Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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I. Na frase “Líderes do futuro se posicionam”, tem-se um caso de próclise.
II. O verbo “requer” está conjugado no presente do indicativo.
III. A expressão “no fundo” consiste em um advérbio, que exerce a função de adjunto adnominal na frase.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
( ) O coletivo de verdura é molho.
( ) O coletivo de pernilongos é nuvem.
( ) O coletivo de animais de uma região é flora.
( ) O coletivo de borboleta é panapaná.
( ) O coletivo de porcos é junta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
I.Os substantivos: "configurações" e "premeditação" exercem função sintática de complemento nominal, são oxítonas comprovadas pelo uso do "T I L" para manter a tonicidade.
II.No segmento: "sistema que; ruído que; essas coisas" − temos três pronomes com a mesma classificação e a mesma função sintática".
III. No período: "Relativamente à fala que é individual e acidental " − temos adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.
IV.No período: "a língua distingue-se por ser social e essencial " − comprovamos, respectivamente: um artigo definido com função sintática de adjunto adnominal; um pronome oblíquo exemplificando uma ênclise; dois adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.
V.A série contém: "função"; "opõe"; "universo"; "ouvintes"; "heteróclito"; "excêntrico" - dois oxítonos; dois paroxítonos; dois proparoxítonos.
Marque a alternativa com a opção correta.
( ) A palavra “roubo” é formada por derivação regressiva a partir do verbo “roubar”.
( ) O verbo “reassentar” é formado por derivação imprópria.
( ) A palavra “lontras-marinhas” é composta por justaposição.
( ) A palavra “porta-voz” é composta por aglutinação.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ferrari mais cara já leiloada alcança preço de US$ 51,7 milhões
Uma Ferrari 250 GTO foi vendida por US$ 51,7 milhões (mais de R$ 250 milhões), se tornando o carro da marca italiana de valor mais alto a ser vendido em um leilão.
A venda por preço recorde aconteceu na Sotheby's, em Nova York, na segunda-feira (13), quando o carro foi oferecido publicamente pela primeira vez em 38 anos.
Gord Duff, diretor de leilões na Sotheby's, disse que a venda "destaca a estatura sem paralelo da Ferrari como um dos objetos mais desejados do mundo".
"Essa transação adiciona um novo capítulo à história de um veículo com um legado incomparável", afirmou Duff em um comunicado à imprensa.
"Agora, ele figura entre os carros mais caros já vendidos em leilão, um verdadeiro testamento de seu lugar singular na história", acrescentou.
Apenas 39 exemplares do 250 GTO foram fabricados pela lendária marca italiana entre os anos de 1962 e 1964, e é extremamente raro que um dos donos desfaça carro, seja qual for o preço.
A unidade vendida, de chassi de número 3765, é uma das 34 feitas com a carroceria Tipo 1962, e a única entre essas a ser usada em corrida pela equipe da Scuderia Ferrari, participando de corridas como a Le Mans 24 Hour.
"Reivindicando uma origem de construção única e um notável pedigree de corridas de época, este espetacular GTO está entre os exemplos mais singulares do modelo", escreveu a casa de leilões no anúncio, que apresentava a venda como "uma chance extraordinária de adquirir o Santo Graal do panteão dos carros esportivos, algo que deve ser apreciado pela oportunidade que representa".
A raridade do veículo indica que ele foi destaque em várias revistas especializadas em Ferrari ao longo das décadas, e a Sotheby's sugere que "a disponibilidade pública de um GTO tão singular pode nunca mais se repetir em nossa vida".
Enquanto o 3765 é agora o Ferrari mais caro já vendido em leilão, outro 250 GTO detém o recorde de Ferrari mais cara já vendida.
O renomado colecionador de carros David MacNeil, fundador e CEO da empresa de tapetes automotivos WeatherTech, comprou o chassi número 4153 GT por US$ 70 milhões em 2018.
Na época, James Knight, presidente do grupo de automóveis da casa de leilões britânica Bonhams, comparou os 250 GTOs a algumas das obras de arte mais exclusivas do mundo.
"O Ferrari 250 GTO é como "Os Girassóis" de Van Gogh e um talismã para qualquer coleção de alto nível", disse Knight. "E o GTO que recentemente foi vendido está entre os cinco melhores existentes."
https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/ferrari-mais-cara-ja-leiloada-alcan ca-preco-de-us-517-milhoes/
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia. (L.16-19)
No período acima, há
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
"IARA, UM MITO BEM ENCANTADOR"
(1º§) A Iara é um dos mitos mais conhecidos, também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente, as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição, na verdade é da sereia europeia e não da Iara amazônica, idolatrada na região.
(2º§) A Iara, além de ser confundida com a sereia europeia, é também confundida com a Iemanjá africana e, na verdade, nada tem a ver nem com uma nem com outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.
(3º§) Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas. Nem sempre voltam ao mundo dos vivos... Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantados... e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor. Um pajé tão bom de reza para representação de sua tribo.
(4º§) Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe; não é parte do corpo de Iara, razão por que os peixes vão se afastando dela.
(5º§) Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região. Você gostou das informações sobre Iara? Viva a Iara com sua beleza!
*Glossário: "Plagas" − quer dizer: Região ou país; local habitado.Extensão de terra; espaço de um território; terreno.
Fonte:(http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_iara.htm) −
(Acesso em 20.11.2023) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
"IARA, UM MITO BEM ENCANTADOR"
(1º§) A Iara é um dos mitos mais conhecidos, também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente, as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição, na verdade é da sereia europeia e não da Iara amazônica, idolatrada na região.
(2º§) A Iara, além de ser confundida com a sereia europeia, é também confundida com a Iemanjá africana e, na verdade, nada tem a ver nem com uma nem com outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.
(3º§) Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas. Nem sempre voltam ao mundo dos vivos... Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantados... e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor. Um pajé tão bom de reza para representação de sua tribo.
(4º§) Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe; não é parte do corpo de Iara, razão por que os peixes vão se afastando dela.
(5º§) Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região. Você gostou das informações sobre Iara? Viva a Iara com sua beleza!
*Glossário: "Plagas" − quer dizer: Região ou país; local habitado.Extensão de terra; espaço de um território; terreno.
Fonte:(http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_iara.htm) −
(Acesso em 20.11.2023) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
"IARA, UM MITO BEM ENCANTADOR"
(1º§) A Iara é um dos mitos mais conhecidos, também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente, as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição, na verdade é da sereia europeia e não da Iara amazônica, idolatrada na região.
(2º§) A Iara, além de ser confundida com a sereia europeia, é também confundida com a Iemanjá africana e, na verdade, nada tem a ver nem com uma nem com outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.
(3º§) Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas. Nem sempre voltam ao mundo dos vivos... Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantados... e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor. Um pajé tão bom de reza para representação de sua tribo.
(4º§) Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe; não é parte do corpo de Iara, razão por que os peixes vão se afastando dela.
(5º§) Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região. Você gostou das informações sobre Iara? Viva a Iara com sua beleza!
*Glossário: "Plagas" − quer dizer: Região ou país; local habitado.Extensão de terra; espaço de um território; terreno.
Fonte:(http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_iara.htm) −
(Acesso em 20.11.2023) − (Adaptado)
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O antigo chá de sumiço ganhou
uma série de novas variantes na era atual
Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.
A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.
O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.
O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.
Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.
No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca.
Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.
Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".
Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".
Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.
Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.
Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.
(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)
O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação. (L.7-9)
No período acima há