Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3044074 Português
Assinale a frase cujo adjetivo sublinhado não se mostra no grau superlativo, ou seja, não se mostra com valor de grande intensidade. 
Alternativas
Q3042363 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Em “Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas” (1º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3042362 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Na palavra PRIVATIZAÇÃO, o elemento destacado é:
Alternativas
Q3041933 Português
Julgue o item subsequente. 

Em adjetivos pátrios, nas formas adjetivas AFRO, ANGLO, EURO, FRANCO, INDO, LUSO, SINO e assemelhadas, usa-se hífen quando o segundo elemento é outro adjetivo pátrio, e a palavra, dessa forma, envolve mais de uma nacionalidade, etnia ou região de origem, como afro-brasileiro, anglo-saxão, ibero-americano, euro-asiático, luso-brasileiro. 
Alternativas
Q3040227 Português
Dentistas se concentram em países de alta renda


De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de prestadores de cuidados de saúde oral globalmente, dos quais aproximadamente 2,5 milhões são dentistas. Cerca de 80% desses trabalham em países de alta renda ou de renda média alta, enquanto apenas 1,4% trabalham em países de baixa renda.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/brasil-gasta-r-180-bilhoes-por-ano-com-caries-dentarias-diz-estudo/
Leia as proposições e assinale a resposta correta.

I. o pronome demonstrativo ‘desses’ refere-se a dentistas e é usado para retomar o substantivo sem precisar repeti-lo.

II. uma das funções da informação da fonte de pesquisa é garantir legitimidade aos dados fornecidos pelo texto.

III. Há marcas de oralidade na linguagem do texto.
Alternativas
Q3040071 Português
Professores vivem cotidiano de ataque à saúde mental

Lia Bianchini
Curitiba (PR) | 28 de março de 2023 às 18:21


   Salas superlotadas, ausência de profissionais de apoio para os estudantes de inclusão, falta de valorização profissional e de carreira. Esses são alguns dos fatores que contribuem para a piora da saúde mental de professores, segundo relatos obtidos pelo Brasil de Fato Paraná.

    K*, uma professora que preferiu não ter seu nome divulgado, conta que o dia a dia na sala de aula a fez desenvolver transtorno de ansiedade. “Fui me sentindo deprimida, outras vezes irritada...até desencadear crises de ansiedade, cheguei a achar que estava infartando, num primeiro momento. Só aí fui buscar tratamento. Hoje gasto horrores com isso: remédios, psicólogo”, conta.

    O sentimento de desgaste mental causado pela profissão é sentido de forma geral entre professores. A pesquisa “Saúde Mental dos Educadores 2022”, realizada pela Nova Escola, aponta que 21,5% dos professores consideram sua saúde mental “ruim” ou “muito ruim”. A pesquisa foi realizada com 5 mil profissionais da educação de todo o Brasil, sendo 84,6% da rede pública e 39,7% de professores dos anos iniciais. Professores da região Sul do Brasil têm maior percentual de avaliação negativa da própria saúde mental. Como agravante, 44,6% dos educadores afirmaram não contar com nenhum suporte profissional para lidar com problemas relacionados à saúde mental.

[...]

   O trabalho como profissional do magistério tem um agravante, segundo a professora: a ideia de vocação ou amor à profissão, que deveria superar qualquer tipo de problema que exista no cotidiano. “Parece que admitir que o trabalho nos adoeceu seria um sinal de desamor, reflexo do discurso maternal que ainda cerca a Educação das crianças pequenas”, afirma. Na avaliação da professora, a prevenção do adoecimento mental de professores tem uma única saída: melhorar as condições de trabalho.

    A reportagem do Brasil de Fato Paraná entrou em contato com a Prefeitura de Curitiba pedindo um posicionamento oficial. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno. [Texto adaptado]


Edição: Lucas Botelho. Disponível em: https://www.brasildefatopr.com.br/2023/03/28/professores-vivemcotidiano-de-ataque-a-saude-mental. Acesso em: 04 mar. 2024.
Leia o texto:
Salas superlotadas, ausência de profissionais de apoio para os estudantes de inclusão, falta de valorização profissional e de carreira. Esses são alguns dos fatores que contribuem para a piora da saúde mental de professores, segundo relatos obtidos pelo Brasil de Fato Paraná. 


Assinale a alternativa em que todas as palavras do trecho a seguir podem ser classificadas como adjetivos.
Alternativas
Q3040042 Português
Marque a alternativa em que o plural da palavra está escrito corretamente. 
Alternativas
Q3040039 Português
O leão e o ratinho


    Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

   Todos conseguiram fugir, menos um, porque o leão o prendeu debaixo da pata! O ratinho pediu e implorou tanto, que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

   Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Como o leão não conseguia se soltar, o grande animal fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

    De repente, apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


Moral da fábula: Uma boa ação ganha outra.
No trecho “Um leão, cansado de tanto caçar [...]”, o advérbio “tanto” indica:
Alternativas
Q3040036 Português
O leão e o ratinho


    Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

   Todos conseguiram fugir, menos um, porque o leão o prendeu debaixo da pata! O ratinho pediu e implorou tanto, que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

   Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Como o leão não conseguia se soltar, o grande animal fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

    De repente, apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


Moral da fábula: Uma boa ação ganha outra.
As palavras “ratinho” e “leão” são substantivos comuns e masculinos. Porém, qual a diferença entre elas?
Alternativas
Q3040035 Português
O leão e o ratinho


    Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

   Todos conseguiram fugir, menos um, porque o leão o prendeu debaixo da pata! O ratinho pediu e implorou tanto, que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

   Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Como o leão não conseguia se soltar, o grande animal fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

    De repente, apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


Moral da fábula: Uma boa ação ganha outra.
No último parágrafo, o termo “afiados” é um adjetivo que atribui característica:
Alternativas
Q3039586 Português

Leonardo da Vinci, certa vez, definiu arte como aquilo que “diz o indizível, exprime o inexprimível e traduz o intraduzível”.


Sobre o processo de formação das palavras destacadas, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q3039585 Português
Assinale a alternativa em que o elemento destacado possui classificação morfológica diferente dos demais. 
Alternativas
Q3038816 Português
“Em meio à pandemia, com empresas fechando postos de trabalho, escolas operando a distância e idosos precisando de cuidados extras, a participação das mulheres no mercado de trabalho alcançou o patamar mais baixo dos últimos 30 anos. Os hábitos e a cultura da sociedade têm impedido muitas mulheres não só de trabalhar, mas até de procurar emprego”.
(https://www.estadao.com.br/infograficos/economia,com-pandemia-participacaodas-mulheres-no-mercado-de-trabalho-e-a-menor-em-30-anos). 
Assinale a alternativa correta sobre o trecho em destaque. 
Alternativas
Q3038450 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata?


Peraí, barata tem cheiro? Pois é, um dos insetos que mais causa medo e nojo nas pessoas possui um cheiro bem peculiar. O lance, na verdade, é que nem todo mundo consegue senti-lo. Essa "habilidade" que somente algumas pessoas possuem está gravada no DNA e se deve a uma combinação de fatores.


Uma das formas de comunicação das baratas é o cheiro. Os feromônios produzidos por elas (chamados também de hidrocarbonetos cuticulares) possuem uma substância química chamada trimetilamina (TMA). Essa molécula libera um odor que só pode ser sentido por quem tem um gene específico que codifica o quimioreceptor da trimetilamina.


Não é todo mundo, porém, que apresenta esse gene ativo. Algumas pessoas têm uma mutação nessa região do genoma, fazendo com que elas não sintam o cheiro da TMA (e, consequentemente, o das baratas).


Como é o cheiro da barata?


Segundo relatos (inclusive, o do próprio autor deste texto), o cheiro parece algo mofado ou oleoso, mas não necessariamente (é meio difícil descrever, rs). Esse "perfume" pode variar dependendo de alguns fatores do ambiente: o quão limpo ele é, os alimentos com que a barata entra em contato por ali etc. Além disso, baratas de espécies diferentes têm cheiros diferentes também.


E elas não são as únicas. As formigas também têm cheiros diferentes que nem todo mundo consegue sentir. Algumas espécies (como a Lasius interjectus) têm cheiro de citronela, enquanto outras, como as do gênero Odontomachus , cheiram a chocolate.


Nem todas possuem o cheiro forte o suficiente para que a gente consiga sentir. Às vezes, só conseguimos percebê-lo quando há uma grande colônia de formigas ou quando o pobre animal é esmagado (liberando seu odor).


Essa diferença na percepção de cheiros não se restringe somente às baratas ou formigas. Uma pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) em 2019 revelou que pessoas não sentem os cheiros da mesma forma. Nós temos mais de 400 receptores olfativos diferentes − porém, devido às variações genéticas de cada indivíduo, uns são mais sensíveis para determinados odores do que outros.


Retirado e adaptado de: PEREIRA, Caio César. Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata? Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-algumaspessoas-sentem-cheiro-de-barata/ Acesso em: 22 fev., 2024.

Analise os trechos retirados do texto e apresentados a seguir. Assinale a alternativa que apresenta o valor semântico (sentido) de adição: 
Alternativas
Q3037824 Português
Preconceito com mexicanos e muçulmanos aviva
xenofobia nos EUA, aponta ONU



‘Falsas alegações de que os imigrantes cometem mais crimes do que os cidadãos dos Estados Unidos são daninhas e avivam abusos xenófobos’, diz Zeid Ra’ad al Hussein.


O alto comissário das Nações Unidas para os direitos humanos, Zeid Ra’ad al- Hussein, advertiu nesta quarta-feira (8) que os comentários racistas e a difamação a mexicanos e muçulmanos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avivam abusos xenófobos.


“A difamação de grupos inteiros com mexicanos e os muçulmanos, e as falsas alegações de que os imigrantes cometem mais crimes do que os cidadãos dos Estados Unidos, são daninhos e avivam abusos xenófobos”, afirmou Zeid na apresentação de seu relatório anual perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU.


Zeid começou sua alocução afirmando que está preocupado “com a maneira que a nova Administração está tratando uma série de temas de direitos humanos”.


“É necessária uma maior e mais constante liderança para responder ao recente surto de discriminação, antissemitismo e violência contra minorias étnicas e religiosas”, solicitou.



PRECONCEITO com mexicanos e muçulmanos aviva xenofobia nos
EUA, aponta ONU. Portal G1. Disponível em:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/preconceito-com-mexicanos--emuçulmanos-aviva-xenofobia-nos-eua-aponta-onu.ghtml. Acesso em
20 mar.2022
No termo “o alto Comissário das Nações Unidas”, o adjetivo vindo anteposto ao substantivo, evidencia uma ideia de importância ao substantivo que o sucede. O mesmo adjetivo exprime a mesma ideia da referida acima na seguinte sentença:
Alternativas
Q3036816 Português

Texto CB1A1


        Um projeto de lei que determina critérios mínimos de qualidade para escolas públicas de educação básica foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, em abril deste ano. Conforme estabelece o projeto de lei, o poder público deverá equipar todas as unidades do ensino básico com bibliotecas, laboratórios de ciências e informática, acesso à Internet, quadras poliesportivas cobertas, instalações com condições adequadas de acessibilidade, energia elétrica, abastecimento de água potável, esgoto sanitário e manejo de resíduos sólidos.


        “As condições listadas não constituem luxo ou privilégio, mas requisitos necessários ao estabelecimento de um padrão mínimo de qualidade nas escolas brasileiras e garantia do exercício digno do direito público subjetivo à educação básica”, justifica o autor da proposta.


        “O que há no projeto é o mínimo para que uma escola funcione, atendendo os estudantes e os profissionais da educação com dignidade. A ausência de laboratórios, de Internet, de bibliotecas e de uma estrutura física adequada é algo que impacta diretamente na qualidade da educação oferecida aos estudantes, uma vez que a educação não é uma transmissão de conhecimento, mas sim a construção deste”, considera a secretária de assuntos educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Guelda Andrade.


        “Um ar-condicionado, por exemplo, em algumas regiões do país, não é questão de luxo. É uma condição que faz parte dessa estrutura mínima e digna para que a educação aconteça... A falta disso traz prejuízos drásticos tanto no aprendizado dos estudantes quanto no cotidiano dos profissionais da educação”, reforça Guelda Andrade.


Internet: <https://cnte.org.br> (com adaptações).



Julgue o próximo item, a respeito dos sentidos e aspectos linguísticos do texto CB1A1. 


O termo “Conforme” (segundo período do primeiro parágrafo) poderia ser substituído por Consoante, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto. 

Alternativas
Q3036225 Português

Instrução: Leia o Texto I e II para responder a questão.


Texto I


Quem foi Lidia Poët? Conheça a história real por trás de “As Leis de Lidia Poët”, da Netflix


    Com o intuito de diversificar seu catálogo, a Netflix divulgou em seu catálogo a íntegra da série “As Leis de Lidia Poët”, drama de época que mostra as lutas diárias de uma advogada em um tempo sombrio para as mulheres. O interesse crescente pela série faz com que muitas pessoas pesquisem o que é fato por trás do enredo de “As Leis de Lidia Poët“. Conheça, a seguir, detalhes sobre a vida da mulher que inspirou o drama: 

    Nascida em uma pequena aldeia italiana no ano de 1855, Lidia Poët estudou na Faculdade de Direito da Universidade de Torino e se formou aos 25 anos. Posteriormente, ela atuou em um escritório de advocacia até que recebesse sua inscrição na Ordem dos Advogados de Turim, após 2 anos de formada. 

    Desde que foi aprovada, contudo, o destaque de Lidia Poët em um meio majoritariamente masculino não agradou os demais homens do grupo, que recorreram à aceitação. Mesmo que tenha sustentado seus pontos com altivez, Lidia teve seu acesso negado por um procurador-geral, que argumentou que mulheres não poderiam ocupar o posto. Posteriormente, ela recorreu a outros tribunais, que voltaram a negar seu direito de exercer a profissão por ser mulher. 

    Desde então, Lidia Poët passou a ser um exemplo internacional da luta das mulheres por justiça, especialmente dentro da carreira de Direito – um meio até hoje machista. As fortes posições de Lidia renderam debates na sociedade da época e, graças a ela, o papel da mulher Italiana no Direito passou a ser discutido. 

    Os homens afirmavam que os únicos que apoiavam o trabalho de Lidia eram “celibatários solteiros”. Na época, um Ministro da Justiça argumentou que não era favorável à inserção de mulheres em profissões de destaque, pois estas não pertenciam à aristocracia. A partir de então, passou-se a discutir o papel do marido na responsabilidade pelos atos de suas mulheres como advogadas e como as palavras masculinas se adaptariam à prática do Direito. 

    Nos dias restantes de sua vida, Lidia Poët continuou lutando pelo direito internacional das mulheres. Foi apenas em 1919, contudo, que as mulheres puderam ocupar lugares de destaque no Direito. Um ano depois, com 65 anos de idade, ela conseguiu finalmente adquirir o título de advogada. 

Disponível em: https://sobresagas.com.br/conheca-historia-real-por-tras-as-leis-de-lidia-poet-netflix/. Acesso em: 22 de março de 2024.


Texto II

“Dizem que nós fomos silenciosas historicamente. Mentira. Nós fomos silenciadas”, diz Cármen Lúcia em sessão do Dia da Mulher


Supremo Tribunal Federal realiza sessão especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Única ministra mulher da Corte falou sobre a luta pela igualdade de gênero. 

    A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em discurso nesta quintafeira (7), em homenagem ao Dia da Mulher, que as mulheres foram silenciadas ao longo da história. 

    Cármen Lúcia é a única mulher entre os 11 ministros do tribunal. Em toda a história de 132 anos do STF, ela é uma das três mulheres que já foram ministras. As outras duas são as ministras aposentadas Rosa Weber e Ellen Gracie. 
    "Dizem que nós fomos silenciosas historicamente. Mentira. Nós fomos silenciadas, mas sempre continuamos falando, embora muitas vezes não sendo ouvidas", afirmou a ministra.

    Nesta sessão especial, o STF tem na pauta processos relativos aos direitos das mulheres. Entre eles, a ação que questiona o uso, em processos na Justiça, de estratégias de desqualificação e culpabilização das vítimas de crimes sexuais.

Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/03/07/dizem-que-nos-fomos-silenciosas-historicamente-mentira-nos-fomos-silenciadas-diz-carmen-lucia-em-sessao-do-dia-da-mulher.ghtml. Acesso em: 22 de março de 2024.

“Desde então, Lidia Poët passou a ser um exemplo internacional da luta das mulheres por justiça, especialmente dentro da carreira de Direito – um meio até hoje machista.”
É CORRETO afirmar que o termo em destaque, no contexto em questão, pertence à seguinte classe de palavras:
Alternativas
Q3036222 Português

Instrução: Leia o Texto I e II para responder a questão.


Texto I


Quem foi Lidia Poët? Conheça a história real por trás de “As Leis de Lidia Poët”, da Netflix


    Com o intuito de diversificar seu catálogo, a Netflix divulgou em seu catálogo a íntegra da série “As Leis de Lidia Poët”, drama de época que mostra as lutas diárias de uma advogada em um tempo sombrio para as mulheres. O interesse crescente pela série faz com que muitas pessoas pesquisem o que é fato por trás do enredo de “As Leis de Lidia Poët“. Conheça, a seguir, detalhes sobre a vida da mulher que inspirou o drama: 

    Nascida em uma pequena aldeia italiana no ano de 1855, Lidia Poët estudou na Faculdade de Direito da Universidade de Torino e se formou aos 25 anos. Posteriormente, ela atuou em um escritório de advocacia até que recebesse sua inscrição na Ordem dos Advogados de Turim, após 2 anos de formada. 

    Desde que foi aprovada, contudo, o destaque de Lidia Poët em um meio majoritariamente masculino não agradou os demais homens do grupo, que recorreram à aceitação. Mesmo que tenha sustentado seus pontos com altivez, Lidia teve seu acesso negado por um procurador-geral, que argumentou que mulheres não poderiam ocupar o posto. Posteriormente, ela recorreu a outros tribunais, que voltaram a negar seu direito de exercer a profissão por ser mulher. 

    Desde então, Lidia Poët passou a ser um exemplo internacional da luta das mulheres por justiça, especialmente dentro da carreira de Direito – um meio até hoje machista. As fortes posições de Lidia renderam debates na sociedade da época e, graças a ela, o papel da mulher Italiana no Direito passou a ser discutido. 

    Os homens afirmavam que os únicos que apoiavam o trabalho de Lidia eram “celibatários solteiros”. Na época, um Ministro da Justiça argumentou que não era favorável à inserção de mulheres em profissões de destaque, pois estas não pertenciam à aristocracia. A partir de então, passou-se a discutir o papel do marido na responsabilidade pelos atos de suas mulheres como advogadas e como as palavras masculinas se adaptariam à prática do Direito. 

    Nos dias restantes de sua vida, Lidia Poët continuou lutando pelo direito internacional das mulheres. Foi apenas em 1919, contudo, que as mulheres puderam ocupar lugares de destaque no Direito. Um ano depois, com 65 anos de idade, ela conseguiu finalmente adquirir o título de advogada. 

Disponível em: https://sobresagas.com.br/conheca-historia-real-por-tras-as-leis-de-lidia-poet-netflix/. Acesso em: 22 de março de 2024.


Texto II

“Dizem que nós fomos silenciosas historicamente. Mentira. Nós fomos silenciadas”, diz Cármen Lúcia em sessão do Dia da Mulher


Supremo Tribunal Federal realiza sessão especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Única ministra mulher da Corte falou sobre a luta pela igualdade de gênero. 

    A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em discurso nesta quintafeira (7), em homenagem ao Dia da Mulher, que as mulheres foram silenciadas ao longo da história. 

    Cármen Lúcia é a única mulher entre os 11 ministros do tribunal. Em toda a história de 132 anos do STF, ela é uma das três mulheres que já foram ministras. As outras duas são as ministras aposentadas Rosa Weber e Ellen Gracie. 
    "Dizem que nós fomos silenciosas historicamente. Mentira. Nós fomos silenciadas, mas sempre continuamos falando, embora muitas vezes não sendo ouvidas", afirmou a ministra.

    Nesta sessão especial, o STF tem na pauta processos relativos aos direitos das mulheres. Entre eles, a ação que questiona o uso, em processos na Justiça, de estratégias de desqualificação e culpabilização das vítimas de crimes sexuais.

Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/03/07/dizem-que-nos-fomos-silenciosas-historicamente-mentira-nos-fomos-silenciadas-diz-carmen-lucia-em-sessao-do-dia-da-mulher.ghtml. Acesso em: 22 de março de 2024.

“‘Dizem que nós fomos silenciosas historicamente. Mentira. Nós fomos silenciadas, mas sempre continuamos falando, embora muitas vezes não sendo ouvidas’, afirmou a ministra.” (Texto II)
É CORRETO afirmar que a conjunção em destaque instaura um valor de sentido de:
Alternativas
Q3036125 Português
Texto para a questão.

      As florestas cobrem cerca de 31% da superfície terrestre, sendo um dos ecossistemas mais importantes para a vida no planeta. Elas ajudam a mitigar as mudanças climáticas, além de melhorarem a qualidade do solo, da água e do ar, segundo informa a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
    Esses ecossistemas são fonte de alimentos, cobertura vegetal e proporcionam meios de subsistência para milhões de pessoas, continua a FAO. Para aumentar a conscientização sobre sua importância, a ONU criou o Dia Internacional das Florestas, que é comemorado em 21 de março.

Trecho adaptado. Original disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/03/dia-internacional-das-florestas-os-5-dados-
importantes-sobre-esse-ecossistema-e-sua-conservacao. Acesso em:
01 abr. 2024.
“As florestas cobrem cerca de 31% da superfície terrestre, sendo um dos ecossistemas mais importantes para a vida no planeta.” (1º parágrafo) As palavras sublinhadas na frase acima só podem ser classificadas, nesse contexto e respectivamente, como:
Alternativas
Q3034959 Português
São substantivos femininos, EXCETO:
Alternativas
Respostas
5541: C
5542: D
5543: B
5544: C
5545: D
5546: D
5547: D
5548: A
5549: C
5550: D
5551: B
5552: E
5553: B
5554: C
5555: B
5556: C
5557: D
5558: A
5559: B
5560: C