Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Farofa de Tanajura
Por Leonardo Igor de Souza
01 Em 13 de julho de 1553, desembarcou em Salvador o padre jesuíta José de Anchieta,
02considerado hoje um dos primeiros escritores da Literatura Brasileira. Em sua convivência com
03 os povos indígenas no Brasil, um dos hábitos que lhe chamou atenção – e do qual ele provou
04 – foi o de coletar e comer as chamadas içás, conhecidas em parte do Brasil como saúvas e, no
05 Ceará, como tanajuras.
06 Ainda agora, o hábito de comer tanajura, observado nos tempos da colônia, segue
07 preservado no Ceará, na região da Serra da Ibiapaba, onde estão municípios como Ubajara,
08 Tianguá, Ibiapina, São Benedito, Viçosa do Ceará, entre outros.
09 As tanajuras (Atta cephalotes) são uma espécie de formiga com asas e com o abdômen
10 pronunciado. Elas costumam aparecer no período chuvoso, na época chamada de revoada,
11 quando elas deixam o solo _______ da chuva. Nesse período, elas se reproduzem e formam
12 uma nova colônia, um novo lar, em um espaço mais seco.
13 É nesse período que muita gente aproveita para coletar os espécimes e prepará-los para
14 o consumo. Na maior parte das vezes, a iguaria é consumida frita, sendo utilizada como
15 ingrediente principal para o preparo de farofa de tanajura.
16 “Quando tem uma boa chuva com trovão e no dia seguinte faz um sol quente que começa
17 a sair [tanajura], você vê um monte de gente na rua. Quem pode vai para os sítios, quem tem
18 a _______ de entrar nos formigueiros, coloca bota e tudo para poder ir pegar”, conta a
19 nutricionista Lídia Sousa, moradora do município de Ibiapina, na Serra da Ibiapaba.
20 Lídia nasceu no Distrito Federal, mas seus pais são cearenses da região da Ibiapaba. Ela
21 conta que vive em Ibiapina há cerca de 15 anos, mas já tinha o hábito de comer tanajuras desde
22 pequena na capital federal. No Distrito Federal, ela e a família moravam em uma chácara, por
23 isso conseguiam capturar as tanajuras no período de chuvas. “Lá mesmo ninguém consumia,
24 pessoal inclusive achava engraçado, julgava, dizia que a gente tava comendo formiga”, relembra.
25 Na Serra da Ibiapiaba, se alguém perguntar de onde vem o hábito de comer tanajuras, diferentes
26 versões vão surgir. Hoje, no entanto, especialistas concordam que o hábito é uma herança do
27 povo indígena Tabajara, que habita a região.
28 O professor Paulo Henrique Machado, do curso de Gastronomia da Universidade Federal
29 do Ceará (UFC), integra um grupo na universidade que estuda a entomofagia, que é o consumo
30 de insetos como alimentos. O professor aponta que a prática pode ser encontrada em várias
31 comunidades do Brasil. “E não só o inseto, mas produtos dele, no caso do mel da abelha, da
32 cochonilha que produz corante vermelho, mais para rosado. E tem muitos produtos, mesmo
33 industrializados. Então é um hábito comum que às vezes a gente não sabe”, destaca.
34 Do ponto de vista nutricional, .... tanajura é considerada um alimento com altas
35 concentrações de lipídios e proteínas, de acordo com análise feita em laboratório pelo professor
36 Paulo Henrique Machado e outros dois colegas da UFC. A pesquisa, publicada em 2020, indicou
37 que as tanajuras têm um perfil de ácidos graxos majoritariamente composto de ácidos graxos
38 monoinsaturados, semelhante .... carnes de boi e de porco, “enriquecendo .... dieta daqueles
39 que .... ingerem”.
(Disponível em: www.g1.globo.com/ce/ceara/noticia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho “Ela conta que vive em Ibiapina há cerca de 15 anos, mas já tinha o hábito de comer tanajuras desde pequena na capital federal”, assinale a alternativa que apresenta uma conjunção.
O pavão
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
(BRAGA, Rubem. Portal da Crônica Brasileira, 1958.)
Os termos a seguir estão flexionados no grau diminutivo; assinale a alternativa INCORRETA quanto a escrita desta flexão de grau.
Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.
Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto
Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.
Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.
Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.
Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.
Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.
A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.
Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.
Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.
O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.
“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.
(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)
A função sintática da palavra “que” em “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia [...]” (4º§) é:
Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.
Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto
Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.
Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.
Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.
Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.
Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.
A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.
Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.
Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.
O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.
“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.
(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)
“Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.” (8º§) O vocábulo sublinhado pode ser substituído, adequadamente, por:
Luta
Eram duas mulheres brigando – e depois não houve nada. Embolaram-se por qualquer motivo e não queriam desprender-se uma da outra. Não havendo superioridade física acentuada de uma das partes, as duas se fundiram num corpo confuso e sacudido de vibrações, que ia e vinha pela calçada, lento e brusco, nervoso e rítmico. O instinto de dança subsistia no íntimo das contendoras, prevalecendo sobre as tentativas dos corpos para se abaterem mutuamente. E tudo se fazia em silêncio, como se baila, mesmo porque nenhuma palavra adiantaria à cólera das mulheres, que só o jogo de músculos e nervos saberia exprimir numa linguagem dinâmica e cheia de consequências.
Brigaram bem cinco minutos, é uma eternidade para entreveros. Não tinham pressa de acabar. Brigavam com fúria e ao mesmo tempo com método. O fato de uma não ser bastante vigorosa para decidir imediatamente a peleja não impediu que ela dominasse a outra. Dominava, mas a outra não se rendia. Tão rentes as duas, tão grudadas, que o mesmo gesto agressor era gesto de apoio. A mais fraca empenhava-se em salvar o rosto do agravo de unhas e dentes e, de cabeça baixa, olhos cerrados, fazia pressão sobre o pescoço da competidora, enquanto lhe apertava a cintura com a mão esquerda e com a direita atacava na medida do possível. Mas a segunda lhe ministrava pequenos tapas enérgicos nas faces sempre que podia reeguer-lhe a cabeça; e quando deixava de fazê-lo, era para ir dilacerando a blusa, que não resistiu ao assalto e logo se esfarinhou em trapos. Sem descuidar-se da defesa, atacou em seguida o soutien, e um seio negro saltou, assustado. A mais fraca estava demasiado absorvida em equilibrar-se e fisgar uma orelha da mais forte e não se afligiu com esse pormenor. Percebia-se que, se a luta durasse, a mais forte poria nua a mais fraca, mas botar nu o adversário não é vencê-lo, e estava longe o momento da exaustão absoluta de uma, ou de ambas.
Continuaram rodando e oscilando numa área limitada, até que a de maior poder ofensivo entreviu o partido a tirar da rampa da garagem subterrânea, e foi conduzindo o balé nessa direção. No empenho de não cair, a outra se deixava empurrar e ia recuando de costas, sem esperança, mas sem pânico. Ambas tinham posto demasiada alma naquela briga para dar-lhe final prematuro, e a obstinação de uma em bater não era menor que a da outra em apanhar, evidenciando igual têmpera nas duas, sem embargo da vitória física já pendida para um lado. Sumiram lá dentro, lentamente.
O escuro da garagem reteve-as por alguns momentos, até que a vencedora emergiu, vagarosa, arquejante. Os lábios tremiam, o rosto expunha sinais de combate, os olhos esgazeados não se voltavam para nenhum ponto. Inclinou-se para apanhar na calçada da rua elegante a marmita que ali deixara. Depois, andou um pouco, às tontas, até firmar rumo, e seguiu para o trabalho.
O grupo que se formara ao iniciar-se a peleja foi se dispersando, alegremente. Eram pessoas de vários tipos e condições, e nenhuma pensara em intervir, como se faz em briga de homem. Ou se alguém pensou, foi travado pela perspectiva do ridículo. Costumes. Briga de mulher é motivo de curiosidade divertida, apenas. No máximo, as pessoas distintas olham com reprovação desdenhosa. Ônibus, lotações e automóveis, parados para apreciar o espetáculo, puseram-se em movimento. A outra mulher, a derrotada, subiu afinal a rampa, também digna, com o busto envolto num jornal.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Luta. In: – Fala, amendoeira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1973. p. 141-3. Adaptado.)
As classes de palavras ou classes gramaticais são categorias nas quais as palavras são distribuídas de acordo com a sua natureza e função gramatical no enunciado. As expressões destacadas pertencem à mesma classe gramatical, EXCETO em:
Luta
Eram duas mulheres brigando – e depois não houve nada. Embolaram-se por qualquer motivo e não queriam desprender-se uma da outra. Não havendo superioridade física acentuada de uma das partes, as duas se fundiram num corpo confuso e sacudido de vibrações, que ia e vinha pela calçada, lento e brusco, nervoso e rítmico. O instinto de dança subsistia no íntimo das contendoras, prevalecendo sobre as tentativas dos corpos para se abaterem mutuamente. E tudo se fazia em silêncio, como se baila, mesmo porque nenhuma palavra adiantaria à cólera das mulheres, que só o jogo de músculos e nervos saberia exprimir numa linguagem dinâmica e cheia de consequências.
Brigaram bem cinco minutos, é uma eternidade para entreveros. Não tinham pressa de acabar. Brigavam com fúria e ao mesmo tempo com método. O fato de uma não ser bastante vigorosa para decidir imediatamente a peleja não impediu que ela dominasse a outra. Dominava, mas a outra não se rendia. Tão rentes as duas, tão grudadas, que o mesmo gesto agressor era gesto de apoio. A mais fraca empenhava-se em salvar o rosto do agravo de unhas e dentes e, de cabeça baixa, olhos cerrados, fazia pressão sobre o pescoço da competidora, enquanto lhe apertava a cintura com a mão esquerda e com a direita atacava na medida do possível. Mas a segunda lhe ministrava pequenos tapas enérgicos nas faces sempre que podia reeguer-lhe a cabeça; e quando deixava de fazê-lo, era para ir dilacerando a blusa, que não resistiu ao assalto e logo se esfarinhou em trapos. Sem descuidar-se da defesa, atacou em seguida o soutien, e um seio negro saltou, assustado. A mais fraca estava demasiado absorvida em equilibrar-se e fisgar uma orelha da mais forte e não se afligiu com esse pormenor. Percebia-se que, se a luta durasse, a mais forte poria nua a mais fraca, mas botar nu o adversário não é vencê-lo, e estava longe o momento da exaustão absoluta de uma, ou de ambas.
Continuaram rodando e oscilando numa área limitada, até que a de maior poder ofensivo entreviu o partido a tirar da rampa da garagem subterrânea, e foi conduzindo o balé nessa direção. No empenho de não cair, a outra se deixava empurrar e ia recuando de costas, sem esperança, mas sem pânico. Ambas tinham posto demasiada alma naquela briga para dar-lhe final prematuro, e a obstinação de uma em bater não era menor que a da outra em apanhar, evidenciando igual têmpera nas duas, sem embargo da vitória física já pendida para um lado. Sumiram lá dentro, lentamente.
O escuro da garagem reteve-as por alguns momentos, até que a vencedora emergiu, vagarosa, arquejante. Os lábios tremiam, o rosto expunha sinais de combate, os olhos esgazeados não se voltavam para nenhum ponto. Inclinou-se para apanhar na calçada da rua elegante a marmita que ali deixara. Depois, andou um pouco, às tontas, até firmar rumo, e seguiu para o trabalho.
O grupo que se formara ao iniciar-se a peleja foi se dispersando, alegremente. Eram pessoas de vários tipos e condições, e nenhuma pensara em intervir, como se faz em briga de homem. Ou se alguém pensou, foi travado pela perspectiva do ridículo. Costumes. Briga de mulher é motivo de curiosidade divertida, apenas. No máximo, as pessoas distintas olham com reprovação desdenhosa. Ônibus, lotações e automóveis, parados para apreciar o espetáculo, puseram-se em movimento. A outra mulher, a derrotada, subiu afinal a rampa, também digna, com o busto envolto num jornal.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Luta. In: – Fala, amendoeira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1973. p. 141-3. Adaptado.)
No excerto “Mas a segunda lhe ministrava pequenos tapas enérgicos nas faces sempre que podia reeguer-lhe a cabeça; e quando deixava de fazê-lo, era para ir dilacerando a blusa, que não resistiu ao assalto e logo se esfarinhou em trapos.” (2º§), as expressões sublinhadas denotam ideia de, respectivamente:
Leia a frase e marque a alternativa que preenche corretamente os espaços em branco.
Saímos de casa ______ o café da manhã e andamos pela praia ________ onde foi possível.
Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.
Mais uma vez
Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
[...]
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Na expressão “gente sã”, o termo “sã” está exercendo função de:
Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.
Mais uma vez
Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
[...]
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
A palavra “endoidecer” é formada pelo processo de derivação parassintética. Isso ocorre também em:
Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.
Mais uma vez
Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
[...]
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Em qual alternativa há um substantivo comum masculino?
Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.
Mais uma vez
Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
[...]
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
O verso em que o advérbio destacado possui sentido de lugar é:
Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.
Mais uma vez
Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
[...]
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Marque a alternativa em que a conjunção destacada possui sentido de alternância.
Considere as convenções a seguir.
Coluna 1 Processo de formação
1. Derivação por sufixação
2. Derivação por prefixação
3. Composição por aglutinação
4. Hibridismo
5. Parassíntese
Coluna 2 Palavras
() desalmado
() adjunto
() opúsculo
() altímetro
() vinagre
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Texto 1
Lei Anticorrupção e a Evolução da Integridade Corporativa
A Lei Anticorrupção brasileira, que completa uma década neste mês de agosto, tem contribuído gradualmente para uma transformação nas operações empresariais no país. Um olhar em perspectiva aponta a promoção de uma cultura pautada pela integridade, ética e transparência. Desde sua aprovação, a legislação gerou impactos nos cenários político e econômico que acarretaram mudanças significativas nas práticas de negócios e no ambiente regulatório.
Inspirada por normas e melhores práticas, a lei estabelece a responsabilidade objetiva das organizações por atos de corrupção, além de prever a aplicação de sanções administrativas, como multas e suspensão de contratos governamentais. Adicionalmente, incentiva a adoção de processos internos de compliance e principalmente do Programa de Integridade, que asseguram que as atividades empresariais estejam em conformidade com regulamentações, normas internas e padrões éticos pertinentes.
Esse cenário transformou em pauta incontornável o compliance – termo que define o estado de conformidade interna com práticas, normas e controles, especialmente externos. O compliance apoia decisivamente a gestão dos negócios. Ainda há, claro, um bom caminho a percorrer para que empresas estruturem e incorporem seus programas na área de maneira alinhada à estratégia. Contudo, já é perceptível um amadurecimento, evidenciado pela implementação de tecnologias em prol da gestão da cultura ética e pela criação de canais que auxiliam na elaboração de relatórios, apresentando resultados concretos em várias esferas.
BORGES, Alex. Disponível em: https://www2.deloitte.com/br/pt/ pages/risk/articles/Artigo-Lei-Anticorrupcao.html. Acesso em: 06 de nov. 2023. Fragmento adaptado.
Sobre as frases do texto 1, assinale a alternativa correta.
No fragmento “E que somos capazes de abreviar a brutalidade cotidiana, sendo mais gentis e razoáveis uns com os outros”, o termo sublinhado é classificado como:
No trecho “Então, mantenhamos a ilusão piscando” (l. 33), o vocábulo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido no fragmento, por:
Considere as palavras I. enlouquecer, II. apaziguar e III. entardecer. As palavras dadas são formadas pelo processo de:
Uma carta ao algoritmo
Por Fabrício Carpinejar
01 Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos,
02 em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de
03 nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists,
04 nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a
05 pesquisar, já que ______ o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as
06 nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line,
07 já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de
08 cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes .... desistir de
09 tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente
10 .... seu benefício, por um breve momento de generosidade.
11 Não sei se você ______ pai, ou mãe, ou irmão, alguma ligação afetiva ou consanguínea
12 com os números, mas pense um pouquinho em nós como parte de sua família.
13 Suspenda por um instante sua ambição de estatísticas e nos ajude em nossas realizações.
14 Afinal, está milionário, não precisa de mais nada, pode diminuir o ritmo frenético de seus
15 negócios e faturamento sem correr nenhum risco de empobrecer de repente. Ofereça-nos a
16 tecnologia para encontros afetivos mais rápidos. Não precisamos nos desgastar tanto se você
17 tudo vê, tudo sabe.
18 Portanto, eu peço:
19 — Não deixe nossos amigos continuarem sofrendo por relacionamentos opressivos,
20 sufocantes. De tanto que quebraram a cara no amor, são vitrais. Ponha-os em contato com
21 pessoas que prestam, que possam estabelecer conexões profundas de respeito e admiração.
22 Facilite a intimidade mais do que a atração. Não permita que eles percam a esperança na vida a
23 dois. Não ______ como aconselhá-los depois que se apaixonam pelo perfil errado. Eles não mais
24 nos escutam. Doemos, impotentes, testemunhando que anulam suas identidades para agradar
25 e corresponder .... expectativas insanas da química. Perderão o emprego, a realidade, a razão,
26 o equilíbrio, sustentando a fantasia de quem não os merece.
27 — Afaste de nossa existência virtual os narcisistas. Poupe-nos do trabalho de bloqueá-los
28 após servirmos de cobaias. Já estaremos exaustos e sequelados. Use seu filtro como nosso
29 escudo. Aproxime-nos daqueles que se preocupam com os outros, que ainda postam o pôr de
30 sol ou a lua cheia, que se emocionam com a nudez do mar ou do rio, que ficam na janela,
31 imóveis, olhando a chuva, que recolhem o lixo da rua que não foi jogado por eles, que entendem
32 o valor de uma xícara de café quente e de um cálice de vinho, que passam adiante uma frase de
33 Clarice Lispector ou de Caio Fernando Abreu, que defendem a importância de embrulhar
34 presentes, que esperam ansiosamente o feriado para visitar os pais no interior, que festejam
35 cada móvel que chega em sua casa, que guardam suas moedas num potinho, que organizam o
36 armário inteiro quando adquirem uma peça nova, que dormem agradecendo e acordam rezando
37 por um mundo melhor.
38 — Cuide de nossa saúde mental porque um dia podemos nos cansar de você.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento adaptado “Perderão o emprego, a realidade, a razão, o equilíbrio”, analise as asserções a seguir:
I. O verbo “Perderão” é classificado como verbo transitivo indireto.
PORQUE
II. Tem complementos verbais que iniciam sem preposição.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Uma carta ao algoritmo
Por Fabrício Carpinejar
01 Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos,
02 em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de
03 nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists,
04 nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a
05 pesquisar, já que ______ o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as
06 nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line,
07 já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de
08 cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes .... desistir de
09 tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente
10 .... seu benefício, por um breve momento de generosidade.
11 Não sei se você ______ pai, ou mãe, ou irmão, alguma ligação afetiva ou consanguínea
12 com os números, mas pense um pouquinho em nós como parte de sua família.
13 Suspenda por um instante sua ambição de estatísticas e nos ajude em nossas realizações.
14 Afinal, está milionário, não precisa de mais nada, pode diminuir o ritmo frenético de seus
15 negócios e faturamento sem correr nenhum risco de empobrecer de repente. Ofereça-nos a
16 tecnologia para encontros afetivos mais rápidos. Não precisamos nos desgastar tanto se você
17 tudo vê, tudo sabe.
18 Portanto, eu peço:
19 — Não deixe nossos amigos continuarem sofrendo por relacionamentos opressivos,
20 sufocantes. De tanto que quebraram a cara no amor, são vitrais. Ponha-os em contato com
21 pessoas que prestam, que possam estabelecer conexões profundas de respeito e admiração.
22 Facilite a intimidade mais do que a atração. Não permita que eles percam a esperança na vida a
23 dois. Não ______ como aconselhá-los depois que se apaixonam pelo perfil errado. Eles não mais
24 nos escutam. Doemos, impotentes, testemunhando que anulam suas identidades para agradar
25 e corresponder .... expectativas insanas da química. Perderão o emprego, a realidade, a razão,
26 o equilíbrio, sustentando a fantasia de quem não os merece.
27 — Afaste de nossa existência virtual os narcisistas. Poupe-nos do trabalho de bloqueá-los
28 após servirmos de cobaias. Já estaremos exaustos e sequelados. Use seu filtro como nosso
29 escudo. Aproxime-nos daqueles que se preocupam com os outros, que ainda postam o pôr de
30 sol ou a lua cheia, que se emocionam com a nudez do mar ou do rio, que ficam na janela,
31 imóveis, olhando a chuva, que recolhem o lixo da rua que não foi jogado por eles, que entendem
32 o valor de uma xícara de café quente e de um cálice de vinho, que passam adiante uma frase de
33 Clarice Lispector ou de Caio Fernando Abreu, que defendem a importância de embrulhar
34 presentes, que esperam ansiosamente o feriado para visitar os pais no interior, que festejam
35 cada móvel que chega em sua casa, que guardam suas moedas num potinho, que organizam o
36 armário inteiro quando adquirem uma peça nova, que dormem agradecendo e acordam rezando
37 por um mundo melhor.
38 — Cuide de nossa saúde mental porque um dia podemos nos cansar de você.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
No primeiro parágrafo, o autor utiliza repetidas vezes a locução conjuntiva “já que”. Tendo em vista o pedido realizado no final desse parágrafo, é correto afirmar que essa expressão:
Uma carta ao algoritmo
Por Fabrício Carpinejar
01 Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos,
02 em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de
03 nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists,
04 nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a
05 pesquisar, já que ______ o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as
06 nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line,
07 já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de
08 cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes .... desistir de
09 tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente
10 .... seu benefício, por um breve momento de generosidade.
11 Não sei se você ______ pai, ou mãe, ou irmão, alguma ligação afetiva ou consanguínea
12 com os números, mas pense um pouquinho em nós como parte de sua família.
13 Suspenda por um instante sua ambição de estatísticas e nos ajude em nossas realizações.
14 Afinal, está milionário, não precisa de mais nada, pode diminuir o ritmo frenético de seus
15 negócios e faturamento sem correr nenhum risco de empobrecer de repente. Ofereça-nos a
16 tecnologia para encontros afetivos mais rápidos. Não precisamos nos desgastar tanto se você
17 tudo vê, tudo sabe.
18 Portanto, eu peço:
19 — Não deixe nossos amigos continuarem sofrendo por relacionamentos opressivos,
20 sufocantes. De tanto que quebraram a cara no amor, são vitrais. Ponha-os em contato com
21 pessoas que prestam, que possam estabelecer conexões profundas de respeito e admiração.
22 Facilite a intimidade mais do que a atração. Não permita que eles percam a esperança na vida a
23 dois. Não ______ como aconselhá-los depois que se apaixonam pelo perfil errado. Eles não mais
24 nos escutam. Doemos, impotentes, testemunhando que anulam suas identidades para agradar
25 e corresponder .... expectativas insanas da química. Perderão o emprego, a realidade, a razão,
26 o equilíbrio, sustentando a fantasia de quem não os merece.
27 — Afaste de nossa existência virtual os narcisistas. Poupe-nos do trabalho de bloqueá-los
28 após servirmos de cobaias. Já estaremos exaustos e sequelados. Use seu filtro como nosso
29 escudo. Aproxime-nos daqueles que se preocupam com os outros, que ainda postam o pôr de
30 sol ou a lua cheia, que se emocionam com a nudez do mar ou do rio, que ficam na janela,
31 imóveis, olhando a chuva, que recolhem o lixo da rua que não foi jogado por eles, que entendem
32 o valor de uma xícara de café quente e de um cálice de vinho, que passam adiante uma frase de
33 Clarice Lispector ou de Caio Fernando Abreu, que defendem a importância de embrulhar
34 presentes, que esperam ansiosamente o feriado para visitar os pais no interior, que festejam
35 cada móvel que chega em sua casa, que guardam suas moedas num potinho, que organizam o
36 armário inteiro quando adquirem uma peça nova, que dormem agradecendo e acordam rezando
37 por um mundo melhor.
38 — Cuide de nossa saúde mental porque um dia podemos nos cansar de você.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Diante do exposto no texto, analise as assertivas a seguir:
I. O autor personifica o termo “algoritmo”.
II. Na linha 16, ao utilizar o pronome “você”, o autor interage diretamente com o leitor.
III. O autor não se inclui nos pedidos ao algoritmo, referindo-se unicamente à sociedade no geral.
Quais estão corretas?