um veículo com um legado incomparável", afirmou Duff em um comunicado à imprensa.


"Agora, ele figura entre os carros mais caros já vendidos em leilão, um verdadeiro testamento de seu lugar singular na história", acrescentou.


Apenas 39 exemplares do 250 GTO foram fabricados pela lendária marca italiana entre os anos de 1962 e 1964, e é extremamente raro que um dos donos desfaça carro, seja qual for o preço.


A unidade vendida, de chassi de número 3765, é uma das 34 feitas com a carroceria Tipo 1962, e a única entre essas a ser usada em corrida pela equipe da Scuderia Ferrari, participando de corridas como a Le Mans 24 Hour.


"Reivindicando uma origem de construção única e um notável pedigree de corridas de época, este espetacular GTO está entre os exemplos mais singulares do modelo", escreveu a casa de leilões no anúncio, que apresentava a venda como "uma chance extraordinária de adquirir o Santo Graal do panteão dos carros esportivos, algo que deve ser apreciado pela oportunidade que representa".


A raridade do veículo indica que ele foi destaque em várias revistas especializadas em Ferrari ao longo das décadas, e a Sotheby's sugere que "a disponibilidade pública de um GTO tão singular pode nunca mais se repetir em nossa vida".


Enquanto o 3765 é agora o Ferrari mais caro já vendido em leilão, outro 250 GTO detém o recorde de Ferrari mais cara já vendida.


O renomado colecionador de carros David MacNeil, fundador e CEO da empresa de tapetes automotivos WeatherTech, comprou o chassi número 4153 GT por US$ 70 milhões em 2018.


Na época, James Knight, presidente do grupo de automóveis da casa de leilões britânica Bonhams, comparou os 250 GTOs a algumas das obras de arte mais exclusivas do mundo.


"O Ferrari 250 GTO é como "Os Girassóis" de Van Gogh e um talismã para qualquer coleção de alto nível", disse Knight. "E o GTO que recentemente foi vendido está entre os cinco melhores existentes."



 https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/ferrari-mais-cara-ja-leiloada-alcan ca-preco-de-us-517-milhoes/

Leia com atenção as alternativas e assinale aquela em que se pode encontrar um adjetivo pátrio: 
Alternativas
Q3691689 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Assinale a alternativa em que a palavra indicada, no texto, desempenhe papel adjetivo. 
Alternativas
Q3691688 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia. (L.16-19)


No período acima, há

Alternativas
Q3691683 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido formada por composição.
Alternativas
Q3690929 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


"IARA, UM MITO BEM ENCANTADOR"



(1º§) A Iara é um dos mitos mais conhecidos, também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente, as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição, na verdade é da sereia europeia e não da Iara amazônica, idolatrada na região.



(2º§) A Iara, além de ser confundida com a sereia europeia, é também confundida com a Iemanjá africana e, na verdade, nada tem a ver nem com uma nem com outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.



(3º§) Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas. Nem sempre voltam ao mundo dos vivos... Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantados... e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor. Um pajé tão bom de reza para representação de sua tribo.



(4º§) Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe; não é parte do corpo de Iara, razão por que os peixes vão se afastando dela.



(5º§) Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região. Você gostou das informações sobre Iara? Viva a Iara com sua beleza!



*Glossário: "Plagas" − quer dizer: Região ou país; local habitado.Extensão de terra; espaço de um território; terreno.


Fonte:(http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_iara.htm) −

(Acesso em 20.11.2023) − (Adaptado)



Marque a expressão escrita com substantivo comum e adjetivo biforme que estão concordando, respectivamente, no gênero feminino e no singular.
Alternativas
Respostas
7961: D
7962: B
7963: A
7964: B
7965: A
7966: D
7967: D
7968: A
7969: A
7970: C
7971: A
7972: A
7973: B
7974: C
7975: B
7976: D
7977: B
7978: C
7979: D
7980: C