Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Trecho 1: “O Palácio de Eliseu comunicou ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva” (4º parágrafo)
Trecho 2: “Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária” (5º parágrafo)
Considerando-se essas informações, infere-se que entre o Trecho 1 e o Trecho 2 há uma relação de:
"Lucas gosta ___ silêncio para estudar e precisa se concentrar ___ obter bons resultados."
Temos que lutar com todas as forças para deixarmos crianças longe das redes sociais


Ou todos nós tiramos as crianças dessa arapuca, ou a que ficar de fora será a esquisitona. (L.36-37)
No período acima há :
I. O grau aumentativo exprime um aumento do ser relativamente ao seu tamanho normal. Pode ser formado sintática ou analiticamente. Além de expressar a ideia de tamanho, podem exprimir também deformidade, desprezo ou troça; existem aumentativos que são fictícios, isto é, têm a forma aumentativa, mas sem sentido de aumento.
II. -acho, -ebre, -ejo e -ico são exemplos de sufixos aumentativos.
III. O grau diminutivo exprime um ser com seu tamanho normal diminuído. A gramática normativa reconhece apenas uma possibilidade de formação, quando se acrescenta um vocábulo de valor adjetivo ao substantivo. Assim como o grau aumentativo, o diminutivo pode carregar outras informações, como conformidade e apreço.
Quais estão corretas?
32% dos professores de educação física usam o próprio
material por falta de recursos das escolas


Internet:<www.g1.globo.com>
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
O vocábulo “segundo” (linha 4) é uma preposição.
32% dos professores de educação física usam o próprio
material por falta de recursos das escolas


Internet:<www.g1.globo.com>
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Em “A precariedade de materiais e infraestrutura
esportiva nas escolas” (linhas 1 e 2), a conjunção “e”
coordena “precariedade” e “infraestrutura”.
Julgue o item subsequente.
Para que a preposição ocorra, uma regência nominal
precisa ser estabelecida. Sem a regência, a preposição
não ocorre.
Assinale a frase em que esse significado está indicado erradamente.









(Elisa Martins. Valquiria Daher.
https://cienciahoje.org.br/artigo/por-uma-ciencia-mais-pop-ediversa/. Abril 2024)
Sobre o emprego do termo “porque” no início da segunda estrofe do poema dos alunos da Escola Municipal de Timóteo, é correto afirmar que ele se escreve junto e sem acento por
A QUESTÃO SE REFERE À TIRINHA A SEGUIR.

Disponível em: https://br.ifunny.co/picture/i-espantalho-eu-tenho-umaduvida-como-voce-consegue-falar-1Tt0T69C7 Acesso em: 27 set. 2023.
Do ponto de vista morfológico, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre as palavras na tirinha.
( ) A palavra “sem”, no quarto quadrinho, é um pronome simples.
( ) A palavra “se”, no segundo quadrinho, é um pronome reflexivo.
( ) No terceiro quadrinho, a palavra “tão” é um advérbio de intensidade.
( ) No segundo quadrinho, a palavra “como” é um advérbio interrogativo.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Leia o texto a seguir:
Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso
Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava
Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta.
A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes.
Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área.
Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha.
As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta.
“Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”
Fonte:https://www.estadao.com.br/ciencia/os-cientistas-estudavam-um-fossildesde-1931-mas-ele-era-falso/?utm_source =facebook%3Anewsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais%3A022024%3Ae&utm_content=%3 A%3A%3A&utm_term=&fbclid=IwAR36U9jU2vP_r3p9UTPMxeE9eaWZRspaYPszffivcojgwqLQlsqZ5VR9hP0. Acesso em 09/03/2024