Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Foram encontradas 20.084 questões

Q2649810 Português

Leia a tirinha abaixo para responder à questão. 




As palavras PÉS, SUJOS e LIMPAR são classificadas, nessa ordem, em: 
Alternativas
Q2649808 Português
Marque a alternativa em que o adjetivo concorda corretamente com o substantivo: 
Alternativas
Q2649805 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

Lixo eletrônico chegou a nível recorde

      Dos velhos celulares a geladeiras quebradas e cigarros eletrônicos descartados, os resíduos eletrônicos globais atingiram recordes e estão crescendo cinco vezes mais rápido do que as taxas de reciclagem – trazendo uma série de problemas de saúde, ambientais e climáticos, de acordo com uma nova análise.
      Os números são impressionantes. Em 2022, o mundo gerou 62 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, também conhecidos como “e-lixo”, de acordo com o Monitor Global de e-lixo das Nações Unidas.
      Para colocar em perspectiva, esses resíduos poderiam encher mais de 1,5 milhão de caminhões de 40 toneladas que, se colocados para-choque a para-choque, poderiam formar uma linha longa o suficiente para dar a volta na linha do equador.
      E-lixo é o termo guarda-chuva para qualquer produto descartado que tenha um plugue ou uma bateria e frequentemente contém substâncias tóxicas e perigosas, como mercúrio e chumbo.
      Menos de um quarto do e-lixo (22,3%) produzido em 2022 foi documentado como coletado e reciclado, segundo o relatório. Desde 2010, o crescimento do e-lixo superou o crescimento da coleta e reciclagem formais em quase cinco vezes, calculou o relatório.
      A maioria do e-lixo acaba em aterros sanitários ou faz parte de sistemas informais de reciclagem, onde os riscos de poluição e impactos prejudiciais à saúde são altos.
      Uma das melhores maneiras de começar a lidar com a crise do e-lixo é fazer os países ricos pararem de despejar e-lixo em países que não têm capacidade para lidar com eles.

(Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lixo-eletronico-chegou-a-nivel-recorde-entenda-o-problema/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
No trecho “E-lixo é o termo guarda-chuva para qualquer produto descartado que tenha um plugue ou uma bateria e frequentemente contém substâncias tóxicas e perigosas, como mercúrio e chumbo” (Parágrafo 4 do texto I) o termo sublinhado indica que: 
Alternativas
Q2646071 Português

TEXTO 2


Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro


A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange, que importou de Zurique - Suíça -, testes e técnicas para avaliar os ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana. Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação.

Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito. Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações. A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.

A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente, com equipe multidisciplinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem. Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito. Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.

Pedagogos e psicólogos trabalham em equipe, cada um dentro de suas peculiaridades, mas, a profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil somente em 1962, passando a integrar o setor da saúde. A psicologia do trânsito foi uma das primeiras áreas de atuação do psicólogo desde seu reconhecimento. Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar, envolvendo outras áreas como a Engenharia, analisando o comportamento humano e fatores de percepção de risco. Em 1983 foi criado o primeiro grupo de pesquisa em psicologia do trânsito, pela Universidade Federal de Uberlândia, concedendo as primeiras disciplinas e cursos de especialização na área.

A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido. Foi um processo demorado, definindo competências, habilidades e responsabilidades desta profissão, tão importante e imprescindível.


Disponível em: https://www.onsv.org.br/comunicacao/artigos/contribuicoe s-da-psicologia-e-pedagogia-para-o-transito-seguro. Acesso: 12 out. 2023.

Com base no texto “Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente.”, o termo “transversal” é composto pelo prefixo, “trans”, corretamente empregado nas palavras: trans-histórico, transnacional, transoceânico.

II. No trecho: “Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação”, o pronome demonstrativo destacado, “essa”, tem função anafórica, referindo-se a “profissão de psicologia”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2646070 Português

TEXTO 2


Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro


A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange, que importou de Zurique - Suíça -, testes e técnicas para avaliar os ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana. Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação.

Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito. Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações. A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.

A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente, com equipe multidisciplinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem. Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito. Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.

Pedagogos e psicólogos trabalham em equipe, cada um dentro de suas peculiaridades, mas, a profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil somente em 1962, passando a integrar o setor da saúde. A psicologia do trânsito foi uma das primeiras áreas de atuação do psicólogo desde seu reconhecimento. Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar, envolvendo outras áreas como a Engenharia, analisando o comportamento humano e fatores de percepção de risco. Em 1983 foi criado o primeiro grupo de pesquisa em psicologia do trânsito, pela Universidade Federal de Uberlândia, concedendo as primeiras disciplinas e cursos de especialização na área.

A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido. Foi um processo demorado, definindo competências, habilidades e responsabilidades desta profissão, tão importante e imprescindível.


Disponível em: https://www.onsv.org.br/comunicacao/artigos/contribuicoe s-da-psicologia-e-pedagogia-para-o-transito-seguro. Acesso: 12 out. 2023.

Com base no texto “Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange”, o referencial do pronome possessivo “seu” não está claro, pois o pronome em questão está gerando ambiguidade no período.

II. Em: “A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.”, o advérbio “também” assume a mesma função de uma conjunção subordinada aditiva.

III. Em: “Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito.”, do adjetivo “contemporâneo” forma-se o substantivo “contemporaneidade” a partir da adição do sufixo “-dade”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2646067 Português

TEXTO 2


Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro


A psicologia do trânsito teve seu marco no Brasil, em 1913, pelas mãos do engenheiro Roberto Mange, que importou de Zurique - Suíça -, testes e técnicas para avaliar os ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana. Até o advento da profissão de psicologia em 1962, essa era uma disciplina da área da educação.

Os pedagogos e os “educadores de trânsito”, devido à ausência de uma doutrina oficial, estabeleciam a partir de suas vivências e suas convicções os conceitos e ações de educação para o trânsito. Somente no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que regulamenta no capítulo VI – DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, que foram oficializadas as possíveis ações. A partir daí, trazendo, também, avanços para a segurança viária e foco no comportamento humano.

A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente, com equipe multidisciplinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, teve uma alteração em 2017, definindo Base Nacional Comum Curricular – BNCC, como a nomenclatura para direitos e objetivos de aprendizagem. Através de seus temas contemporâneos, em Cidadania e Civismo, também contempla Educação para o Trânsito. Dessa forma, os pedagogos e educadores de trânsito já possuem referenciais teóricos para suas práticas.

Pedagogos e psicólogos trabalham em equipe, cada um dentro de suas peculiaridades, mas, a profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil somente em 1962, passando a integrar o setor da saúde. A psicologia do trânsito foi uma das primeiras áreas de atuação do psicólogo desde seu reconhecimento. Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar, envolvendo outras áreas como a Engenharia, analisando o comportamento humano e fatores de percepção de risco. Em 1983 foi criado o primeiro grupo de pesquisa em psicologia do trânsito, pela Universidade Federal de Uberlândia, concedendo as primeiras disciplinas e cursos de especialização na área.

A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido. Foi um processo demorado, definindo competências, habilidades e responsabilidades desta profissão, tão importante e imprescindível.


Disponível em: https://www.onsv.org.br/comunicacao/artigos/contribuicoe s-da-psicologia-e-pedagogia-para-o-transito-seguro. Acesso: 12 out. 2023.

Com base no texto “Contribuições da Psicologia e Pedagogia para o Trânsito Seguro”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “A psicologia do trânsito conversa com outras áreas e o campo do saber é vasto, mas bem definido.”, são abstratos os substantivos destacados, "psicologia" e "áreas”.

II. Em: “A Educação para o trânsito está prevista no art. 76 do CTB, o qual norteia e estabelece a necessidade de incluir os conteúdos programáticos de forma transversal dentro de Ética, Cidadania, Saúde e Meio Ambiente”, “norteia” e “estabelece” são adjetivos que referem-se ao mesmo substantivo “CTB”.

III. Em: “Os estudos científicos do professor Reinier Rozestraten, elevaram a psicologia do trânsito a outro patamar”, a locução adjetiva “do professor” exerce, no trecho, a função de adjunto adnominal.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2643980 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um advérbio modificando diretamente outro advérbio.

Alternativas
Q2643979 Português

Analise as sentenças a seguir quanto aos adjetivos empregados. Assinale aquela em que o grau da qualidade expressa pelo adjetivo está no superlativo relativo.

Alternativas
Q2643978 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.

A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.

“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.

Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”

Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-cores-muda-conforme-envelhecemos-diz-estudo.ghtml>

As palavras a seguir foram retiradas do texto. Analise-as e assinale a alternativa em que um dos processos de formação da palavra dada é a derivação parassintética.

Alternativas
Q2643937 Português

Leia a charge para responder às questões de 1 a 9.



Quino. Mafalda.

No contexto utilizado, a palavra “porcaria” desempenha o papel gramatical de um:

Alternativas
Q2636168 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Quais são, respectivamente, os sentidos veiculados pelos prefixos das palavras “prenunciavam” (3º parágrafo) e “sobrevivência” (5º parágrafo)?

Alternativas
Q2636166 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

A classificação morfológica de um vocábulo varia conforme seu emprego nos enunciados. É o caso, por exemplo, do pronome indefinido “nada” nos trechos a seguir. Analise-os.


I. “[...] pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho [...]” (5º parágrafo)

II. “Não nos preparamos para o nada.” (5º parágrafo)

III. “Não sabemos lidar com o nada.” (5º parágrafo)

IV. “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.” (7º parágrafo)


Em qual(is) dos trechos a palavra “nada” foi empregada em um contexto de substantivo?

Alternativas
Q2636165 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Em qual grau se encontra empregado o adjetivo “mau” grifado na frase “Para mim, esse é o pior cenário.” (5º parágrafo)?

Alternativas
Q2636149 Português

TEXTO 2


Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil


O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.


Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina.”, a conjunção “mas” estabelece contraste entre duas ideias opostas, posicionadas, respectivamente, antes e depois dessa conjunção.

II. No trecho: “Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes.”, o termo “mais” é uma conjunção equivalente a “mas”, cuja grafia pode ser registrada com ou sem o “i”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2636148 Português

TEXTO 2


Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil


O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.


Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES).”, “já” é um advérbio, enquanto “No Brasil é uma locução adverbial, composta por uma preposição e um substantivo.

II. Em: “Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com.”, os termos destacados, “de maneira rápida”, são uma locução adverbial que modificam, exclusivamente, o verbo “corram”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2636146 Português

TEXTO 2


Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil


O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.


Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito.”, os termos destacados “O”, “os” e “a” são artigos e atuam definindo, respectivamente, os termos “Waze”, “usuários” e “fugir”.

II. Em: “buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado.”, os termos destacados são, respectivamente, um substantivo, um verbo auxiliar e um adjetivo, que caracteriza o substantivo “buracos”.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2636144 Português

TEXTO 1


Temperaturas decadais extremas e média em São Bento do Una


São Bento do Una localiza-se na mesorregião Agreste e na microrregião do Vale do Ipojuca no Estado de Pernambuco, limitando-se a norte com Belo Jardim, a sul com Jucati, Jupi e Lajedo, a leste com Cachoeirinha, e a oeste com Capoeiras, Sanharó e Pesqueira. A área municipal representa 0.72% do Estado de Pernambuco. Com população ‘estimada de 58.251 habitantes e com densidade demográfica de 74,03 hab/km², São Bento do Una está inserido na unidade geoambiental do Planalto da Borborema, formada por maciços e outeiros altos, com altitude variando entre 650 e 1.000 metros. Ocupa uma área de arco que se estende do sul de Alagoas até o Rio Grande do Norte. O relevo é geralmente movimentado, com vales profundos e estreitos dissecados. Com respeito à fertilidade dos solos é bastante variada, com certa predominância de média para alta. A área da unidade é recortada por rios perenes, porém de pequena vazão e o potencial de água subterrânea é baixo. A vegetação desta unidade é formada por Florestas Subcaducifólica e Caducifólica, próprias das áreas agrestes. São Bento do Una tem o clima Tropical Chuvoso, com verão seco, a quadra chuvosa se inicia em fevereiro com chuvas de pré-estação (chuvosa de pré-estação são as que ocorrem antes da quadra chuvosa) com seu término ocorrendo no final do mês de agosto e podendo se prolongar até a primeira quinzena de setembro. O trimestre chuvoso centra-se nos meses de maio, junho e julho e os seus meses secos ocorrem entre outubro, novembro e dezembro. Os fatores provocadores de chuvas no município são a contribuição da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), formação dos vórtices ciclônicos de altos níveis (VCAS), contribuição dos ventos alísios de nordeste no transporte de vapor e umidade, os quais condensam e formam nuvens, provocando chuvas de moderadas a fortes intensidades (MEDEIROS, 2016).


Disponível em: https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/751/621. Acesso em: 11 out. 2023. (adaptado)

Com base no texto “Temperaturas decadais extremas e média em São Bento do Una”, analise as afirmativas a seguir:


I. Em: “A vegetação desta unidade é formada por Florestas Subcaducifólica e Caducifólica. ”, o pronome demonstrativo “desta” refere-se ao predicativo do sujeito da oração em que este pronome está inserido.

II. Em: “a quadra chuvosa se inicia em fevereiro com chuvas de pré-estação [...] com seu término ocorrendo no final do mês de agosto e podendo se prolongar até a primeira quinzena de setembro.”, “ocorrendo” e “podendo” estão sob a forma nominal do gerúndio, comportando-se, então, como substantivos.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2636095 Português

Texto:


As crianças, as frustrações e o suicídio

Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo.

Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida.

Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos.

Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos.

Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa!

Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida.

Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso.

Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos.

Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio.

E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta.


SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/ascriancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Em qual dos trechos a seguir a palavra grifada é um advérbio?

Alternativas
Q2636093 Português

Texto:


As crianças, as frustrações e o suicídio

Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo.

Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida.

Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos.

Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos.

Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa!

Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida.

Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso.

Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos.

Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio.

E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta.


SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/ascriancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Dentre as ocorrências da vogal “O” identificadas entre colchetes no quinto parágrafo do texto, quantas pertencem à classe dos artigos?

Alternativas
Q2631808 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 10 a 14:


Nuances


Euforia: alegria barulhenta. Felicidade: alegria silenciosa.

Gravar: quando o ator é de televisão. Filmar: quando ele quer deixar claro que não é de televisão.

Grávida: em qualquer ocasião. Gestante: em filas e assentos preferenciais.

Guardar: na gaveta. Salvar: no computador. Salvaguardar: no Exército.

Menta: no sorvete, na bala ou no xarope. Hortelã: na horta ou no suco de abacaxi.

Peça: quando você vai assistir. Espetáculo: quando você está em cartaz com ele.


DUVIVIER, G. Nuances (adaptado). Folha de São Paulo, 2014.

As palavras euforia, felicidade, menta e abacaxi são, respectivamente, substantivos dos tipos:

Alternativas
Respostas
5761: D
5762: D
5763: D
5764: A
5765: C
5766: D
5767: A
5768: B
5769: C
5770: A
5771: D
5772: D
5773: C
5774: B
5775: A
5776: C
5777: D
5778: D
5779: C
5780: A