Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3100149 Português

Considere as afirmativas em relação aos substantivos e aos adjetivos abaixo:


I. 'Condessa' é o feminino de 'conde'.


II. 'Couve-flor' e 'derme' são substantivos femininos.


III. O diminutivo de 'animais' é 'animalzinho'.


IV. O plural do adjetivo 'adorável' é 'adoráveis' e do 'gentil' é 'gentiles'.



Estão corretas:

Alternativas
Q3100148 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Com que frequência você deve lavar seus lençóis e travesseiros


Depois de um longo dia, nada como a sensação de afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom aconchegante.

Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas roupas de cama são o lar de milhões de bactérias, fungos, ácaros e vírus.

Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de suor, saliva, células mortas da pele e partículas de alimentos que servem de banquete.

Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500 milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos ácaros do pó, este é um bufê livre.

Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na França, analisaram os lençóis de pacientes nos hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos estavam repletos de bactérias Staphylococcus, comumente encontradas na pele humana.

A maior parte das espécies de Staphylococcus é benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes com sistemas imunológicos mais fracos.

"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed, da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela não participou do estudo feito na França.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes quantidades."
O coletivo de 'pessoas' é 'multidão'. Identifique em qual alternativa o coletivo não corresponde ao ser identificado:
Alternativas
Q3100144 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Com que frequência você deve lavar seus lençóis e travesseiros


Depois de um longo dia, nada como a sensação de afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom aconchegante.

Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas roupas de cama são o lar de milhões de bactérias, fungos, ácaros e vírus.

Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de suor, saliva, células mortas da pele e partículas de alimentos que servem de banquete.

Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500 milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos ácaros do pó, este é um bufê livre.

Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na França, analisaram os lençóis de pacientes nos hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos estavam repletos de bactérias Staphylococcus, comumente encontradas na pele humana.

A maior parte das espécies de Staphylococcus é benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes com sistemas imunológicos mais fracos.

"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed, da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela não participou do estudo feito na França.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
Marque a alternativa em que os vocábulos destacados são todos substantivos.
Alternativas
Q3099706 Português
A geladeira e o livro

        Fazia dois dias que minha geladeira havia entrado em pane. Não deixou de resfriar, mas as luzes do painel piscavam o dia inteiro, como se fosse uma bomba a ponto de explodir, e o alarme disparava de tempo em tempo, mesmo a porta estando bem fechada. Sou otimista, achei que tudo se resolveria num passe de mágica, mas o coelho não saiu da cartola e acabei tendo que chamar um técnico, que agendou a visita para a manhã seguinte, às 9h30m. Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram. O alarme já não disparava desde a noite anterior. Eu não queria mágica?
        A primeira coisa que disse ao técnico: “Acredite, há dois dias que esta geladeira está tendo chilique, só parou quando o senhor começou a subir pelo elevador”. Ele me deu um olhar compreensivo, fez um check up no aparelho e descobriu um pequeno defeito. Alívio. Morri em R$ 300, mas a geladeira ganhou uma sobrevida. E minha neura também.
        Ninguém gosta de passar por exagerado. Ao sairmos do cinema, somos capazes de listar um sem-número de elogios ao filme que assistimos, mas basta alguém se empolgar com a nossa descrição e resolver assisti-lo por nossa causa que a responsabilidade começa a pesar: “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história. Vá sem expectativas. É meio longo. Tem uma partezinha devagar, mas, sei lá, acho que vale a pena”.
        Um amigo me recomendou um livro sensacional. Segundo ele, a melhor coisa que leu no último ano. Bom, então quero ler também. No dia seguinte, ele largou o livro na portaria do meu prédio, e quando liguei para agradecer, ouvi: “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?”.
        Os episódios da geladeira e do livro, cada um a seu modo, demonstram o quanto ficamos inseguros ao virarmos referência. No caso da geladeira, a única prova que eu tinha de que ela estava amarelando eram as luzes piscantes. Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra. Que solidão.
        Quando meu amigo incentivou a leitura do livro, estava expondo sua erudição, já que o autor era um filósofo. Mas no momento em que demonstrei interesse em ler também, ele passou a duvidar do próprio entusiasmo. E se o livro não fosse tão bom no meu parecer? De repente, não era mais o livro que estaria em julgamento, e sim ele. Solidão, também.
        Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente. Ai, ai, ai. E se ela passar mal com a altitude? E se achar a comida muito apimentada? E se voltar pensando que me empolgo por qualquer ruína de cartão postal? Já era: terá perdido a chance de ir para outro lugar mais encantador a seus olhos. Por que fui emprestar os meus?
        No fim das contas, tudo o que queremos é ser amados. Por aqueles a quem recomendamos um livro, por quem resolveu viajar incentivado por nós, e, sim, pelo técnico que confirmou que nossa geladeira estava mesmo estragada, contra qualquer evidência. Falando na geladeira, passa bem. As luzes nunca mais piscaram, nem o alarme disparou. A não ser o meu: “Não se leve tão a sério, não se leve tão a sério, não se leve tão a sério”.

(Martha Madeiros. Revista O Globo. Em: 2012.)
“Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram.” (1º§) A expressão destacada tem classificação diversa do termo grifado em: 
Alternativas
Q3099666 Português
Primeira impressão

Emoção e memória coordenadas influenciam encontro social.

        A primeira impressão é a que fica, já diz o jargão popular sobre o primeiro encontro entre duas pessoas desconhecidas. Buscar as razões pelas quais isso acontece foi o objetivo de cientistas da Universidade de Haifa, em Israel, a partir de um experimento com ratos de laboratório. Entre os achados, verificou-se que emoção social e memória social estão intimamente ligadas nesse processo, e trabalham de forma coordenada.
        Testando os ratos, os pesquisadores verificaram que a emoção do encontro social com um rato estranho criou um alto nível de atividade rítmica sincronizada no cérebro, fator que parece facilitar a formação de memória social. Uma vez que os ratos estavam familiarizados uns com os outros, a excitação diminuía, e as áreas distintas do cérebro passavam a trabalhar de forma menos coordenada.
        Os cientistas também procuraram investigar se outras emoções em particular geravam essa sincronização de atividades cerebrais, mas isso não aconteceu. Emoções negativas como medo e mesmo emoções positivas, mas relacionadas a um ser inanimado, não provocam as mesmas reações. Os especialistas sugerem que o experimento seja repetido em humanos para que se confirme ser essa atividade sincronizada no cérebro o fator que nos faz lembrar mais fortemente dos primeiros momentos que tivemos com alguém.
(Psique, Ciência e Vida. Número 117-Ano IX. Em: 2020.)
Na língua portuguesa, o gênero de um substantivo pode ser masculino ou feminino. Dessa forma, são expressões transcritas do texto que se encontram no feminino, EXCETO: 
Alternativas
Q3099610 Português


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/10/conexaocm2md3q1y008y012dwg0qnzn7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um pronome.
Alternativas
Q3099524 Português
Feliz por nada

        Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
        Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
        Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
         Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
         Feliz por nada, nada mesmo?
       Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
        “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
      Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
     Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
        Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
        Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
        Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
        A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
        Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
Em “Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando ‘realizado’, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.” (8º§) há a presença do vocábulo “felicíssimo”. Independente do contexto, é possível afirmar que esse termo exprime a ideia de:
Alternativas
Q3099440 Português

Uma breve história da expectativa de vida


    No início do século 20, quando a expectativa de vida era de 47 anos nos países industrializados e de 33 no nosso, o que mais matava eram as doenças infecciosas: pneumonia, tuberculose, gastroenterite.
A pandemia, ao tirar 5,5 milhões de vidas nos últimos dois anos, trouxe as infecções de volta aos holofotes. O caminho natural, porém, é a ciência vencer essa luta novamente, como fez antes. O desenvolvimento de vacinas e antibióticos, além de condições mais humanas de saneamento básico, foi diminuindo as doenças infecciosas ao longo do século passado. E em 1960 a expectativa de vida tinha saltado para 52 anos por aqui (e 69 anos nos países ricos).
    Foi aí que as doenças cardiovasculares e os vários tipos de câncer passaram a ser os grandes desafios de longo prazo da medicina. Mas essa é outra guerra que está sendo vencida.
    Nos EUA, que mantêm dados históricos precisos, o número de mortes por doenças cardiovasculares caiu de 800 para cada 100 mil habitantes na década de 1960 para 200 hoje.
    As batalhas contra o câncer são mais complexas, contudo, não faltam vitórias. Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma (o mais agressivo dos cânceres de pele). Desde o boom na criação de novos medicamentos, a mortalidade por melanoma passou a cair 5% ao ano.
    Tudo isso levou a mais avanços na expectativa de vida. Hoje ela está próxima dos 80 anos, seja no Brasil, seja nos países do topo da pirâmide. Por aqui, sempre vale lembrar, boa parte disso se deve a um fato central: sermos o único país com mais de 200 milhões de habitantes a contar com um sistema universal de assistência médica gratuita, o SUS.
    E hoje há 22 milhões de pessoas com 65 anos ou mais no país. Uma vitória. Mas o aumento na longevidade traz outro desafio para a medicina: as enfermidades mentais que surgem nas fases mais avançadas da vida – principalmente o Alzheimer, que atinge 1,2 milhão de brasileiros.

(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.) 

Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o seguinte trecho: “Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma […]” (5º§) 
Alternativas
Q3099352 Português


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/10/conexaocm2md3q1y008y012dwg0qnzn7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical correta das palavras sublinhadas no trecho a seguir, respectivamente: 

“coletar, armazenar e processar (1) grandes quantidades de informação (2) nunca foi sinônimo de utilizá-la (3) bem”.
Alternativas
Q3099224 Português
As camadas

        Quando você nasceu, havia um nome e um sobrenome esperando-o. O que eram? Uma decisão aleatória que fala muito dos desejos e projeções dos pais sobre cada um de nós. Nosso nome nos antecede e não aguardou nenhum traço de personalidade para ser colocado. Por mais fraco que seja, o menino Gabriel recebe o indicativo de que é “o homem forte de Deus” pela raiz hebraica. Por mais limitada que seja no futuro, a menina assinará Sofia, o nome que aponta sua densa sabedoria. Nem toda Letícia é feliz. Conheci um Adamastor que pouca similitude guardava com o gigante de Camões. Eu sou Leandro, homem-leão, como se nota pela juba vistosa. O nome é, como todo signo, arbitrário. Primeira camada sobre nós.
        A segunda camada constará nos documentos: brasileiro nato. O que é ser brasileiro? Fronteiras traçadas ao longo da história com linhas imaginárias, respeitando ou não o terreno que as recebe. Uma entidade nacional que, supostamente, será sua pátria, sua identidade, sua marca quase sempre permanente. “Meu coração é brasileiro” eu já o declarei; todavia, um exame do meu cadáver pouco revelará ao anatomista quaisquer distinções dos meus ventrículos em relação a um vizinho argentino ou a um longínquo japonês. As metáforas são bonitas, poéticas até: meu coração é apátrida, biologicamente. Pátria é uma convenção celebrada diariamente, já foi dito. Sem dúvida, é a segunda camada que nos foi dada, quase sempre, ao ver a luz do mundo.
(Leandro Karnal. O Estado de São Paulo. Em: 2021. Fragmento.)
Substantivo é a classe gramatical de palavras que dá nome aos seres, a tudo que se vê, ouve, sente ou imagina. Na língua portuguesa, existem duas maneiras de classificar os substantivos quanto ao gênero: masculino e feminino. Encontram-se no masculino os seguintes substantivos transcritos do texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3099127 Português
Aeroporto na Nova Zelândia cria limite de tempo para abraços

    O Aeroporto de Dunedin na Nova Zelândia gerou debate em todo o mundo com sua nova placa impondo um limite de três minutos para abraços em sua área de partidas, acrescentando “para despedidas mais afetuosas, use o estacionamento”.
    Alguns comentaristas em uma postagem do Facebook que se tornou viral estão indignados com o toque de recolher para abraços, enquanto outros se maravilham com o fato de um aeroporto ainda ter uma área de desembarque gratuita, dado o aumento geral de taxas e multas.
    O CEO do Aeroporto de Dunedin, Daniel De Bono, opinou sobre o assunto em uma entrevista à rádio RNZ da Nova Zelândia. Descrevendo os aeroportos como “focos de emoção”, ele apontou para um estudo sugerindo que um abraço de 20 segundos é suficiente para obter uma explosão do “hormônio do amor” ocitocina e argumentou que mover os clientes rapidamente permite que mais pessoas recebam mais abraços.
    O estacionamento do Aeroporto de Dunedin, onde De Bono admite que “nossa equipe viu coisas interessantes acontecerem… ao longo dos anos”, permite uma visita de 15 minutos gratuita.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/aeroporto-na-nova-zelandia-cria-limite-detempo-para-abracos/
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: “Alguns comentaristas em uma postagem do Facebook que se tornou viral estão indignados com o toque de recolher para abraços”.
Alternativas
Q3098971 Português
Torre de Belém, em Portugal: um guia prático para a sua visita

    Um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Portugal, a Torre de Belém é um dos monumentos que não podem faltar na listinha de quem faz sua primeira visita a Lisboa. Com mais de 500 anos e estrutura imponente com cerca de 30 metros de altura, ela foi construída entre 1514 e 1519 e carrega muitas histórias por trás de tanto tempo.
    Localizada na freguesia de Belém (equivalente a um bairro de Lisboa) e às margens do Rio Tejo, ela recebe milhares de visitantes todos os anos. Segundo a Associação do Turismo de Lisboa, 356.769 pessoas passaram por lá em 2023. Em um tópico da pesquisa chamado “Inquérito de atividades e informações”, 68% dos turistas estrangeiros ouvidos na cidade afirmaram já ter estado na Torre. No caso específico dos brasileiros, esta porcentagem subiu para 86%.
    Em uma área bem turística, rica em história e ligada a descobrimentos portugueses, qualquer visitante consegue ter fácil acesso à região em que ela está localizada a partir do centro da cidade, seja de carro, elétrico (bonde), ônibus ou trem.
    A poucos metros dela, que fica especificamente da Avenida Brasília, estão monumentos tão famosos quanto, como o Mosteiro dos Jerônimos – que foi construído na mesma época -, o Padrão dos Descobrimentos, além da famosa confeitaria “Pastéis de Belém”, onde os mundialmente conhecidos “Pastéis de Belém” são encontrados originalmente e exclusivamente com este nome.
    Incluída na lista de Patrimônio Mundial da Unesco em 1983, o que significa que é reconhecida mundialmente como algo muito valioso e que precisa ser preservado, a Torre é um dos símbolos do país, especialmente por sua ligação com a época dos Descobrimentos, quando os portugueses navegavam para explorar o mundo.
    Ela foi construída originalmente com fins militares e defensivos, com objetivo principal de proteger a entrada do porto de Lisboa. O monumento desempenhou um papel essencial na proteção da cidade. Além disso, funcionava como um posto de controle para as embarcações que entravam por lá.
    A ideia de construir uma fortaleza para proteger a entrada do rio Tejo já existia desde o reinado de D. João II, mas foi no tempo de D. Manuel I que a torre foi finalmente construída, sob a direção do arquiteto Francisco de Arruda. A torre foi dedicada a São Vicente Saragoça, padroeiro de Lisboa, mas logo ficou conhecida como Torre de Belém.
    Durante o século 16, ela era cercada pelo rio, mas o curso dele mudou, tornando-a mais próxima da margem. Ao longo do tempo, a Torre teve diferentes funções, como servir de farol e de centro alfandegário, além de ter sido usada até como prisão política durante o século 19. Sua arquitetura é composta por dois estilos diferentes: uma torre alta, que parece com torres de castelos medievais, e uma base larga, feita para defesa, mais moderna para a época.
    Além da construção em si, a Torre de Belém é famosa pelas suas muitas decorações, que pertencem ao estilo “manuelino”, típico do tempo do rei D. Manuel I. Ela tem muitos detalhes como cordas, nós e figuras de animais, que também mostram influências mouriscas. Na parte sul da torre, há uma varanda especial, chamada de loggia, que era usada para cerimônias importantes, como a chegada e partida de navios.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/torre-de-belem-em-portugal-umguia-pratico-para-a-sua-visita/
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “Um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Portugal, a Torre de Belém é um dos monumentos que não podem faltar na listinha de quem faz sua primeira visita a Lisboa”.
Alternativas
Q3098680 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Seu Afredo


        Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Afredo estava sozinho.    

        Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:

         – Onde vais assim tão elegante?

        Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Afredo virou-se para ela e disse:

    – Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.

    De outra feita, minha tia Graziela, recémchegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Afredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:

    – Cantas?

    Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:

    – É, canto às vezes, de brincadeira…

    Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador:

    – Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática.

    Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:

    – Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!

    E, a seguir, ponderou:

    – Agora, piano é diferente. Pianista ela é! E acrescentou:

    – Eximinista pianista!


MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.

Analise as palavras “inesquecível”, “ultrarrespeitador” e “encerador” quanto aos seus elementos mórficos de formação. Pode-se dizer que as três palavras têm em comum:
Alternativas
Q3098583 Português
Assinalar a alternativa que apresenta o plural INCORRETO.
Alternativas
Q3097604 Português

Analise a frase abaixo e identifique a classe gramatical da palavra destacada.


"O tapete está sob a mesa."


A palavra "tapete" pertence à classe de:

Alternativas
Q3097603 Português
Selecione a única alternativa abaixo que indica um adjetivo.
Alternativas
Q3097485 Português
Assinale a alternativa em que a palavra é formada por derivação.
Alternativas
Q3097481 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


“Quem me compra um jardim com flores?

Borboletas de muitas cores,

lavadeiras e passarinhos,

ovos verdes e azuis nos ninhos?


Quem me compra este caracol?

Quem me compra um raio de sol?

Um lagarto entre o muro e a hera,

uma estátua da Primavera?


Quem me compra este formigueiro?

E este sapo, que é jardineiro?

E a cigarra e a sua canção?

E o grilinho dentro do chão?


(Este é o meu leilão.)”


Leilão de Jardim, de Cecília Meireles

No verso "Quem me compra um raio de sol?", identifique a classe gramatical da palavra "raio".
Alternativas
Q3096825 Português
Leia o texto a seguir:


MP do Rio vai usar IA para analisar registros de
candidaturas



O Ministério Público do Rio de Janeiro começou a utilizar nesta semana uma nova ferramenta de inteligência artificial, para auxiliar nas eleições deste ano. O robô vai trabalhar na análise de registros de candidaturas.


"Essa ferramenta pretende, a partir de dados que são inseridos dos órgãos públicos, levar à mesa do promotor de justiça, informações sobre os candidatos que tenham sido condenados ou apresentem outras questões que não permitam a sua candidatura ou o registro. Inclusive, por exemplo, os requisitos da Lei da Ficha Limpa", explicou o procurador-Geral de Justiça do Rio de Janeiro, Luciano Mattos.


O principal objetivo é dar celeridade ao processo de avaliação e eventual impugnação de candidaturas pelos promotores de Justiça. Essa tarefa era feita por um membro do Ministério Público, que pesquisava manualmente o nome de cada candidato em diferentes sistemas de informações. Agora a verificação deixa de ser apenas manual, e o robô faz um primeiro filtro dos dados, capaz de apontar de forma rápida os possíveis inelegíveis.


Na avaliação do procurador Luciano Mattos, a ferramenta é um primeiro passo para melhorar a transparência das eleições.


"É um primeiro trabalho, que estamos desenvolvendo para as eleições municipais, buscando cada vez mais a lisura e regularidade do pleito desse ano".


Com o uso da nova ferramenta, o MP solicitou, por exemplo, a impugnação do registro de candidatura de Maria Aparecida Panisset ao cargo de vice-prefeita do município de São Gonçalo. O robô detectou condenações da candidata, em trânsito em julgado (definitiva), por improbidade administrativa e a suspensão de seus direitos políticos, além de estar inelegível até 2031. Maria Panisset foi eleita prefeita da cidade em 2004 e 2008. A reportagem tenta contato com Maria Panisset.



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/politica/2024/08/1051511-mp-do-rio-vai-usar-iapara-analisar-registros-de-candidaturas.html. Acesso em: 19 ago. 2024.
Em “O robô vai trabalhar na análise de registros de candidaturas” (1º parágrafo), as duas palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3096696 Português
Na construção da frase “Ela assistiu o filme ontem”, há um erro de regência que deve ser corrigido. Marque a única alternativa que apresenta a correção adequada.
Alternativas
Respostas
5241: A
5242: A
5243: B
5244: B
5245: A
5246: A
5247: D
5248: B
5249: A
5250: D
5251: B
5252: E
5253: A
5254: C
5255: C
5256: B
5257: A
5258: A
5259: D
5260: C